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  • Holloway do Alabama nega acusações de tráfico de maconha

    Holloway do Alabama nega acusações de tráfico de maconha

    Olha, quando você acha que já viu de tudo no basquete universitário americano, aparece uma bomba dessas. Aden Holloway, armador do Alabama e um dos principais jogadores do time, está envolvido numa parada bem séria: foi preso por posse de mais de dois quilos de maconha em sua residência em Tuscaloosa.

    E não é que o cara está negando tudo? O advogado do Holloway, Jason Neff, entrou na justiça no dia 23 de março contestando “cada uma das alegações materiais” feitas pela polícia. Basicamente, estão dizendo que é tudo balela e exigindo que provem cada acusação.

    A situação está feia

    Sinceramente, a parada está complicada pro garoto. Além da acusação de posse de maconha em primeiro grau (que ainda é crime no Alabama para uso recreativo), ele também foi acusado de não ter o selo de imposto necessário. É aquelas leis americanas meio malucas, mas que existem.

    O mais pesado? Segundo os documentos do tribunal que o pessoal do Tuscaloosa News conseguiu, a força-tarefa antidrogas teria visto “transações de drogas no telefone do Holloway, com pessoas mandando mensagem dizendo que iam se encontrar com ele depois da temporada”. Cara, se isso for verdade, não é só posse não — é distribuição mesmo.

    Durante o interrogatório, Holloway disse que conseguiu a maconha de “alguém de fora da cidade” e que “só fuma”, alegando ter apenas “um quarto de libra”. Só que a polícia encontrou muito mais que isso, e ainda por cima em embalagens separadas — desde sacos plásticos até pacotes lacrados a vácuo. Isso aí não tem cara de uso pessoal não, galera.

    O que isso significa pro Alabama?

    O moleque estava tendo uma temporada monstro: 16.8 pontos, 3.8 assistências e 2.8 rebotes por jogo. É o tipo de jogador que faz diferença no March Madness, aqueles caras que podem levar um time longe na loucura de março.

    Mas agora? Suspenso de todas as atividades do time e já perdeu os dois primeiros jogos do torneio NCAA de 2026. O Alabama, que é cabeça de chave número 4, vai ter que se virar sem ele — e olha que eles têm um jogo pesadíssimo contra Michigan pela região do Meio-Oeste no Sweet 16.

    A audiência preliminar está marcada para 14 de abril, e o futuro do cara no programa vai ser decidido pelo escritório de conduta estudantil da universidade. Vocês acham que ele volta a jogar ainda nesta temporada? Na minha opinião, difícil. Essas universidades americanas não brincam em serviço quando o assunto é drogas.

    É uma pena ver um talento desses se complicar dessa forma. O garoto é de Charlotte, Carolina do Norte, e tinha tudo pra fazer bonito no basquete universitário. Agora vai ter que provar sua inocência na justiça antes de pensar em voltar às quadras.