Tag: All-Rookie Team

  • Wembanyama assume: ‘Eu estava borrado e esse foi o problema’

    Wembanyama assume: ‘Eu estava borrado e esse foi o problema’

    Cara, o que foi aquele final de jogo ontem? Victor Wembanyama teve uma das noites mais frustrantes da carreira jovem dele, e o pior é que ele mesmo admitiu: estava completamente perdido nos momentos decisivos.

    “Eu ainda estava borrado e esse foi o problema todo”, disse Wemby depois da derrota dolorosa dos Spurs. Borrado. A tradução não faz jus ao que ele quis dizer com “blurry”, mas vocês entenderam — o cara tava completamente fora de sintonia quando mais precisava estar ligado.

    O lance que doeu na alma

    Imaginem a cena: jogo empatado 104 a 104, Spurs com a bola, chance de ouro pra vencer. E o que acontece? Wembanyama joga a bola nas costas do Stephon Castle numa das jogadas mais bizarras que já vi. Sinceramente, até eu aqui de casa fiquei com raiva — e olha que não torço pros Spurs.

    O francesão de 2,24m admitiu que precisa de “mais tranquilidade, mais controle do jogo”. E quando perguntaram se essa confusão mental foi o jogo todo ou só no final, ele foi cirúrgico: “Eu diria que nas últimas três posses.” Três posses que custaram a vitória.

    A autocrítica que impressiona

    Agora, uma coisa que me impressiona no Wemby é a maturidade dele pra assumir os erros. O cara foi direto: “Eu joguei essa fora. Eu estraguei tudo.” Não tentou empurrar a culpa pro time, não inventou desculpa. Assumiu que cagou (com perdão da palavra) e ponto.

    “Nós não jogamos bem como time. Precisávamos vencer esse jogo. Este jogo era nosso”, disse ele, claramente frustrado. E completou numa que me arrepiou: “Vou me arrepender? Sim, claro. Vou usar isso como combustível pro próximo jogo? Absolutamente.”

    Olha, eu sei que é cedo pra falar isso, mas essa postura me lembra muito o Kobe nos primeiros anos. Aquela raiva controlada, aquela fome de não errar mais. Wembanyama tá aprendendo do jeito mais difícil que na NBA, nos momentos decisivos, não dá pra vacilar.

    E vocês, acham que essa experiência vai fazer o Wemby crescer ou a pressão pode atrapalhar ainda mais? Porque uma coisa é certa: com 20 anos e já sendo o cara principal de um time da NBA, esses momentos vão definir que tipo de jogador ele vai ser.

  • Dylan Harper na Final da NBA no ano de calouro – e Rutgers perdeu isso

    Dylan Harper na Final da NBA no ano de calouro – e Rutgers perdeu isso

    Cara, eu ainda não acredito no que tô vendo. Dylan Harper, que passou pela Rutgers há dois anos, tá indo pra Final da NBA no seu primeiro ano como profissional. Isso mesmo que vocês leram.

    O San Antonio Spurs eliminou o Oklahoma City Thunder no jogo 7 da final do Oeste no sábado, e o garoto de Nova Jersey foi peça fundamental nessa caminhada. Harper jogou 27 minutos na decisão, fez 12 pontos e pegou 7 rebotes com um aproveitamento absurdo: 5/8 nos arremessos.

    A temporada de estreia que ninguém esperava

    Sinceramente? Eu não imaginava que Harper fosse ter esse impacto tão cedo. O cara vinha saindo do banco pro Spurs e fazendo a diferença: média de 12 pontos em 26 minutos por jogo. Mas o que mais impressiona é como ele aparece nos momentos decisivos.

    No jogo 1 da final do Oeste, por exemplo, o moleque meteu 24 pontos, 6 rebotes e SETE roubadas de bola numa vitória em dupla prorrogação. Monstro demais. Na semifinal contra o Minnesota, manteve 14.7 pontos de média. É rookie, gente!

    O que poderia ter sido em Rutgers

    Aqui que fica a parte mais dolorosa da história. Harper chegou na Rutgers junto com Ace Bailey numa das classes de recrutamento mais históricas que a universidade já teve. A expectativa era gigante.

    E aí? Time fez 15-17 e nem pro March Madness classificou. QUINZE E DEZESSETE! Com Dylan Harper no elenco! O cara que no ensino médio fez mais de 1600 pontos, ganhou campeonato estadual com 19 vitórias seguidas…

    Na minha opinião, essa é uma das maiores desperdiçadas da história recente do basquete universitário. Como você pega um talento desses e não consegue nem ir pro torneio?

    Agora é Final da NBA contra os Knicks

    E o destino ainda pregou uma peça: Harper vai enfrentar o New York Knicks na Final, time que tem Karl-Anthony Towns – outro cara de Nova Jersey. Dois nativos do Garden State se enfrentando no maior palco do basquete mundial.

    Olha, eu torço pro Harper. O garoto merece tudo isso depois de ter sido subutilizado na universidade. E vocês, acham que os Spurs têm chances contra os Knicks? Porque uma coisa é certa: ver um calouro ajudando o time a chegar na Final já é história pra vida toda.

    Rutgers que se lasque. Perderam a chance de ter esse monstro brilhando no March Madness.

  • Carter Bryant vai pras Finais da NBA de rookie – que absurdo!

    Carter Bryant vai pras Finais da NBA de rookie – que absurdo!

    Mano, que história absurda! O Carter Bryant conseguiu algo que todo jogador da NBA sonha: chegar nas Finais logo na primeira temporada. O San Antonio Spurs passou por cima do Thunder na última noite e agora o rookie vai disputar o título. Sinceramente? Eu não esperava isso dele.

    O Spurs bateu o Oklahoma City por 111-103 no jogo 7 das Finais da Conferência Oeste. E olha que o Thunder era o atual campeão, hein. Isso significa que o Bryant se junta a um clube bem seleto – apenas o terceiro cara da Universidade do Arizona a chegar nas Finais como rookie desde 2004.

    Tradição do Arizona que não para

    É impressionante como essa universidade produz talento. O último antes do Bryant foi o Luke Walton com os Lakers em 2004. Antes dele, Richard Jefferson com os Nets em 2002. E pasmem: essa é a 12ª temporada CONSECUTIVA que tem um ex-jogador do Arizona nas Finais da NBA. Que fábrica é essa?

    Na temporada passada foram T.J. McConnell e Bennedict Mathurin com o Pacers (mas não conseguiram levar). Os últimos a realmente faturar o anel foram Aaron Gordon e Zeke Nnaji com o Nuggets em 2023.

    Rookie passando pelo sufoco

    O Bryant foi escolhido na 14ª posição do Draft do ano passado e, cara, que montanha-russa foi essa temporada dele. O garoto até participou do concurso de enterradas – e perdeu justamente pra outro ex-Arizona, o Keshad Johnson. Ironia do destino.

    Mas nas Finais da Conferência foi aquele drama todo. Teve hora que o técnico partiu pra cima dele depois de uma perda de bola e o moleque quase chorou na quadra. Vocês viram aquela cena? Pesado demais. Mas respondeu na moral – é assim que a gente cresce no basquete.

    No jogo 7 ele só jogou 3 minutos, mas que 3 minutos! Fez uma cesta em cima do Chet Holmgren (que é All-Star, né) e não cometeu nenhum erro. E aquela enterrada no jogo 6? Monstro puro. Foi ela que ajudou a forçar o jogo 7.

    Wembanyama como mentor

    O mais legal de tudo é ver como o Victor Wembanyama virou mentor do garoto. Tem aquele vídeo dele falando “I’m proud of you” pro Bryant que me deu arrepio. Quando você tem um dos melhores do mundo te apoiando assim, não tem como não evoluir.

    Agora vem o desafio real: o New York Knicks nas Finais. E olha, o Bryant sofreu contra eles na temporada regular – 11 minutos em dois jogos e zero pontos. Será que o técnico vai dar chances pra ele brilhar no palco principal?

    A primeira chance é quarta-feira no jogo 1. E aí, acham que o rookie vai conseguir contribuir pro primeiro título dos Spurs desde 2014?

  • Murray-Boyles faz história: primeiro Raptor premiado desde Barnes

    Murray-Boyles faz história: primeiro Raptor premiado desde Barnes

    Olha só que notícia massa chegou aqui do Canadá! Collin Murray-Boyles, aquele rookie dos Raptors que virou sensação na temporada, acabou de ser escolhido para o All-Rookie Second Team. E sabe qual é o mais legal? Ele é o primeiro jogador de Toronto a receber esse reconhecimento desde que o Scottie Barnes levou em 2022.

    Cara, eu confesso que não esperava isso no começo da temporada. O garoto chegou vindo da South Carolina meio que nas coxas, mas foi mostrando serviço aos poucos. Os números dele não gritam — 8.5 pontos, 5 rebotes, 2 assistências por jogo — mas quem assistiu os jogos sabe que o impacto vai muito além das estatísticas.

    A transformação nos playoffs foi absurda

    Agora, nos playoffs o bicho desandou mesmo. Murray-Boyles simplesmente virou outro jogador: 14 pontos, 6.4 rebotes e 2.4 assistências de média. No jogo 6 crucial, o moleque fez 5 roubadas + tocos (aqueles “stocks” que a galera ama acompanhar). Com apenas 2,01m de altura, estava jogando de pivô e segurando a parada contra caras bem maiores.

    “Isso me faz sorrir o tempo todo, só de poder fazer parte disso”, disse ele sobre jogar playoffs pelos Raptors. Mano, dá pra sentir a emoção do cara na fala, né?

    As comparações que estão rolando são interessantes

    Com o Jakob Poeltl machucado por várias semanas, Murray-Boyles assumiu a responsabilidade defensiva e começou a receber comparações com o próprio Scottie Barnes e até com o Draymond Green. Sinceramente acho que ele tá mais pro lado do Green — um especialista defensivo que sabe tocar a bola, mas não necessariamente um armador nato como o Barnes.

    O que me impressiona é como ele consegue fazer pump fake no garrafão e finalizar bem pertinho da cesta. Se melhorar os lances livres (que tá meio capenga ainda), vai ser difícil parar esse cara lá embaixo.

    Uma coisa engraçada: Murray-Boyles foi o que recebeu menos votos entre todos os escolhidos pro All-Rookie — apenas 66, enquanto o Ace Bailey teve 107. Mas olha, ele foi o único cara de time que chegou nos playoffs que não conseguiu entrar no First Team. Isso acontece porque ele saía do banco na maior parte dos jogos, enquanto outros rookies eram titulares absolutos em times mais fracos.

    E agora? O futuro promete muito

    Na minha visão, esse moleque tem potencial pra ser um dos melhores defensores da liga nos próximos anos. Lembram quando ele foi draftado em 9º lugar e ficou meio em choque quando chamaram o nome dele? Pois é, quem diria que em poucos meses estaria carregando os Raptors nos playoffs.

    Vocês acham que ele consegue evoluir o arremesso de 3 pontos também? Porque se conseguir esticar a marcação e forçar os pivôs adversários a saírem do garrafão… aí é que os Raptors vão ter uma arma perigosa mesmo.

    Enfim, parabéns pro garoto! Toronto tá de parabéns por ter apostado nele, e nós aqui do Sexto Homem vamos ficar de olho na evolução desse cara. Tem tudo pra ser uma peça fundamental nos próximos anos.

  • Cooper Flagg domina All-Rookie Team 2026 – que temporada!

    Cooper Flagg domina All-Rookie Team 2026 – que temporada!

    Gente, saiu o All-Rookie First Team da temporada 2025-26 e não teve surpresa no comando: Cooper Flagg dos Mavericks liderou a galera toda. O cara que já tinha levado o prêmio de Rookie of the Year obviamente não podia ficar de fora dessa.

    Junto com o fenômeno dos Mavs, vieram mais quatro monstros: Cedric Coward (Grizzlies), VJ Edgecombe (Sixers), Dylan Harper (Spurs) e Kon Knueppel (Hornets). Cara, que safra absurda de rookies foi essa!

    Flagg mostrou por que foi primeira escolha

    O número 1 do draft de 2025 realmente botou pra quebrar em Dallas. Mesmo com o time não chegando nos playoffs — o que deve ter doído pra caramba —, o garoto fechou a temporada com médias de 21.0 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Aproveitamento de 46.8% nos arremessos de quadra, mas aquele arremesso de 3 ainda precisa melhorar (29.5%).

    Sinceramente? Pra um rookie carregar tanto peso ofensivo logo de cara, esses números são surreais. E olha que ele só tem 19 anos ainda!

    As outras pérolas da safra

    Agora, Cedric Coward foi a grande surpresa pra mim. Ninguém esperava que ele ia explodir assim em Memphis — 13.6 pontos, 5.9 rebotes e 2.8 assistências em 62 jogos. O Grizzlies sempre teve bom olho pra achar diamante bruto.

    VJ Edgecombe encaixou que nem uma luva no backcourt da Filadélfia ao lado do Tyrese Maxey. E Dylan Harper? Meu amigo, jogar de shooting guard com Victor Wembanyama do seu lado deve ser um sonho — e ele aproveitou cada oportunidade em San Antonio.

    Mas quem quase roubou a parada foi Kon Knueppel. O cara ficou em segundo no ROY, perdendo só pro ex-companheiro de Duke, o próprio Flagg. Todo mundo achava que ele ia ser só um 3&D básico, mas o garoto surpreendeu: 18.5 pontos, 5.3 rebotes, 3.4 assistências com 47.5% de aproveitamento geral e 42.5% de 3. Que evolução!

    E aí, vocês acham que essa vai ser lembrada como uma das melhores safras de rookies da década? Pra mim, com certeza absoluta. Imagina esses caras daqui a uns 3-4 anos — vai ser uma guerra no Oeste e no Leste!

  • Dylan Harper fura a fila e vai pro All-Rookie First Team saindo do banco

    Dylan Harper fura a fila e vai pro All-Rookie First Team saindo do banco

    Olha só que história louca: Dylan Harper conseguiu uma vaga no All-Rookie First Team mesmo sendo praticamente o único cara que saiu do banco a temporada toda. É, você leu certo — o cara foi 2ª escolha geral no Draft de 2025 e tá dividindo espaço com estrelas que foram titulares desde o primeiro jogo.

    A NBA anunciou o time na quinta-feira, e Harper ficou em quarto lugar na votação, com 93 votos em primeiro lugar e sete em segundo. À frente dele ficaram Cooper Flagg (Dallas), Kon Knueppel (Charlotte) e VJ Edgecombe (Sixers) — todos com 100 votos de primeira. Cedric Coward (Memphis) fechou o top 5.

    Situação única em San Antonio

    Sinceramente? Harper tá numa situação bem peculiar nos Spurs. Cara foi escolhido em segundo no draft mas passou a maior parte da temporada saindo do banco, jogando só 22.6 minutos por jogo. E olha que os números foram sólidos: 11.8 pontos, 3.4 rebotes e 3.9 assistências, com 50% de aproveitamento nos arremessos e uns respeitáveis 34% de três.

    O negócio é que em San Antonio ele tá dividindo a bola com De’Aaron Fox (All-Star veterano) e Stephon Castle (Rookie of the Year de 2024). É meio que um problema de rico, né? Se tivesse caído num time em reconstrução, provavelmente estaria brigando pelo Rookie of the Year.

    E os outros calouros?

    O All-Rookie Second Team também veio carregado: Derik Queen e Jeremiah Fears (ambos do Pelicans), Maxime Raynaud (Kings), Ace Bailey (Jazz) e Collin Murray-Boyles (Raptors). Ah, e Carter Bryant — o outro primeira escolha dos Spurs em 2025 — recebeu alguns votos mas não conseguiu entrar na lista.

    É impressionante como a classe de 2025 tá forte. Harper pode não ter levado o troféu de calouro do ano, mas mostrou que tem potencial pra ser o melhor jogador dessa turma no longo prazo. E aí, vocês acham que ele vai conseguir uma vaga no quinteto titular na próxima temporada? Porque com esse talento todo, ficar no banco é quase um desperdício.

  • VJ Edgecombe no All-Rookie First Team – que primeira temporada absurda!

    VJ Edgecombe no All-Rookie First Team – que primeira temporada absurda!

    Cara, eu já falei aqui no site que o VJ Edgecombe ia ser especial, mas sinceramente? Nem eu esperava que ele fosse arrasar tanto logo na primeira temporada. O moleque acabou de ser nomeado para o All-Rookie First Team da NBA e olha… mereceu demais.

    A liga anunciou na quarta-feira que o armador do Philadelphia 76ers está entre os cinco melhores rookies da temporada 2025-26, junto com Cedric Coward (Memphis), Cooper Flagg (Dallas), Dylan Harper (Spurs) e Kon Knueppel (Hornets). E o mais impressionante? Edgecombe recebeu TODOS os 100 votos para o First Team. Zero votos para o Second Team. Isso é unanimidade, galera.

    Uma estreia de cinema no primeiro jogo

    Vocês lembram da estreia dele? 34 pontos contra o Boston Celtics no primeiro jogo da temporada. Trinta e quatro! Eu tava assistindo pensando “calma aí, esse cara tem apenas 20 anos”. Claro que ele não fez isso todo jogo (né, seria meio absurdo), mas a consistência que ele mostrou durante toda a temporada foi de impressionar.

    Em 75 jogos como rookie, Edgecombe teve médias de 16.0 pontos, 5.6 rebotes e 4.2 assistências. Números sólidos, mas o que mais me chamou atenção foi a maturidade dele nos momentos decisivos. O cara já chegou sabendo jogar clutch — coisa que muito veterano não consegue fazer direito.

    Primeira vez desde Ben Simmons

    Uma curiosidade: o último jogador do Sixers a entrar no All-Rookie First Team foi Ben Simmons lá em 2017-18. Ou seja, fazia tempo que a Filadélfia não tinha um rookie desse nível. E olha que diferença de estilos, né? Simmons com aqueles problemas de arremesso, Edgecombe já chegou metendo de três sem medo.

    O que eu acho mais legal é que Edgecombe ficou em terceiro lugar na disputa do Rookie of the Year — atrás apenas de Flagg e Knueppel, que foram os outros dois caras que também receberam votos unânimes para o First Team. Estar nesse grupo seleto aos 20 anos é coisa de monstro mesmo.

    E vocês viram a qualidade dessa classe de rookies de 2025? Tem talento que não acaba mais. Vários caras nem chegaram nos 21 anos ainda e já tão mostrando que vieram pra ficar. Isso me deixa empolgado pensando no futuro da liga.

    Enfim, parabéns pro VJ Edgecombe. Que venham mais temporadas assim — o Sixers finalmente tem uma joia nas mãos!

  • Flagg domina, mas Knueppel quebra recorde histórico de rookies

    Flagg domina, mas Knueppel quebra recorde histórico de rookies

    Olha, já era mais do que esperado que o Cooper Flagg ia levar o prêmio de Rookie do Ano — o cara simplesmente destruiu na temporada. Mas o que me chamou atenção mesmo foi o Kon Knueppel quebrando um recorde que parecia intocável.

    A NBA divulgou o All-Rookie Team de 2025-2026 e, cara, que turma boa entraram na liga esse ano. Flagg obviamente liderou o primeiro time junto com Knueppel (Hornets), VJ Edgecombe (76ers), Dylan Harper (Spurs) e Cedric Coward (Grizzlies).

    Flagg fez o que todo mundo esperava

    21 pontos por jogo liderando todos os rookies. Sinceramente, eu já esperava isso do garoto — desde Duke você via que ele tinha algo especial. Os 6.7 rebotes e 4.5 assistências mostram que não é só cestinha, sabe jogar coletivo também. E aqueles 46.8% de aproveitamento? Monstro.

    Mas vou te falar, Dallas acertou em cheio nessa escolha. O cara já tá sendo peça fundamental no time.

    Knueppel quebrou tudo no arremesso de 3

    Agora o que me deixou de queixo caído foi o Knueppel. 273 bolas de três na temporada! Pra vocês terem noção, o recorde anterior era do Keegan Murray com 207 em 2022-23. O cara literalmente pulverizou a marca.

    42.5% do perímetro é coisa de maluco. E olha que não foi sorte não — foram mais de 80 tentativas, então é consistência mesmo. Charlotte pode ter encontrado um atirador especial aí.

    Edgecombe também fez bonito nos Sixers com 16 pontos de média em 75 jogos. Consistência é tudo na NBA, e o garoto provou que aguenta o tranco da temporada inteira.

    Harper e as enterradas que viraram meme

    Dylan Harper pode ter saído do banco na maior parte da temporada pelos Spurs, mas cara… essas enterradas que ele dava eram absurdas. Aquela que deixou o Dwyane Wade e a Candace Parker de boca aberta no Prime? Eu assisti umas 50 vezes, não vou mentir.

    13.6 pontos em 25.8 minutos é produção boa vindo do banco. San Antonio sempre soube desenvolver jovem, né? E Coward no Memphis também mostrou serviço com seus 13.6 pontos e 5.9 rebotes por jogo.

    No segundo time ficaram Jeremiah Fears (Pelicans), Ace Bailey (Jazz), Maxime Raynaud (Kings), Collin Murray-Boyles (Raptors) e Derik Queen (também Pelicans).

    E aí, quem vocês acham que vai ser o próximo a quebrar o recorde do Knueppel? Com a liga cada vez mais voltada pro arremesso de 3, não duvido que apareça alguém tentando chegar nas 300 bolas na próxima temporada!