Autor: Leandro Amorim

  • Edwards comemora folga e gera revolta: ‘Vai ter verão inteiro’

    Edwards comemora folga e gera revolta: ‘Vai ter verão inteiro’

    Olha, eu não sei se fico mais impressionado com a sinceridade do Anthony Edwards ou com a cara de pau mesmo. Depois de levar uma surra histórica dos Spurs por 126-97 no jogo 5, o cara comemorou os dois dias de descanso como se tivesse ganhado na loteria.

    “Tô muito feliz. Tô pronto para esses dois dias. Quer dizer, não vai ser exatamente um descanso, mas vão ser dois dias. Tô animado com isso”, disse Ant na entrevista pós-jogo.

    Mano, o Timberwolves tá com a corda no pescoço. Um jogo para não ser eliminado pelos Spurs, que estão voando rumo às finais de conferência pela primeira vez desde 2017. E o cara ali, todo sorridente falando de folga?

    A reação dos fãs foi devastadora

    A torcida não perdoou. “Você vai ter muitos dias livres depois de sexta, amigão”, escreveu um torcedor no Twitter. Outro foi mais direto: “Ele vai ter o verão inteiro depois de sexta”.

    Sinceramente? Eu entendo a necessidade do descanso. Edwards voltou de uma lesão no joelho e tem jogado 40 minutos nos últimos três jogos — isso é pancada demais. Mas comemorando desse jeito após uma derrota humilhante? Complicado.

    “Ant realmente soava como um cara implorando por sono. Esses últimos 3 jogos deixaram ele carregando um cardio nível playoff”, comentou outro fã, tentando ser mais compreensivo.

    Performance abaixo do esperado quando mais precisa

    E vamos combinar uma coisa: 20 pontos, 2 rebotes, 2 assistências e 4 turnovers não é exatamente o que você espera do seu astro em um jogo decisivo. Edwards tem tido performances medianas nesta série, e isso não vai dar conta contra esse time dos Spurs que tá jogando um basquete lindo.

    O cara que deveria estar carregando Minnesota nas costas parece mais aliviado com a folga do que determinado a salvar a temporada. Vocês acham que essa mentalidade vai dar certo no jogo 6?

    Look, talvez seja psicologia reversa. Talvez Edwards esteja guardando energia para explodir em casa na sexta. Mas entre nós, essa declaração não passou a melhor imagem possível para alguém que deveria estar sedento de vingança.

    O Target Center vai estar pegando fogo na sexta. Agora é torcer para que o Anthony Edwards apareça com a mesma energia que demonstrou para comemorar dois dias de descanso.

  • Wemby acusa Minnesota de ‘rage baiting’ e mete 27+17 em resposta

    Wemby acusa Minnesota de ‘rage baiting’ e mete 27+17 em resposta

    Olha só que situação absurda rolou no jogo 5 entre Spurs e Timberwolves. O Victor Wembanyama simplesmente destruiu Minnesota (126 a 97) e ainda chamou os caras de “rage baiting” — termo das redes sociais que significa tentar irritar alguém de propósito.

    E cara, funcionou ao contrário. Em vez de desestabilizar o francês, os Wolves só conseguiram acordar o monstro.

    A provocação que deu errado

    Logo no primeiro quarto, o Ayo Dosunmu chegou perto do Wemby provocando, trocando empurrãozinhos e falando besteira. Na real, até pareciam estar se divertindo ali, mas a intenção era clara: tirar o gigante do sério.

    “Eu sinto que rage baiting talvez tenha sido uma das estratégias deles”, disse Wembanyama depois do jogo, usando um termo que eu nunca esperaria ouvir de um jogador de NBA. “Então acho que nós apenas mantivemos a compostura como equipe.”

    Compostura? O cara meteu 27 pontos, 17 rebotes, 5 assistências e 3 tocos em 33 minutos. Isso é compostura ou é simplesmente jogar como um alien?

    A volta por cima depois da expulsão

    Vocês lembram que o Wemby foi expulso no jogo 4 por dar uma cotovelada no pescoço do Naz Reid? Pois é, os Spurs perderam aquele jogo justamente sem o seu astro. E sinceramente, acho que isso deixou o francês puto da vida.

    A vingança veio completa. Enquanto San Antonio acertou 52,8% dos arremessos, Minnesota ficou patinando com apenas 38,6% de aproveitamento. Uma diferença brutal que mostra como um jogador pode mudar tudo quando está inspirado.

    O Dosunmu até que jogou bem — 16 pontos, 9 rebotes, 4 assistências — mas foi insuficiente perto do show que o Wembanyama fez. E agora? Jogo 6 só na sexta, tempo suficiente para os dois times pensarem no que deu certo e no que deu errado.

    Qual a opinião de vocês: será que provocar o Wemby foi a pior estratégia possível dos Wolves?

  • Anthony Edwards vira meme com apresentação épica: ‘Worldwide’

    Anthony Edwards vira meme com apresentação épica: ‘Worldwide’

    Gente, o Anthony Edwards simplesmente não consegue passar despercebido. O cara é puro entretenimento dentro e fora de quadra, e ontem ele deu mais uma demonstração do por que todo mundo ama (ou odeia) a personalidade dele.

    Durante as apresentações que a NBC faz nos playoffs — aquela tradição onde os jogadores se apresentam dizendo nome e faculdade —, o Ant decidiu que ia fazer diferente. E quando digo diferente, é DIFERENTE mesmo.

    “Anthony Edwards. Worldwide” 🔥

    Enquanto todo mundo fala “Fulano de tal, Universidade X”, o moleque simplesmente mandou um “Anthony Edwards. Worldwide” com a maior cara de pau do mundo. Mano, eu ri alto aqui. É essa confiança absurda que faz a gente amar o basquete americano.

    Sinceramente? Só o Edwards mesmo pra ter a audácia de se apresentar como se fosse o The Rock ou o Mr. Worldwide (Pitbull, né pessoal). E olha que não é só papo — o cara tá mostrando serviço em quadra também.

    Números que justificam o ego

    Depois de dois primeiros jogos meio apagados contra os Spurs (só 30 pontos no total), o Ant acordou pra vida. Nos jogos 3 e 4, passou dos 30 pontos e ajudou Minnesota a empatar a série em 2-2. No jogo 5, já tinha 12 pontos no começo do terceiro quarto quando essa matéria foi escrita.

    E vocês viram o que rolou no jogo 4? O Wembanyama foi expulso por uma cotovelada no Naz Reid, e os Wolves aproveitaram pra ganhar de 114-109. Edwards até foi respeitoso depois, falando que esperava o francesão voltar com tudo no jogo 5.

    “Agora é um jogo de cada vez, tentar descobrir como conseguir a vitória. É só isso que tá na minha cabeça. Eles vão ter o Wemby de volta, ele vai chegar com muita energia”, disse o Edwards pós-jogo.

    Minnesota sonha com vaga nas finais do Oeste

    Os Timberwolves estão a uma vitória de eliminar os Spurs na segunda rodada dos playoffs. Imagina a loucura que seria em Minneapolis se conseguirem fechar a série em casa?

    Olha, eu não sei vocês, mas tô curtindo demais esse Edwards. O cara tem aquela pegada de estrela que faltava em Minnesota há muito tempo. Desde os tempos do Kevin Garnett que não via os Wolves com essa energia.

    E aí, acham que esse papo de “Worldwide” é confiança demais ou merecida? Porque pelos números dos últimos jogos, o moleque tá mandando bem mesmo…

  • Tatum revela resposta brutal do médico sobre lesão no tendão

    Tatum revela resposta brutal do médico sobre lesão no tendão

    Cara, o que o Jayson Tatum passou essa temporada foi de partir o coração. O cara simplesmente rasgou o tendão de Aquiles nos playoffs do ano passado e conseguiu voltar em 10 meses — algo que parecia impossível.

    Mas o que mais me marcou foi a conversa que ele teve com o médico logo depois da lesão. Numa entrevista pro The Today Show, o Tatum contou uma parada que é de doer mesmo.

    “Você simplesmente teve azar”

    Imagina você se cuidando direitinho, fazendo tudo certinho, e do nada… PLOFT. Tendão rasgado. Foi exatamente isso que aconteceu com o Tatum no Jogo 4 contra os Knicks.

    No dia seguinte, quando foi fazer a ressonância, ele perguntou pro doutor se daria pra ter previsto a lesão. A resposta? “Seu tendão estava perfeitamente saudável. Foi só um momento de azar.”

    Mano, isso deve ter doído mais que a própria lesão. O Tatum disse que estava fazendo tudo certinho — tratamento, fortalecimento, cuidados diários. “Foi uma pílula amarga de engolir”, admitiu.

    A volta mais impressionante que já vi

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi ninguém voltar de uma lesão dessas tão rápido. Dez meses pra voltar de um tendão de Aquiles rompido? Isso é coisa de filme.

    Quando ele voltou em março, jogou 16 partidas na temporada regular com médias muito respeitáveis: 21.8 pontos, 10.0 rebotes e 5.3 assistências. Nos playoffs, mesmo claramente ainda se adaptando, conseguiu 23.3 pontos e 10.7 rebotes por jogo.

    Claro que não estava 100% — tanto que ficou de fora do decisivo Jogo 7 contra os Sixers por problemas no joelho e panturrilha. Provavelmente compensação da volta rápida demais.

    E agora?

    A boa notícia é que ele deve estar bem pra próxima temporada. Vai ter uma off-season inteira pra se preparar e voltar ainda mais forte.

    Sinceramente? O que o Tatum fez essa temporada foi heroico. Vocês acham que ele consegue voltar ao nível MVP na próxima? Eu tô apostando que sim — depois de passar por isso, o cara deve estar com uma mentalidade ainda mais forte.

  • Lakers podem ir atrás do Giannis? Veja a proposta maluca que rola

    Lakers podem ir atrás do Giannis? Veja a proposta maluca que rola

    Olha, depois da surra que o Thunder deu nos Lakers nos playoffs, uma coisa ficou clara: esse time precisa de mais peças pra sonhar com o título. E quando você pensa em ‘mais peças’, é difícil não pensar no Greek Freak.

    Giannis Antetokounmpo tá no mercado faz tempo — todo mundo sabe que os Bucks não vão pra lugar nenhum nos próximos anos. E o cara já deixou bem claro que quer brigar por título. Juntar ele com o Doncic não seria uma loucura total?

    A proposta que tá rolando

    Então, aparentemente tem uma proposta circulando que seria mais ou menos assim: Lakers mandariam Jarred Vanderbilt, Dalton Knecht, Jake LaRavia e uma caralhada de picks (2026, 2031, 2033 e mais alguns swaps) pro Milwaukee em troca do Giannis.

    É muita pick, não vou mentir. Mas o problema é que os Lakers não têm muita coisa pra oferecer mesmo. Quase todo mundo importante vai ser agente livre — Reaves, LeBron, Rui Hachimura, Luke Kennard… É basicamente um time novo que vai ter que montar.

    Será que cola?

    Sinceramente? Acho difícil. Os Bucks vão querer algo mais consistente que um monte de picks que só vão chegar daqui a década. Por mais que 2031 e 2033 pareçam longe, é muito arriscado apostar que esses picks vão valer alguma coisa.

    E tem outra: Doncic vai ter 34 anos em 2033. Ainda pode ser monstro, claro, mas é apostar que ele vai manter o nível por muito tempo.

    O que vocês acham — vale a pena os Lakers irem all-in numa jogada dessas? Ou é melhor tentar construir algo mais sólido aos poucos?

    Uma coisa é certa: se essa troca rolar, vai ser uma das mais loucas da história da NBA. Giannis e Doncic no mesmo time… cara, só de imaginar já dá arrepio.

  • GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    Olha, quando você tem a primeira escolha do Draft depois de anos horríveis, cada detalhe importa. E os Wizards podem ter uma vantagem secreta que ninguém estava esperando.

    Will Dawkins, o GM de Washington, conhece AJ Dybantsa desde que o garoto tinha 14 anos. Isso mesmo — cinco anos de relacionamento com a família do cara que pode ser a primeira escolha geral. Ambos são de Massachusetts, e essa conexão pode fazer toda a diferença na decisão mais importante da franquia em anos.

    A conexão que pode mudar tudo

    “Esse cara tem um carisma único”, falou Dawkins no Combine da NBA. “Ele tem uma confiança especial. Conseguiu elevar seu jogo em cada nível que chegou.” E cara, quando você vê as estatísticas do moleque, entende o porquê dessa empolgação.

    Dybantsa liderou o país em pontuação como calouro — 25,5 pontos por jogo com 51% de aproveitamento. Um cara de 2,03m que sabe pontuar, defender e ainda arma jogadas para os companheiros. É praticamente um unicórnio no basquete moderno.

    Wizards precisam acertar dessa vez

    Vamos ser honestos: Washington venceu apenas 50 jogos nas últimas três temporadas. Cinquenta! O Thunder, atual campeão, ganhou mais que isso só na última temporada. A situação é desesperadora, mas com Anthony Davis e Trae Young agora no elenco (se conseguirem ficar saudáveis), existe uma luz no fim do túnel.

    Sinceramente acho que essa conexão pessoal entre Dawkins e Dybantsa não é coincidência. No basquete, relacionamentos importam tanto quanto talento. Quando você conhece a família de um jogador há anos, você entende muito mais do que números podem mostrar.

    O GM vai ter cinco semanas para pesquisar a fundo todos os candidatos, mas convenhamos — ele já tem uma vantagem considerável com Dybantsa. E vocês, acham que essa história pessoal vai pesar na decisão final? Porque eu tenho a impressão de que os Wizards já sabem exatamente o que querem fazer com essa escolha.

  • Edwards culpa as faltas do McDaniels pela derrota dos Wolves

    Edwards culpa as faltas do McDaniels pela derrota dos Wolves

    Olha, o Anthony Edwards não teve papas na língua depois da surra que os Wolves tomaram do Spurs na terça-feira. Perderam por 126 a 97 — sim, vocês leram certo — e agora estão com a corda no pescoço, precisando vencer os dois próximos jogos pra não ir pra casa.

    E sabe o que mais me chamou atenção? O Ant-Man foi direto ao ponto quando perguntaram o que deu errado: “Tudo começa com o Jaden McDaniels, tentando manter ele longe das faltas. Ele é muito importante pro time, é muito importante pra gente. Machuca todo mundo quando ele entra em problemas de falta.”

    O problema das faltas do McDaniels

    E não é que o Edwards tem razão? O McDaniels jogou 30 minutos no Jogo 5, fez 17 pontos e pegou 6 rebotes — números até que bons. Mas cometeu 5 faltas, mano. Cinco! Isso limita demais a agressividade defensiva dele, que é justamente onde o cara mais ajuda o time.

    Sinceramente, eu acho que essa é a chave da série. Os Wolves precisam do McDaniels solto defensivamente pra tentar parar (ou pelo menos incomodar) o Wembanyama. Porque o francesão tá fazendo o que quer em quadra — 27 pontos, 17 rebotes e 5 assistências no Jogo 5. Números de videogame.

    Wemby fazendo história

    E por falar no Wembanyama… cara, o moleque se tornou apenas o oitavo jogador na história da NBA a conseguir essa linha estatística em um jogo de playoffs. Com 20 anos de idade! É de outro planeta mesmo (literalmente, considerando a altura do maluco).

    O pior é que os Wolves sabem exatamente o que fazer — Edwards mesmo falou que conhecem o plano de jogo, sabem como executar o ataque, conhecem as coberturas defensivas. Mas na hora H, não tão conseguindo executar. “Eu não consigo identificar exatamente por que continuamos cometendo erros no plano de jogo”, disse o Edwards, visivelmente frustrado.

    Agora é tudo ou nada

    A boa notícia? Os Wolves já estiveram nessa situação antes. Há dois anos, contra o Denver, estavam 3-2 atrás na série e conseguiram virar, ganhando o Jogo 6 em casa e o decisivo fora. Será que conseguem repetir a dose?

    Eu tenho minhas dúvidas, não vou mentir. O Wemby tá jogando num nível absurdo, e esse Spurs parece ter encontrado o jogo deles no momento certo. Mas basket é basket — se o McDaniels conseguir ficar em quadra sem problemas de falta e o Edwards explodir (ele fez “só” 20 pontos no Jogo 5), quem sabe?

    O Jogo 6 é na sexta-feira, em Minneapolis. Vocês acham que os Wolves conseguem forçar um Jogo 7, ou o Wemby vai fechar a série em casa mesmo?

  • Wemby pistola destrói Minnesota e coloca Spurs a uma vitória da final

    Wemby pistola destrói Minnesota e coloca Spurs a uma vitória da final

    Cara, eu sabia que o Wemby ia vir com sangue no olho depois daquela expulsão no Jogo 4. Mas o que ele fez ontem foi simplesmente monstruoso — 16 dos primeiros 21 pontos dos Spurs! O francês tava possuído.

    Olha só os números do primeiro quarto: 18 pontos (6/8 nos arremessos), 6 rebotes e ainda acertou duas de três. O cara literalmente decidiu que ia acabar com a festa dos Timberwolves em casa. E conseguiu.

    A diferença tá no banco

    Mas sinceramente? O que mais me impressionou não foi nem o show do Wembanyama. Foi ver como esse time jovem dos Spurs tem profundidade de verdade. Toda vez que Minnesota tentava uma reação — e tentaram várias vezes —, aparecia um cara diferente pra resolver.

    Hora era o Stephon Castle, hora o Keldon Johnson saindo do banco com 21 pontos, hora o Dylan Harper fazendo jogadas de veterano. Isso aí é o que separa um time bom de um time de playoff de verdade. Os Wolves só têm o Anthony Edwards pra isso — e quando ele não tá no seu melhor, a coisa desanda.

    O técnico Mitch Johnson resumiu bem: “Jogamos com o medo apropriado, disciplina, execução, físico e postura”. Traduzindo: os caras estavam ligados do primeiro ao último minuto.

    Garrafão foi território dos Spurs

    A diferença no garrafão foi absurda: 68 a 36 nos pontos na pintura. Os Spurs simplesmente dominaram a área, e o Wemby com seus 2,24m foi fundamental nisso. 27 pontos, 17 rebotes e 3 tocos — mas o mais importante foi a presença intimidadora que ele impôs.

    Minnesota até tentou algumas reações. No terceiro quarto fizeram uma sequência de 14-2 pra empatar o jogo (com o Wemby em quadra!). Mas aí que você vê a maturidade desse time jovem: responderam na lata com 11-2 e nunca mais deixaram os Wolves se aproximarem.

    De’Aaron Fox com 18 pontos, Castle com 17… todo mundo contribuindo. Enquanto isso, Julius Randle teve mais uma noite apagada: 17 pontos em 17 arremessos. Não dá pra ganhar playoff assim.

    Agora é sexta-feira, Jogo 6 em Minneapolis. Os Spurs estão a uma vitória da final do Oeste contra o Oklahoma City. Eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe mesmo. E vocês, acham que Minnesota consegue forçar o Jogo 7 ou os Spurs fecham fora de casa?

  • Lakers vão contratar 2 GMs assistentes – finalmente!

    Lakers vão contratar 2 GMs assistentes – finalmente!

    Olha, eu não aguento mais ver o Lakers tomando decisões questionáveis por falta de estrutura no front office. Mas parece que a coisa vai mudar — e pode ser que seja pra melhor dessa vez.

    Rob Pelinka anunciou que o time vai contratar dois gerentes gerais assistentes. Dois! E olha só que inteligente a divisão: um vai cuidar da parte de scouts, draft e desenvolvimento de jogadores. O outro vai focar em salary cap, analytics e dados.

    Finalmente entenderam que precisam de ajuda

    Sinceramente? Era sobre hora. Qualquer um que acompanha a NBA sabe que o Lakers tava meio perdido nas últimas temporadas. Claro que o Pelinka não vai admitir que tinha buraco na estrutura — ele disse que “não é que tivemos falhas, só queremos adicionar mais gente”. Tá bom, Rob.

    Mas a real é que essa mudança faz todo sentido. Com Mark Walter agora como dono majoritário (o mesmo cara que transformou os Dodgers), era questão de tempo até ele investir pesado no front office. E pelo jeito, não tão economizando — já contrataram o Lon Rosen como presidente de operações comerciais também.

    O que isso muda na prática?

    Cara, muda TUDO. Imagina ter dois especialistas cuidando de áreas super específicas? Um maluco só pra entender de salary cap e analytics, outro só pra avaliar jogador e draft. O Pelinka não vai mais precisar dar conta de absolutamente tudo sozinho.

    E vocês sabem como o Lakers sofre no draft, né? Talvez agora eles parem de pegar uns projetos estranhos e comecem a acertar mais nas escolhas. Pelo menos é o que a gente torce.

    O mais interessante é que eles já começaram as entrevistas mas ainda não contrataram ninguém. Pelinka também revelou que já fizeram várias outras contratações que o público nem fica sabendo — pessoal de analytics, scouts médicos, essas paradas mais técnicas.

    Mudança real ou só discurso?

    Olha, eu tô otimista mas com o pé no chão. O Lakers sempre foi bom em fazer barulho e prometer mudanças. Agora é ver se realmente vão contratar gente competente ou se vai ser mais do mesmo.

    O que vocês acham? Será que dessa vez eles acertam a mão? Ou vão contratar uns caras aleatórios só pra falar que mudaram alguma coisa?

    Uma coisa é certa: com LeBron provavelmente se aposentando em breve e AD entrando na reta final da carreira, não dá mais pra brincar de front office amador. É agora ou nunca.

  • Combine da NBA 2026: quem pode bombar nos scrimmages desta semana

    Combine da NBA 2026: quem pode bombar nos scrimmages desta semana

    Olha, chegou uma das épocas mais legais do ano pra quem curte acompanhar os futuros craques da NBA. Os scrimmages do Combine 2026 rolam essa semana e, cara, sempre tem umas pérolas escondidas que aparecem do nada.

    Sinceramente? Eu amo essa fase. É quando você vê aquele pivô que ninguém conhecia destruindo todo mundo, ou aquele armador universitário que resolve mostrar que tem jogo pra Liga. Lembra do Jalen Williams em 2022? O cara simplesmente voou no draft depois de arrasar no Combine.

    Os caras que mais têm a perder (ou ganhar)

    A galera que mais me chama atenção são esses jogadores universitários que ainda podem voltar pra faculdade. Com essa era do NIL, a decisão ficou muito mais complicada — às vezes vale mais a pena ficar na college e ganhar uma grana do que ser escolhido no final da segunda rodada.

    Entre os que podem ir pro primeiro round, Cameron Carr do Baylor e Dailyn Swain do Texas são os nomes que eu tô de olho. Tyler Tanner, do Vanderbilt, também pode dar uma surpresa boa.

    Agora, tem uns caras meio no limbo que podem se dar muito bem ou muito mal. Tarris Reed Jr., que saiu de UConn, tá nessa situação. O moleque tem físico de NBA, mas precisa mostrar que desenvolveu o jogo ofensivo. Ryan Conwell, de Louisville, é outro que pode bombar se mostrar consistência no arremesso.

    As surpresas que eu tô esperando

    Vou ser sincero com vocês: adoro quando um cara que ninguém esperava resolve fazer um showzinho particular. Esse ano tem alguns nomes que podem dar essa alegria.

    Otega Oweh, de Kentucky, é daqueles atletas absurdos que às vezes os scouts da NBA piram. Se ele mostrar que consegue jogar basquete além de ser um fenômeno atlético, pode subir pra caramba no draft.

    Bruce Thornton, de Ohio State, é outro que eu tenho uma curiosidade danada pra ver. O cara foi muito subestimado na faculdade, mas tem umas características que podem funcionar bem como sexto homem na NBA.

    E olha, não durmam no Nick Martinelli de Northwestern. Esse cara tá voando abaixo do radar, mas tem uns fundamentos muito sólidos. Pode ser uma daquelas escolhas que daqui a uns anos todo mundo fala “nossa, como esse cara caiu tanto no draft?”

    Quando e onde assistir

    Os jogos rolam quarta-feira (13) às 15h na ESPN2 e quinta (14) no mesmo horário na NBA TV. Eu já marquei na agenda — vocês também deveriam.

    A real é que esses scrimmages sempre reservam umas surpresas. Pode ter certeza que pelo menos um cara que vocês nunca ouviram falar vai fazer um jogo monstro e começar a aparecer nos mocks drafts por aí.

    E aí, quem vocês acham que vai ser a revelação dessa semana? Eu tô com o palpite de que algum desses pivôs vai surpreender todo mundo.