Tag: análise NBA

  • Suns finalmente viraram time de verdade em 2025-26

    Suns finalmente viraram time de verdade em 2025-26

    Cara, eu não consigo parar de pensar numa coisa: quando foi a última vez que você assistiu um jogo do Phoenix Suns e saiu satisfeito? Não estou falando de ganhar título nem nada do tipo — só de assistir um basquete gostoso, que faz sentido.

    Pois é, parece que em 2025-26 isso finalmente aconteceu.

    O boletim que os pais queriam ver

    Saiu agora o relatório completo da temporada dos Suns, e mano… que diferença. Olhando as notas individuais dos jogadores, a pior nota foi C- pro Ryan Dunn. Sem reprovação. Sem D. Sem F.

    Compare isso com a temporada passada, quando o time estava uma bagunça total. Bradley Beal levou F+, Bol Bol e companhia tiraram D… Era de dar dó mesmo.

    Devin Booker e Dillon Brooks tiraram A-, Jordan Goodwin foi o cara com A+ (e mereceu cada ponto dessa nota, na minha opinião). Até jogadores como Oso Ighodaro e Mark Williams mostraram evolução consistente. É o tipo de relatório que você mostraria orgulhoso pros seus pais — se ainda fizessem isso hoje em dia.

    Sensação de time, finalmente

    Sabe qual foi a grande mudança? Os Suns voltaram a parecer um TIME DE BASQUETE. Não aquela colagem maluca de ego e expectativa que a gente viu nos últimos anos, rezando pra que o talento individual resolvesse tudo.

    Eu mesmo comecei a sentir animação antes dos jogos, cara. Ao invés daquela preparação emocional pro desastre que virou rotina. Isso já é um baita progresso.

    A identidade estava se formando. Os caras mais novos evoluindo visivelmente. Dava pra sentir que a organização tinha uma direção, mesmo sabendo que ainda tá longe — bem longe — de brigar por título.

    Mas e aí, foi só sorte?

    A grande pergunta é: isso foi só um lampejo ou o começo de algo maior? Daqui uns anos, quando olharmos pra trás, essa temporada vai representar o que exatamente?

    Sinceramente, acho que foi o primeiro passo real rumo a algo sustentável. Depois de tanto caos e frustração, só restaurar o prazer de assistir já foi uma vitória. Ninguém vai pendurar faixa de “progresso encorajador” no teto, óbvio. Mas às vezes você precisa aprender a caminhar antes de correr, né?

    E vocês, sentiram essa diferença também? Ou acham que ainda é cedo pra ter esperança nos Suns?

  • Por que os Suns têm que manter o Grayson Allen

    Por que os Suns têm que manter o Grayson Allen

    Olha só, eu sei que o Grayson Allen não é o cara mais carismático da NBA. Mas sinceramente? Os Suns cometeriam um erro gigantesco se deixassem ele escapar nessa offseason.

    Cara chegou no Arizona em 2023 naquela negociação maluca que envolveu o Deandre Ayton, e desde então tem sido um soldado. Três temporadas sendo exatamente o que o time precisava — saindo do banco ou como titular, tanto faz. O moleque se adaptou que nem luva.

    Não foi tão ruim quanto parece

    Tá, vamos ser honestos: a temporada 2025-26 do Allen deixou todo mundo meio preocupado. Perdeu 32 jogos por lesão e os 34.9% de três pontos não foram nada bonitos de se ver (especialmente pra um cara que a gente conta pra acertar essas bolas). Mas calma aí antes de entrar em pânico.

    O cara fez CARREIRA nos pontos (16.5 por jogo) e assistências (3.8). E olha esse dado absurdo: 8.9 tentativas de três por jogo! É claro que a eficiência ia cair um pouco com esse volume todo. Sem falar que ele meteu 42 pontos contra o Pelicans em novembro — 10 triplas numa partida só, recorde da franquia!

    Vocês acham mesmo que um cara desses vira problemático do dia pra noite?

    Por que os Suns não podem abrir mão dele

    Primeiro: o cara é muito mais que um arremessador. Sério mesmo. Allen tem atleticismo pra atacar o garrafão, sabe fazer a jogada certa e ainda por cima defend e múltiplas posições. Na minha opinião, é um dos contratos com melhor custo-benefício do time.

    Segundo: a gravidade dele em quadra é coisa de louco. Mesmo numa temporada “ruim”, ainda acertou 3.1 triplas por jogo. Quando o Devin Booker tá fazendo suas coisas, ter o Allen aberto na lateral muda completamente a geometria da quadra. Os caras não podem dormir na dele.

    Terceiro: todo time brigando pelo título MATA por um jogador como ele. Ala que acerta bolas abertas, faz passes extras e não precisa ter a bola na mão o tempo todo? É ouro no mercado atual da liga.

    Eu entendo que com tantos armadores no elenco, fica tentador trocar o Allen pra equilibrar as posições. Mas essa é exatamente a cilada que transforma times bons em medianos. Você não troca qualidade comprovada por planilha bonita.

    O Grayson Allen pode não ser o cara mais empolgante do mundo, mas é exatamente o tipo de jogador que faz a diferença quando a coisa aperta. E olha que eu tô falando isso mesmo depois de uma temporada irregular dele!

  • Gobert admite: Wolves têm vícios que custam playoffs

    Gobert admite: Wolves têm vícios que custam playoffs

    Olha, eu não esperava que o Rudy Gobert fosse tão direto assim. Depois da eliminação pros Spurs na segunda rodada dos playoffs, o pivô francês do Minnesota não teve papas na língua: os Timberwolves têm vícios que eles mesmos criaram.

    “Tivemos muitos altos e baixos. E muito disso, eu acho, estava no nosso controle”, disse Gobert em entrevista recente. Cara, quando um jogador admite que boa parte dos problemas é culpa da própria equipe, você sabe que a coisa tá séria.

    O que deu errado dessa vez?

    Os Wolves já mostraram que têm talento pra chegar longe — duas finais consecutivas da Conferência Oeste provam isso. Mas aí vem a pergunta que não quer calar: por que sempre dá merda no final?

    Gobert foi cirúrgico na análise. Segundo ele, o time precisa focar na “fundação” — quem eles realmente são e o que precisam fazer aconteça o que acontecer. É basicamente voltar ao básico, sabe? Tipo quando você tá errando arremesso livre e o técnico te manda treinar os fundamentos de novo.

    Contra o San Antonio, o problema foi claro: além das lesões (que sempre atrapalham), outros jogadores como o próprio Gobert e Julius Randle simplesmente não apareceram quando precisava. Anthony Edwards sozinho não dá conta de time nenhum nos playoffs, por mais monstro que ele seja.

    Talento ou mentalidade?

    Sinceramente? Acho que é um pouco dos dois. Minnesota tem um elenco forte no papel, mas parece que falta alguma coisa na cabeça desses caras. É como se eles sempre encontrassem um jeito de complicar o que deveria ser simples.

    Gobert falou sobre o grupo ser “resiliente e muito talentoso”, mas que os altos e baixos foram demais. Cara, nos playoffs você não pode se dar ao luxo de ter noites ruins — principalmente quando você tem expectativa de brigar por título.

    E agora? A offseason promete ser movimentada. Tem rumor de que eles vão atrás do Giannis (quem não vai né?), mas será que é só questão de adicionar mais talento ou eles precisam mesmo é de um psicólogo esportivo?

    O que vocês acham? Minnesota resolve os problemas mudando peças ou é mais questão de amadurecimento mental mesmo? Porque do jeito que as coisas estão, eles vão continuar sendo aquele time que “quase” consegue, mas nunca chega lá de fato.