Autor: Leandro Amorim

  • Warriors passam em branco nas premiações da NBA pela primeira vez

    Warriors passam em branco nas premiações da NBA pela primeira vez

    Olha, eu não acreditei quando vi essa notícia. Os Warriors — sim, o mesmo time que dominou a NBA por anos — não ganharam NENHUM prêmio individual na temporada regular. Nada. Zero. Primeira vez em mais de uma década que isso acontece.

    É surreal pensar nisso, né? Um time que já teve Curry ganhando MVP consecutivos, Draymond levando Defensor do Ano, Klay fazendo parte do All-NBA… agora passou completamente em branco. Nem All-NBA, nem All-Defensive, nem rookie do ano. Nada mesmo.

    O que sobrou do império

    O único que pelo menos recebeu alguns votos foi o Draymond Green — tanto para o time All-Defensive quanto para Defensor do Ano. Mas cara, nem perto de ser competitivo. Foi mais uma participação simbólica do que qualquer coisa.

    Fora o Draymond? Silêncio total. Nem o Curry, que sempre aparece em alguma lista, conseguiu emplacar desta vez. As lesões pesaram, claro, mas o buraco é mais embaixo. Esse time simplesmente não é mais aquela máquina que a gente conhecia.

    A realidade é dura

    Sinceramente, acho que essa temporada foi o tapa de realidade que os Warriors precisavam. Eles ainda vivem da glória do passado, mas o presente tá mostrando que precisa de uma reformulação urgente.

    Agora eles têm a 11ª escolha no Draft e uma possível flexibilidade salarial. É a chance de ouro para tentar se reerguer. Mas vamos ser honestos: vai ser difícil voltar ao topo do Oeste com essa concorrência absurda.

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem se reinventar ou a era dourada realmente acabou? Porque olhando essa lista de premiações vazia, fica difícil não pensar que o ciclo chegou ao fim.

    Curiosidade: hoje também marca 10 anos daquela performance histórica do Klay no Jogo 6 contra o Thunder em 2016. 41 pontos, 11 bolas de três. Que saudade daqueles tempos, né?

  • NBA muda loteria do draft pra acabar com tanking – e foi quase unânime!

    NBA muda loteria do draft pra acabar com tanking – e foi quase unânime!

    Cara, a NBA finalmente tomou uma atitude que eu tava esperando há anos. Os donos dos times aprovaram uma mudança radical na loteria do draft que vai dificultar — e muito — a vida de quem quer fazer tanking descaradamente.

    A votação foi de 29 a 1, com Memphis sendo o único time a votar contra. Sinceramente? Não sei nem por que o Grizzlies votou contra, mas enfim.

    Como vai funcionar essa nova loteria maluca

    Olha, o negócio ficou bem mais complexo, mas a ideia é genial. Agora vão ser 16 times na loteria (antes eram 14), e os três piores times da temporada vão ter apenas 5,4% de chance de ganhar a primeira pick. Isso mesmo — quem for pior vai ter MENOS chance de ganhar!

    Os times que ficarem entre a 4ª e 10ª pior campanha vão ter 8,1% de chance cada um. Ou seja, quem brigar um pouquinho mas não conseguir os playoffs vai ter mais chance que quem desistir da temporada completamente.

    A lógica é simples: acabar com esse negócio ridículo de time perdendo de propósito que a gente viu demais essa temporada. O Utah Jazz até tomou multa de 500 mil dólares por deixar jogadores titulares no banco no último quarto! Absurdo, né?

    O sistema “3-2-1” que vai mudar tudo

    Eles criaram esse nome “3-2-1 Lottery” porque cada time vai ter entre 1 e 3 bolinhas na loteria. Os perdedores dos jogos 7º vs 8º do play-in ganham 1 bolinha cada. O 9º e 10º colocados ganham 2 bolinhas. E os outros 10 times que ficaram de fora dos playoffs ganham 3 bolinhas — exceto os três piores, que perdem uma bolinha como “punição” pelo tanking.

    Na minha opinião, isso é revolucionário. Finalmente a liga admitiu que tanking é um problema sério e decidiu fazer alguma coisa de verdade sobre isso.

    E tem mais: nenhum time pode ganhar a primeira pick em anos consecutivos, e a NBA agora tem “autoridade disciplinar expandida” pra punir quem fizer tanking. Podem até mudar a posição no draft do time! Ou seja, acabou a farra.

    Era sobre tempo mesmo

    Essa temporada foi ridícula em termos de tanking. Cinco times — Washington (que ganhou a loteria), Indiana, Memphis, Brooklyn e Utah — tiveram aproveitamento abaixo de 18% depois do All-Star break. Dezoito por cento, gente! Nunca tinha acontecido isso na história da liga.

    O Adam Silver prometeu que ia resolver essa situação antes da próxima temporada, e cumpriu a palavra. As novas regras valem pelas próximas três temporadas (até 2029), e depois eles vão votar de novo pra ver se mantém ou muda mais alguma coisa.

    Vocês acham que isso vai realmente acabar com o tanking? Ou os times vão dar um jeito de continuar perdendo de propósito mesmo assim? Eu tô curioso pra ver como vai ser na prática, mas pelo menos a intenção tá certa.

  • NBA muda sistema do Draft e pode furar de vez com o tanking

    NBA muda sistema do Draft e pode furar de vez com o tanking

    Galera, preparem-se porque a NBA finalmente decidiu mexer onde dói: no sistema do Draft Lottery. E olha, era sobre tempo mesmo.

    A Board of Governors da NBA (basicamente os donos dos times) aprovou ontem um sistema completamente novo que vai entrar em vigor no Draft de 2027. Sinceramente? Eu acho que essa mudança era necessária porque a temporada 2025-26 virou uma palhaçada total — time perdendo de propósito pra tentar pegar uma pick alta no draft.

    Como vai funcionar o novo sistema

    A coisa ficou bem mais complexa, mas vou explicar de um jeito que dá pra entender. Agora 16 times vão participar da loteria — todos os que ficaram fora dos playoffs, incluindo os times do play-in.

    Aqui vem a reviravolta: os times que terminam fora do bottom 3, mas que não foram pro play-in, ganham TRÊS bolas na loteria. Os times que ficaram em 9º e 10º no play-in levam duas bolas. Já os 7º e 8º colocados do play-in ganham uma bola cada.

    E os três piores times da temporada regular? Cara, aqui que a NBA pegou pesado — eles só ganham DUAS bolas. Basicamente, se você foi uma porcaria de time, suas chances de pegar a primeira pick são menores do que quem pelo menos tentou jogar basquete de verdade.

    Tem uma proteção ali: esses três piores times não podem ser escolhidos depois da 12ª posição. Mas mesmo assim, é um balde de água fria em quem tava contando com o tanking.

    Outras mudanças anti-tanking

    A NBA não parou por aí. Nenhum time pode pegar duas primeiras picks seguidas. E se você pegar uma pick no top 5, não pode pegar outra nos próximos três anos consecutivos.

    Olha, eu vejo isso e fico pensando: será que vai funcionar mesmo? Porque time ruim às vezes é ruim de verdade, não tá fingindo. Mas pelo menos agora existe incentivo real pra pelo menos TENTAR ganhar alguns jogos no final da temporada.

    O Houston Rockets, por exemplo, tem picks do Phoenix e do Brooklyn pra 2027. Se o Phoenix for pro play-in de novo, são duas chances na loteria. Se o Brooklyn não estiver no bottom 3, são três chances. Isso pode valer muito dinheiro, gente.

    Vai dar certo?

    Na minha opinião, qualquer coisa que tire a vantagem de perder de propósito já é um avanço. A temporada passada foi constrangedora de assistir — times literalmente colocando o pior quinteto possível em quadra nos últimos jogos.

    Agora pelo menos existe incentivo pra chegar no play-in. Uma ou duas bolas na loteria é melhor que zero, né? E se você conseguir sair do bottom 3, suas chances até aumentam.

    A NBA vai revisar tudo isso em 2029 pra ver se tá funcionando. Vocês acham que essa mudança vai acabar mesmo com o tanking ou os times vão achar outro jeito de furar o sistema?

  • Rockets devem renovar com Josh Okogie ou deixar vazar?

    Rockets devem renovar com Josh Okogie ou deixar vazar?

    Olha, vou ser bem direto com vocês: Josh Okogie foi uma das maiores surpresas dos Rockets nesta temporada. O cara assinou um contrato mínimo e simplesmente entregou muito mais do que qualquer um esperava.

    Aos 27 anos, Okogie jogou 78 partidas (32 como titular) e teve médias modestas de 4.5 pontos por jogo. Mas os números não contam a história toda, né? O mano converteu 38.5% das bolas de três — recorde da carreira dele! E defesa? Rapaz, o cara é um pitbull na marcação.

    A surpresa dos playoffs

    O que mais me chamou atenção foi ver Okogie como titular em dois jogos dos playoffs contra os Lakers. Cara, isso não é à toa. O técnico confia no trabalho dele, e sinceramente, eu também confio.

    Eric Pincus, do Bleacher Report, elogiou bastante o jogador: “Okogie é um veterano capaz que defende e arremessa bem de três com baixo volume”. E eu concordo totalmente. Às vezes é isso que um time precisa — alguém que faça o trabalho sujo sem reclamar.

    O dilema financeiro

    Agora vem a parte complicada. Os Rockets provavelmente querem renovar com ele pelo salário mínimo de novo. Só que Okogie teve uma temporada boa demais para aceitar migalhas, né não?

    Outros times contendores podem oferecer algo na faixa de 5-6 milhões por ano (mid-level exception). Considerando que ele ganhou apenas 3.1 milhões nesta temporada, um aumento seria mais que justo.

    Na minha visão, os Rockets deveriam fazer um esforço para manter o cara. Ele encaixa perfeitamente no esquema tático, conhece a casa e já provou seu valor quando importava.

    E aí, galera do Sexto Homem? Vocês acham que vale a pena esticar a corda para manter Okogie em Houston? Ou é melhor deixar ele ir e apostar em outra peça? Eu tô curioso para saber a opinião de vocês!

  • NBA muda Draft Lottery pra combater tanking – mas vai funcionar?

    NBA muda Draft Lottery pra combater tanking – mas vai funcionar?

    Galera, a NBA aprovou umas mudanças bem polêmicas no Draft Lottery que vão começar já na temporada 2026-27. E olha, tô dividido se isso vai resolver o problema do tanking ou se vai piorar tudo.

    A votação foi 29 a 1 — só o Memphis Grizzlies votou contra. Imagino que eles devem ter seus motivos, né?

    As mudanças que vêm por aí

    O negócio ficou conhecido como “3-2-1 lottery” mas na real é meio confuso esse nome. Vou explicar como vai funcionar:

    Os três piores times da liga vão ter apenas 2 bolas cada na loteria — ou seja, menos chances de pegar a primeira pick. Isso mesmo que você leu. Os caras que são ruins de verdade vão ser “punidos” no sorteio.

    Já os times que ficarem entre a 4ª e 10ª pior campanha vão ter 3 bolas cada. E aqui que fica interessante: a loteria vai de 14 pra 16 times, incluindo os perdedores dos jogos 7×8 do Play-In (1 bola cada) e os times 9º e 10º (2 bolas cada).

    Traduzi direito? Um time pode chegar nos playoffs E ainda ter chances na loteria. Meio maluco, não acham?

    Anti-tanking ou mais tanking?

    A ideia da NBA é clara: acabar com o tanking. Ninguém mais pode ganhar a primeira pick em anos consecutivos, e também não rola três top-5 picks seguidas.

    Mas sinceramente? Acho que pode dar tiro no pé. Imaginem um time que tá em 11º ou 12º lugar no fim da temporada. Não seria tentador dar aquela “escorregada” pro 10º lugar pra entrar na loteria? Ou então um time em 3º pior campanha forçar a barra pra chegar no grupo 4º-10º que tem mais bolas?

    Na minha visão, isso pode criar um tanking mais “estratégico” — e talvez até mais feio de se ver.

    E os times ruins de verdade?

    Aqui que me preocupa mais. Times que são ruins por incompetência mesmo (não por tanking) vão ter ainda mais dificuldade pra se reerguer. O draft sempre foi a principal ferramenta pra isso.

    Imaginem se tivesse um Spurs da vida, que foi mal mesmo por azar/lesões, competindo pelas mesmas chances com times que tão tankando de propósito. Justo?

    E aí, galera — vocês acham que essas mudanças vão funcionar ou vão criar mais confusão ainda? Eu tô meio cético, mas vamos ver como vai ser na prática. Uma coisa é certa: as próximas loterias vão ser bem mais interessantes de acompanhar.

  • Mitchell Robinson quebra o dedo e fica fora das Finais indefinidamente

    Mitchell Robinson quebra o dedo e fica fora das Finais indefinidamente

    Olha, se não é azar… Mitchell Robinson, pivô do New York Knicks, quebrou o dedo mindinho da mão direita esta semana e não tem previsão de volta. E pasmem: isso aconteceu bem na véspera das Finais da NBA, que começam na terça-feira.

    O mais bizarro de tudo? Ninguém sabe como diabos ele se machucou. Serio, zero informação sobre como foi. Deve ter sido uma parada boba, daquelas que a gente faz em casa e fica se batendo depois.

    Na hora mais importante do ano

    Cara, o timing não podia ser pior. Robinson seria peça fundamental nas Finais, especialmente pra marcar os pivôs grandes do Oklahoma City Thunder ou San Antonio Spurs – quem quer que avance. O cara é um monstro no rebote ofensivo, pegou média de 4.2 por jogo nesta temporada. Pode parecer pouco, mas quem entende de basquete sabe que isso é coisa de elite.

    E aí, como os Knicks vão se virar sem ele na pintura? Sinceramente, acho que vai doer muito. Robinson não é só rebote – ele intimida, protege o aro, faz o trabalho sujo que não aparece na estatística mas que ganha jogo.

    Histórico complicado com lesões

    Infelizmente, essa não é a primeira vez que Robinson fica de fora em momentos cruciais. O cara tem um histórico bem complicado com lesões ao longo da carreira na NBA. É frustrante pra ele, pro time e pra gente que acompanha.

    Na minha visão, isso muda completamente a dinâmica das Finais. Os Knicks vão ter que improvisar no garrafão e torcer pra que alguém consiga fazer pelo menos metade do que Robinson faria. Vocês acham que dá pra compensar essa ausência? Eu tô bem pessimista, não vou mentir.

    Agora é rezar pra que seja só uma fratura simples e ele volte logo. Mas com as Finais batendo na porta, cada jogo perdido pode ser decisivo pra temporada inteira.

  • NBA aprova nova loteria do Draft pra acabar com o tanking

    NBA aprova nova loteria do Draft pra acabar com o tanking

    Galera, finalmente aconteceu. A NBA aprovou ontem um novo sistema de loteria do Draft que vai mexer MUITO com essa história de tanking. E olha, era sobre tempo mesmo.

    O novo sistema se chama “3-2-1 Lottery” e começa a valer no Draft de 2027. A ideia é simples: acabar com esse negócio de time perder de propósito pra conseguir pick melhor. Sinceramente? Eu tô curioso pra ver se vai funcionar mesmo.

    Como funciona essa nova bagaça

    Ó, a coisa mudou bastante. Agora são 16 times na loteria (antes eram 14) e os três piores da temporada vão ser “rebaixados” no Draft. Ou seja, eles vão ter chances PIORES de pegar picks altos do que outros times que não se classificaram pro play-in.

    E tem mais regra doida: nenhum time pode pegar a primeira pick em anos consecutivos. E se você pegou top-5 em dois drafts seguidos, esquece o terceiro. Os Grizzlies já sentiram isso na pele – eles não podem usar o pick que pegaram do Utah (que veio na troca do Jaren Jackson Jr.) no top-5 porque o Jazz já pegou top-5 nos últimos dois anos.

    Vocês acham que isso vai realmente acabar com o tanking? Eu tenho minhas dúvidas, cara.

    Memphis foi contra e a liga vai meter a mão pesada

    Interessante que o Memphis foi o ÚNICO time que votou contra. Faz sentido, né? Eles que se beneficiaram muito do tanking nos últimos anos. Mas agora a dança é outra.

    A NBA também avisou que vai ter autoridade pra punir time que fizer tanking descarado. Podem reduzir as chances na loteria, modificar posições no draft e meter multa pesada. Adam Silver não tá brincando em serviço.

    Olha, eu entendo a preocupação da liga. Ver time perdendo de propósito é frustrante pra caramba, especialmente pra quem paga ingresso. Mas será que essa mudança não vai criar outros problemas? Times medianos podem ficar presos no limbo – ruins demais pra playoffs, bons demais pra rebuild decente.

    O que vocês acham? Essa nova loteria vai resolver mesmo ou só vai complicar mais as coisas? Comentem aí embaixo!

  • NBA aprova novas regras anti-tanking que mudam tudo no Draft

    NBA aprova novas regras anti-tanking que mudam tudo no Draft

    Cara, finalmente! O Adam Silver cansou de ver time fazendo corpo mole no final da temporada e a NBA Board of Governors aprovou mudanças que vão mexer com TUDO no sistema do Draft. E olha, eu não esperava que fosse rolar tão cedo assim.

    A nova regra se chama “3-2-1” e sinceramente, é genial. Os três piores times da liga agora vão parar numa “Zona de Rebaixamento” — um nome meio dramático, mas que faz sentido. Esses times vão ter MENOS chances de pegar a primeira escolha geral. Imagina só a cara dos GMs que estavam planejando perder de propósito!

    Como funciona essa nova loucura

    A coisa fica assim: em vez de 14 times na loteria, agora são 16. Todo mundo tem chance de ganhar a primeira pick, mas as probabilidades mudaram completamente.

    Os três piorzinhos da liga ganham apenas duas bolinhas cada um na loteria (mas não caem além da 12ª posição). Os próximos sete times que ficaram de fora dos playoffs pegam três bolinhas. As quatro equipes que brigaram pelo play-in (seeds 9 e 10) ficam com duas bolinhas também. E quem perdeu nos jogos 7×8 do play-in ganha uma bolinha só.

    Meio confuso? Um pouco. Mas a ideia é clara: quanto mais você perde de propósito, menos chance tem de pegar o garoto dos sonhos no Draft.

    Silver não tava brincando quando disse que ia resolver

    Lembra quando o comissário falou em março que ia “consertar isso”? Pois é, o cara levou a sério mesmo. E olha que o problema do tanking já vem de longe — a própria loteria foi criada em 1985 justamente pra combater isso.

    Mas aí que os times começaram a ficar mais espertos (ou cínicos, dependendo do ponto de vista). Jazz levou multa de 500 mil dólares por tirar os titulares no quarto período, Mavericks foram multados em 750 mil por “conduta prejudicial à liga”. Agora não adianta mais só multar — mudaram o sistema todo.

    As novas regras começam na loteria de 2027 e vão até 2029. Depois disso, eles vão avaliar se funcionou ou se precisa mexer de novo. Na minha visão, era hora mesmo — ver time perdendo de propósito no final da temporada é frustrante demais pra quem acompanha.

    E vocês, acham que isso vai funcionar ou os times vão arranjar outra forma de burlar o sistema? Porque se tem uma coisa que aprendi acompanhando a NBA é que sempre tem alguém tentando dar um jeitinho…

  • NBA aprova reforma radical no Draft: adeus tanking!

    NBA aprova reforma radical no Draft: adeus tanking!

    Cara, aconteceu. A NBA finalmente decidiu acabar com essa palhaçada de tanking que vinha rolando há anos. Os donos das franquias votaram 29-1 para aprovar uma reforma completa no sistema de loteria do Draft, e olha só — o único time que votou contra foi o Memphis Grizzlies. Coincidência? Eu acho que não.

    O Adam Silver já vinha falando há tempos que ia fazer alguma coisa sobre essa estratégia nojenta de perder de propósito para ter picks melhores. E agora entregou a bomba: o sistema 3-2-1 vai expandir a loteria de 12 para 16 times e — pasmem — os três piores times da liga vão ter chances MUITO menores de ganhar a primeira escolha.

    As novas regras que vão quebrar tudo

    Preparem-se porque mudou TUDO. Antes, o pior time da liga tinha 14% de chance de pegar a primeira pick. Agora? Apenas 5,4%. E tem 71% de chance de nem entrar no top 5. Isso é absolutamente revolucionário, gente!

    Sabe o que mais me impressiona? Isso vai na contramão de todos os outros esportes americanos. Normalmente, quem é pior pega as melhores escolhas no draft. A NBA disse: “não, chega disso”.

    Na minha opinião, era sobre tempo. Quantas vezes a gente viu times claramente perdendo de propósito nas últimas semanas da temporada? Lembram do que rolou com alguns times nessa temporada? A liga até multou Jazz e Pacers por deixarem jogadores no banco sem motivo aparente.

    Memphis contra e eu entendo o porquê

    O Grizzlies foi o único voto contra, mas olha a malandragem: eles têm uma pick do Utah Jazz que agora vai ser afetada. A nova regra diz que nenhum time pode draftar no top 5 por três anos consecutivos. Ou seja, a pick que eles esperavam pode virar sexta posição ou pior. Imaginem a frustração!

    Sinceramente? Acho que essa mudança vai criar algumas situações malucas. Ainda vão rolar surpresas — lembrem que Dallas ganhou a primeira pick ano passado mesmo estando nos play-ins. Mas pelo menos agora os times vão pensar duas vezes antes de montar aqueles “tanques” descarados.

    O que isso muda para todo mundo

    Para os Lakers (que provavelmente nem vão participar de draft tão cedo), o impacto vai ser nas trocas. Agora você não pode mais proteger picks do 12° ao 15°, o que torna esses ativos ainda mais valiosos.

    Vocês acham que essa reforma vai realmente acabar com o tanking? Ou os times vão encontrar outras formas de “gerenciar” suas temporadas?

    Uma coisa é certa: a NBA mudou para sempre. E eu, como fã, estou aqui para essa mudança. Cansei de ver time perdendo de propósito. Agora é torcer para ver mais competitividade até o final da temporada regular!

  • Draft 2026: Dybantsa em 1º, mas tem brasileiro na briga?

    Draft 2026: Dybantsa em 1º, mas tem brasileiro na briga?

    Galera, chegou a hora da especulação mais gostosa do ano: o mock draft da NBA 2026! Com o prazo de inscrição encerrado, já sabemos quem tá na briga pra virar profissional e quem resolveu ficar mais um ano na faculdade.

    E olha, que classe promissora. AJ Dybantsa do BYU tá sendo cotado como primeira escolha pro Washington Wizards, e cara… faz todo sentido. O moleque foi simplesmente um monstro na NCAA, liderou o país em pontuação e ganhou o prêmio Julius Erving. 35 pontos e 10 rebotes no March Madness? Absurdo.

    O fenômeno Dybantsa pode salvar Washington

    Washington teve o pior ataque da liga essa temporada — segundo pior da NBA, imaginem a situação. Dybantsa seria exatamente o que eles precisam: um cara de 6’9″ que pode criar jogada sozinho e meter pontos de qualquer lugar da quadra. 680 pontos sem assistência na temporada, segundo o CBB Analytics. Isso é coisa de outro planeta.

    O que me impressiona mesmo é como ele fechou a temporada: 28.8 pontos por jogo nas últimas 17 partidas. E aquele jogo de 40 pontos contra o Kansas State? Pura magia. Jogando ao lado do Trae Young e Anthony Davis, o cara pode aprender muito e já chegar chegando.

    Cameron Boozer quer estragar a festa

    Mas ó, não tá fácil pra ninguém não. Cameron Boozer, filho do Carlos Boozer (lembram dele?), tá fazendo barulho em Duke. O moleque foi eleito jogador do ano da ACC e levou o time pro Sweet 16. E tem um detalhe curioso: o pai dele trabalha como scout pro Utah Jazz, que tem a segunda escolha. Coincidência? Eu acho que não.

    Boozer não é aquele cara espetacular que vira meme no Instagram, mas é consistente pra caramba. E convenhamos, consistência na NBA vale ouro. O Jazz tá montando um time interessante depois de trocar pelo Jaren Jackson Jr. e draftar o Ace Bailey.

    Caleb Wilson do North Carolina também tá na briga pelo top 3. Tem GM falando que “todo time” vai colocar ele acima de qualquer outro prospect. O Memphis Grizzlies, que ama uma escolha fora da curva, pode muito bem ir nele.

    E os brasileiros, cadê?

    Uma coisa que me deixa curioso é ver se algum brasileiro vai aparecer nessa primeira rodada. Sempre fico de olho pra ver se surge mais um compatriota pra gente torcer na NBA. Por enquanto, o foco tá todo nos americanos mesmo, mas quem sabe rola uma surpresa?

    Vocês acham que Dybantsa realmente vai em primeiro? Ou Cameron Boozer pode dar a volta por cima? Sinceramente, acho que Washington não tem muito o que pensar — eles precisam de pontos urgente, e Dybantsa é exatamente isso.

    Uma coisa é certa: essa classe de 2026 promete muito. E depois de ver o que alguns calouros fizeram na temporada passada, tô ansioso pra ver como esses moleques vão se adaptar ao basquete profissional. A NBA só fica mais emocionante com sangue novo entrando.