Autor: Leandro Amorim

  • Aaron Gordon fora de novo! Lesão preocupa nos Nuggets

    Aaron Gordon fora de novo! Lesão preocupa nos Nuggets

    Cara, não é possível. Aaron Gordon ficou fora do Jogo 3 contra os Timberwolves ontem à noite, e sinceramente? Isso tá começando a preocupar.

    O cara apareceu no boletim médico com “rigidez na panturrilha esquerda” — que nome chique pra dizer que a perna tá travada, né? E olha, não é a primeira vez que isso acontece na temporada. Gordon praticamente perdeu a temporada toda com problemas no posterior da coxa e panturrilha.

    O buraco que o Gordon deixa

    Vocês já pararam pra pensar no quanto esse cara faz diferença? Não é só os 16.2 pontos por jogo (com quase 50% de aproveitamento, diga-se de passagem). É que o Gordon é aquele tipo de jogador que faz de tudo um pouco: arma jogada, defende, acerta de três (38.9% na temporada — nada mal), e ainda serve como opção no garrafão pros alley-oops do Jokić.

    E contra Minnesota? Puts, é justamente o tipo de jogo que você precisa dele. Os Wolves são agressivos demais, vivem penetrando com o Anthony Edwards — e o Gordon é um dos caras que consegue dar trabalho pra essa galera na defesa.

    A situação tá complicada

    Os Nuggets já perderam o Jogo 2 na segunda, deixando a série empatada em 1-1. Agora, sem Gordon no Jogo 3… cara, Michael Malone deve tá puxando os cabelos. Como é que você substitui um cara tão versátil assim?

    Eu tô começando a ficar preocupado com essas lesões constantes do Gordon. O cara tem 31 anos, não é mais novinho, e esses problemas musculares podem virar uma bola de neve. Será que os Nuggets não erraram a mão na preparação física dele?

    E aí, vocês acham que Denver consegue segurar a série sem o Gordon? Ou os Wolves vão aproveitar pra sair na frente? Sinceramente, acho que vai ser bem mais difícil pro time do Jokić sem essa peça fundamental.

  • Nuggets x Wolves: Gordon fora e série equilibrada em Minneapolis

    Nuggets x Wolves: Gordon fora e série equilibrada em Minneapolis

    Cara, essa série entre Denver Nuggets e Minnesota Timberwolves tá ficando boa demais! Depois de dividir os dois primeiros jogos em Denver, agora a briga se muda pra Minneapolis – e os Wolves jogam em casa com uma vantagem interessante.

    O Aaron Gordon não joga hoje por lesão na panturrilha. E olha, isso muda tudo pra Denver, viu? Gordon é peça-chave no sistema defensivo dos Nuggets e ainda ajuda muito no rebote. Sem ele, o Jokić vai ter que carregar ainda mais peso – o que não é necessariamente ruim pro MVP, mas complica as rotações do Malone.

    Como os primeiros jogos foram

    No jogo 1, Denver mandou bem em casa: 116 a 105. Típico dos Nuggets jogando no Ball Arena, com o Jokić distribuindo bola e todo mundo encaixando os arremessos. Mas aí veio o jogo 2…

    Os Wolves simplesmente viraram o jogo e ganharam de 119 a 114. Anthony Edwards mostrou por que é considerado uma das maiores promessas da liga, e o Jaden McDaniels incomodou demais a vida do Murray. Série empatada e tudo em aberto.

    O que esperar do jogo 3

    Sinceramente? Acho que vai ser guerra. Minnesota em casa é sempre complicado – a torcida lá é barulhenta pra caramba e o Target Center fica um caldeirão. As odds dão os Wolves como azarões por apenas 2.5 pontos, o que mostra como essa série tá equilibrada.

    Sem o Gordon, Denver vai ter que improvisar. Talvez vejamos mais minutos do Porter Jr. no garrafão, ou quem sabe o Malone teste algumas peças do banco. Uma coisa é certa: o Jokić vai ter que fazer mágica – e convenhamos, ele sabe fazer isso como ninguém.

    Do lado dos Wolves, é a hora de aproveitar. Jogar em casa, com o adversário desfalcado, numa série empatada… não tem desculpa pra não buscar a vitória. O Ant-Man precisa continuar agressivo e o Towns tem que aparecer mais no garrafão.

    Vocês acham que os Nuggets conseguem vencer fora de casa sem o Gordon? Ou será que Minnesota aproveita a chance e abre vantagem na série? A bola sobe às 22h30 (horário de Brasília) e promete ser um jogaço!

  • Knicks quase vira, mas CJ McCollum quebra corações em NY

    Knicks quase vira, mas CJ McCollum quebra corações em NY

    Cara, que dor no peito foi essa de ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks estavam praticamente mortos no jogo 3 contra os Hawks, aí resolveram acordar nos minutos finais e quase fizeram a casa vir abaixo. Quase. Porque o CJ McCollum decidiu ser cruel e mandou uma bomba no final para quebrar o coração da torcida: Hawks 109 x 108 Knicks.

    Atlanta agora lidera a série por 2-1, e sinceramente? Eu tô preocupado com esse time de Nova York.

    Começou tudo errado (de novo)

    Os problemas ofensivos do quarto período do jogo 2 se arrastaram pro início do jogo 3. Foi de dar dó — os Knicks acertaram apenas 35% dos arremessos e um patético 1 de 10 do perímetro no primeiro quarto. Seis bolas perdidas completaram o desastre.

    Só o Jalen Brunson (11 pontos) e OG Anunoby (10) conseguiram balançar as redes pelos Knicks no primeiro período. Olha, quando só dois caras pontuam no seu time, você já sabe que a coisa não vai bem.

    Do outro lado, os Hawks encontraram o ritmo rapidinho: 60% de aproveitamento geral e absurdos 75% de três. O banco deles meteu 18 pontos contra 0 dos reservas de NY. Zero. Como é que pode?

    Towns salvou o segundo quarto

    Mike Brown finalmente botou o Karl-Anthony Towns pra começar o segundo período com o segundo time, e funcionou. O grandão acordou, fez suas primeiras três cestas da noite e pegou quatro rebotes importantes quando os Hawks chegaram a abrir 15 de vantagem.

    Quando parecia que o McCollum (11 pontos só no segundo quarto) ia resolver sozinho, os Hawks erraram os últimos cinco arremessos do período. Aí o Miles McBride resolveu aparecer com duas bombas de três seguidas e cortou a diferença pra oito pontos no intervalo.

    Detalhe bizarro: Josh Hart e Mikal Bridges passaram o primeiro tempo inteiro em branco. Zero pontos. Como assim, cara?

    Final de filme (quase)

    O terceiro período foi vai-e-vem puro. Atlanta abriu 15 de novo, os Knicks encostaram, os Hawks responderam… Brown colocou o Hart pra marcar o McCollum pela primeira vez e funcionou — limitou ele a só dois pontos no período.

    No último quarto, começou mal de novo. Brown tirou Brunson e Towns juntos (por que, Mike? Por que?), e mesmo mantendo a diferença em 10, o time patinou. Três erros consecutivos de três e mais uma bola perdida — a 14ª da noite.

    Mas aí os Knicks lembraram que são da NBA. Anunoby e McBride mandaram umas bombas cruciais, Brunson fez bandeja com falta e deu três pontos de vantagem com pouco mais de um minuto.

    Atlanta empatou, parou o ataque dos Knicks e… McCollum. Aquele fadeaway maldito com 12,5 segundos restantes. Brunson perdeu a bola na posse seguinte e acabou o sonho.

    Brunson fechou com 26 pontos, Anunoby liderou com 29, Towns fez 21 e 17 rebotes. Mas Hart e Bridges? Dois pontos somados. É brincadeira isso.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa ou a série já tá decidida? Porque do jeito que o McCollum tá jogando, vai ser difícil…

  • Knicks tomaram sufoco dos Hawks e tão numa fria nos playoffs

    Knicks tomaram sufoco dos Hawks e tão numa fria nos playoffs

    Cara, eu tô começando a ficar preocupado com os Knicks. E olha que sou um cara que sempre acredita nos caras de Nova York, mas essa série contra o Hawks tá ficando complicada pra caramba.

    Os Hawks acabaram de vencer o jogo 3 por 109-108 e agora lideram a série por 2-1. E não foi só uma vitória qualquer não — foi mais uma demonstração de que os Knicks tão com problemas sérios que não conseguem resolver.

    CJ McCollum tá destruindo a defesa dos Knicks

    O veterano CJ McCollum tá simplesmente monstruoso nessa série. Já são 81 pontos em três jogos, mano. Oitenta e um! E o pior? Ele tá caçando o Jalen Brunson na defesa como se fosse um lanche da tarde.

    Quando um repórter perguntou pro McCollum se ele gosta de enfrentar o Brunson, a resposta foi hilária: “O que você acha?”, ele respondeu com aquela cara de deboche. E completou com um “Yeah” bem enfático. Traduzindo: tá mamão com açúcar atacar o armador dos Knicks.

    Sinceramente, isso me lembra muito quando o pessoal caçava o Marcelinho Machado na defesa lá nos anos 2000. Quando um cara vira alvo assim, complica demais pro time todo.

    O ataque dos Knicks tá travado

    E por falar em Brunson, o cara tá carregando o piano sozinho no ataque — e isso não tá dando certo. A bola fica parada na mão dele, os outros caras ficam parados esperando, e quando o jogo aperta mesmo, vira aquele isolado desesperado.

    No último lance do jogo 3, quando não conseguiram nem passar a bola pro Brunson direito, deu pra ver como o sistema tá falho. O Karl-Anthony Towns até fez 21 pontos, mas o técnico Mike Brown não consegue usar ele como segunda opção de verdade.

    E tem mais: pelo segundo jogo seguido, Brown começou o último quarto com Brunson E Towns no banco ao mesmo tempo. Cara, isso não faz sentido algum! Você não tira seus dois melhores jogadores juntos num momento crucial dos playoffs.

    O OG Anunoby salvou a pátria com 29 pontos, mas o Mikal Bridges e o Josh Hart — dois titulares — fizeram APENAS 2 pontos juntos. Dois pontos! Com 1 acerto em 12 tentativas. Isso é coisa de pelada de domingo de manhã.

    A matemática não tá a favor

    Olha, eu não quero ser pessimista, mas os números são cruéis: historicamente, quem ganha o jogo 3 depois de um empate 1-1 leva a série em 74% das vezes. E os Hawks não tão jogando por acaso não — o time tem equilíbrio, o banco tá rendendo, e jogadores como Jalen Johnson e Nickeil Alexander-Walker tão fazendo a diferença nas duas pontas.

    Vocês acham que os Knicks conseguem reverter essa situação? O jogo 4 é sábado, em Atlanta, e sinceramente virou quase um mata-mata. Se perderem, vão precisar de um milagre pra voltar de 3-1.

    Não vou mentir: sempre torço pros times de Nova York nos playoffs, mas essa série tá com cara de que pode acabar mais cedo do que todo mundo esperava. Os Hawks tão jogando com confiança e os Knicks… bem, os Knicks tão parecendo perdidos.

  • Booker multado em US$ 35 mil por criticar árbitros — e o dono dos Suns saiu em defesa

    Booker multado em US$ 35 mil por criticar árbitros — e o dono dos Suns saiu em defesa

    Olha, eu já esperava isso. Depois daquela confusão toda no jogo contra o Thunder, era óbvio que a NBA ia meter a mão no bolso do Devin Booker. E meteu mesmo: US$ 35 mil de multa por criticar a arbitragem publicamente após a derrota por 120 a 107 no Jogo 2 da série de playoffs.

    Sinceramente? Booker não estava errado em reclamar. Quem assistiu ao jogo viu que rolou umas marcações bem questionáveis, especialmente envolvendo o árbitro James Williams — que foi o alvo principal das críticas do astro dos Suns.

    NBA admite erro, mas multa mesmo assim

    O mais bizarro disso tudo é que a própria liga admitiu que errou. A falta técnica que Booker levou aos 2:05 do terceiro quarto foi considerada “inadequada” e foi cancelada. Cara, se vocês cancelaram a técnica, não é porque reconheceram que o cara tinha razão de estar puto?

    Mesmo assim, James Jones (chefe de operações de basquete da NBA) disse que não encontrou “nenhuma base para alegações de parcialidade ou má conduta dos árbitros”. Tá bom, NBA. Tá bom.

    Dono dos Suns manda a real

    Mas o que mais me chamou atenção foi a postura do Mat Ishbia, dono dos Suns. O cara não ficou quieto e foi defender seu jogador nas redes sociais — coisa que raramente vemos donos fazendo tão abertamente:

    “Estou 100% com o Devin Booker aqui. A noite passada não foi uma boa imagem para nossa liga. Deixem claro: não perdemos por causa da arbitragem, mas isso não torna a noite passada menos importante. Se os árbitros vão exigir respeito dos jogadores — como deveriam —, então os jogadores deveriam exigir respeito dos árbitros.”

    Cara, que declaração! Ishbia conseguiu defender o Booker sem soar como um chorão, reconhecendo que a derrota não foi culpa só dos árbitros, mas cobrando mais profissionalismo da arbitragem. Chapéu pra ele.

    Agora os Suns estão em uma situação complicada na série — perdendo por 2 a 0 para o Thunder, que é o primeiro colocado da conferência. O Jogo 3 vai ser no sábado em Phoenix, e vocês acham que essa polêmica pode motivar ainda mais o time da casa? Eu acho que sim, mas vai precisar de muito mais que motivação pra virar essa série contra um time tão cascudo quanto Oklahoma City.

  • Booker desabafa contra árbitro e NBA multa em R$ 175 mil

    Booker desabafa contra árbitro e NBA multa em R$ 175 mil

    Olha, quando o Devin Booker falou que aquilo parecia WWE ao invés de NBA, eu meio que concordei com ele na hora. Mas a liga não achou graça nenhuma.

    O astro do Phoenix Suns levou uma multa de 35 mil dólares (uns R$ 175 mil) por ter criticado publicamente a arbitragem após a derrota por 120 a 107 para o Oklahoma City Thunder no jogo 2 dos playoffs. E cara, ele não foi com o pé atrás não — citou o árbitro James Williams pelo nome mesmo.

    “James foi terrível do começo ao fim”

    “Em meus 11 anos na liga, nunca critiquei um árbitro citando o nome dele, mas o James [Williams] foi terrível esta noite do começo ao fim”, disparou Booker na coletiva. “É ruim para o esporte, ruim para a integridade do esporte. As pessoas vão começar a ver isso como WWE se eles não forem responsabilizados.”

    Sinceramente? Eu entendo a frustração do cara. Playoffs é guerra, cada posse importa, e quando você sente que a arbitragem tá prejudicando… é difícil segurar a língua mesmo. Mas 35 mil dólares dói no bolso até pros milionários.

    NBA investigou e não achou nada

    A liga fez questão de investigar direitinho — entrevistas, análise de vídeo, o pacote completo. O resultado? Não encontraram evidência nenhuma de parcialidade ou má conduta por parte dos árbitros. Ou seja, na visão da NBA, a revolta do Booker foi desproporcional.

    Mas aqui vem o plot twist interessante: a própria liga admitiu que errou ao dar uma falta técnica pro Booker aos 2:05 do terceiro quarto. Essa técnica foi anulada. Meio irônico, né? Multam o cara por criticar a arbitragem, mas reconhecem que erraram com ele no jogo.

    E aí, vocês acham que o Booker tinha razão de se revoltar ou exagerou na crítica? Playoff é isso aí — pressão total, nervos à flor da pele, e às vezes a revolta vaza mesmo. Mas 175 mil reais… aí complica.

  • Gordon fora do jogo 3: Nuggets perdem peça importante contra Wolves

    Gordon fora do jogo 3: Nuggets perdem peça importante contra Wolves

    E lá vamos nós para mais um drama dos playoffs da NBA. Aaron Gordon, que vinha sendo uma das peças-chave dos Nuggets nessa primeira rodada, foi cortado do jogo 3 contra os Timberwolves por causa de uma tensão na panturrilha esquerda.

    Cara, isso é exatamente o tipo de coisa que pode virar uma série de cabeça pra baixo. Gordon não é só mais um jogador no banco — ele é fundamental no esquema defensivo do Denver e ainda por cima vinha produzindo bem no ataque (17 pontos no jogo 1).

    Spencer Jones entra na fogueira

    Com Gordon fora, quem assume a titularidade é Spencer Jones. O problema? O cara jogou apenas 19 minutos nos dois primeiros jogos da série. É praticamente jogar o garoto na jaula dos leões sem preparação.

    “Obviamente é uma decepção. Mas já era. Ele não vai jogar, então os caras que estão aí se prepararam para vencer”, disse o técnico David Adelman. Gosto dessa postura, mas não vou mentir — deve estar suando frio por dentro.

    Nuggets já vinham mancando

    O pior é que Denver já estava sem Peyton Watson desde o início da série por causa de uma lesão no tendão da coxa direita. Agora são duas baixas importantes no garrafão e nas alas.

    Gordon sentiu a lesão depois do jogo 2, onde fez 8 pontos na derrota que deixou a série empatada em 1-1. Timing péssimo, né? Justo quando o Minnesota conseguiu equilibrar as coisas e transformar isso numa série de verdade.

    Sinceramente, acho que isso pode ser o divisor de águas. Os Wolves já mostraram que conseguem incomodar Denver em casa, e agora com Gordon fora? A coisa fica bem mais complicada para o atual campeão.

    E aí, vocês acham que os Nuggets conseguem se adaptar rápido ou os Timberwolves vão aproveitar essa brecha para assumir a liderança da série?

  • CJ McCollum destrói os Knicks e Hawks abrem 2-1 na série

    CJ McCollum destrói os Knicks e Hawks abrem 2-1 na série

    Cara, que jogaço foi esse entre Hawks e Knicks! Sério mesmo, essa série tá sendo puro entretenimento e CJ McCollum simplesmente resolveu virar protagonista quando ninguém esperava.

    Atlanta venceu por 109-108 em um final de tirar o fôlego e agora lidera a série por 2-1. E olha, não vou mentir — eu não esperava que o McCollum fosse dominar dessa forma depois da troca dele pros Hawks.

    McCollum simplesmente monstro

    O cara fez 23 pontos e ainda cravou a cesta da vitória nos segundos finais com uma frieza absurda. Vocês viram aquele pull-up? Completamente no controle, corpo alinhado, sem pressa nenhuma. Isso é veterano experiente fazendo o que sabe de melhor.

    Eu sempre achei que o McCollum encaixaria melhor jogando ao lado do Jalen Johnson do que com o Trae Young, mas confesso que tô impressionado com a versatilidade que ele tá mostrando. O cara tá fazendo de tudo — criando jogadas, pontuando, sendo válvula de escape. É plug-and-play no melhor sentido.

    Knicks com problemas sérios

    Do outro lado, Nova York tá com uns problemas bem chatos. Jalen Brunson (26 pontos) e OG Anunoby (29) foram bem, mas não dá pra ganhar jogo na NBA dependendo só de dois caras.

    E o que tá acontecendo com o Karl-Anthony Towns, hein? O homem simplesmente não aparece no primeiro tempo — dessa vez foram só 8 pontos na primeira metade, sendo ZERO no primeiro quarto. Zero! Isso não pode acontecer com um jogador do calibre dele.

    Mikal Bridges então… 21 minutos, quatro turnovers e nenhum ponto. Nenhum! Sinceramente, tá difícil de entender como um jogador desse nível some completamente numa série de playoffs.

    A única salvação veio do banco mesmo, com Miles McBride contribuindo com 15 pontos importantes. Mas não dá pra viver disso, né?

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem reagir no próximo jogo? Porque se o Towns não acordar pra vida e o Bridges continuar sumido, vai ficar complicado demais pra Nova York. Essa série tá longe de acabar, mas os Hawks tão numa posição bem confortável agora.

  • Booker detona árbitro da NBA e compara liga com WWE após derrota

    Booker detona árbitro da NBA e compara liga com WWE após derrota

    Cara, quando um jogador da experiência do Devin Booker resolve quebrar o protocolo e partir pra cima de um árbitro específico, é porque a coisa tá feia mesmo. E foi exatamente isso que rolou após a derrota do Suns por 120-107 pro Thunder no jogo 2 dos playoffs.

    Booker, que tem 11 anos de NBA nas costas, fez algo que nunca tinha feito na carreira: citou o nome de um árbitro pra reclamar. James Williams foi o alvo da artilharia pesada do armador dos Suns.

    “Em meus 11 anos, nunca critiquei um árbitro pelo nome, mas o James [Williams] foi terrível hoje do começo ao fim”, disparou Booker após o jogo. “É ruim pro esporte, ruim pra integridade do esporte. As pessoas vão começar a ver isso como WWE se eles não forem responsabilizados.”

    A polêmica técnica que ninguém entendeu

    E olha, tem que concordar com o cara. O lance mais absurdo foi uma falta técnica que Booker levou no terceiro quarto por praticamente nada. O cara saiu de um bloqueio, sofreu contato do Jaylin Williams (que o desequilibrou), perdeu a bola e tentou salvá-la. A bola acabou batendo no rosto do Williams sem querer, e os árbitros deram técnica no Booker.

    Sinceramente? Até os comentaristas ficaram perdidos tentando entender a marcação. Booker disse depois que nunca recebeu uma explicação pra falta, e ainda revelou que ouviu o Alex Caruso pedindo pros árbitros marcarem a técnica.

    “É definitivamente algo que tem que ser investigado”, comentou Booker. “Eu ouvi o Caruso pedir pra marcarem a técnica e eles acabaram fazendo isso.”

    Dillon Brooks não perdoou o Shai

    Mas Booker não foi o único a reclamar da arbitragem. Dillon Brooks, que fez 30 pontos antes de ser expulso com a sexta falta nos segundos finais, meteu o pau no Shai Gilgeous-Alexander e na falta de masculinidade do basquete atual.

    “Um pouco frágil, é isso que os árbitros vão marcar”, disse Brooks sobre defender o Shai. “Tenho que ser mais esperto, mas esses são os playoffs, jogo de homem.”

    Brooks ainda comparou com a era do Jordan e do LeBron mais jovem: “Quando eu assistia nos tempos do Michael Jordan, ou qualquer outro, quando o LeBron era mais novo, era basquete físico. Não entendo por que toda essa queda, simulação e exagero é permitido nos playoffs.”

    Pra ser justo com o Thunder, eles só tiveram 3 arremessos livres a mais que o Suns (25-22), então não foi uma discrepância absurda nos números. Mas algumas marcações foram realmente duvidosas.

    O Shai, aliás, não se abalou com as críticas do Brooks: “Não posso controlar o que o Dillon ou qualquer um do outro lado vai reclamar. Só posso tentar sair e ganhar jogos com meu time.”

    E aí, vocês acham que o Booker tem razão em reclamar ou foi calor do momento? Com o Thunder abrindo 2-0 na série, os Suns precisam se recompor rápido – e torcer pra arbitragem melhorar no jogo 3.

  • Cofundador da Aspiration entregou tudo sobre Leonard e os Clippers

    Cofundador da Aspiration entregou tudo sobre Leonard e os Clippers

    Cara, essa história dos Clippers só fica mais louca. Joseph Sanberg, o cara que fundou a Aspiration junto com outros sócios, decidiu abrir o jogo completamente na investigação da NBA sobre o suposto esquema envolvendo Kawhi Leonard.

    Segundo informações que saíram agora, Sanberg já deu duas entrevistas presenciais pros caras da liga e entregou uma porrada de documentos. O advogado que tá liderando a investigação disse que as informações foram “relevantes” e “consistentes” com outras evidências que eles já tinham.

    O Esquema que Pode Derrubar o Time

    Pra quem perdeu os capítulos anteriores dessa novela: os Clippers são acusados de usar um patrocínio de 28 milhões de dólares entre Leonard e a Aspiration pra burlar o salary cap. Na prática, seria uma forma de pagar o jogador fora dos limites permitidos pela NBA.

    E olha só que coincidência interessante — Steve Ballmer, dono dos Clippers, investiu 50 milhões na Aspiration sete meses antes do Leonard fechar esse contrato de patrocínio. Depois ainda botou mais 10 milhões. No total, 60 milhões do bolso do Ballmer.

    O mais bizarro? Leonard teria recebido milhões sem cumprir praticamente nada do que estava no contrato de patrocínio. Isso aí já é sacanagem demais, não acham?

    Ballmer Também se Diz Vítima

    Num plot twist que ninguém esperava, os advogados do Ballmer também mandaram uma carta pro juiz dizendo que o dono dos Clippers foi enganado pelo Sanberg. Eles alegam que o cara “fraudou flagrantemente” o Ballmer e manchou a reputação dele.

    Sinceramente, essa defesa do Ballmer me deixa meio assim… Como é que o cara investe 60 milhões numa empresa e não sabe de nada? Ou ele foi muito ingênuo ou tá tentando se livrar da bronca. Difícil de engolir.

    O que me impressiona é como essa investigação tá se arrastando. Começou em setembro do ano passado depois que o jornalista Pablo Torre soltou uns podcasts bombásticos sobre o caso. E até agora, nada de conclusão. Adam Silver já admitiu que não tem prazo pra acabar com isso.

    A questão é: se comprovarem que os Clippers realmente burlaram o salary cap, as consequências podem ser pesadíssimas. Estamos falando de perda de picks do draft, multas milionárias, ou coisa pior.

    E vocês, o que acham? Ballmer realmente não sabia de nada ou tá tentando se fazer de vítima? Essa história ainda vai dar muito pano pra manga.