Autor: Leandro Amorim

  • Doncic suspenso! 16ª falta técnica custou caro pro esloveno

    Doncic suspenso! 16ª falta técnica custou caro pro esloveno

    E foi o que todo mundo já esperava, né? Luka Doncic vai ficar fora do jogo contra o Washington na segunda-feira depois de levar a 16ª falta técnica da temporada. A NBA anunciou a suspensão no sábado, e sinceramente, só quem não acompanha basquete que não viu isso chegando.

    A falta que quebrou o galho do Luka foi na vitória dos Lakers sobre o Brooklyn na sexta. Ele e o Ziaire Williams se estranharam no terceiro quarto — aquela velha história de empurrão e reação. O árbitro Sean Wright não pensou duas vezes e deu técnica dupla pros dois.

    O preço da raiva

    Olha, eu entendo a frustração do cara. Luka é um competidor nato, mas 264 mil dólares por uma suspensão? É quase R$ 1,6 milhão jogado fora por causa de temperamento. E o pior: se levar mais duas técnicas até o fim da temporada regular, vai ser suspenso de novo — aí o prejuízo sobe pra 317 mil dólares.

    O mais bizarro é que ele já tinha levado a 16ª técnica na semana passada, brigando com o Goga Bitadze do Magic. Mas os Lakers conseguiram reverter no recurso. Dessa vez não teve jeito.

    No auge da forma

    E isso acontece justamente quando o monstro tá jogando um basquete absurdo. Nos últimos 12 jogos, Doncic tá metendo 39,7 pontos por partida — QUASE QUARENTA POR JOGO! — além de 8,1 rebotes e 6,9 assistências. O cara tá carregando os Lakers nas costas e vai perder um jogo por causa de temperamento.

    Vocês acham que vale a pena? Eu sei que faz parte da personalidade dele, essa pegada mais agressiva, mas com apenas sete jogos restantes na temporada regular, cada partida conta muito. Os Lakers não podem se dar ao luxo de perder o melhor jogador deles por bobeira.

    Luka volta na terça contra o Cleveland, mas esse é o tipo de situação que pode custar caro lá na frente. Playoff não perdoa esse tipo de indisciplina.

  • Kawhi decide no último segundo com arremesso absurdo contra Pacers

    Kawhi decide no último segundo com arremesso absurdo contra Pacers

    Olha, eu já vi muito jogaço do Kawhi Leonard na carreira, mas o que ele fez ontem contra os Pacers foi de outro mundo. Os Clippers estavam perdendo por 24 pontos — vinte e quatro! — e pareciam mortos na água. Mas aí o cara simplesmente acordou e lembrou que é o Kawhi Leonard.

    A situação estava feia mesmo. Os Clippers brigando pra conseguir uma vaga nos playoffs do Oeste, precisando dessa vitória pra embalar quatro seguidas, e tomando uma surra dos Pacers em casa. Até que o Darius Garland começou a esquentar de três e o Kawhi… bom, o Kawhi fez o que sempre faz: decidiu resolver.

    O arremesso que parou a arena

    Com 3 segundos no relógio e perdendo por um ponto (113-112), o técnico Tyronn Lue pediu tempo. Todo mundo sabia que a bola ia pro Kawhi — até minha vó sabia. A jogada saiu perfeita: ele recebeu no cotovelo, dois dribles pra ganhar ritmo e mandou uma bomba por cima de DOIS defensores dos Pacers.

    Swish. 114-113 Clippers com 0.4 no cronômetro.

    Cara, esse lance foi tão absurdo que os últimos 0.4 segundos demoraram uns nove minutos pra terminar de verdade. Confusão no cronômetro, revisão no replay… mas no final deu Clippers mesmo.

    Sequência histórica do robô

    E tem um detalhe que tá passando batido: esse foi o 50º jogo consecutivo do Kawhi marcando 20 pontos ou mais. Cinquenta seguidos! Ele passou o LeBron James e agora tem a 21ª maior sequência da história da NBA.

    Com 32 anos nas costas, o cara tá fazendo a maior sequência de qualquer jogador acima dos 30. Sinceramente, eu não sei como ele consegue manter essa regularidade nessa idade, ainda mais com o histórico de lesões que ele tem.

    No final das contas, Kawhi fechou com 28 pontos, 8 rebotes e 4 assistências. O Garland foi o cestinha da partida com 30 pontos e seis bombas de três — sem ele, essa virada não rolava.

    Os Pacers estão numa situação complicada mesmo, né? 16 vitórias em 74 jogos é de chorar. Aaron Nesmith fez o que pôde com seus pontos, mas não teve jeito contra essa dupla.

    Agora é esperar o próximo jogo contra os Bucks — vai ser o último confronto dos Clippers contra o Leste nesta temporada. Vocês acham que o Kawhi consegue manter essa sequência maluca de 20 pontos por jogo?

  • Jalen Williams voltou, mas a cabeça ainda tá no processo

    Jalen Williams voltou, mas a cabeça ainda tá no processo

    Cara, que situação interessante a do Jalen Williams no Thunder. O cara voltou há apenas 3 jogos depois de ficar 15 partidas fora por lesões no posterior da coxa direita, e ontem contra o Bulls foi o melhor jogo dele desde que retornou: 18 pontos, 8 assistências, 6 rebotes. Números sólidos, né?

    Mas o mais interessante foi o que ele disse depois da vitória por 131-113. Williams foi super honesto sobre o que realmente tá atrapalhando ele — e não é o físico, não.

    O inimigo tá na cabeça

    “A maior questão pra mim é mental. Da última vez que eu lesionei, eu tava me sentindo bem. E acabei machucando tentando alcançar um passe”, disse Williams. Olha, eu entendo perfeitamente isso aí.

    Qualquer um que já teve uma lesão mais séria sabe como é. Você volta fisicamente pronto, mas a cabeça fica ali, no cantinho, sussurrando: “e se acontecer de novo?”. É uma parada que só passa com tempo e repetição.

    “É uma daquelas coisas que com o tempo, quanto mais você pratica, para de pensar nisso. É onde eu tô agora, não pensando mais. Posso fazer mais dos meus movimentos normais, parar, sem ficar com isso na cabeça”, completou o jogador.

    Thunder na briga pelo primeiro lugar

    E olha, o timing da volta do Williams não podia ser melhor. O Thunder tá brigando pela primeira posição do Oeste com apenas 2 jogos de vantagem sobre o San Antonio Spurs. Com 8 partidas restantes na temporada regular, cada jogo importa pra caramba.

    O técnico Mark Daigneault, aliás, mandou uma resposta interessante quando perguntaram se ele tava mais pressionado por causa da posição na tabela: “Se sua urgência aumenta baseada na classificação, então sua urgência não era alta o suficiente desde o começo”.

    Cara durão esse Daigneault, hein? Mas faz sentido — o Thunder ganhou 13 dos últimos 14 jogos. Tá funcionando a filosofia deles.

    Com Shai Gilgeous-Alexander liderando o ataque (25 pontos ontem) e Williams voltando ao seu nível, vocês acham que o Thunder tem chance real de brigar pelo título? Sinceramente, esse time tá me impressionando cada vez mais. A juventude tá amadurecendo na hora certa.

  • Pritchard destruiu com 36 pontos e salvou o Celtics sem Jaylen Brown

    Pritchard destruiu com 36 pontos e salvou o Celtics sem Jaylen Brown

    Cara, que noite foi essa do Payton Pritchard! 36 pontos saindo do banco pra liderar o Celtics na vitória de 109 a 102 sobre o Hawks. Sinceramente, eu não esperava que ele fosse explodir assim, mas o cara simplesmente decidiu que ia carregar Boston nas costas.

    O jogo começou meio tenso pros Celtics. Jaylen Brown tava machucado (de novo, né?) e Baylor Scheierman entrou no lugar dele no quinteto titular. Do outro lado, os Hawks vieram com aquele quinteto que tá fazendo eles ganharem várias seguidas ultimamente – CJ McCollum, Dyson Daniels, Nickeil Alexander-Walker, Jalen Johnson e Onyeka Okongwu.

    Hawks começaram voando, mas…

    Atlanta saiu na frente logo de cara, abrindo 25 a 9 no primeiro quarto. Eu já tava pensando “lá vamos nós de novo”, mas aí o Celtics acordou e fechou o período perdendo só por 29 a 26. Pritchard já tava dando as caras com 7 pontos.

    O segundo quarto foi aquela montanha-russa clássica da NBA – um time abria vantagem, o outro corria atrás. Os Hawks chegaram a liderar por 60 a 55 no intervalo, com Pritchard já com 19 pontos no placar. Enquanto isso, Tatum e Derrick White tavam passando aperto, acertando só 4 de 18 arremessos. Vocês já viram isso? Não é comum ver esses dois errando tanto junto.

    Pritchard virou monstro no segundo tempo

    Aí que o negócio ficou absurdo. No terceiro quarto, Pritchard acertou duas bolas de três seguidas e colocou o Celtics na frente, 69 a 68. O cara tava simplesmente imparável – quando chegou no fim do terceiro período, já tinha 30 pontos no placar!

    E o Tatum? Olha, ele acordou também no segundo tempo. Marcou 21 pontos só na segunda metade, incluindo aquela enterrada clássica dele que sempre me arrepia. No final das contas, fez 26 pontos – recorde pessoal na temporada.

    O quarto período foi quando o Celtics realmente mostrou por que é campeão. Pegaram 4 rebotes ofensivos só no último quarto, dando várias chances extras. Teve até um lance épico do Pritchard pegando rebote ofensivo e tocando pro Tatum, que foi faltado num arremesso de três.

    Números finais impressionantes

    No final, Pritchard fechou com 36 pontos, 7 rebotes e 4 assistências. Absurdo de desempenho saindo do banco! Tatum contribuiu com seus 26, e ainda teve Luka Garza, Derrick White e Sam Hauser pontuando em dois dígitos.

    Os números gerais também foram bons: Celtics acertaram 47% dos arremessos de quadra e 40% das bolas de três, contra 39% e 36% dos Hawks, respectivamente.

    Olha, sem o Jaylen Brown muita gente achava que seria difícil. Mas o Pritchard mostrou por que é peça fundamental nesse elenco do Celtics. Domingo tem mais, contra o Charlotte Hornets às 20h (horário de Brasília). E aí, acham que o Pritchard mantém esse nível?

  • LeBron e Bronny fazem história: primeira assistência pai-filho da NBA!

    LeBron e Bronny fazem história: primeira assistência pai-filho da NBA!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite no Crypto.com Arena. LeBron James e Bronny James acabaram de criar um momento que vai ficar na história pra sempre: a primeira assistência de pai pra filho na NBA. E olha que eu achava que já tinha visto de tudo nessa liga!

    A jogada aconteceu no segundo quarto do Lakers 116 x 99 Brooklyn Nets. Bronny recebeu a bola, tocou pro papai com 7:54 no cronômetro. O King, sendo o King, atraiu a marcação dupla e devolveu a bola pro filho — que mandou uma bomba de três pontos limpa, sem dó.

    O momento que parou o jogo

    Sinceramente? Quando vi a bola entrando no aro, bateu uma emoção diferente aqui. Não é só basquete, é história da família James sendo escrita em tempo real. O arremesso do Bronny cortou a vantagem do Nets e deixou o jogo 44-42, quebrando uma sequência de 16-4 que Brooklyn tinha emplacado.

    LeBron fechou a partida com 14 pontos, 8 assistências e 6 rebotes em 37 minutos. Bronny jogou apenas 4 minutos, mas fez valer: 3 pontos que incluíram essa tripla histórica. E aí, vocês acham que vamos ver mais momentos assim entre os dois?

    Legado em construção

    Na minha visão, isso vai muito além de estatísticas. Estamos vendo algo que pode nunca mais se repetir na NBA. Um pai de 41 anos ainda dominando a liga, jogando ao lado do filho de 20. É absurdo quando você para pra pensar.

    O mais legal é que não foi forçado, sabe? A jogada saiu naturalmente, dentro do fluxo do jogo. LeBron lendo a defesa, Bronny no lugar certo na hora certa. Basquete puro, família pura.

    Olha, eu não sei quantas oportunidades mais vamos ter de ver os dois juntos em quadra, mas momentos como esse mostram por que o basquete é mágico. História sendo feita diante dos nossos olhos, e nós aqui pra testemunhar tudo.

  • Gui Santos decidindo pro Warriors? Que fase absurda do brasileiro!

    Gui Santos decidindo pro Warriors? Que fase absurda do brasileiro!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite em São Francisco. O Gui Santos simplesmente resolveu ser o cara nos momentos decisivos pro Warriors contra o Wizards, e que jogaço foi esse — 131 a 126 numa partida que teve de tudo.

    Olha, vou ser sincero: quando vi que o Warriors tava há 24 jogos sem o Curry, pensei “vai ser mais uma derrota dolorosa”. Mas não, meu amigo. O time mostrou personalidade, e o Gui? O Gui tá vivendo um momento mágico na carreira.

    Santos nos clutch time, Porzingis dominando

    Os dois lances livres do Gui com 11.4 segundos no relógio foram de gelar a espinha. 27 pontos na partida — segundo jogo seguido com mais de 25. Quarta-feira ele tinha feito 31 contra o Brooklyn, ontem 27. Que sequência absurda!

    E o Porzingis? Monstro. 28 pontos e 8 assistências. O latviano tá mostrando por que os Warriors apostaram nele. Aqueles dois arremessos de 3 no primeiro quarto foram fundamentais pra abrir a vantagem inicial de 38 a 25.

    O Podziemski também merece os créditos — 22 pontos, 10 rebotes e 7 assistências. Double-double completo e ainda roubou a bola no final que praticamente selou a vitória. Que jogador inteligente esse cara é.

    Wizards quase conseguiu a virada

    Não vou mentir, por um momento pensei que o Washington ia conseguir a segunda vitória seguida. Eles chegaram a liderar 111 a 106 faltando 6 minutos e meio, e o Will Riley (rookie de 22 anos) tava jogando muita bola — 22 pontos, 5 rebotes e 5 assistências.

    O Bilal Coulibaly também fez bonito com 21 pontos. Esse time do Wizards tá tentando se recuperar daquela sequência terrível de 16 derrotas seguidas que eles quebraram contra o Jazz na quarta-feira.

    Mas a defesa de Washington falhou na reta final, e foi isso que custou o jogo. Quando você tem chance de bater o Warriors sem o Curry, tem que aproveitar, né?

    E aí, o que vocês acharam da atuação do Gui Santos? Tô começando a acreditar que ele pode ser uma peça importante nesse time mesmo quando o Curry voltar. Terceira vitória seguida dos Warriors — primeira vez em quase dois meses que eles conseguem isso.

  • Bagley sai do banco e salva os Mavericks contra Portland

    Bagley sai do banco e salva os Mavericks contra Portland

    Cara, que alívio pros torcedores de Dallas! Marvin Bagley III simplesmente decidiu que não ia aguentar mais essa sequência ruim dos Mavericks e saiu do banco com tudo ontem à noite. 26 pontos numa performance que quebrou a sequência de 5 derrotas seguidas do time texano.

    Olha, eu não esperava que o Bagley fosse ser o herói da noite, mas o cara entrou inspirado. E não foi só ele não — Cooper Flagg também colaborou com 24 pontos numa dupla que funcionou muito bem. Os Mavs venceram o Portland Trail Blazers por 100-93 e finalmente deram uma respirada.

    A volta por cima que Dallas precisava

    Sinceramente? Era sobre tempo. O time tinha perdido 7 dos últimos 9 jogos fora de casa, incluindo aquela surra de 142-135 pro Denver na quarta-feira. Bagley não só pontuou bem como pegou 9 rebotes, mostrando que pode ser uma peça importante saindo do banco.

    Naji Marshall também fez a sua parte com 19 pontos e 5 roubos de bola — esse cara tem se destacado na defesa ultimamente. E o Cooper Flagg? Além dos 24 pontos, ainda conseguiu 4 roubadas. Quando a defesa funciona, o ataque flui melhor.

    Portland lutou até o fim

    Do lado dos Blazers, Jrue Holiday (23 pontos) e Deni Avdija (20 pontos e 9 rebotes) fizeram de tudo pra manter o time vivo. Holiday ainda empatou o jogo em 92-92 com uma bomba de três faltando 2:25 pro fim — pensei que ia dar overtime.

    Mas aí que os Mavs mostraram personalidade. Partiram pra cima com uma sequência de 8-1 que decidiu tudo. Bagley abriu com uma bandeja e uma enterrada, e depois Marshall e Brandon Williams fecharam a conta na linha do lance livre.

    E olha só que curioso: Donovan Clingan teve uma noite estranha. O gigante pegou 17 rebotes (17!), mas só fez 6 pontos. Às vezes o basquete é assim mesmo.

    Com essa derrota, Portland caiu pra 37-38, voltando a ficar abaixo dos 50% de aproveitamento. O time tinha conseguido voltar ao .500 pela primeira vez em mais de dois meses, mas agora precisa se reerguer rapidamente — principalmente porque já garantiu vaga nos playoffs e tá na 9ª posição do Oeste.

    E aí, vocês acham que essa vitória pode ser o pontapé inicial pra uma recuperação dos Mavericks? O time tem potencial, mas a consistência tem sido o grande problema da temporada.

  • Big Ten domina March Madness com 4 times na Elite 8 – absurdo!

    Big Ten domina March Madness com 4 times na Elite 8 – absurdo!

    Cara, o que aconteceu no Sweet 16 foi simplesmente ABSURDO. A Big Ten colocou quatro times na Elite Eight do March Madness – Michigan, Purdue, Illinois e Iowa. QUATRO! Isso representa metade dos times que sobraram na briga pelo título.

    E olha, podia ter sido ainda mais monstro. Michigan State perdeu por apenas 4 pontos pro UConn (67-63) e quase fez história junto. Imagina cinco times de uma mesma conferência na Elite Eight? Seria recorde absoluto.

    Iowa fazendo história (e me deixando emocionado)

    O que o Iowa tá fazendo é cinema puro, pessoal. Ben McCollum, técnico de primeiro ano, levou os Hawkeyes pra Elite Eight pela primeira vez desde 1987. Trinta e nove anos! E detalhe: o cara só tá na segunda temporada na Divisão I e já ganhou quatro jogos no torneio da NCAA.

    Sinceramente, eu não esperava essa do Iowa quando o torneio começou. Mas é isso aí que é bonito no March Madness – sempre tem aquele time que vem de onde você menos espera e bagunça tudo.

    E não foi moleza não. Eles derrubaram Nebraska (outro time da Big Ten) no Sweet 16. Imagina a pressão? Jogar contra time da própria conferência numa fase eliminatória dessas.

    Os favoritos também mandaram bem

    Três cabeças de chave número 1 confirmaram o favoritismo: Duke, Arizona e Michigan. Arizona foi um SHOW à parte – meteu 109 pontos no Arkansas. Cento e nove! E o mais louco? Acertaram só cinco bolas de três pontos. Foram 64% de aproveitamento nos arremessos de quadra. Tommy Lloyd finalmente passou do Sweet 16 depois de quatro tentativas.

    Duke sofreu mais contra St. John’s, mas teve uma história linda com Caleb Foster. O moleque fraturou o pé há 20 dias, fez cirurgia, e voltou direto pro jogo mais importante da temporada. Saiu do banco e meteu 11 pontos, todos no segundo tempo. O técnico Jon Scheyer chorou na entrevista falando dele.

    Vocês acham que a Big Ten consegue colocar pelo menos um time na Final Four? Com quatro representantes, as chances são boas, mas March Madness é March Madness – nunca sabemos o que esperar.

    Uma coisa é certa: essa conferência provou que foi realmente a mais forte do país nesta temporada. Recorde de 17-5 no torneio até agora. Números que não mentem.

  • Luka pega 16ª técnica e vai ser suspenso — justo na hora da briga pelo MVP

    Luka pega 16ª técnica e vai ser suspenso — justo na hora da briga pelo MVP

    Olha, eu não sei se rio ou choro com essa situação do Luka Doncic. O cara tá numa sequência absurda, brigando de igual pra igual pelo MVP, e vai e pega sua 16ª técnica da temporada. Resultado? Suspenso por um jogo.

    Foi na sexta-feira contra o Brooklyn Nets que rolou a confusão. Luka e o Ziaire Williams se estranharam no terceiro quarto — você sabe como é, aquela empurradinha básica que vira caso de polícia na NBA. O árbitro Sean Wright não pensou duas vezes e deu técnica dupla pros dois.

    Sinceramente, assistindo o replay, dá pra ver que o Luka deu uma empurrada e o Williams revidou passando a mão na cara dele. Nada demais, mas na liga eles não perdoam mesmo.

    A ironia do timing

    O mais engraçado (ou trágico, dependendo do ponto de vista) é que o Luka acabou de ser eleito Jogador da Semana da Conferência Oeste pela segunda vez consecutiva. Os números? Absurdos: 39,5 pontos por jogo com 48% de aproveitamento, 8,1 rebotes e 7,3 assistências nos últimos 11 jogos.

    E aí que tá — os Lakers foram 10-1 nesse período. Dez vitórias em onze jogos! O cara tá carregando o time nas costas e vai ficar de fora justamente agora?

    Lembrando que ele já tinha chegado na 16ª técnica no fim de semana passado, numa discussão com o Goga Bitadze do Magic. Mas aí a NBA anulou aquela técnica depois que os Lakers apelaram. Desta vez, considerando que os árbitros já revisaram a jogada e mantiveram a decisão, é bem difícil que mudem de ideia.

    MVP em risco?

    A questão é: essa suspensão vai afetar a campanha do MVP do Luka? Na minha visão, não deveria. O cara tá fazendo uma temporada monstruosa, e uma técnica boba não pode tirar isso dele.

    Mas vocês sabem como é a liga — eles gostam de criar essas narrativas. “Ah, ele não tem controle emocional”, “não é líder”, essas coisas. Eu acho que é bobagem, mas enfim…

    O fato é que na segunda-feira, quando os Lakers recebem o Washington Wizards, o torcedor vai ter que assistir o jogo sem o seu astro. E olha que é contra um time que tá bem fraquinho na temporada — seria uma oportunidade perfeita pra o Luka continuar somando números na briga pelo prêmio de MVP.

    E aí, pessoal, acham que essa suspensão vai pesar na decisão do MVP? Ou o que o Luka tá fazendo em quadra é forte demais pra ser ignorado?

  • Duke elimina LSU com arremesso incrível no último segundo

    Duke elimina LSU com arremesso incrível no último segundo

    Cara, que final absurdo de jogo! Ashlon Jackson simplesmente decidiu virar heroína e mandou uma bomba de 3 pontos no último segundo para classificar Duke às quartas de final do March Madness feminino. Duke 87 x 85 LSU. Puro drama.

    Olha, eu tava acompanhando esse jogo e quando vi que LSU tinha virado com 9 segundos no relógio, pensei “acabou pro Duke”. Mikaylah Williams tinha acabado de fazer dois lances livres e colocado as Tigers na frente. Aí que a magia aconteceu.

    O arremesso que parou Sacramento

    Com 2.6 segundos restantes, Duke tinha posse de bola. A bola foi pra Ashlon Jackson na lateral, bem na frente do banco do Duke. Ela fingiu pro corpo da Flau’Jae Johnson e — PÁ! — mandou a bomba que bateu na borda do aro, deu aquela voltinha de matar o coração e caiu. Puro cinema.

    Jackson terminou com 21 pontos, mas foram esses 3 finais que vão ficar na memória pra sempre. Duke (27-8) agora enfrenta UCLA nas quartas, e sinceramente? Depois de um final desses, esse time tá com uma confiança absurda.

    LSU fez sua parte, mas não foi suficiente

    As Tigers jogaram pra caramba. MiLaysia Fulwiley foi um monstro com 28 pontos, e Mikaylah Williams colaborou com 22. LSU (29-6) chegou a estar perdendo por 11 pontos no último quarto e conseguiu virar — só não conseguiu segurar.

    O que mais me impressiona é que essa LSU vinha de uma campanha histórica, marcando mais de 100 pontos em 16 jogos na temporada (recorde da NCAA). Kim Mulkey, com aquele terno roxo cheio de paetês que só ela mesmo usa, tentou de tudo no banco, mas não deu.

    Duke, por outro lado, mostrou que aquela derrota pro LSU no começo da temporada foi aprendizado. Desde aquela queda (que deixou eles com 3-6), os Blue Devils ganharam 24 dos últimos 26 jogos. Isso é de outro mundo.

    Taina Mair e Toby Fournier fizeram 22 pontos cada uma pelo Duke. Time equilibrado, time perigoso. E aí, vocês acham que Duke consegue passar de UCLA nas quartas? Vai ser outro jogaço garantido.