Autor: Leandro Amorim

  • LeBron pode demorar até agosto pra decidir o futuro – relaxa, Rei!

    LeBron pode demorar até agosto pra decidir o futuro – relaxa, Rei!

    Olha, eu sei que todo mundo tá ansioso pra saber onde o LeBron vai jogar ano que vem, mas o cara tá de boa. No último episódio do podcast “Mind the Game” dele com o Steve Nash, o Rei falou que pode rolar de ele só decidir o futuro lá pra julho, “talvez até agosto”.

    “Tô ainda no momento de curtir meu tempo”, disse LeBron. “Nem pensei muito nisso ainda. Óbvio que entendo que sou agente livre e posso controlar meu destino… mas tipo, nem cheguei nesse ponto ainda. Nem tirei as férias em família ainda, que vai rolar depois do Memorial Day. Isso que tá na frente da minha mente agora.”

    Mas a liga não consegue relaxar

    Enquanto o LeBron tá de boa curtindo o pós-temporada, o resto da NBA tá surtando. E olha, eu entendo – estamos falando do cara que pode definir o rumo de várias franquias com uma decisão só.

    Mas sinceramente? Acho que ele não vai conseguir esperar tanto assim. A realidade é que a free agency não é mais como em 2010, quando ele fez aquela famosa “Decision” em julho. Hoje em dia, 2/3 dos acordos já rolam antes mesmo da free agency abrir oficialmente no dia 1º de julho. Quando a Summer League começar (9 de julho), todos os peões grandes já vão ter caído.

    O preço da grandeza

    A questão que mais me intriga é: quanto o LeBron tá disposto a abrir mão financeiramente? Porque olha só a situação – ele ganhou 56,2 milhões de dólares na temporada passada. Agora, se quiser ir pra Cleveland, Golden State, New York ou Denver, tá olhando pra um salário mínimo veterano de 3,9 milhões.

    É uma diferença absurda. Claro que os Lakers podem oferecer algo entre 25-30 milhões por um ano, mas aí entra a questão: será que LA consegue montar um time competitivo? Depois de ver de perto como eles ficaram longe do Thunder (e olha que o Luka nem jogou naquela série), será que vale a pena?

    Na minha opinião, se ganhar outro anel é realmente a prioridade máxima, ele precisa aceitar ser o terceiro melhor jogador do time. E tudo bem – ele já mostrou em março que consegue brilhar nesse papel pelos Lakers.

    Vocês acham que ele realmente vai conseguir esperar até agosto? Eu duvido. O mercado não para por ninguém, nem mesmo pelo Rei. Mas hey, depois de 23 temporadas na NBA, acho que ele merece curtir umas férias em família antes de decidir onde vai tentar a 24ª temporada da carreira mais impressionante que já vi.

  • Cinco nomes na mira dos Mavs: quem vai substituir Jason Kidd?

    Cinco nomes na mira dos Mavs: quem vai substituir Jason Kidd?

    Galera, desde que o Jason Kidd foi mandado embora, o povo do Dallas tá especulando quem vai assumir o comando. E com o Masai Ujiri à frente das decisões, pode rolar uma surpresa danada — vocês sabem como ele gosta de mexer no vespeiro.

    O Christian Clark, do The Athletic, trouxe cinco nomes que estão circulando pelos bastidores. Alguns óbvios, outros que vão fazer todo mundo cair pra trás. Vamos nessa?

    Sean Sweeney: o favorito da torcida

    O primeiro nome que todo mundo já tava esperando é o Sean Sweeney. Cara, esse aí foi assistente do próprio Kidd de 2021 a 2024, e era basicamente o cérebro por trás daquelas defesas monstruosas que levaram Dallas longe nos playoffs.

    Segundo o Clark, não é questão de “se” o Sweeney vai virar técnico principal, mas “quando”. Bulls e Magic já tão de olho nele também. O maluco tem aquela pegada tática que a gente não via desde os tempos do Rick Carlisle. Sinceramente? Seria uma contratação segura.

    Nomes que podem surpreender

    O Micah Nori, assistente dos Timberwolves há cinco anos, é outro cotado. O cara até teve uma passagem relâmpago como técnico principal quando o Chris Finch se machucou em 2024 — justamente na série contra Dallas. Irônico, né?

    Agora o Tiago Splitter… essa me pegou desprevenido! O brasileiro assumiu o Portland meio na correria por causa do escândalo do Chauncey Billups, mas se saiu bem demais. Levou os Blazers pros playoffs e tudo. E tem conexão com a organização através do novo GM Mike Schmitz.

    Mas ó, os dois nomes mais malucos da lista vão fazer vocês caírem da cadeira.

    As apostas mais ousadas

    Jon Scheyer, técnico de Duke. Sim, aquele mesmo que treinou o Dereck Lively II e agora comanda o Cooper Flagg. O cara tem um cartel absurdo no college (125-24 em quatro anos), mas nunca ganhou um título nacional.

    Se os Mavs querem mesmo apostar todas as fichas no Flagg, faz todo sentido trazer quem conhece o garoto melhor que ninguém. Seria uma jogada arriscada, mas potencialmente genial.

    E agora preparem-se: Dawn Staley. Isso mesmo, a lendária técnica de South Carolina que domina o basquete feminino universitário desde 2008.

    A mulher já foi entrevistada pelos Knicks ano passado e disse que “teria que aceitar” se fosse chamada. Com o Ujiri comandando as contratações, nada é impossível — e seria revolucionário ver a primeira mulher técnica principal da NBA.

    E aí, qual de vocês acham que tem mais cara de Dallas? Eu tô curioso pra ver se o Ujiri vai mesmo de Splitter (seria massa ter um brasileiro por lá) ou se vai surpreender geral com a Dawn Staley.

  • NBA vai mudar o Draft? Nova proposta tem regra que pega os Wizards

    NBA vai mudar o Draft? Nova proposta tem regra que pega os Wizards

    Galera, saiu uma bomba sobre uma possível mudança no Draft da NBA que pode bagunçar tudo a partir de 2027. A liga mandou uma nova proposta pros donos de times votarem no dia 28 de maio, e cara… se passar, vai ser uma revolução no sistema que conhecemos.

    A proposta “3-2-1” mantém basicamente tudo que já tinha sido vazado antes, mas agora ficou claro um detalhe que tava meio nebuloso. Olha só como ficaria:

    Como funcionaria o novo sistema

    Seriam 37 bolinhas distribuídas entre 16 times. Os três piores ganham duas bolinhas cada (5,4% de chance), do 4º ao 10º colocado ficam com três bolinhas (8,1%), as duas equipes que perderem no play-in ganham duas, e quem perder o jogo entre 7º e 8º fica só com uma bolinha (2,7%).

    Mas aqui vem a parte mais interessante — e polêmica. Nenhum time pode pegar a primeira pick em dois anos seguidos, nem ficar no top 5 por três anos consecutivos. E adivinha? Eles vão olhar pra trás, começando pelo Draft de 2025!

    Isso significa que se essa regra passar, o Washington Wizards — que acabou de ganhar a loteria de 2026 — não pode mais pegar a primeira escolha em 2027. Mesmo que troquem a pick, ela continua “contaminada” com essa restrição.

    Por que isso é genial (e controverso)

    Sinceramente? Eu acho essa jogada da NBA bem esperta. Eles tão fechando uma brecha que os times espertos iam explorar rapidinho. Imagina só: time tá chegando no limite de picks consecutivas no topo, aí troca a pick pra outro time que não tem essa restrição. Problema resolvido, né?

    Não mais. A “maldição” gruda na pick original, não importa quem fique com ela no final. É tipo aqueles filmes de terror onde você não consegue se livrar da assombração só passando ela pra frente.

    E tem mais: o Adam Silver vai ter mais poder pra punir times que façam tanking descarado, podendo mexer nas odds da loteria ou até mudar onde um time vai draftar. Olha, eu não sei vocês, mas isso me cheira a uma liga cansada de ver times perdendo de propósito.

    O que muda na prática

    Se essa regra passar — e parece que tem chance boa — vamos ver menos times fazendo aquela temporada horrorosa de propósito. Afinal, qual o sentido de tankar se você pode não conseguir a recompensa no ano seguinte?

    Os Wizards são o exemplo perfeito. Eles tiveram uma temporada desastrosa, ganharam a loteria, e agora podem ficar de fora da primeira pick em 2027. É quase como se a liga tivesse falado: “Tá, vocês ganharam dessa vez, mas não vai rolar de novo tão cedo.”

    Pessoalmente, eu tô curioso pra ver como isso vai afetar as estratégias dos GMs. Trocar picks vai ficar mais complicado, e times ruins vão ter que pensar duas vezes antes de abraçar completamente o tanking.

    E aí, vocês acham que essa mudança é boa pro basquete? Ou a NBA tá mexendo demais numa fórmula que já funcionava?

  • Knicks demolindo todo mundo: ‘São um poste de luz pra bêbado’

    Knicks demolindo todo mundo: ‘São um poste de luz pra bêbado’

    Cara, chegamos num ponto que os Knicks literalmente só pisam na quadra, ficam andando um pouco por aí, fazem um esforço meio porco e ganham de 20 pontos. É surreal o que esse time tá fazendo.

    Nova York e a torcida completamente doida dos Knicks seguem para Ohio para, potencialmente, os dois últimos jogos das Finais da Conferência Leste… e o que vem depois disso (que a gente nem quer falar alto pra não dar azar).

    Josh Hart mostrou quem manda

    O cara foi MONSTRO no Jogo 2. Mike Brown não conseguia parar de elogiar o Hart depois da vitória:

    “É simplesmente quem o Josh é. Ele é um jogador nato. Sabia o que precisava fazer em termos de ajustes para ser efetivo, não só pra ele mas pro time todo.”

    E olha, 26 pontos, 7 assistências e apenas 1 turnover. Sinceramente? Depois de ser bancado no Jogo 1, o Hart voltou com sede de vingança. Brown até comparou ele com Andre Iguodala – e quem acompanhou aquele Warriors campeão sabe que isso não é pouca coisa.

    “Eles são jogadores diferentes, mas similares. Andre é durão também, faz mil coisas que não aparecem na estatística. É a mesma coisa com o Josh”, explicou Brown.

    A fórmula secreta dos Knicks

    Na minha opinião, o que mais impressiona nesse time é como eles encontraram uma química absurda. Brown falou algo que me chamou atenção: “Com Josh e Andre, toda essa merda de X’s e O’s deveria ser jogada pela janela, porque esses caras são vencedores.”

    É isso aí. Às vezes você tem que confiar no talento puro, no instinto do jogador. E o Hart tá mostrando exatamente isso – conexão pura com o jogo.

    José Alvarado também tá sendo fundamental saindo do banco. Brown destacou como ele levanta o time inteiro mesmo quando tá na reserva: “Ele tá sempre presente, sempre falando positivo, mostrando pros mais novos que dá pra impactar o jogo só de estar ali.”

    Brunson fazendo escola

    E o Jalen Brunson? Cara, o técnico falou algo que resume tudo: “Como candidato a MVP, o trabalho do Jalen é facilitar o jogo pros companheiros, e é exatamente isso que ele fez.”

    Os Cavs tentaram de tudo – marcação dupla, pressão, mudança de esquema. Nada funcionou. Quando mandavam dois caras no Brunson, ele distribuía. Quando deixavam ele 1×1, ele resolvia sozinho.

    Vocês acham que esse time consegue fechar a série em Cleveland? Eu tô tentando não me empolgar demais, mas porra… eles tão parecendo inevitáveis nessa temporada. É como se fossem “um poste de luz pra bêbado” – sempre ali quando você precisa se apoiar.

    A verdade é que chegamos num ponto onde parece que os Knicks só precisam aparecer pra ganhar. E olha que eu acompanho essa franquia há anos – nunca vi nada parecido com o que tá rolando agora.

  • Bruce Thornton vai ser draftado? Olha, eu tenho minhas dúvidas…

    Bruce Thornton vai ser draftado? Olha, eu tenho minhas dúvidas…

    Cara, o NBA Combine acabou e agora é aquela ansiedade louca até o Draft de 2026, que tá chegando aí em junho. E tem um nome que tá mexendo com a cabeça de todo mundo: Bruce Thornton, armador do Ohio State que pode se tornar o primeiro Buckeye draftado desde Brice Sensabaugh em 2023.

    Sinceramente? Eu tô dividido nessa.

    As chances reais do Bruce

    O garoto tá sendo cotado como uma escolha do meio pro final da segunda rodada — ou seja, aquela zona onde você provavelmente vai parar no G-League de qualquer jeito, mas pelo menos com um contrato two-way na mão. E olha, não vou mentir: depois de ver tantos jogadores de Ohio State que eu achava que iam ser draftados ficando de fora (Duane Washington, Kaleb Wesson), eu aprendi a não criar expectativa demais.

    O problema do Bruce — e isso é cruel mas é realidade — são coisas que ele simplesmente não pode mudar. O cara mede exatos 1,83m e pesa 102kg. Pra um armador da NBA, isso é… complicado. Muito complicado. É tipo tentar jogar de pivô com 1,90m, sabe? Dá pra fazer, mas você vai ter que ser MUITO especial em outras coisas.

    E aí que a coisa fica mais tensa: no Combine, ele foi um dos mais lentos no teste de agilidade. 11,55 segundos, ficando no top 10 dos mais devagar. Pra quem acompanha Ohio State, isso não é surpresa — ele sempre foi mais daquele armador “cerebral”, que pensa cada jogada, do que desses malucos que saem voando na transição.

    Mas peraí… e o lado bom?

    Agora, antes de enterrar o menino, vamos ser justos: o cara ARREMESSA. E arremessou bem no Combine também. Na era atual da NBA, onde todo mundo vive e morre pela linha de 3, isso conta — e muito. Bruce sempre teve aquela pegada de cestinha confiável, e isso pode ser seu diferencial.

    A questão é: será que isso compensa as limitações físicas? Eu fico pensando… quantos armadores “baixinhos” estão se dando bem na NBA hoje? Você tem o Fred VanVleet, tem o Kyle Lowry (já meio aposentado), mas são exceções que confirmam a regra.

    Minha sincera opinião

    Olha, se fosse apostar, eu diria que ele vai undrafted mas acaba assinando com alguém logo depois. Às vezes é até melhor assim — você escolhe o time que te dá mais oportunidade, ao invés de ser a 58ª escolha e ir parar num time que já tem a posição fechada.

    Bruce tem talento, tem QI de jogo e trabalha pra caramba. Não duvido nada que ele se vire pra conseguir uma vaga eventualmente. Mas usar uma pick nele no Draft? Aí acho que os times vão pensar duas vezes.

    E vocês, o que acham? Vale a pena alguém gastar uma escolha com ele, ou é melhor esperar ele ficar livre e negociar direto? Deixa nos comentários aí — tô curioso pra saber a opinião de vocês!

  • Cavs em apuros? Thunder empata série e WNBA esquenta

    Cavs em apuros? Thunder empata série e WNBA esquenta

    Olha, eu não esperava que os Cleveland Cavaliers fossem estar nessa situação complicada contra o New York Knicks nas finais de conferência. 2-0 para os Knicks? Sinceramente, achei que os Cavs teriam mais resistência em casa.

    O Donovan Mitchell tá carregando o piano nas costas, mas basquete é esporte coletivo — e os Knicks estão provando isso. A defesa nova-iorquina tá sufocando as opções de Cleveland, e quando o Mitchell não consegue criar sozinho, a coisa fica feia.

    Thunder mostra que não morreu na praia

    Já no Oeste, que jogaço do Oklahoma City Thunder para empatar a série contra o San Antonio Spurs! 1-1 agora, e eu tô sentindo que essa série vai longe.

    Os caras do Thunder fizeram os ajustes necessários depois daquela pancada no primeiro jogo. Shai Gilgeous-Alexander voltou a ser o monstro que conhecemos, e a defesa coletiva funcionou muito melhor. Os Spurs vão ter que encontrar uma resposta rápida, porque o Thunder pegou confiança.

    E vocês viram como o Chet Holmgren dominou o garrafão no segundo tempo? O cara é um absurdo de talento.

    WNBA também tá pegando fogo

    Mudando de assunto, a temporada da WNBA tá esquentando de verdade. O Indiana Fever com 3-2 tá mostrando que pode incomodar, especialmente com Caitlin Clark ditando o ritmo do jogo.

    Já o Toronto Tempo (3-3) ainda tá se encontrando, mas tem potencial. A liga feminina tá cada vez mais competitiva, e isso é ótimo para o basquete como um todo.

    Sinceramente, acho que quem não tá acompanhando a WNBA tá perdendo jogos incríveis. O nível técnico subiu muito nos últimos anos.

    E aí, pessoal — vocês acham que os Cavs conseguem virar essa série, ou os Knicks vão mesmo para as finais? E no Oeste, quem leva: Thunder ou Spurs?

  • Josh Hart manda a real sobre analytics e viraliza: ‘É poste pra bêbado’

    Josh Hart manda a real sobre analytics e viraliza: ‘É poste pra bêbado’

    Cara, o Josh Hart simplesmente entregou uma das frases mais geniais que já ouvi sobre analytics no basquete. E olha que eu acompanho NBA há anos, mas essa foi de outro planeta.

    Na coletiva após arrasar com os Cavaliers no Jogo 2 das finais do Leste (vitória por 109-93), o cara soltou essa pérola quando perguntaram sobre sua performance não aparecer tanto nas estatísticas: “Analytics são como um poste pra um bêbado. Você pode se apoiar neles, mas eles não te levam pra casa”.

    Mano, o Karl-Anthony Towns tirou os óculos escuros na hora e ficou tipo “que diabos foi isso?”. A reação dele foi impagável — dá pra ver que nem ele esperava uma filosofia dessas do Hart.

    A noite monstro que justificou a filosofia

    E o melhor? Hart falou isso depois de meter 26 pontos (recorde pessoal nos playoffs), com 5 bolas de 3 em 11 tentativas. Lembrando que o cara tava convertendo apenas 26,7% do perímetro nos playoffs antes desse jogo. Cleveland literalmente provocou ele pra arremessar, e Hart fez eles se arrependerem amargamente.

    Mais 7 assistências, 4 rebotes, 2 roubos de bola e apenas 1 turnover. Números que não contam a história toda, mas mostram porque Mike Brown comparou ele com Andre Iguodala — aquele cara que ganhou 4 títulos sendo o “pegador de rebote” do Warriors.

    Jay Wright, o mestre por trás da frase

    Plot twist: Hart revelou que a frase não é dele. É do Jay Wright, técnico que comandou ele, Jalen Brunson e Mikal Bridges na Villanova. Coincidência? Todos esses caras hoje são peças-chave dos Knicks.

    “Mérito do Jay Wright, cara”, disse Hart, dando os créditos ao técnico que os levou ao título universitário em 2016. E sinceramente, faz todo sentido — Wright sempre foi conhecido por formar jogadores inteligentes, que entendem o jogo além dos números.

    A zoação entre Hart e Towns foi épica também. Towns falou que na Kentucky com o Calipari nunca ouviu isso, e Hart mandou na lata: “Você nem foi pra faculdade direito”. Savage.

    Olha, eu entendo analytics, acho úteis, mas Hart tem razão. Às vezes você precisa sentir o jogo, confiar no instinto. E quando o cara fala isso depois de meter 26 pontos numa final de conferência… é difícil discordar, né?

    Os Knicks lideram a série por 2-0. E com essa mentalidade do Hart, acham que Cleveland consegue reagir?

  • White faz história: primeiro Celtic no All-Defensive desde Smart

    White faz história: primeiro Celtic no All-Defensive desde Smart

    Derrick White quase fez história essa temporada — faltaram só dois bloqueios pra ele se tornar o primeiro cara da NBA a fazer pelo menos 200 bolas de três E 100 bloqueios na mesma temporada. Absurdo, né?

    Mas olha, ele não ficou no vácuo não. O armador do Celtics acabou de ser eleito pro All-Defensive First Team da NBA pela primeira vez na carreira. E cara, que merecimento!

    Os números são de outro planeta

    Vou ser sincero: quando vi as estatísticas do White nessa temporada, quase não acreditei. O maluco liderou TODOS os jogadores da NBA com menos de 2,00m em bloqueios — foram 98 no total. Pra vocês terem noção, o segundo colocado (Andrew Wiggins) teve só 69.

    E não para por aí. White foi um dos únicos dois caras da liga (junto com Scottie Barnes) a conseguir pelo menos 80 bloqueios E 80 roubadas de bola na mesma temporada. Isso é coisa de monstro mesmo.

    O mais impressionante? Na defesa no garrafão, ele segurou os adversários em apenas 56,4% de aproveitamento. Entre os não-pivôs, ele foi o MELHOR da NBA inteira nesse quesito. Imagina você sendo um armador de 1,93m e conseguindo intimidar os caras na área igual um pivô?

    Finalmente o reconhecimento que merecia

    White já tinha aparecido no All-Defensive Second Team em 2023 e 2024, mas esse primeiro time é outra história. Ele dividiu a honraria com uma galera pesada: Victor Wembanyama, Chet Holmgren, Ausar Thompson e Rudy Gobert.

    O técnico Joe Mazzulla comentou sobre a evolução do White: “A evolução da defesa dele tem sido incrível. Este ano, ele passou de marcar mais na bola pra impactar mais longe dela — roubadas, bloqueios, recuperações…”

    E olha que dado curioso: White é o primeiro Celtic a entrar no All-Defensive First Team desde Marcus Smart em 2022. Smart, aliás, foi DPOY naquele ano. Será que o White consegue dar esse passo também?

    O contexto que poucos falam

    Na minha opinião, esse reconhecimento vem em boa hora. White teve alguns altos e baixos no ataque essa temporada, mas nunca deixou a defesa cair. E convenhamos, um armador que bloqueia quase 100 bolas por temporada? Isso é raridade pura.

    Os Celtics terminaram como a melhor defesa da NBA, permitindo apenas 107,2 pontos por jogo. Não é coincidência que isso aconteça com White voando pelo garrafão e roubando bola de todo mundo.

    E aí, galera, vocês acham que ele consegue manter esse nível na pós-temporada? Porque uma coisa é fazer isso na temporada regular, outra é sustentar nos playoffs quando todo mundo eleva o nível.

  • Wemby é UNANIMIDADE no All-Defensive First Team da NBA

    Wemby é UNANIMIDADE no All-Defensive First Team da NBA

    Mano, o que esse francês está fazendo não é normal. Victor Wembanyama acabou de ser escolhido UNANIMEMENTE para o All-Defensive First Team da NBA na temporada 2025-26, e cara… quando eu digo unânime, é UNÂNIME mesmo. Todos os 100 votantes colocaram ele no time. Isso é coisa de monstro!

    O Gigante que Mudou a Defesa da NBA

    Sinceramente, eu já esperava que o Wemby fosse escolhido, mas essa unanimidade me surpreendeu positivamente. O cara liderou a liga inteira com 197 tocos (mais de 3 por jogo!), teve 66 roubadas de bola e terminou em segundo lugar no defensive rating com 110.4. Mas o mais absurdo mesmo é esse negócio do “nope” que eles inventaram pra descrever o que ele faz — literalmente os caras chegam perto da área, veem o Wemby ali e desistem do arremesso. É psicológico já!

    Essa é a segunda vez que ele ganha o prêmio (primeira foi no rookie year em 2024). Na temporada passada ele perdeu por pouco — teria feito fácil se não fosse aquele problema de trombose que cortou a temporada dele.

    Spurs com Duas Promessas na Defesa

    E olha que o San Antonio quase teve dois jogadores no time defensivo. Stephon Castle ficou a apenas dois pontos de entrar no segundo time! O garoto teve defensive rating de 112.6 e os Spurs tomaram 4.7 pontos a menos por 100 posses quando ele tava em quadra. Numbers de respeito.

    Vocês sabiam que se o Castle conseguir entrar junto com o Wemby numa próxima temporada, eles seriam a primeira dupla dos Spurs desde 2016-17 (Kawhi Leonard e Danny Green)? E pra fazer os dois no primeiro time, a última vez foi Tim Duncan e Bruce Bowen em 2007-08. Ou seja, estamos falando de companhia ilustre aqui.

    Um Time Defensivo de Qualidade

    O primeiro time ficou completamente maluco: Wemby, Chet Holmgren (que dupla de torres seria essa, hein?), Ausar Thompson, Rudy Gobert (esse cara não cansa de aparecer nesses times) e Derrick White — que inclusive já passou pelos Spurs.

    No segundo time temos Bam Adebayo, Cason Wallace, OG Anunoby, Scottie Barnes e Dyson Daniels. Lista boa também.

    O que mais me impressiona no Wemby é como ele conseguiu fazer esse impacto defensivo sendo tão novo. Com 22 anos, o cara já está redefinindo o que significa ser um defensor de elite na NBA. E o melhor de tudo? Ele ainda tá só começando. Imaginem quando ele pegar mais experiência e físico…

    E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível por mais alguns anos? Porque se conseguir, podemos estar vendo o início de uma era defensiva histórica em San Antonio.

  • Thunder e Spurs empatam na Final do Oeste – Vai dar trabalho!

    Thunder e Spurs empatam na Final do Oeste – Vai dar trabalho!

    Galera, a coisa tá pegando fogo na Final da Conferência Oeste! O Thunder conseguiu empatar a série contra o Spurs depois de uma vitória por 122-113 no jogo 2, e agora voltamos pra San Antonio com tudo em aberto.

    Shai Gilgeous-Alexander, que acabou de ser coroado MVP da temporada regular, simplesmente resolveu o problema depois de um primeiro jogo meio apagado. Carimbou 30 pontos e 9 assistências — um verdadeiro show. E o veterano Alex Caruso saindo do banco pra meter 17 pontos? Monstro demais.

    As lesões que podem mudar tudo

    Mas olha, nem tudo são flores. O Thunder perdeu Jalen Williams logo cedo por causa de uma lesão no posterior que já vinha incomodando. Do outro lado, os Spurs — que já estavam com o elenco reduzido — perderam Dylan Harper com uma contusão na perna no segundo tempo.

    Os dois são dúvida pro jogo de hoje. Sinceramente, essas lesões podem definir quem vai pra Final da NBA. É cruel, mas é a realidade dos playoffs.

    O que esperar do jogo 3?

    Voltando pra casa, o Spurs tem a vantagem do Frost Bank Center lotado. Mas esse Thunder tem uma mentalidade diferente esse ano — desde que o SGA assumiu o protagonismo total, eles jogam com uma confiança absurda.

    Na minha visão, quem conseguir controlar melhor as lesões e ajustar o esquema tático vai levar. O Spurs precisa da energia da torcida, e o Thunder precisa mostrar que pode vencer fora de casa nas situações de pressão.

    E vocês, acham que o Thunder consegue manter esse embalo ou o fator casa vai pesar pro Spurs? Essa série tá prometendo ir até o fim mesmo.