Tag: Alabama

  • Draft 2026: Galera voltou pra faculdade e mudou tudo

    Draft 2026: Galera voltou pra faculdade e mudou tudo

    Cara, que reviravolta no Draft 2026 da NBA. Ontem foi o deadline pra galera da faculdade decidir se ficava no draft ou voltava pro college — e olha, foi um verdadeiro vai-e-vem que mudou completamente o cenário.

    A surpresa mesmo foi ver tantos caras que poderiam ser escolhidos na primeira rodada decidindo voltar pra universidade. Amari Allen do Alabama, que tava no top 30, resolveu seguir o mesmo caminho que Labaron Philon fez no ano passado: voltou pro college, melhorou o jogo e agora pode virar lottery pick em 2027.

    Sinceramente? Tô achando essa decisão muito inteligente. O cara entendeu que pode melhorar sua posição e ainda por cima o draft de 2027 vai ser mais fraco — matemática simples.

    O dinheiro mudou o jogo

    Vamos falar a real aqui: o NIL (Name, Image, Likeness) mudou tudo no basquete universitário americano. Hoje em dia, um jogador pode ganhar mais grana ficando na faculdade do que sendo escolhido na segunda rodada da NBA. É absurdo, mas é a realidade.

    Patrick Ngongba II (Duke), Moteijus Krivas (Arizona), Braylon Mullins (UConn) — todos com potencial de primeira rodada, todos voltando pro college. E não é só eles não, tem uma lista gigante de caras que poderiam ter declarado e nem se deram ao trabalho.

    A bomba mesmo foi Tounde Yessoufou, que não só saiu do draft como já assinou com St. John’s de uma vez só. Esse moleque era considerado talento de primeira rodada!

    Draft ficou mais raso, mas abriu oportunidades

    Com essa debandada toda, o draft de 2026 ficou bem mais raso do que a gente imaginava. Na nossa big board atualizada, depois do 31º colocado você só encontra veteranos que já se formaram ou jogadores internacionais. Os outros 69 nomes são todos caras sem eligibilidade restante no college.

    Mas olha o lado positivo: isso significa que veteranos como Tarris Reed Jr., Zuby Ejifor, Joshua Jefferson e Alex Karaban têm chances muito melhores de conseguir um dos 30 contratos garantidos da primeira rodada.

    O topo continua absurdamente forte — AJ Dybantsa (BYU) segue na primeira posição, seguido por Darryn Peterson (Kansas) e Cameron Boozer (Duke). Esses três são monstros mesmo e vão fazer a diferença onde quer que caiam.

    E aí, o que vocês acham dessa mudança toda? Será que os times vão ter que ajustar suas estratégias de draft agora que o talento ficou mais concentrado no topo? Uma coisa é certa: 2026 vai ser um draft histórico, mas por motivos que ninguém esperava.

  • O Dr. J da ABA era simplesmente outro nível de basquete

    O Dr. J da ABA era simplesmente outro nível de basquete

    Cara, eu tava vendo uns vídeos antigos do Julius Erving na ABA e sinceramente? O cara estava jogando um basquete que nem parecia ser da mesma época que todo mundo.

    Pensa só na situação: quando o Dr. J estava na faculdade (UMass), ele NÃO PODIA ENTERRAR. Isso mesmo, o cara que ia revolucionar o jogo com suas enterradas malucas estava preso pelas regras ultrapassadas do basquete universitário. Deve ter sido uma tortura pra ele.

    Quase mudou a história da NBA

    E olha que loucura — ele quase foi parar no Milwaukee quando o Kareem Abdul-Jabbar e Oscar Robertson ainda jogavam lá. Imagina essa trinca? Seria absolutamente monstruoso. Também quase fechou com o Atlanta Hawks pra jogar junto com Pete Maravich. Meu Deus, que desperdício não ter rolado…

    Por questões contratuais (que são meio complicadas de explicar), ele acabou na ABA mesmo. Primeiro no Virginia Squires, depois no New York Nets. E foi aí que a mágica aconteceu.

    Sem TV, mas todo mundo sabia

    A ABA não tinha contrato de TV nacional — imaginem isso hoje em dia. Mas o que o Dr. J fazia em quadra era tão absurdo que a notícia se espalhava só no boca a boca. Todo mundo SABIA que tinha um monstro jogando por aí.

    Algumas enterradas dele apareciam nos noticiários esportivos de vez em quando, mas não tinha essa cobertura 24/7 que temos hoje. Era pura lenda urbana virando realidade. E cara, quando você jogava em Nova York como ele, a repercussão era inevitável.

    O cara que mudou tudo

    Na minha opinião, o Julius Erving é meio subestimado hoje em dia quando a galera faz essas listas de maiores de todos os tempos. O homem foi um visionário do basquete. Ele pegou o que o Connie Hawkins tinha começado e levou pra outro patamar.

    Toda enterrada espetacular que a gente vê hoje — seja do LeBron, do Zion, do Ja Morant — tem um pouquinho do DNA do Dr. J ali. O cara literalmente ensinou o basquete a voar.

    E vocês, já viram esses vídeos antigos dele na ABA? É de arrepiar mesmo. Era basquete arte pura.

  • Nate Oats vira um dos técnicos mais bem pagos do basquete universitário

    Nate Oats vira um dos técnicos mais bem pagos do basquete universitário

    Olha só que loucura: Nate Oats acabou de assinar uma extensão de contrato com Alabama que vai deixar ele entre os cinco técnicos mais bem pagos do basquete universitário americano. O acordo vai até a temporada 2031-32 — ou seja, mais oito anos pela frente.

    Sinceramente? Merecido demais.

    O que esse cara fez em Alabama é coisa de outro mundo

    Desde que assumiu o programa em 2019, Oats transformou Alabama numa máquina de resultados. Cinco aparições no Sweet 16 consecutivas e uma chegada histórica ao Final Four. Cara, isso não é sorte — é trabalho.

    E tem um detalhe que me impressiona: em 2023, Alabama conseguiu sua primeira cabeça de chave número 1 na história do March Madness. Primeira vez, pessoal! Imaginem a pressão que foi e como ele soube lidar com tudo isso.

    Eu lembro quando ele chegou em Alabama vindo de Buffalo — muita gente duvidou. “Mais um técnico de programa pequeno que não vai conseguir dar o salto”, diziam por aí. Que bobagem. O cara provou que sistema de jogo bem montado e desenvolvimento de jogadores funciona em qualquer lugar.

    Vale cada centavo desse contrato

    Vocês acham que Alabama está pagando caro demais? Eu discordo completamente. Num esporte onde consistência é tudo, ter um técnico que te leva pro Sweet 16 todo ano é ouro. E olhem que estamos falando da SEC, uma das conferências mais brutais do país.

    O que mais me impressiona no trabalho do Oats é como ele consegue fazer os caras jogarem como um time de verdade. Não é só sobre recrutar cinco estrelas — é sobre fazer eles funcionarem juntos. E isso, meus amigos, é a marca de um técnico especial.

    Alabama acertou em cheio com essa renovação. Com estabilidade até 2032, Oats pode planejar a longo prazo e continuar construindo esse programa que virou uma potência nacional. E aí, acham que ele consegue levar o título nacional pros Crimson Tide?

  • Holloway do Alabama nega acusações de tráfico de maconha

    Holloway do Alabama nega acusações de tráfico de maconha

    Olha, quando você acha que já viu de tudo no basquete universitário americano, aparece uma bomba dessas. Aden Holloway, armador do Alabama e um dos principais jogadores do time, está envolvido numa parada bem séria: foi preso por posse de mais de dois quilos de maconha em sua residência em Tuscaloosa.

    E não é que o cara está negando tudo? O advogado do Holloway, Jason Neff, entrou na justiça no dia 23 de março contestando “cada uma das alegações materiais” feitas pela polícia. Basicamente, estão dizendo que é tudo balela e exigindo que provem cada acusação.

    A situação está feia

    Sinceramente, a parada está complicada pro garoto. Além da acusação de posse de maconha em primeiro grau (que ainda é crime no Alabama para uso recreativo), ele também foi acusado de não ter o selo de imposto necessário. É aquelas leis americanas meio malucas, mas que existem.

    O mais pesado? Segundo os documentos do tribunal que o pessoal do Tuscaloosa News conseguiu, a força-tarefa antidrogas teria visto “transações de drogas no telefone do Holloway, com pessoas mandando mensagem dizendo que iam se encontrar com ele depois da temporada”. Cara, se isso for verdade, não é só posse não — é distribuição mesmo.

    Durante o interrogatório, Holloway disse que conseguiu a maconha de “alguém de fora da cidade” e que “só fuma”, alegando ter apenas “um quarto de libra”. Só que a polícia encontrou muito mais que isso, e ainda por cima em embalagens separadas — desde sacos plásticos até pacotes lacrados a vácuo. Isso aí não tem cara de uso pessoal não, galera.

    O que isso significa pro Alabama?

    O moleque estava tendo uma temporada monstro: 16.8 pontos, 3.8 assistências e 2.8 rebotes por jogo. É o tipo de jogador que faz diferença no March Madness, aqueles caras que podem levar um time longe na loucura de março.

    Mas agora? Suspenso de todas as atividades do time e já perdeu os dois primeiros jogos do torneio NCAA de 2026. O Alabama, que é cabeça de chave número 4, vai ter que se virar sem ele — e olha que eles têm um jogo pesadíssimo contra Michigan pela região do Meio-Oeste no Sweet 16.

    A audiência preliminar está marcada para 14 de abril, e o futuro do cara no programa vai ser decidido pelo escritório de conduta estudantil da universidade. Vocês acham que ele volta a jogar ainda nesta temporada? Na minha opinião, difícil. Essas universidades americanas não brincam em serviço quando o assunto é drogas.

    É uma pena ver um talento desses se complicar dessa forma. O garoto é de Charlotte, Carolina do Norte, e tinha tudo pra fazer bonito no basquete universitário. Agora vai ter que provar sua inocência na justiça antes de pensar em voltar às quadras.