Autor: Leandro Amorim

  • Dillon Brooks aparece na arquibancada pra ver LeBron sofrer

    Dillon Brooks aparece na arquibancada pra ver LeBron sofrer

    Gente, vocês viram quem apareceu no jogo 4 entre Thunder e Lakers ontem? O Dillon Brooks. Isso mesmo, o cara que vive cutucando todo mundo na NBA resolveu comprar ingresso pra assistir o LeBron possivelmente se despedir dos playoffs na primeira fila.

    Olha, eu tenho que admitir: Brooks é um personagem único. O Phoenix Suns dele foi eliminado logo na primeira rodada pelo próprio Thunder, e aí o cara vai lá e senta na courtside do Crypto.com Arena pra ver se o OKC completa a varredura nos Lakers. É de uma petulância absurda — e eu meio que respeito isso.

    Thunder dominando de forma assustadora

    A situação dos Lakers tava desesperadora mesmo. Thunder liderando por 3-0, praticamente com um pé na próxima fase. No jogo 3, foi uma surra: 131-108. O Shai Gilgeous-Alexander fez o que quis em quadra — 23 pontos e 9 assistências em apenas 33 minutos. Cirúrgico.

    LeBron até tentou fazer a diferença com seus 19 pontos e 8 assistências, e o Rui Hachimura colaborou com 21 pontos. Mas sinceramente? O elenco dos Lakers não tá conseguindo acompanhar o ritmo do Thunder. Nem o Deandre Ayton nem o Marcus Smart conseguiram frear um ataque que acertou 56% dos arremessos.

    Brooks na primeira fila da desgraça alheia

    No começo do jogo 4, a tendência continuou. Thunder abriu 34-26 logo de cara, com o Ajay Mitchell sendo um pesadelo pros Lakers (ele tinha feito 24 no jogo anterior). E lá estava o Brooks, provavelmente saboreando cada erro dos Lakers.

    A pergunta que não quer calar: será que ele tava ali fazendo scouting do próximo adversário ou só queria mesmo ver o possível fim da era LeBron em Los Angeles? Conhecendo o Brooks, aposto na segunda opção. O cara é especialista em criar climão — mesmo quando nem tá jogando.

    Se o Thunder realmente fechasse a série ali (spoiler: fecharam), o Brooks ia ter o melhor lugar da arena pra ver os cumprimentos finais. Vocês acham que isso é falta de respeito ou só estratégia psicológica pra próxima temporada?

  • Jalen Duren desapareceu nos playoffs – Pistons em apuros

    Jalen Duren desapareceu nos playoffs – Pistons em apuros

    Cara, o que tá acontecendo com o Jalen Duren? O pivot dos Pistons que foi All-Star pela primeira vez na carreira simplesmente sumiu nos playoffs. Na derrota de ontem pros Cavaliers por 112-103, o moleque fez apenas 8 pontos e pegou 2 rebotes. Dois rebotes! Um cara de 2,11m pegando dois rebotes numa semifinal de playoff.

    A situação tá ficando preocupante mesmo. Durante a temporada regular, Duren foi um monstro – média de 19.5 pontos acertando 65% dos arremessos e 10.5 rebotes por jogo. Números de MVP candidato, sem brincadeira. Mas aí chegaram os playoffs e o bicho desandou.

    A matemática não mente

    Os números são brutais: em 70 jogos na temporada regular, ele fez menos de 10 pontos apenas 6 vezes. Nos playoffs? Já são 5 jogos com pontuação simples contra os Cavs. Na série, ele tá fazendo só 9.5 pontos e 7 rebotes de média. Uma queda absurda.

    E o pior é que dá pra ver que não é só uma questão técnica. O garoto parece perdido em quadra, sem a confiança que tinha durante o ano. A intensidade dos playoffs claramente pegou ele de surpresa – coisa que acontece com muito rookie, mas Duren já tá na sua terceira temporada.

    Cleveland descobriu a receita

    Sinceramente, acho que os Cavs acharam o ponto fraco dos Pistons. Com Jarrett Allen, Evan Mobley e Dean Wade no garrafão, eles criaram uma muralha que tá incomodando demais o Duren. O cara não consegue respirar perto da cesta.

    Defensivamente então, nem se fala. Onde tá aquele pivot intimidador que protegia o aro durante a temporada? Mobley tá passeando no garrafão como se fosse treino.

    Caris LeVert salvou saindo do banco com 24 pontos, e o Cade Cunningham fez o dele com 19 pontos e 6 assistências (mas 5 turnovers que doeram). Só que numa série equilibrada dessas, você precisa que TODOS apareçam.

    Com a série empatada em 2-2 e o jogo 5 voltando pra Detroit na quarta, o Duren precisa acordar urgente. Porque se continuar assim, essa campanha histórica dos Pistons vai pelo ralo. E aí, vocês acham que ele aguenta a pressão ou vai continuar sumido nos momentos decisivos?

  • Bickerstaff detona arbitragem: ‘Um jogador deles arremessou mais lances livres que nosso time todo’

    Bickerstaff detona arbitragem: ‘Um jogador deles arremessou mais lances livres que nosso time todo’

    Cara, o J.B. Bickerstaff estava pistola mesmo depois da derrota dos Pistons ontem à noite. E olha, eu entendo perfeitamente o lado dele.

    Detroit perdeu pro Cleveland por 112 a 103 no jogo 4, empatando a série em 2-2 nos playoffs. Mas não foi só a derrota que deixou o técnico dos Pistons nervoso — foi a arbitragem completamente desbalanceada que rolou na partida.

    A revolta do técnico

    “É inaceitável, é sim”, disparou Bickerstaff após o jogo. “Não fizemos o suficiente para nos ajudar, vou começar por aí. Mas desde que viemos para Cleveland, o apito mudou. Não tem como um cara do time deles arremessar mais lances livres que nosso time inteiro.”

    E os números realmente impressionam (negativamente). Os Pistons foram apenas 9 de 12 nos lances livres — porque só tiveram 12 tentativas na partida inteira! Enquanto isso, Cleveland fez 30 de 34. O Donovan Mitchell sozinho foi 13 de 15 da linha. Treze! Mais que todo o time de Detroit.

    Sinceramente, eu já vi muita coisa estranha de arbitragem na NBA, mas isso aí é de arrepiar mesmo.

    Mitchell foi um monstro, mas…

    Olha, não dá para tirar o mérito do Mitchell. O cara simplesmente resolveu virar o Kobe Bryant no segundo tempo e marcou 39 dos seus 43 pontos nos últimos dois quartos — igualando um recorde histórico dos playoffs da NBA. Foi um show à parte.

    Mas aí que tá: mesmo com essa performance absurda, a discrepância nos lances livres chama atenção. Como é que um jogador consegue mais tentativas da linha que um time inteiro? Por mais que o Mitchell tenha jogado muito, isso não faz sentido estatisticamente.

    “O que foi feito lá hoje à noite é frustrante”, continuou Bickerstaff. “Mas não podemos deixar isso ser a razão do porquê… Mas de novo, quando você olha a contagem de faltas, você olha a disparidade, isso é difícil de superar. E você fica se perguntando qual é a razão.”

    Contexto da série

    O mais interessante é que nos primeiros jogos a situação era bem diferente. No jogo 1, que Detroit ganhou, eles foram 27 de 35 nos lances livres enquanto Cleveland teve só 16 tentativas. No jogo 2, também vitória dos Pistons, a diferença foi bem menor.

    Mas desde que a série voltou para Cleveland… bom, os números falam por si só.

    E aí, vocês acham que essa pressão do Bickerstaff vai fazer diferença no jogo 5 em Detroit? Eu acho que ele fez certo em falar — às vezes os técnicos precisam mesmo chamar atenção para essas coisas, mesmo correndo o risco de levar uma multa da liga.

    A série tá empatada e promete pegada nos próximos jogos. Só espero que a arbitragem seja mais equilibrada daqui para frente, porque playoff da NBA já é tenso o suficiente sem essas polêmicas.

  • Jazz, pelo amor de Deus, não subam no draft!

    Jazz, pelo amor de Deus, não subam no draft!

    Cara, finalmente aconteceu. Depois de três anos de sofrimento puro, o Utah Jazz conseguiu subir na loteria do Draft da NBA e vai draftar em segundo lugar em 2026. Três anos, gente! Três temporadas torcendo pro próprio time perder, vendo os caras principais praticamente aposentados no banco… foi de partir o coração, mas valeu a pena.

    Agora vem a parte boa: seja AJ Dybantsa ou Darryn Peterson, o Jazz vai pegar um monstro absoluto. Washington vai escolher um dos dois em primeiro, e Utah fica com o que sobrar — que sinceramente, tanto faz qual dos dois seja.

    Os dois são craques de verdade

    Olha, eu acompanho draft há anos e raramente vi duas opções tão equilibradas no topo assim. Dybantsa do BYU tem uma ligeira vantagem nas projeções, mas Peterson também é considerado material de primeira escolha. Os dois têm potencial All-NBA, podem disputar MVP no futuro… enfim, são jogadores de franquia mesmo.

    É aquela situação rara onde draftar em segundo é quase tão bom quanto draftar em primeiro. Você tem toda a emoção de pegar uma estrela, mas sem a pressão de “escolher o cara certo”. Washington escolhe um, Utah relaxa e pega o outro. Simples assim.

    Mas aí que começaram os rumores…

    Ryan Smith, não faça besteira!

    Jake Fischer soltou uma bomba: Michael Winger, presidente dos Wizards, disse que não descarta trocar a primeira escolha. O cara falou que não é um “momento salvador” pra Washington, que já tem Trae Young e Anthony Davis, e que se tiver 2-3 jogadores que eles gostam igualmente, podem negociar a pick.

    E claro, em questão de minutos já estavam especulando que o Jazz — que é fã declarado do Dybantsa — pode tentar subir pro primeiro lugar. Ryan Smith ainda jogou lenha na fogueira no programa do Pat McAfee, falando que “seria irresponsável se tudo não estivesse na mesa”.

    Gente, eu vou falar uma vez só: NÃO FAÇAM ISSO!

    Por que seria uma burrada

    Cara, vou ser bem direto: vocês não podem errar com nenhum dos dois. Peterson encaixa perfeitamente ao lado do Keyonte George — 1,98m, mentalidade de pontuador nato, joga duro pra caramba. O cara é um demônio em quadra e seria perfeito no Jazz.

    E o Dybantsa? Meu amigo, o cara é um fenômeno também. Qualquer um dos dois vai resolver os problemas de Utah pros próximos 10-15 anos.

    Então por que diabos vocês iriam trocar assets preciosos pra subir uma posição? Vocês já estão garantidos com uma das duas estrelas! É como trocar um Fusca e mais uma grana pra comprar uma Ferrari vermelha em vez de aceitar uma Ferrari azul de graça.

    E aí, pessoal do Jazz, vocês acham que vale a pena arriscar? Ou vão fazer a coisa sensata e ficar quietinhos na segunda posição esperando o presente cair no colo? Eu sei o que eu faria…

  • Mitchell fez 39 no segundo tempo e virou os playoffs pro Cleveland

    Mitchell fez 39 no segundo tempo e virou os playoffs pro Cleveland

    Cara, eu ainda tô processando o que eu vi ontem à noite. Donovan Mitchell simplesmente decidiu que ia destruir todo mundo no segundo tempo e empatar a série pros Cavaliers. 39 pontos em dois quartos. Trinta e nove!

    O mais absurdo? O cara tinha feito apenas 4 pontos no primeiro tempo. Quatro. Eu já tava pensando que ia ser uma noite perdida pro Mitchell, mas aí ele voltou do intervalo como se fosse outro jogador.

    A virada que mudou tudo

    O jogo virou numa sequência de 6 minutos no começo do terceiro quarto — os Cavs fizeram uma corrida de 24-0 que simplesmente acabou com o jogo. Mitchell meteu 21 pontos só no terceiro quarto, acertando 8 de 9 arremessos. Isso é coisa de videogame, pessoal.

    Cleveland saiu de 4 pontos atrás no intervalo pra 18 na frente, e o Detroit nunca mais conseguiu voltar pro jogo. Final: 112-103 para os Cavaliers, série empatada em 2-2.

    Sinceramente? Eu não esperava essa do Mitchell depois daquele primeiro tempo horroroso (1/8 nos arremessos). Mas é isso que separa os grandes dos bons — a capacidade de simplesmente apagar tudo e começar do zero.

    Harden segurou as pontas

    E vamos dar o crédito pro James Harden também. Enquanto o Mitchell tava travado no primeiro tempo, foi o Barba que manteve Cleveland vivo no jogo. 15 pontos e 6 assistências só na primeira metade, praticamente carregando o time nas costas.

    No final, Harden terminou com 24 pontos e 11 assistências. Evan Mobley ajudou com 17 pontos. Mas a noite foi mesmo do Mitchell — 43 pontos no total, sendo que 39 vieram no segundo tempo (empatando um recorde da era moderna dos playoffs).

    Do lado do Detroit, foi aquela coisa: Cade Cunningham até que se esforçou (19 pontos), mas precisou de 16 arremessos. Jalen Duren sumiu (só 8 pontos), e Tobias Harris foi ineficiente demais — 16 pontos em 17 tentativas.

    O banco do Detroit até salvou com Caris LeVert (24 pontos) e Paul Reed (15), mas não foi suficiente quando o Mitchell decidiu virar o Superman.

    Agora é jogo 5 em Detroit na quarta-feira, e aqui tá uma estatística que me preocupa: Cleveland é 6-0 em casa nesses playoffs, mas 0-5 fora. E aí, acham que eles conseguem quebrar essa maldição jogando no Auburn Hills?

    Série empatada, melhor de três agora. Do jeito que o Mitchell tá jogando, qualquer coisa pode acontecer.

  • Lakers na corda bamba: podem ser os primeiros a virar de 0-3?

    Lakers na corda bamba: podem ser os primeiros a virar de 0-3?

    Cara, que situação bizarra pros Lakers. Lembra quando eles meteram 3-0 nos Rockets na primeira rodada? Pois é, agora estão do outro lado da moeda — perderam os três primeiros jogos pro Thunder e podem tomar uma varrida histórica.

    E não é que estão perdendo apertado não. Oklahoma City está destruindo: média de vitória por 19.6 pontos e um net rating de +20. É um absurdo. Pra piorar, os Lakers perderam TODOS os quatro jogos da temporada regular contra o Thunder. E agora vão pro Jogo 4 sem o Luka Dončić? A casa de apostas já cravaou: Thunder favorito com odds de -560.

    “A gente não desiste”

    Mas olha só o que o Austin Reaves falou depois do Jogo 3:

    “Você só chega e compete. É um monte de caras neste vestiário que são competidores. Basicamente, a mensagem depois do jogo foi que vamos chegar aqui na segunda-feira e vamos ganhar. Obviamente, a situação é uma merda, mas isso não nos dá licença para desistir.”

    Sinceramente? Eu admiro essa mentalidade. Porque olhando de fora, tá difícil achar onde os Lakers podem incomodar.

    JJ Redick tentando de tudo

    O técnico JJ Redick não tá de braços cruzados. Mudou a defesa, conseguiu segurar um pouco o Shai Gilgeous-Alexander (que é um monstro), botou até jogadores que nem estavam na rotação como o Maxi Kleber e o Adou Thiero em quadra.

    Mas aí que tá o problema — o Thunder tem MUITA gente boa. Como o próprio Redick disse: “Eles precisam de arremessadores? Beleza. Precisam de vários alas defensivos? Beleza. Precisam de dois pivôs? Beleza.”

    É um time completíssimo mesmo. Campeão defensor que ainda não perdeu um jogo nestes playoffs. E os Lakers vão tentar fazer história sendo o primeiro time a virar de 0-3 numa série melhor de sete?

    Nunca aconteceu antes na NBA. Alguém vai ser o primeiro eventualmente. Será que pode ser agora?

    LeBron aos 41 anos jogando mais de 30 minutos por jogo, Marcus Smart grudando no SGA… o esforço tá lá. Mas como disse o próprio King: “Obviamente, tudo. Tudo e mais um pouco para vencer um time como este.”

    Vocês acham que os Lakers conseguem pelo menos evitar a varrida na segunda-feira? Porque olhando essa série, tá parecendo que o Thunder tá jogando num nível muito acima mesmo.

  • Draymond detona hipocrisia após Wemby escapar de suspensão

    Draymond detona hipocrisia após Wemby escapar de suspensão

    Cara, o Draymond Green não aguentou e foi às redes sociais mandar a real sobre um lance polêmico nos playoffs. O Victor Wembanyama deu uma cotovelada brava no Naz Reid durante o jogo 4 entre Spurs e Timberwolves, tomou flagrante 2 e foi expulso. Até aí, normal. O problema é o que veio depois.

    A NBA decidiu que o francesão não vai levar suspensão nem multa. Vai jogar normalmente no jogo 5. E foi aí que o Draymond explodiu no Twitter: “Vocês já pediram minha cabeça por muito menos”.

    A revolta do veterano

    Olha, eu entendo perfeitamente a irritação do Green. O cara tem 23 expulsões na carreira (líder entre jogadores ativos), 177 técnicas e 21 flagrantes. Qualquer coisinha que ele faz vira manchete mundial e pedido de suspensão. Agora o Wemby mete o cotovelo no cara e sai ileso?

    No podcast dele, o Draymond foi ainda mais direto: “Eu falaria pros Timberwolves: pessoal, isso aqui é jogo limpo agora. Não tem suspensão, não tem multa, é jogo limpo”.

    E complementou com uma análise que fez todo sentido: “Se ninguém revidar contra o Wemby, vocês perdem a guerra. Porque o que ele fez foi impor um tom de jogo”.

    Padrão diferente para estrelas?

    Sinceramente, acho que o Draymond tocou num ponto sensível. A NBA tem sim critérios diferentes dependendo de quem comete a falta. Jaden McDaniels e o Jokic levaram multa por muito menos recentemente, mas o golden boy francês escapa? Estranho, né?

    O lance todo mudou a série. Os Spurs perderam o jogo 4 depois da expulsão do Wembanyama, e agora está 2-2 voltando pra San Antonio. A tensão tá no máximo, e com esse precedente da NBA, qualquer coisa pode acontecer no jogo 5.

    E aí, vocês acham que a liga realmente tem dois pesos e duas medidas? Porque pelos números do Draymond, parece que tem mesmo. O cara virou o vilão da NBA, enquanto outros fazem a mesma coisa e saem como heróis incompreendidos.

  • Que caras os Warriors e Kings vão escolher no Draft 2026

    Que caras os Warriors e Kings vão escolher no Draft 2026

    Olha, eu sei que o Draft de 2026 ainda tá longe, mas já tem gente fazendo mock drafts e eu confesso que fico animado vendo essas projeções. Os especialistas já estão cravando quem Warriors e Kings vão pegar na primeira rodada — e sinceramente, algumas escolhas me surpreenderam.

    Vamos começar pelos Kings, que passaram por uma temporada bem sofrida (22-60, véi). Eles perderam uma moedinha que daria a 4ª escolha geral e acabaram caindo pra 7ª posição. Que azar, né?

    Sacramento pode apostar no próximo De’Aaron Fox

    A grande maioria dos especialistas tá cravando Kingston Flemings, armador de Houston, pros Kings. E cara, faz todo sentido. O moleque tem uma velocidade absurda e parece ter aquela pegada de jogador vencedor que todo time quer. Lembra um pouco do próprio Fox quando era jovem — explosivo, rápido, com potencial defensivo.

    O único porém é o arremesso de 3. Até melhorou na faculdade (38,7%), mas ainda precisa provar que consegue manter essa consistência. Vocês acham que ele aguenta a pressão de ser titular desde o primeiro dia?

    Tem também quem aposta no Darius Acuff Jr., de Arkansas. Esse aí é descrito como um dos prospetos ofensivos mais empolgantes dos últimos tempos. 72 cestas em transição só entre os calouros — é muita pancada!

    Golden State pensando no futuro pós-Draymond

    Já os Warriors ficaram exatamente onde esperavam: 11ª escolha. Com uma temporada de 37-45, eles meio que aceitaram o rebuild parcial. Steve Kerr vai continuar, então a filosofia do time não muda muito.

    O nome mais cotado é Karim Lopez, um mexicano que tá jogando na Nova Zelândia. Cara de 2,06m que joga de ala/pivô e tá sendo considerado o melhor prospeto internacional dessa classe. Na minha visão, faz sentido — Golden State sempre teve olho bom pra talento internacional.

    Mas tem também o Aday Mara, um pivô gigante de 2,21m que ajudou Michigan a ganhar o título nacional. Imagina esse monstro bloqueando tudo no garrafão? E o maluco ainda sabe passar a bola, o que casa perfeitamente com o estilo Warriors.

    Apostas arriscadas que podem dar certo

    O que mais me chama atenção é como esses times tão pensando diferente. Sacramento precisa desesperadamente de uma estrela, então faz sentido apostar num armador com potencial All-Star como Flemings. Já Golden State pode se dar ao luxo de pegar um projeto mais raw como Lopez.

    Sinceramente acho que essas escolhas podem definir o futuro das franquias nos próximos anos. Kings não podem errar mais uma — a torcida já sofreu demais. E os Warriors? Bom, eles têm histórico de acertar em escolhas “estranhas”, então vai saber…

    E aí, galera — quem vocês acham que seria a melhor opção pra cada time? Eu tô curioso pra ver se essas projeções vão se confirmar mesmo!

  • Filho de Peja está voando no Draft Combine – Illinois pode perder joia

    Filho de Peja está voando no Draft Combine – Illinois pode perder joia

    Gente, o Andrej Stojakovic simplesmente decidiu que ia voar na NBA Draft Combine. E quando eu digo voar, é literal mesmo — o garoto saltou 41.5 polegadas no teste de salto vertical e liderou TODA a combine. Absurdo.

    Para quem não sabe (ou esqueceu), Andrej é filho do lendário Peja Stojakovic, aquele atirador sérvio que foi monstro nos Kings. E pelo jeito, o DNA da família não veio só para o arremesso — veio para o atletismo também.

    O salto que pode mudar tudo

    41.5 polegadas, pessoal. Isso é mais de um metro de salto vertical. Para vocês terem noção, o Michael Jordan saltava por volta de 46 polegadas no auge da carreira. Claro, MJ é MJ, mas estar nessa faixa já mostra o nível do garoto.

    O mais interessante é que Andrej estava meio que “escondido” no banco do Illinois na temporada passada. O time chegou no Final Four (que campanha, né?), mas ele não era uma das estrelas principais. Agora, de repente, todo mundo tá vendo que o moleque tem muito mais potencial do que imaginavam.

    Illinois vai perder a joia?

    Sinceramente, se eu fosse o Andrej, estaria pensando seriamente em ficar no draft. O cara é projetado como uma possível escolha no final da segunda rodada, e olha… às vezes é melhor garantir o sonho NBA do que arriscar voltar para a faculdade e talvez se machucar ou ter uma temporada ruim.

    É meio triste para o Illinois, que provavelmente contava com ele para a próxima temporada. Mas também, que orgulho deve ser para o programa ver um dos seus caras brilhando assim no maior palco pré-draft do país.

    E vocês, acham que ele deve ficar no draft ou voltar para mais um ano de college? Eu tô curioso para ver se ele vai participar dos jogos 5×5 da combine ou se vai só nos testes físicos mesmo.

    Uma coisa é certa: com esse atletismo todo e o sobrenome que carrega, o Andrej Stojakovic vai dar muito o que falar nos próximos anos. Seja em Illinois ou direto na NBA.

  • Giannis deve recusar renovação com os Bucks — e agora?

    Giannis deve recusar renovação com os Bucks — e agora?

    Olha, parece que a bomba finalmente vai explodir em Milwaukee. Segundo o Shams Charania da ESPN, Giannis Antetokounmpo deve recusar a oportunidade de fazer um compromisso de longo prazo com os Bucks quando os dois lados se reunirem nas próximas semanas. E os Bucks? Já começaram a sondar outros times para uma possível troca do astro grego.

    Sinceramente, eu não tô surpreso. O time fez de tudo para montar um elenco ao redor dele — trouxeram Jrue Holiday, Damian Lillard, gastaram uma fortuna com Myles Turner depois de executar o maior stretch-and-waive da história da NBA nos $113 milhões do Dame. Mas convenhamos, não deu certo.

    O poder está nas mãos do Greek Freak

    A situação do Giannis é privilegiada, cara. Ele tem apenas um ano garantido de contrato, o que lhe dá um poder de barganha absurdo. Na NBA, quando um jogador desse calibre tem só um ano restante, ele basicamente escolhe onde quer jogar. É matemática simples.

    “Qualquer conversa que os Bucks vão ter com Giannis vai ser bem direta: ‘Você quer ficar aqui e se comprometer a longo prazo em junho?’”, explicou Charania no Pat McAfee Show. “A resposta, pelo que tudo indica, será ‘não’. E aí a pergunta muda para: onde Giannis quer jogar?”

    A fila de pretendentes já se formou

    E olha que fila bonita se formando! Miami Heat, Golden State Warriors, Lakers, Minnesota Timberwolves e Cleveland Cavaliers estão entre os times esperados para ir atrás do monstro grego. Imaginem Giannis com Curry nos Warriors? Ou fazendo dupla com LeBron em Los Angeles? Meu Deus do céu.

    O Heat sempre foi aquele time que todo mundo associa ao Giannis, né? Pat Riley é capaz de vender a alma para conseguir um jogador desse nível. E os Warriors… cara, se eles conseguirem encaixar o Giannis financeiramente, pode esquecer o resto da liga pelos próximos anos.

    Jon Horst, GM dos Bucks, passou a última década construindo ao redor de Giannis. Trouxe peças de qualidade, gastou dinheiro que nem água — tudo para tentar ganhar um anel. Conseguiram em 2021, mas desde então tem sido decepção atrás de decepção nos playoffs.

    A resolução deve sair até o draft de junho (dia 23). Se Giannis quiser ficar, ele pode assinar uma extensão de quatro anos por $275 milhões em outubro — mas precisaria se comprometer agora em junho para isso acontecer.

    Vocês acham que ele fica em Milwaukee ou finalmente vai procurar um time com mais chances de título? Eu, na moral, acho que essa história já chegou ao fim por lá.