Autor: Leandro Amorim

  • Josh Hart travou McCollum e KAT fez história nos Knicks

    Josh Hart travou McCollum e KAT fez história nos Knicks

    Cara, que jogo foi esse dos Knicks contra o Hawks! Eu tava aqui mordendo as unhas porque era literalmente vida ou morte no jogo 4, e os caras entregaram tudo. Josh Hart simplesmente decidiu que o CJ McCollum não ia jogar basquete ontem à noite.

    O técnico Mike Brown botou o Hart pra marcar o McCollum desde o primeiro minuto, e mano… foi um clinic defensivo. O cara limitou McCollum a míseros 8 pontos nos primeiros 20 minutos. Oito! Um jogador que normalmente mete 20+ por jogo ficou completamente perdido. Hart tem esse pé ligeiro e quando ele trava na defesa, não tem conversa.

    KAT fez o que tinha que fazer

    Com o Jalen Brunson meio sumido (acontece até com os melhores), alguém precisava assumir a responsa. E quem foi? Karl-Anthony Towns. O cara não só assumiu como fez HISTÓRIA — primeiro triple-double da carreira nos playoffs!

    Sinceramente, eu já tava cansado de ver o Towns sendo subutilizado o ano todo. Quantas vezes a gente não gritou na TV: “Passa a bola pro Towns!” Pois é, no sábado finalmente passaram. Resultado? 10 pontos e 4 assistências só no primeiro quarto. Definiu o tom do jogo ali mesmo.

    O Hart falou uma coisa depois do jogo que me chamou atenção: “Ele é um hub”. Perfeito. O Towns não é só um cara alto que arremessa de 3 — ele distribui, cria jogadas, abre o jogo. Precisavam usar isso melhor o tempo todo.

    OG Anunoby tá voando

    E o OG Anunoby? Meu amigo, esse cara tá num nível absurdo nestes playoffs. Liderou o time com 12 pontos no primeiro tempo, fechou com 22 e 10 rebotes. Quase 9 rebotes por jogo na série — isso é 4 a mais que a média dele na temporada regular!

    Na minha visão, ele tá sendo o melhor Knick nesta série toda. Nos três primeiros jogos: 20 pontos de média com 56% de aproveitamento. E aqueles 8 de 15 de 3? Monstro demais.

    O que mais me impressiona é que quando o Brunson não tá no seu melhor dia, os outros caras aparecem. O José Alvarado saindo do banco e fazendo a diferença, o Hart travando na defesa, o OG dominando dos dois lados… É assim que se ganha playoff.

    Agora vem o jogo 5 e a pergunta que não quer calar: como é que vão marcar o McCollum dessa vez? Porque se ele acordar, a coisa complica. Vocês acham que o Hart consegue repetir aquela performance defensiva?

  • Booker quase se machuca em lance polêmico com Dort: foi intencional?

    Booker quase se machuca em lance polêmico com Dort: foi intencional?

    Cara, que lance esquisito rolou no jogo dos Suns contra o Thunder no sábado. O Devin Booker quase se machucou feio numa jogada com o Luguentz Dort, e agora todo mundo tá debatendo se foi intencional ou não.

    O que aconteceu? Booker tava tentando passar pelo Dort quando o cara do Thunder — pelo menos foi o que pareceu — esticou um pouco a perna e derrubou o astro dos Suns. Booker saiu mancando e teve que ir pro vestiário. Mano, deu até um frio na espinha na hora.

    A versão do Booker

    Depois do jogo, Booker foi bem diplomático na coletiva. “Olha, eu não sei se foi intencional ou não”, disse ele. “Vi que ele esticou a perna um pouco. Depois levantou a mão dizendo que foi falta”.

    Sinceramente? Eu assisti o replay umas cinco vezes e ainda tô na dúvida. Tem momentos que parece que o Dort meio que esticou a perna de propósito, mas pode ter sido só o movimento natural da jogada também.

    O que mais me chamou atenção é que o próprio Booker não quis cravar que foi sujo. E olha que se fosse comigo ali, já teria saído falando um monte (risos).

    Dort vai se explicar?

    Até agora o Luguentz Dort não comentou o lance. E cara, ele precisa se manifestar porque a coisa tá pegando fogo nas redes sociais. Os fãs dos Suns tão pistolas, e eu entendo — ninguém quer ver o seu craque se machucando numa jogada duvidosa.

    O técnico dos Suns, Jordan Ott, também viu a mesma coisa que o Booker: o Dort levantando a mão depois da falta, como se tivesse admitindo que foi irregular.

    Mas vocês sabem como é, né? Às vezes o jogador levanta a mão só pra evitar discussão com os árbitros, não necessariamente porque fez algo errado.

    E agora, como fica?

    A boa notícia é que Booker disse que o tornozelo “está bem” e até voltou pro jogo. Marcou cinco pontos rapidinho na volta, mas depois ficou zerado no placar. Pode ter sido a defesa do Thunder (que tá monstruosa nestes playoffs) ou pode ter sido o incômodo no tornozelo mesmo.

    Conhecendo o Booker, ele vai jogar machucado mesmo — o cara sempre foi assim, um guerreiro. Mas tornozelo é foda, né? Atrapalha tudo: o arremesso de três, as penetrações, a volta na defesa… tudo fica comprometido.

    Olha, o que mais me preocupa não é nem o lance em si. É que os Suns tão perdendo de 3-0 na série e simplesmente não podem se dar ao luxo de ter o Booker limitado fisicamente no Jogo 4. Eles já tão com a corda no pescoço, imagina ainda por cima com o cara lesionado?

    E aí, galera, vocês acham que o Dort fez de propósito ou foi lance normal de jogo? Comentem aí embaixo!

  • SGA faz 42 pontos e quebra maldição do Jogo 3 pelo Thunder

    SGA faz 42 pontos e quebra maldição do Jogo 3 pelo Thunder

    Mano, o Shai Gilgeous-Alexander simplesmente decidiu que não ia mais passar vergonha no Jogo 3. E que show foi esse ontem à noite em Phoenix!

    42 pontos. Quarenta e dois. Com 15/18 de quadra e 11/12 nos lances livres. Números que nem no videogame você consegue, cara. E o mais louco? Ele fez 25 desses pontos no segundo tempo, quando o Thunder precisava mesmo fechar o jogo contra os Suns.

    A maldição que assombrava o Thunder

    Depois da vitória por 121 a 109 que colocou Oklahoma City a um jogo da classificação (3-0 na série), o SGA foi brutalmente honesto sobre por que estava tão ligado no 220V:

    “A gente sempre sofre nesses jogos. Ano passado, tomamos uma surra em Memphis no Jogo 3. Perdemos o Jogo 3 contra Denver. Perdemos por 40 pontos. E perdemos o Jogo 3 contra Indiana também”, disparou o cara.

    Sinceramente? Eu nem lembrava que o Thunder tinha essa zica toda com terceiros jogos. Mas faz sentido — às vezes um time desenvolve umas manias estranhas assim, e só quebrando na raça mesmo.

    “Hoje acho que fizemos um trabalho muito bom de manter o foco. Obviamente, conhecemos nosso histórico nos Jogos 3”, completou o SGA.

    História sendo escrita

    E o monstro ainda entrou para a história — se tornou apenas o segundo jogador na história dos playoffs da NBA a marcar 40+ pontos com pelo menos 83,3% de aproveitamento nos arremessos. Absurdo de eficiência.

    O Thunder não teve só o show do SGA, não. Ajay Mitchell, que entrou no lugar do Jalen Williams (lesionado), contribuiu com 15 pontos. Alex Caruso saiu do banco com 13, e até o Chet Holmgren, que tava meio sumido, apareceu com 10 pontos e 7 rebotes.

    Agora os Suns estão com a corda no pescoço. Segunda-feira tem Jogo 4, e eles precisam de um milagre pra não ir pra casa. Vocês acham que Phoenix consegue reagir, ou o Thunder vai fechar em casa mesmo?

    Uma coisa é certa: depois dessa performance do SGA, a molecada de Oklahoma City tá com sangue nos olhos. E olha que eles são bem jovens ainda — imaginem quando pegarem mais experiência de playoffs…

  • Adelman aposta todas as fichas em Jokic e Murray no jogo 6

    Adelman aposta todas as fichas em Jokic e Murray no jogo 6

    Cara, tá difícil ser fã dos Nuggets agora. Time 3-1 atrás na série contra os Timberwolves e todo mundo já dando como morto. Mas David Adelman, técnico interino do Denver, não tá nem um pouco balançado. O cara simplesmente dobrou a aposta nos seus dois melhores jogadores.

    “Eu confio que nossos dois melhores jogadores vão encontrar o ritmo”, disse Adelman se referindo ao Jokic e ao Jamal Murray. E olha, eu entendo a confiança do técnico.

    Os números não mentem (pelo menos não tanto)

    Mesmo nessa derrota de 112-96 no jogo 4, os caras produziram. Murray meteu 30 pontos e o Jokic quase fez um triple-double – 24 pontos, 15 rebotes e 9 assistências. O sérvio só não completou porque foi expulso no final por besteira, mas isso é conversa pra depois.

    O problema não é individual, é coletivo. Os coadjuvantes simplesmente sumiram quando mais precisavam aparecer. E isso tá expondo uma falta de equilíbrio ofensivo que dói ver.

    Minnesota tá fazendo escola

    Os Wolves estão jogando uma defesa absurda. Bagunçaram completamente o espaçamento do Denver e forçaram arremessos horríveis. Resultado? Míseros 22% nos arremessos de três pontos no jogo 4. Vinte e dois por cento, gente! É quase um milagre errarem tanto assim.

    E o mais impressionante é que Minnesota tá fazendo isso mesmo com Anthony Edwards e Donte DiVincenzo machucados. Mostra como o time deles tá estruturado.

    Agora é simples: ganha ou vai pra casa. Adelman não tem plano B – é Jokic e Murray ou nada. Na minha visão, faz sentido. Esses dois já ganharam um título juntos, sabem como é a pressão. Mas vocês acham que eles conseguem virar essa chave e pelo menos forçar um jogo 6?

    Porque sinceramente, depois de três derrotas seguidas, tá difícil de acreditar. Mas se tem uma dupla capaz de fazer milagre no basquete, é essa aí.

  • Jokic partiu pra briga com McDaniels por bandeja no final

    Jokic partiu pra briga com McDaniels por bandeja no final

    Cara, que confusão absurda rolou no final do jogo 4 entre Nuggets e Timberwolves! O Jaden McDaniels conseguiu irritar o Nikola Jokic de uma forma que eu nunca vi o sérvio reagir assim.

    A situação foi a seguinte: Wolves ganhando de 112-96, faltando 2.1 segundos, jogo praticamente decidido. Todo mundo já relaxou, os Nuggets meio que pararam de jogar. Aí o McDaniels resolve fazer uma bandeja totalmente desnecessária.

    E o Jokic? O cara simplesmente surtou. Correu de uma ponta da quadra até a outra só pra empurrar o McDaniels. Nunca vi o MVP fazer isso, sério. O gigante sérvio é sempre controlado, mas dessa vez perdeu a linha completamente.

    A confusão generalizou

    Óbvio que virou um quebra-pau generalizado. Julius Randle ficou pistola com o Jokic e partiu pra cima também. No final das contas, tanto o Jokic quanto o Randle foram expulsos. McDaniels ficou na quadra, mas imagino que deve estar se questionando se valeu a pena.

    “Ele pontuou quando a gente tinha parado de jogar”, disse o Jokic depois. E olha, ele tem razão. Quando perguntaram pro McDaniels por que ele fez a cesta, a resposta foi meio sem noção: “O cronômetro ainda estava rodando, então por que não pontuar?”

    Rivalidade que vem de longe

    Sinceramente, essa rivalidade entre Nuggets e Wolves tá ficando cada vez mais quente. É o terceiro confronto de playoffs entre eles em quatro anos, e sempre rola alguma treta. Lembra que o McDaniels tinha falado depois do jogo 2 que os Nuggets tinham “defensores ruins”? O moleque gosta de mexer no vespeiro mesmo.

    Na minha visão, o McDaniels vacilou legal. Jogo decidido, time adversário já tinha desistido, e o cara vai lá e faz uma cesta só pra provocar? Isso é coisa dos anos 80, como disse o técnico dos Nuggets, David Adelman. Em 2026, isso não rola mais.

    Mas e aí, o que vocês acham? O Jokic exagerou na reação ou o McDaniels que foi desrespeitoso mesmo? Com os Wolves liderando a série por 3-1, essa confusão pode dar uma energia extra pros Nuggets no próximo jogo. Vai ser interessante ver como isso vai afetar o restante da série.

  • KAT com triple-double histórico salva os Knicks no playoff

    KAT com triple-double histórico salva os Knicks no playoff

    Cara, eu não acreditei no que vi ontem à noite. Karl-Anthony Towns simplesmente resolveu virar playmaker e destruiu os Hawks com um triple-double absurdo: 20 pontos, 10 rebotes e 10 assistências. E olha, não é qualquer triple-double não — foi o PRIMEIRO dele nos playoffs em 11 anos de carreira.

    O mais louco? O KAT é conhecido por ser um monstro no arremesso pra um pivô, mas assistências nunca foram o forte dele. Durante a temporada regular, ele fez média de apenas 3 assistências por jogo. Ontem foram 10. Dez!

    Companhia de elite no Madison Square Garden

    Com esse triple-double, Towns entrou num grupo bem seleto na história dos Knicks. Ele se juntou aos lendários Walt Frazier e Dick McGuire, e ao companheiro Josh Hart como os únicos a conseguir um triple-double nos playoffs vestindo a camisa de Nova York. Não é pouca coisa não.

    “As oportunidades apareceram e meus companheiros fizeram acontecer”, disse Towns após a vitória por 114-98 que empatou a série em 2-2. E sinceramente, eu adorei a humildade dele. Porque vamos combinar, ele que criou essas oportunidades com uns passes que eu nem sabia que ele tinha no repertório.

    Brunson aprova a nova versão do KAT

    Jalen Brunson, que normalmente é o cérebro do ataque dos Knicks, ficou impressionado com a performance do pivô. “Esta foi uma grande atuação dele. Tomadas de decisão excelentes. Ele realmente nos colocou em posição de vencer”, disse Brunson, que contribuiu com 19 pontos.

    O que mais me chamou atenção foi ver Towns falando que prefere dar assistência a fazer cestas. “Ver meus companheiros brilharem e conseguir envolvê-los é algo que eu gosto ainda mais do que acertar um arremesso”, declarou. Mano, essa mentalidade é o que separa os bons dos grandes.

    OG Anunoby foi quem mais se beneficiou dos passes do Towns, recebendo cinco assistências e liderando os Knicks com 22 pontos. “Ele é um talento especial, pode fazer de tudo”, elogiou Anunoby. “Não importa quão fechada esteja a janela, ele vai me encontrar.”

    Agora os Knicks voltam pra casa pro decisivo Jogo 5 na terça-feira. Vocês acham que o KAT consegue manter esse nível? Porque se conseguir, essa série pode virar rapidinho. E olha que eu nem sou torcedor dos Knicks, mas essa performance foi de dar arrepio.

  • Brunson assusta mas volta: Knicks ainda vivos nos playoffs

    Brunson assusta mas volta: Knicks ainda vivos nos playoffs

    Cara, que susto! No meio do terceiro quarto do Jogo 4 contra o Hawks, o Jalen Brunson pisou no pé do Josh Hart numa tela e foi direto pro chão. Meu coração quase parou — porque se o Brunson machuca sério agora, acabou pros Knicks.

    O cara saiu mancando e foi direto pro vestiário. Eu já tava imaginando o pior cenário possível: Knicks perdendo de 3-1 na série E sem o seu melhor jogador. Seria o fim da linha pra um time que já tava com a corda no pescoço.

    O alívio que todo torcedor precisava

    Mas ó, graças a Deus o negócio não foi tão grave quanto parecia. Brunson voltou pro banco ainda no quarto período, e pelos números que saíram depois — 12 pontos, 2 assistências em 28 minutos — dá pra ver que ele conseguiu contribuir mesmo meio tocado.

    Sinceramente? Não foi a melhor performance do cara (5/15 nos arremessos de quadra), mas considerando o susto que tomou, ainda bem que conseguiu ficar em pé. E olha, os Knicks estavam segurando uma vantagem confortável mesmo com o armador fora de ritmo.

    A importância do cara é absurda

    Pra vocês terem noção da dependência que Nova York tem do Brunson: nos três primeiros jogos da série, o monstro tava fazendo média de 27.7 pontos e 6 assistências. Aproveitamento de 42% nos arremessos e 36% de três. Números de MVP, mano.

    O Hawks sabe disso. A estratégia deles passa muito por parar o Brunson, e se conseguissem tirar ele do jogo por lesão… seria quase um presente de grego pros caras de Atlanta.

    Agora é torcer pra que seja só um susto mesmo e que ele esteja 100% pro Jogo 5 na terça-feira, lá no Madison Square Garden. Os Knicks precisam dessa vitória em casa pra forçar pelo menos um Jogo 6 — e com Brunson inteiro, as chances aumentam muito.

    E aí, vocês acham que ele aguenta o tranco ou vai sentir ainda nos próximos jogos?

  • Wemby pode voltar no jogo decisivo? Spurs vivem dilema nos playoffs

    Wemby pode voltar no jogo decisivo? Spurs vivem dilema nos playoffs

    Olha, vou ser sincero: não imaginava que veria os Spurs ganhando sem o Wembanyama tão cedo nos playoffs. Mas aqui estamos, com o francesão oficialmente listado como questionável para o Jogo 4 contra o Portland Trail Blazers neste domingo.

    O drama todo começou no Jogo 2, quando o Wemby levou uma pancada feia na cabeça depois de uma queda bizarra. O cara literalmente plantou bananeira no chão – não foi bonito de ver, não. Saiu de quadra com apenas 5 pontos e 4 rebotes em 12 minutos, e desde então tá no protocolo de concussão da NBA.

    Spurs mostram que não são só o Victor

    Aí que vem a parte louca da história. Sem o seu astro de 2,24m, San Antonio foi pra Portland na sexta e virou um jogo que tava perdido por 15 pontos. Ganharam de 120 a 108 e abriram 2-1 na série. Monstro de performance!

    Dylan Harper foi o cara da noite – 27 pontos, sendo 22 só no segundo tempo. E o Stephon Castle? Simplesmente conduziu uma virada histórica no último quarto. Enquanto isso, Wemby assistia tudo do banco com uma camisa colorida, torcendo pelos companheiros igual a gente no sofá de casa.

    O protocolo não perdoa ninguém

    Agora vem a parte chata: protocolo de concussão é protocolo, né? Não importa se é final de campeonato ou se o cara é candidato a MVP da temporada (que é o caso do Wembanyama). O jogador precisa passar por todos os testes, aumentar gradualmente a atividade física e ter aprovação médica tanto do time quanto da liga.

    E cara, a importância dele é absurda. Estamos falando do primeiro jogador na história a ganhar o Defensivo do Ano por unanimidade. O cara transforma completamente o que os Spurs conseguem fazer na defesa, especialmente contra os armadores atléticos do Portland.

    Se o Wemby voltar e eles abrirem 3-1, é praticamente fim de papo para os Blazers. Mas mesmo sem ele, San Antonio já provou que não é time de um homem só. E isso, sinceramente, deve estar deixando Portland com um frio na barriga.

    O Jogo 4 vai ser às 15h30 (horário de Brasília) no domingo, na ESPN. E aí, vocês acham que ele consegue voltar a tempo? Ou os Spurs vão mostrar mais uma vez que são um time completo mesmo sem o seu gigante francês?

  • Brunson explica briga com o pai: ‘Só dois competidores’

    Brunson explica briga com o pai: ‘Só dois competidores’

    Olha, eu vi esse lance ao vivo e pensei: “Eita, o que tá rolando aí?”. Jalen Brunson discutindo com o próprio pai durante o jogo? Mas calma aí, porque a história é bem diferente do que parece.

    Na vitória dos Knicks por 114 a 98 sobre o Hawks no jogo 4, as câmeras flagraram uma troca de palavras bem acalorada entre Jalen e Rick Brunson, que é técnico assistente do time. A internet pirou, todo mundo especulando sobre tensão no banco de reservas dos Knicks em plenos playoffs.

    A explicação que faz todo sentido

    Mas o próprio Jalen tratou de esclarecer tudo depois do jogo: “Não teve debate nenhum. Eram só dois competidores ali”.

    Cara, isso me lembra muito da minha época jogando bola no colégio. Quantas vezes não brigamos com técnico, pai, irmão — tudo por causa da paixão pelo jogo? Brunson explicou que aquilo não foi conflito, foi intensidade pura. O tipo de cobrança que ele cresceu recebendo do pai.

    E o timing da discussão? Os Knicks estavam goleando, com vantagem de dois dígitos construída num primeiro tempo dominante. Rick só queria que o filho não relaxasse — especialmente depois das derrotas dolorosas nos jogos 2 e 3.

    Brunson respondeu no jogo

    E funcionou, né? Jalen terminou com 19 pontos e 3 assistências numa performance sólida. Não foi sua melhor noite estatisticamente, mas ele mostrou liderança quando o time precisava.

    Sinceramente, acho que essa cobrança familiar foi fundamental. Os Knicks tinham perdido dois jogos seguidos de forma frustrante, incluindo aquele 109-108 que doeu na alma. O time precisava de um choque, e às vezes isso vem de onde menos esperamos.

    Karl-Anthony Towns brilhou com um triple-double histórico, OG Anunoby jogou muito nas duas pontas da quadra, mas foi essa intensidade renovada que fez a diferença. Os Hawks fizeram só 44 pontos no primeiro tempo — uma surra defensiva dos Knicks.

    Série empatada e decisiva

    Agora a série volta pro Madison Square Garden empatada em 2-2, e aquele momento “viral” entre pai e filho parece ter sido exatamente o que o time precisava pra redescobrir sua pegada.

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar em casa? Essa troca de palavras entre os Brunson pode ter sido o turning point da série. Às vezes é isso mesmo — um puxão de orelha na hora certa vale mais que mil discursos motivacionais.

  • Wolves dominam Nuggets mesmo sem Edwards e DiVincenzo machucados

    Wolves dominam Nuggets mesmo sem Edwards e DiVincenzo machucados

    Cara, que jogo foi esse? Os Timberwolves simplesmente atropelaram os Nuggets por 112 a 96 no Jogo 4 e agora estão a uma vitória de eliminar os atuais campeões. E o mais absurdo: fizeram isso SEM Anthony Edwards e Donte DiVincenzo, que se machucaram no primeiro tempo.

    Olha, eu não esperava isso. Ver o DiVincenzo sair com ruptura no tendão de Aquiles foi de partir o coração — temporada acabou pra ele. E o Edwards também não voltou mais pro jogo. Por um momento pensei: “Pronto, os Nuggets vão virar isso”. Eles até estavam na frente no intervalo.

    Ayo Dosunmu virou o monstro da partida

    Mas aí apareceu Ayo Dosunmu saindo do banco e fazendo uma apresentação HISTÓRICA. 43 pontos. Quarenta e três! O cara acertou 13 de 17 arremessos de quadra, foi perfeito do perímetro (5/5 de três) e não errou um lance livre sequer (12/12). Sinceramente, eu nem lembrava que ele tinha chegado dos Bulls na trade deadline.

    É impressionante como esse cara se encaixou no sistema dos Wolves. Antes desse jogaço, ele já vinha com média de 16 pontos nos playoffs, mas ontem foi simplesmente transcendental. Jogou 42 minutos e carregou o time nas costas quando mais precisavam.

    Agora é matar o jogo em Denver

    Julius Randle (15 pontos, 9 rebotes) e Jaden McDaniels (12 pontos, 8 rebotes) deram o suporte necessário, mas a verdade é que foi o Dosunmu que salvou a pátria. E agora? Os Wolves vão pra Denver na segunda-feira com a chance de eliminar os campeões.

    Vocês acham que os Nuggets conseguem reagir jogando em casa? Porque olha, depois de uma performance dessas sem dois titulares importantes, eu tô começando a acreditar sério nesse time de Minnesota. O Jokić e companhia vão ter que fazer algo muito especial pra forçar um sexto jogo.

    Uma coisa é certa: ninguém esperava ver os atuais campeões da NBA nessa situação. Playoff é isso aí — qualquer coisa pode acontecer, e os Wolves estão provando que vieram pra brigar de verdade pelo título.