Autor: Leandro Amorim

  • Stephen A. Smith detona colegas da ESPN por duvidar dos Knicks

    Stephen A. Smith detona colegas da ESPN por duvidar dos Knicks

    Gente, o Stephen A. Smith tá pistola. E quando digo pistola, é PISTOLA mesmo. O cara simplesmente detonou meio mundo da ESPN no Twitter porque os colegas de trabalho dele não tão acreditando nos Knicks como ele.

    Olha só o que ele postou: “Tô cheio dessa blasfêmia que tô ouvindo no Get Up do Kendrick Perkins, Monica McNutt, Vince Goodwill, Mike Greenberg e, claro, o diabólico Michael Wilbon. Já querendo dizer pros fãs dos Knicks que a temporada é um sucesso. Eles NÃO são os que sofreram desde 1973. Eles não entendem. Mas vão entender, especialmente no First Take hoje de manhã. É melhor!!!”

    O homem tá convicto de que os Knicks levam tudo

    Sinceramente? Eu entendo a revolta do Stephen A. O cara é fã dos Knicks há décadas, viu esse time passar por cada vexame possível e imaginável. Agora que finalmente chegaram nas Finais da NBA (varreu os Cavaliers, por sinal), os próprios colegas dele já tão querendo baixar a expectativa.

    No First Take de ontem, ele cravou: “Eles vão ganhar o título! É isso que eu tô falando”. Mesmo admitindo que Nova York seria azarão contra qualquer adversário da Conferência Oeste, o homem tá convicto.

    E vocês, acham que ele tá certo em brigar com os colegas? Eu acho que depois de 50 anos de sofrimento, o torcedor dos Knicks tem o direito de sonhar alto mesmo.

    Thunder na frente, mas ainda não acabou

    Enquanto isso, lá no Oeste a coisa tá esquentando. O Oklahoma City Thunder abriu 3-2 contra o San Antonio Spurs nas Finais da Conferência Oeste, ganhando o Jogo 5 por 13 pontos de diferença. Agora volta pra San Antonio pro Jogo 6.

    Os Knicks tão descansando até dia 3 de junho, quando começam as Finais da NBA. Esse tempo de descanso pode ser fundamental – enquanto Thunder e Spurs se matam no Oeste, Nova York tá recuperando as energias.

    A real é que não importa quem venha do Oeste, vai ser uma final épica. Stephen A. Smith já deixou claro que não aceita meio termo: ou é título ou não é nada. E depois de tanto tempo sofrendo, quem pode culpar o cara?

  • McCain vira titular e o Thunder tá a uma vitória das Finals

    McCain vira titular e o Thunder tá a uma vitória das Finals

    Gente, vocês lembram quando o Jared McCain chorou ao saber que ia sair do Philadelphia? Eu lembro perfeitamente. O mlk ficou devastado com o trade, completamente de surpresa. Agora olha só onde ele tá: a UMA vitória de chegar nas Finals da NBA depois da vitória por 127-114 sobre o San Antonio na terça.

    E não é qualquer vitória não. O garoto ganhou sua primeira chance como titular nos playoffs e simplesmente ENTREGOU: 20 pontos com três bolas de 3. O Thunder abriu 3-2 na série das Finais do Oeste e eu tô vendo essa felicidade toda do McCain sendo um diferencial absurdo pro time.

    A energia contagiante que ninguém esperava

    O Isaiah Hartenstein falou uma parada que me marcou demais depois do jogo. Ele disse que nunca viu alguém tão feliz TODOS os dias. “Não consigo ficar bravo olhando pra ele”, foi o que o pivô falou. Cara, isso é muito louco.

    Imagina você chegar no vestiário de um time que é o atual campeão, com toda aquela pressão, e ter um cara que simplesmente não para de sorrir? McCain chega na academia sempre com um sorriso no rosto. Sempre. Isso muda o clima do grupo inteiro.

    Na minha visão, isso é subestimado demais no esporte profissional. A galera foca tanto nos números, nas jogadas, mas esquece que basquete é um jogo mental também. E quando você tem um cara que mantém todo mundo leve… monstro demais.

    Confiança que contagia em quadra

    Mas não é só felicidade não. O McCain tem uma confiança absurda em quadra. Não importa contra quem ele tá jogando — e olha que nas Finals do Oeste ele tá enfrentando os caras mais cascudos da liga.

    E os números falam por si: das três vezes que ele fez 20+ pontos contra o Spurs nessa série, o Thunder ganhou todas. Coincidência? Eu acho que não.

    O técnico Mark Daigneault colocou ele de titular no Jogo 5 porque o Jalen Williams e o Ajay Mitchell estavam fora, mas sinceramente? Depois dessa performance, será que ele não deveria continuar começando jogando?

    “Ele teve aquele surto no terceiro quarto, depois outro no quarto. Força mental incrível”, falou Daigneault. E olha, eu vi o jogo — o cara não tremeu nem um segundo.

    Agora é Jogo 6 na quinta-feira. Uma vitória e o Thunder tá de volta nas Finals. Vocês acham que o McCain vai manter esse nível? Eu tô apostando todas as fichas que sim.

  • Kendrick Perkins explica barraco em jogo do filho: ‘Jogador de 2m deu bodyslam’

    Kendrick Perkins explica barraco em jogo do filho: ‘Jogador de 2m deu bodyslam’

    Cara, quando eu vi esse vídeo do Kendrick Perkins brigando em um torneio AAU, pensei: “lá vamos nós de novo”. Mas depois de ouvir a versão dele no Pat McAfee Show, sinceramente… meio que entendo a revolta do cara.

    O negócio foi assim: o time do Perkins, o Young Perkins Global, tinha acabado de ganhar um jogo acirrado na categoria 17U lá no Trae Young Family Athletic Center, em Oklahoma. Até aí, tudo normal. Aí que a coisa desandou.

    O que realmente aconteceu

    Segundo o próprio Kendrick, depois que o jogo terminou, um jogador do outro time – que ele descreveu como tendo “2 metros de altura e 180 quilos” – simplesmente partiu pra cima de um dos garotos da equipe dele e deu um bodyslam. Bodyslam! Imagina a cena, mano.

    “Depois do jogo, esse cara veio e deu um bodyslam em um dos meus meninos”, explicou Perkins. E olha, se fosse filho meu ou um garoto sob minha responsabilidade, eu também ia pirar. O cara tinha 15 anos de carreira na NBA, sabe como é pancadaria de verdade – se ele ficou pistola, é porque a coisa foi séria mesmo.

    O interessante é que o Kendrick tentou ser o adulto da situação no começo. Ficou sentado, depois se levantou só pra separar os próprios jogadores e tentou conversar com o técnico adversário numa boa: “Pega seus jogadores que eu pego os meus e a gente sai daqui”.

    Quando a bomba explodiu

    Aí que o técnico do outro time vacilou feio. Em vez de colaborar, o cara veio com: “Eu não vou pegar nada. Quem diabos você pensa que é?”

    Irmão, falar isso pro Kendrick Perkins? O cara que enfrentava Shaq, Tim Duncan e toda a elite dos pivôs durante 15 anos na NBA? (risos) Era óbvio que ia dar merda.

    “Quando ele foi grosso comigo de novo, aí eu perdi a paciência. Falei: ‘Com quem você tá falando?’”, contou Kendrick. E pelo vídeo que vazou no TMZ, dava pra ver que precisou de várias pessoas pra segurar o cara.

    Mas aqui tem uma coisa que eu achei massa: depois de todo o estresse, os dois se entenderam. Se cumprimentaram, pediram desculpa um pro outro e seguiram em frente. Isso sim é exemplo pra molecada – mesmo quando rola treta, resolve como homem e acabou.

    Lições de um veterano

    Olha, AAU basketball é tenso pra caramba. Todo mundo sabe disso. Pais e técnicos vivem se estressando porque tá em jogo o futuro dos garotos, bolsas de estudo, sonhos de NBA… A pressão é absurda.

    Mas o Kendrick mostrou uma maturidade interessante ao explicar a situação. Não tentou se passar de vítima nem bancou o machão. Assumiu que perdeu a linha, mas também deixou claro que não ia aceitar violência contra os jogadores da sua organização.

    E vocês, o que acham? Kendrick fez certo em partir pra cima quando viram que um dos garotos dele apanhou? Ou deveria ter deixado quieto e resolvido depois com a organização do torneio?

    No final das contas, a polícia local nem quis saber de processo ou nada. Determinaram que foi só uma discussão acalorada entre adultos que se resolveu ali mesmo. Coisa de basquete, né? A gente conhece.

  • LeBron de volta ao Heat? Windhorst solta a bomba (mas tem pegadinha)

    LeBron de volta ao Heat? Windhorst solta a bomba (mas tem pegadinha)

    Olha, eu não esperava acordar hoje e ver essa especulação maluca, mas aqui estamos nós. Brian Windhorst, o cara que literalmente seguiu LeBron James pela carreira toda, foi no podcast Hoop Collective e jogou uma bomba: Miami Heat como possível destino para o King na free agency.

    Mas calma aí, pessoal. Antes de vocês começarem a sonhar com o return 2.0, tem uma pegadinha do tamanho do American Airlines Arena: LeBron teria que aceitar assinar por salário mínimo.

    A realidade por trás da especulação

    Sinceramente? Por mais que a ideia seja tentadora, isso cheira a conversa de podcast mesmo. LeBron aos 39 anos, vindo de uma temporada onde ainda fez média de 25 pontos, 7 rebotes e 8 assistências, aceitar salário mínimo? Meio difícil de engolir essa.

    O Heat tá numa situação complicada há alguns anos já. Pat Riley tem ficado meio parado nas últimas janelas de transferência, e o time precisa urgentemente de criação de jogadas e tamanho nas alas – exatamente o que LeBron ainda oferece, diga-se de passagem.

    Faz sentido mesmo?

    Por um lado, Miami sempre foi casa pra LeBron. Os caras construíram um dynasty juntos entre 2010-2014, duas finais seguidas, aquele time monstro com Wade e Bosh. A conexão emocional tá lá.

    Mas vamos ser realistas: mesmo com LeBron, esse Heat atual seria candidato real no Leste? Difícil. Boston, Philadelphia, Milwaukee continuariam na frente no papel. E o King não é mais aquele cara que carrega time sozinho – não dessa forma pelo menos.

    A maioria dos analistas ainda aposta numa possível volta pra Cleveland, que faz mais sentido tanto pelo lado sentimental quanto pelo esportivo. Os Cavs têm uma base jovem interessante e seria uma história linda de final de carreira.

    Minha visão sobre isso

    Olha, eu adoro especulação de offseason tanto quanto qualquer fã de NBA, mas essa aí me parece mais papo de radio mesmo. LeBron ainda tá jogando em alto nível, acabou de fazer uma Olimpíada absurda, e vai aceitar salário mínimo? Duvido muito.

    Agora, se por algum milagre isso rolar, vocês conseguem imaginar o clima? O cara que trouxe dois títulos pra Miami voltando na reta final da carreira? Seria épico, não vou mentir.

    E aí, galera do Heat, vocês topariam essa volta mesmo sabendo que provavelmente não seria suficiente pra brigar pelo título? Ou preferem que o Riley finalmente mexa no time de outras formas?

  • Miller explica previsão polêmica: Knicks favoritos nas Finais

    Miller explica previsão polêmica: Knicks favoritos nas Finais

    Gente, quando eu vi o Reggie Miller falando que os Knicks vão ser favoritos nas Finais da NBA, quase cuspi meu café. Sério. O cara que passou a carreira inteira destruindo Nova York agora tá puxando o saco deles? Que loucura é essa?

    Acontece que o Miller teve que esclarecer os comentários dele depois da repercussão. No programa “Pardon the Interruption” da ESPN, ele explicou que não estava falando de odds de apostas — porque aí os Knicks realmente não são favoritos contra Spurs ou Thunder.

    O que Miller realmente quis dizer

    “Eles não vão ser os favoritos nas apostas”, disse Miller. “Obviamente, isso vai ser dos Spurs ou Thunder. Mas o sentimento das pessoas, eu acho, está com os Knicks porque faz uma eternidade que eles não chegam nas Finais.”

    E olha, faz sentido. Nova York não vai pras Finais desde 1999 — eu nem tinha nascido direito! (Mentira, mas vocês entenderam.) É tipo ver o Vasco na final da Libertadores, sabe? Todo mundo fica meio emotivo.

    Mas não é só sentimentalismo não. O Miller destacou como os Knicks estão conectadíssimos nos dois lados da quadra. Onze vitórias seguidas nos playoffs, cara. Onze! Isso não é moleza não.

    O maior vilão de NY agora é torcedor?

    Sinceramente, ainda tô processando isso. Miller virou lenda justamente por ser o pesadelo dos Knicks nos anos 90. O cara fazia aquele gestinho de “choke” pra torcida, metia arremesso na cara dura no Garden… era o inimigo público número 1.

    E agora tá aqui elogiando o time? Tá falando que eles merecem chegar na Final? Que plot twist absurdo.

    “Ódio é uma palavra muito forte”, disse ele quando perguntaram se odiava os Knicks. “Eu amo os jogadores. Amo a organização. É a torcida às vezes que me faz coçar a cabeça.”

    Ah, Miller… sempre diplomático quando convém, né?

    E agora, quem vocês acham que leva?

    Pelas odds do FanDuel, os Knicks entram como azarões: 4.5 pontos contra os Spurs, 6.5 contra o Thunder. No papel, faz sentido — tanto Spurs quanto Thunder têm elencos mais balanceados, mais profundos.

    Mas futebol… ops, basquete não se joga no papel. E essa sequência dos Knicks tá assustadora. Quando um time tá “no flow” assim, conectado como o Miller falou, pode acontecer qualquer coisa.

    O que vocês acham? Os Knicks conseguem quebrar essa seca histórica ou vão parar na primeira pedrada das Finais? Eu tô curioso pra ver se o Miller vai estar torcendo mesmo pros caras que ele atormentou a vida toda…

    Sábado a gente descobre quem vai ser o adversário deles. E aí vai ser o show.

  • Caruso virou o Robin perfeito do SGA quando o Thunder mais precisava

    Caruso virou o Robin perfeito do SGA quando o Thunder mais precisava

    Cara, tem jogador que simplesmente nasce pra brilhar nos momentos decisivos. E o Alex Caruso? Meu amigo, esse cara tá sendo absolutamente MONSTRO nesta final de Conferência Oeste entre Thunder e Spurs.

    Olha, eu sempre soube que Caruso era bom — afinal, o cara já tem anel de campeão. Mas o que ele tá fazendo nessa série contra San Antonio é de outro mundo. Enquanto todo mundo esperava que fosse só o show do Shai Gilgeous-Alexander contra o Wembanyama, quem tá roubando a cena é justamente o veterano de 32 anos saindo do banco.

    O Robin que o Batman precisava

    No jogo 5, com o Thunder precisando reagir depois de tomar uma surra de 103-82 fora de casa, adivinhem quem apareceu? Caruso entrou lesionado (torceu o tornozelo, mas nem ligou), jogou 28 minutos e meteu 22 pontos. Vinte e dois! Acertou 4 de 8 do perímetro e foi perfeito da linha do lance livre: 8/8.

    E não foi só isso, não. O cara ainda distribuiu 6 assistências e roubou 3 bolas. Sinceramente, eu não esperava que ele conseguisse manter esse nível depois de praticamente não jogar no jogo 4. Mas é isso aí — veterano raiz não some quando a coisa aperta.

    O mais impressionante? Isso não é novidade pra ele. Na final do ano passado contra os Pacers, Caruso fez a mesma coisa: sempre que o Thunder perdia um jogo, ele aparecia no seguinte com 20+ pontos. É como se o cara tivesse um sensor interno pra saber exatamente quando o time precisa dele.

    Números de MVP da série

    Vamos aos fatos: em cinco jogos contra os Spurs, Caruso tá com médias absurdas saindo do banco. 17 pontos por jogo, acertando 56.8% dos arremessos gerais e — segurem-se — 58.1% das bolas de três. Isso mesmo, quase 60% do perímetro!

    Pra vocês terem noção do salto que ele deu: na temporada regular, o cara acertava só 29.3% de três. Nos playoffs? 47.7%. É um aumento de mais de 18 pontos percentuais. Quando as luzes ficam mais fortes, Caruso vira outro jogador.

    E aí que vem o recorde histórico: com as 4 bolas de três do jogo 5, ele chegou a 18 cestas do perímetro saindo do banco nesta série. Isso é RECORDE da NBA para mais bolas de três acertadas por um reserva em uma única série de final de conferência. Recorde, galera!

    O timing não poderia ser melhor. Com Jalen Williams machucado (problema no posterior) e Ajay Mitchell também no departamento médico, alguém precisava dar suporte pro SGA. E olha que o Shai tá fazendo a parte dele — mas mesmo o Batman precisa do Robin às vezes.

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível nos próximos jogos? Porque se conseguir, esse Thunder pode muito bem estar indo pra mais uma final da NBA. E com Caruso jogando assim, quem tem coragem de apostar contra eles?

  • LeBron quer que Lakers venham atrás dele com plano concreto

    LeBron quer que Lakers venham atrás dele com plano concreto

    Olha, se você achava que o LeBron aos 39 anos ia ficar desesperado atrás de contrato, se enganou bonito. O Rei está jogando o jogo da paciência e colocando a bola no campo dos Lakers.

    Brian Windhorst soltou uma informação que mudou totalmente como eu enxergo essa novela toda. Segundo o jornalista, o LeBron não vai bater na porta dos Lakers pedindo renovação. Pelo contrário – ele quer que LA venha até ele com um plano na mão.

    O jogo de xadrez do Rei

    “LeBron tem que resolver seu futuro com os Lakers primeiro, antes de qualquer outra coisa acontecer”, disse Windhorst no podcast. “Pelo que me contaram, o lado do LeBron está esperando os Lakers virem até o LeBron. Eles não vão chegar nos Lakers e dizer ‘gostaríamos de uma extensão de contrato, por favor’.”

    Cara, isso é jogada de mestre. LeBron sabe que tem o poder nas mãos mesmo aos 39 anos. E olha só que interessante: se os Lakers oferecerem menos que o máximo, ele quer saber exatamente onde vão gastar a grana que sobrar. Não é só aceitar qualquer migalha, né?

    Na minha visão, isso mostra que o cara ainda pensa grande. Quer título, não quer só aposentadoria dourada.

    As outras opções no radar

    Se rolar separação com LA, Windhorst falou que um sign-and-trade seria o melhor cenário financeiro pro LeBron. Cavaliers, Warriors e Heat aparecem como candidatos a oferecer pelo menos o salário mínimo.

    Sinceramente? Eu não consigo imaginar o LeBron jogando por salário mínimo. O cara que sempre foi o jogador mais bem pago da liga aceitar isso seria surreal. Mas quem sabe, né? Se for pra jogar com o Curry ou voltar pra Cleveland…

    E aí, vocês acham que os Lakers vão chegar com uma proposta que convença o Rei? Ou será que vamos ver mais uma mudança histórica na carreira dele?

    Uma coisa é certa: 2025 vai ser um ano interessante pra acompanhar. LeBron aos 40 ainda movimentando o mercado todo é simplesmente absurdo.

  • Hawks blindam Onsi Saleh após temporada monstruosa como GM

    Hawks blindam Onsi Saleh após temporada monstruosa como GM

    Cara, os Hawks acertaram em cheio ao segurar o Onsi Saleh. O cara simplesmente teve uma temporada absurda como GM e agora ganhou não só uma extensão de contrato, mas também uma promoção para Presidente de Operações de Basquete. Sinceramente? Era o mínimo que o Atlanta podia fazer.

    Saleh ficou em segundo lugar na disputa de Executivo do Ano da NBA — e olha que a concorrência foi pesada. O maluco chegou em Atlanta no ano passado vindo de passagens por Golden State e San Antonio, duas organizações que sabem muito bem o que estão fazendo.

    As jogadas que mudaram tudo

    Vamos falar das trocas que fizeram a diferença? O cara trouxe o Dyson Daniels do New Orleans Pelicans numa negociação que parecia ok na época, mas que se revelou genial — Daniels ganhou o prêmio de Jogador que Mais Evoluiu da temporada. Monstro!

    Mas não para por aí. Saleh ainda pescou o Nickeil Alexander-Walker na agência livre (que também ganhou o prêmio de Most Improved Player), renovou com o Jalen Johnson num contrato que é praticamente um roubo para Atlanta, e — prepara o coração — orquestrou a troca do Trae Young que virou completamente o rumo da temporada dos Hawks.

    Na minha visão, essa troca do Trae foi o momento decisivo. O time tava patinando, sem direção, e do nada virou uma máquina de vencer jogos.

    Playoffs que mostraram o potencial

    Olha, os Hawks tomaram uma surra histórica no jogo 6 da primeira rodada dos playoffs — isso ninguém pode negar. Mas aqui vai um dado que poucos perceberam: eles foram o ÚNICO time que conseguiu tirar nem que fosse um jogo dos Knicks no side leste. Na verdade, tiraram dois!

    Isso fala muito sobre o trabalho que o Saleh fez montando esse elenco. Com pouca experiência em playoffs, o grupo mostrou que tem potencial pra incomodar muito mais gente na próxima temporada.

    E o melhor de tudo? Atlanta tem flexibilidade financeira neste verão para continuar mexendo no time. Com Saleh agora tendo ainda mais poder de decisão, vocês acham que ele consegue dar o próximo passo e montar um time de verdade para brigar pelo título?

    Eu tô otimista, não vou mentir. O cara mostrou que sabe identificar talento e fazer negócios inteligentes. Agora é aguardar pra ver o que ele vai aprontar nesta offseason.

  • Stephen A. Smith comendo mosca: vídeo antigo dele criticando Brunson volta a bombar

    Stephen A. Smith comendo mosca: vídeo antigo dele criticando Brunson volta a bombar

    Cara, tem coisa mais gostosa na vida do que ver alguém tendo que engolir as próprias palavras? O Stephen A. Smith, que é fanático assumido dos Knicks, tá passando por isso agora que o Jalen Brunson levou Nova York pras Finals pela primeira vez desde 1999.

    Um vídeo de 2022 ressurgiu nas redes mostrando o Stephen A. completamente pistola com a contratação do Brunson. “Eu tô cansado, pessoal… Os Knicks tão agindo como se ele fosse o KD… Jalen Brunson NÃO É A RESPOSTA”, esbravejou na época.

    O que mudou desde então? Tudo.

    Brunson simplesmente virou o jogo em Nova York de uma forma que ninguém — nem mesmo eu, assumo — esperava. Desde que chegou como agente livre em 2023, o cara fez os Knicks virarem uma máquina de vencer. Onze vitórias seguidas rumo às Finals. Onze!

    E olha, na época da crítica do Stephen A., dava pra entender a preocupação. Brunson era um jogador em ascensão no Dallas, mas assumir o protagonismo nos Knicks? Em Nova York? Com toda aquela pressão? Era uma incógnita gigantesca mesmo.

    Mas o maluco fez uma carreira inteira provando que todo mundo tava errado. Desde os playoffs de 2023, os Knicks chegaram duas vezes na segunda rodada, duas nas finais de conferência, e agora… bom, vocês sabem onde eles tão.

    Stephen A. deve estar nas nuvens (e morrendo de vergonha)

    Sinceramente? O Stephen A. deve estar feliz demais pra se importar com a própria gafe. Depois de décadas vendo os Knicks sendo piada na liga, ter o time nas Finals deve valer qualquer constrangimento.

    E aí, quem aí também duvidou do Brunson no começo? Porque eu confesso que fiquei com o pé atrás quando saiu do Dallas. O cara provou que tamanho não é documento — 1,85m de pura raça e inteligência de jogo.

    Agora é torcer pra ele fechar o trabalho nas Finals. Seria a coroação perfeita de uma jornada que começou com todo mundo (incluindo analistas famosos) apostando contra.

  • Chet manda McCain atirar mais: ‘Atira 19 vezes? Muito bem!’

    Chet manda McCain atirar mais: ‘Atira 19 vezes? Muito bem!’

    Gente, eu tô impressionado com o que rolou no Thunder ontem. O Chet Holmgren basicamente mandou o Jared McCain meter bala sem dó — e olha que não é qualquer dia que você vê um veterano incentivando um pivô a arremessar 19 vezes numa partida de playoffs.

    Mas vamos com calma. McCain chegou no Oklahoma City vindo do Philadelphia 76ers no trade deadline, né? E cara, que impacto. O garoto teve sua primeira titularidade nos playoffs no Jogo 5 contra o San Antonio Spurs e simplesmente entregou tudo: 20 pontos, sendo o terceiro maior pontuador do time atrás do Shai (33 pontos).

    A reação do Chet foi absurda

    Depois da vitória por 127-114, um repórter perguntou pro Chet quantos arremessos o McCain tinha tentado. A resposta? Pura magia:

    “19? Muito bem, garoto!” — disse o Chet, com aquele sorrisão.

    E continuou: “Acho muito impressionante. Ele é alguém que trabalha extremamente duro e confia no próprio trabalho. E eu também acho que está quase nos genes dele. É assim que ele processa o jogo. Ele entende qual é o trabalho dele. Quando está em quadra, vai voar e jogar com muita intensidade, mas ele entende que seu forte é colocar pontos no placar.”

    Cara, 7/19 nos arremessos não é uma porcentagem espetacular, mas o contexto importa. O garoto não perdeu a confiança nem quando começou devagar no primeiro tempo. Terminou com 3 bolas de três e ainda distribuiu 3 assistências.

    Isaiah Hartenstein falou a real sobre McCain

    Mas a melhor parte veio do Isaiah Hartenstein na coletiva. O cara praticamente se derreteu falando sobre o McCain — e olha que não é fácil conquistar um vestiário da NBA assim, de cara.

    “Acho que ele é um ser humano especial”, disse o Hartenstein. “Nunca vi alguém tão feliz todos os dias. Ele traz algo pro vestiário. Não consigo ficar bravo olhando pra ele. Chega no treino sempre sorrindo. Você simplesmente não consegue ficar chateado.”

    E continuou: “Em quadra, ele é incrível sendo confiante. Não importa contra quem está jogando. É extremamente confiante em si mesmo, e acho que isso nos dá mais confiança também.”

    Sinceramente? Isso me lembra muito o que víamos com alguns brasileiros na NBA — aquela energia positiva que contagia todo mundo. O McCain pode não ser brasileiro, mas tem essa vibe de cara que chega e já vira família.

    E aí, vocês acham que o Thunder consegue fechar a série no Jogo 6? Com o McCain jogando desse jeito e o Chet incentivando ele a meter o pé na porta, eu tô achando que vai dar Thunder nas Finais. Que temporada maluca, hein?