Tag: Alabama Basketball

  • Loteria do Draft 2026: Thunder pode ganhar mesmo sendo campeão!

    Loteria do Draft 2026: Thunder pode ganhar mesmo sendo campeão!

    Cara, vocês acreditam que o Oklahoma City Thunder — atual campeão da NBA — pode ganhar a loteria do draft? Pois é, essa loucura é possível graças ao pick do Los Angeles Clippers que eles herdaram na troca do Paul George lá em 2019.

    A loteria acontece no domingo, dia 10 de maio, às 16h (horário de Brasília), e vai passar na ABC antes do jogo 4 entre Knicks e Sixers nos playoffs. Três times estão empatados com 14% de chance cada um para a primeira escolha: Washington Wizards (17-65), Indiana Pacers (19-63) e Brooklyn Nets (20-62).

    A ironia do Thunder na loteria

    Olha só que situação absurda: o Thunder teve a MELHOR campanha da temporada regular pelo segundo ano consecutivo, é o atual campeão, e ainda assim pode ganhar a loteria. Como? Simples — eles têm o pick do Clippers (42-40) por causa daquela negociação histórica do Paul George.

    Sinceramente, se isso acontecer, vai ser o negócio mais injusto da história da NBA. Imaginem só: time campeão ganhando mais um talento de primeira linha no draft. Os outros 29 times devem estar torcendo contra com todas as forças.

    Os favoritos e as surpresas possíveis

    Washington, Indiana e Brooklyn são os azarões que mais precisam dessa primeira escolha. O Wizards especialmente — 17 vitórias apenas! É de dar dó, mas pelo menos agora têm uma boa chance de conseguir um futuro astro.

    Mas cuidado com as surpresas. Ano passado o Dallas Mavericks (que também estava mal) ganhou a loteria e pegou o Cooper Flagg, que virou Rookie of the Year. Esses saltos de posição acontecem mais do que a gente imagina.

    Utah Jazz e Sacramento Kings também têm chances interessantes (11,5% cada), e olha que curioso: os Kings continuam nessa de nunca conseguir se organizar direito. Será que dessa vez dá certo?

    O fim de uma era

    Esta deve ser a última loteria no formato atual. A NBA tá planejando mudar o sistema para reduzir o famoso “tanking” — aquela estratégia nojenta de perder de propósito para ter melhores chances no draft.

    E aí, pessoal, quem vocês acham que vai levar? Eu torço para não ser o Thunder, porque convenhamos, seria sacanagem demais. Os Wizards merecem uma alegria depois desse sofrimento todo.

    Uma coisa é certa: esse draft de 2026 promete ser carregado de talentos, então quem conseguir uma escolha no top 5 vai estar muito bem servido.

  • LeBron resolve e Lakers liquidam Rockets no Game 6 – que monstro!

    LeBron resolve e Lakers liquidam Rockets no Game 6 – que monstro!

    Cara, o LeBron simplesmente não deixou barato. Com a série ameaçando escapar das mãos dos Lakers – de 3-0 para 3-2 – o Rei foi lá e fez o que sempre faz: pegou a responsabilidade pra si e carregou o time nas costas.

    28 pontos, 8 assistências e 7 rebotes. Números que contam só metade da história, porque o que vi foi um cara de 41 anos jogando com a intensidade de alguém que ainda tem tudo pra provar. A vitória por 98 a 78 sobre os Rockets selou a série em 4-2 e garantiu vaga na segunda rodada dos playoffs.

    Quando o negócio aperta, o LeBron aparece

    Olha, eu já vi essa cena tantas vezes que até perdi a conta. Time encostado na parede? LeBron vira o modo playoff e resolve o problema. No terceiro quarto, os Lakers abriram 25 pontos de vantagem e basicamente mataram qualquer esperança de reação dos Rockets.

    O mais impressionante é como ele ainda consegue elevar o nível do time inteiro. Rui Hachimura teve uma noite espetacular com 21 pontos (5/7 do perímetro – que tacada!), Austin Reaves contribuiu com 15 pontos vindo do banco titular, e até o DeAndre Ayton, que teve só 7 pontos, pegou 16 rebotes e foi fundamental na defesa.

    Defesa que sufoca e ofensiva que flui

    Marcus Smart foi o verdadeiro pitbull defensivo que os Lakers precisavam. Duas bolas cortadas, incluindo uma que ele literalmente voou pra bloquear o Tari Eason no terceiro quarto e caiu de costas no processo. Pura entrega.

    O resultado dessa pressão defensiva? Rockets com apenas 34,2% nos arremessos de quadra e míseros 17,9% do perímetro. Sinceramente, foi um sufoco total.

    Quando LeBron saiu de quadra faltando 3 minutos – com 26 pontos de vantagem no placar – ele levantou a mão pedindo substituição. Missão cumprida em 37 minutos de trabalho.

    Agora é Thunder pela frente

    Na segunda-feira, os Lakers vão pra Oklahoma City enfrentar os atuais campeões da NBA. E olha, depois de ver como o time reagiu quando estava com a corda no pescoço, eu tô começando a acreditar que essa temporada pode ter emoção até o final.

    JJ Redick falou uma coisa que fez muito sentido antes do jogo: estar numa situação de fechar a série fora de casa, com o Austin Reaves de volta, era exatamente onde eles queriam estar. E vocês sabem o que eu acho? Tem time pra incomodar qualquer um nesse playoff.

    Esse LeBron aos 41 anos continua sendo absurdo de assistir. E o mais louco? Parece que ele ainda tem mais no tanque.

  • NBA pode mudar draft de vez: pior time não teria mais vantagem

    NBA pode mudar draft de vez: pior time não teria mais vantagem

    Olha, essa notícia me deixou meio de queixo caído. A NBA tá considerando uma mudança radical no sistema de draft que pode virar tudo de cabeça pra baixo. E sabe o que mais me impressiona? É que faz MUITO sentido.

    A proposta é simples na teoria, mas revolucionária na prática: os três piores times da liga não teriam mais as maiores chances de pegar a primeira escolha do draft. Imagina só — acabar com aquela lógica de “quanto pior, melhor” que rola há décadas.

    Como funcionaria o novo sistema

    Pelo que o jornalista Mark Stein reportou, os times com a 4ª a 10ª pior campanha teriam as melhores chances de fisgar o número 1 — 8,1% cada um. Três bolinhas na loteria pra cada time.

    Já os três piores times? Só 5,4% de chance. Duas bolinhas cada. A mesma probabilidade dos times com a 11ª a 14ª pior campanha.

    Cara, eu sei que parece meio injusto na primeira olhada, mas pensa comigo: isso acabaria de vez com o tanking. Sabe aquela situação chata de time claramente perdendo de propósito no final da temporada? Era pra ser coisa do passado.

    Outro ponto interessante é que a loteria passaria de 14 pra 16 times. Os dois perdedores do play-in entre 7º e 8º colocados entrariam na brincadeira com 2,7% de chance cada — uma bolinha só, mas pelo menos teriam uma oportunidade.

    O que isso muda na prática

    Sinceramente? Acho genial. Lembra do Dallas Mavericks ano passado? Eles tinham só a 11ª melhor chance na loteria e mesmo assim pescaram o Cooper Flagg na primeira escolha. O cara virou Rookie of the Year! Isso só prova que talento pode vir de qualquer lugar.

    Compare com os Wizards, Pacers e Nets deste ano — cada um com 14% de chance de pegar a primeira escolha. No sistema novo, essa probabilidade cairia pra 5,4%. É uma diferença absurda.

    A votação pode rolar já no dia 28 de maio, bem depois da loteria deste ano que acontece dia 10. E vocês, o que acham? Será que essa mudança vai mesmo acabar com o tanking ou os times vão dar um jeito de continuar perdendo de propósito?

    Na minha opinião, qualquer coisa que torne a liga mais competitiva é bem-vinda. Ver time claramente jogando pra perder no final da temporada é deprimente pra qualquer fã de basquete.

  • Caleb Wilson pode ser a 2ª escolha do Draft? Executivos apostam no cara

    Caleb Wilson pode ser a 2ª escolha do Draft? Executivos apostam no cara

    Olha, eu não esperava essa quando comecei a acompanhar a temporada do North Carolina. Caleb Wilson tá sendo cotado por executivos da NBA como possível segunda escolha do próximo Draft. Sim, você leu certo — segunda escolha.

    A informação veio do Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, e sinceramente me deixou de queixo caído. Wilson terminou a temporada com médias de 19.8 pontos e 9.4 rebotes pela UNC, números que impressionam mas que eu não imaginava que fossem colocá-lo tão alto assim no Draft.

    Por que Wilson tá subindo tanto?

    A comparação que os executivos tão fazendo é interessante: Wilson tem o mesmo teto alto que Darryn Peterson, do Kansas, mas sem os problemas de disponibilidade que o Peterson teve na temporada. E cara, isso faz toda diferença na hora de escolher um jogador no Draft.

    Peterson é talentoso pra caramba, mas teve questões que deixaram os times meio ressabiados. Wilson? O cara foi consistente o ano todo em Chapel Hill, mostrou que pode performar quando a pressão aperta.

    Cameron Boozer fica pra trás?

    O que mais me chamou atenção é que já em abril os executivos falavam que Wilson poderia entrar no top 3, passando até na frente do Cameron Boozer. E olha que Boozer vem sendo um dos nomes mais comentados desde o colegial.

    Na minha visão, isso mostra como o Draft é imprevisível. Um cara que talvez não estava nem no radar de muita gente no começo da temporada agora pode ser uma das primeiras escolhas. É absurdo como uma temporada sólida pode mudar tudo.

    E aí, vocês acham que Wilson realmente tem o que é preciso pra ser uma escolha tão alta assim? Ou será que é só hype de final de temporada? Porque vou te falar, 19.8 pontos e 9.4 rebotes na ACC não é brincadeira não.

  • Calouro do Alabama se declara para o Draft 2026 – muito cedo?

    Calouro do Alabama se declara para o Draft 2026 – muito cedo?

    Olha, eu confesso que fiquei meio confuso quando vi essa notícia. Amari Allen, o ala de 1,98m do Alabama, acabou de anunciar que vai se declarar como candidato antecipado para o Draft da NBA de 2026. Sim, você leu certo – 2026. O cara mal terminou o primeiro ano na faculdade e já tá de olho na liga.

    Vamos aos números que ele botou na mesa como calouro: 11,4 pontos, 6,9 rebotes e 3,1 assistências por jogo em 32 partidas. Aproveitamento de 44,6% nos arremessos de quadra e 73,8% nos lances livres. São números sólidos pra um freshman, não vou mentir, mas me pergunto se já é hora de dar esse passo.

    ESPN já de olho no garoto

    A ESPN colocou Allen como o 29º melhor prospecto para o Draft de 2026. Posição interessante, mas ainda longe do top 20 que normalmente garante uma primeira rodada. E aqui que fica a questão: será que não seria melhor ficar mais um ou dois anos na faculdade desenvolvendo o jogo?

    O que me chama atenção é o físico do moleque – 1,98m com versatilidade pra jogar várias posições. Nas estatísticas, ele mostrou que consegue contribuir em várias áreas: pontua, pega rebote e ainda distribui a bola. É o tipo de jogador que a NBA adora hoje em dia.

    Decisão arriscada ou jogada de mestre?

    Sinceramente, acho que Allen tá apostando alto demais, muito cedo. O Alabama é um programa forte no basquete universitário, e ficar mais tempo por lá poderia lapidá-lo melhor. Por outro lado, entendo a pressa – se você tem talento, por que não tentar logo?

    O Crimson Tide perde um jogador que estava se estabelecendo como peça importante no time. Allen contribuía tanto no ataque quanto na defesa, e essa versatilidade dele certamente fará falta pro técnico.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele deveria ter esperado mais um pouco ou tá certo em tentar a sorte agora? Essa geração de jogadores tá cada vez mais ansiosa pra chegar na NBA, mas nem sempre é a melhor estratégia. Vamos ver se Allen consegue sustentar essa aposta nos próximos anos.

  • Mikal Bridges promete ser gigante nos playoffs do Knicks de novo

    Mikal Bridges promete ser gigante nos playoffs do Knicks de novo

    Olha, vou ser bem direto aqui: o Mikal Bridges tá cansado de ser o alvo das críticas dos torcedores do Knicks. E sinceramente? Eu entendo ele.

    O cara foi trocado por CINCO picks de primeira rodada — cinco! — e desde então fica ouvindo cobrança toda semana. Mas aqui vai uma: nos playoffs do ano passado, foi justamente o Bridges que salvou a pátria em vários momentos decisivos.

    Quando importa, ele aparece

    Lembram do roubo de bola no Jaylen Brown nos segundos finais da prorrogação do Jogo 1 contra o Celtics? Foi ele. E do steal no Jayson Tatum para selar o Jogo 2 da mesma série? Bridges de novo. Sem falar na cesta que empatou o Jogo 6 contra o Pistons com 35 segundos restantes — numa partida onde fez 25 pontos.

    “Playoffs são divertidos, tem muito mais intensidade, muita agressão, muito pensamento”, disse Bridges recentemente. “É sempre divertido jogar nos playoffs. Só tento fazer o que for preciso para vencer.”

    E quando perguntaram se ele eleva o nível na pós-temporada, a resposta foi na lata: “Eu gostaria de elevar. Acho que todo jogador gostaria. Só tento ser o melhor que posso e fazer o que for preciso para ajudar o time.”

    A pressão da troca pesada

    Vamos combinar uma coisa — a pressão em cima dele é absurda. Karl-Anthony Towns também leva porrada, mas o Bridges lidera esse ranking de “criticados” por causa daqueles cinco picks. Na minha visão, isso é meio injusto.

    O técnico Mike Brown deixou bem claro a hierarquia ofensiva: Jalen Brunson primeiro, KAT segundo, e aí vem todo mundo. Geralmente o OG Anunoby fica em terceiro, então sobra pro Bridges ser a quarta opção. E olha, Josh Hart até defendeu o parceiro, dizendo que ele poderia pontuar mais se recebesse mais arremessos, mas não é isso que pedem dele.

    “Sacrifício pelos seus irmãos”, disse Bridges após o treino. “Colocar o corpo na linha, fazer o que for preciso para ajudar os companheiros.”

    Vocês acham que é fácil ser uma quarta opção depois de ser trocado por cinco picks? Eu não acho. Mas o cara abraçou a função.

    DNA de playoff

    Aqui que tá o lance: independente de como ele joga durante a temporada regular, quando chega nos playoffs o bicho pega. O Knicks tem um time veterano, e o Bridges tem tanta experiência de pós-temporada quanto qualquer um ali.

    “É meio que o que eu conheço”, disse ele. “É do meu DNA.”

    E é mesmo. O cara pode não estar cravando 20+ pontos todo jogo na temporada regular, mas nos momentos que definem campeonatos? Aí ele vira outro jogador. Defesa sufocante, roubadas de bola nos momentos certos, cestas decisivas.

    Olha, eu tô curioso pra ver como vai ser nestes playoffs. Se o Bridges repetir as atuações do ano passado, muita gente vai ter que engolir as críticas. E sinceramente? Torço pra que isso aconteça. O cara merece.

  • Amari Allen pode ser pick 30 do Draft 2026 – Dallas de olho no calouro do Alabama

    Amari Allen pode ser pick 30 do Draft 2026 – Dallas de olho no calouro do Alabama

    Olha só que interessante: enquanto todo mundo tá vidrado no March Madness e nos jogos do Sweet 16, já começou a especulação sobre o Draft de 2026. E tem um nome que tá chamando atenção — Amari Allen, do Alabama.

    O garoto de 6’7″ (isso é quase 2,01m pra quem tá acostumado com metro) tá sendo projetado como pick 30 pelo USA TODAY, último da primeira rodada, indo direto pro Dallas Mavericks. Sinceramente? Não é uma má posição pra um calouro.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: Allen tá fazendo uma temporada sólida no Alabama. 11.7 pontos, 7.1 rebotes e 3.1 assistências por jogo. Mas o que mais me impressiona é o arremesso de 3 — 36.5% de aproveitamento. Pra um garoto de 2 metros que também pega rebote e distribui assist, isso é ouro puro na NBA moderna.

    Durante os jogos da SEC (que é uma conferência bruta), ele melhorou ainda mais: 12.9 pontos e quase 7 rebotes, com 39.5% nas bolas de três em quase 5 tentativas por jogo. Cara, esses números de calouro são absurdos.

    Por que Dallas faz sentido

    O Mavericks tendo Luka e agora precisando de peças que encaixem ao redor dele… Allen parece ser exatamente o tipo de jogador que eles procuram. Um ala versátil, que não precisa da bola na mão pra produzir, defende múltiplas posições e ainda acerta de longe.

    E vamos combinar — ser escolhido como último pick da primeira rodada não é demérito nenhum. Significa contrato garantido e uma chance real de mostrar serviço logo de cara.

    O que vocês acham? Allen tem potencial pra ser um daqueles calouros que surpreendem na NBA? Porque pelo que tô vendo dos highlights dele no Alabama, o moleque joga pra caramba e tem uma mentalidade boa — sempre fazendo a jogada certa, não forçando nada.

    Agora é torcer pra ele continuar jogando bem no March Madness. Afinal, é nesses jogos que os olheiros da NBA realmente prestam atenção.

  • Oats dispensa UNC e quer fazer história no Alabama

    Oats dispensa UNC e quer fazer história no Alabama

    Olha, quando vi as especulações rolando sobre o Nate Oats possivelmente indo para North Carolina, já imaginei que ia dar em nada. E não é que o cara foi lá e mandou a real?

    “Absolutamente nenhum motivo” — essas foram as palavras do técnico do Alabama quando perguntaram sobre uma possível saída. Cara, que rispidez gostosa de se ver!

    Oats deixou bem claro que tem um objetivo muito específico em Tuscaloosa: trazer o primeiro título nacional de basquete para o Alabama. E sinceramente? Faz todo sentido. O cara já levou o time até a Final Four — coisa que ninguém esperava há alguns anos. Por que não tentar terminar o trabalho?

    Dinheiro não é problema

    A situação financeira do técnico também tá bem resolvida. Ele assinou um contrato novo em 2024 que vai até 2030, com aumentos automáticos de meio milhão de dólares todo dia 15 de março. Dinheiro que fala né?

    O mais engraçado foi ele admitir que é “honesto demais” com a administração. Disse que não tá procurando vazar e que eles não precisam se desesperar pra “consertar um contrato muito bom” que ele já tem. Monstro being monstro.

    Vocês acham que ele vai conseguir mesmo levar Alabama ao topo? Porque olhando o que ele construiu lá, não duvido nada.

    UNC vai ter que procurar em outro lugar

    North Carolina agora vai ter que virar a página e procurar outro nome. E convenhamos — perder um cara que já provou que consegue montar programa competitivo no SEC não deve estar sendo fácil de engolir.

    Oats ainda disse que fica lisonjeado quando mencionam seu nome para outras vagas, mas que não tá afim de ficar “pulando de galho em galho”. Cara focado no projeto, gosto disso.

    Alabama fechou a temporada regular com força total e agora parte pro March Madness querendo mostrar que aquela Final Four não foi sorte. E com o técnico garantindo que fica, a torcida pode sonhar alto mesmo.