Tag: Analytics

  • Lakers contratam cientista fogueteiro pra revolução nos bastidores

    Lakers contratam cientista fogueteiro pra revolução nos bastidores

    Gente, os Lakers acabaram de fazer uma das contratações mais inusitadas que eu já vi na NBA. Eles trouxeram um cara que literalmente trabalhou com foguetes espaciais pra ser assistente do Rob Pelinka. Isso mesmo que vocês leram.

    O nome dele é Rohan Ramadas, e o currículo do cara é absurdo. Passou 12 anos na The Aerospace Corporation — uma das principais empresas aeroespaciais dos EUA — e agora vai ajudar a Lakers a decolar (perdão pelo trocadilho, não resisti).

    Do espaço para Crypto.com Arena

    Ramadas não é novato no basquete não. Ele tava no Pelicans até agora, onde virou VP de estratégia e operações depois de começar como diretor de analytics e inovação em 2024. E pelos relatos, o cara implementou modelos de IA e algoritmos que ajudavam muito o front office de lá.

    Uma fonte dos Pelicans disse pra ESPN: “Ele é literalmente um cientista de foguetes”. Cara, imagina você apresentar esse cara pros amigos? “Este aqui é o Rohan, ele fazia foguete e agora analisa pick and roll.”

    Na minha opinião, essa contratação faz todo sentido. A NBA hoje é uma guerra de dados, e ter alguém com background científico pesado pode ser o diferencial que os Lakers precisam.

    Lakers investindo pesado em inovação

    O timing não é coincidência. Mark Walter, o dono dos Dodgers, comprou os Lakers por 10 bilhões de dólares no ano passado e tá expandindo toda a estrutura. Eles vão contratar outro assistente de GM também.

    Sinceramente? Acho que precisava mesmo. Os Lakers não ganham um título desde 2020, e com LeBron na reta final da carreira, não dá pra ficar brincando com métodos ultrapassados.

    Ramadas vai focar nas mesmas responsabilidades que tinha no Pelicans: analytics avançados, modelos de IA e inovação tecnológica. Basicamente, ele vai ser o cérebro por trás das decisões baseadas em dados.

    E aí, vocês acham que realmente precisa de um cientista fogueteiro pra Lakers voltarem ao topo? Ou é só mais uma modinha da NBA moderna? Eu tô curioso pra ver como essa aposta vai dar certo.

  • Técnico dos Cavs apela pra estatística após 0-3: ‘Ganhamos 2 jogos’

    Técnico dos Cavs apela pra estatística após 0-3: ‘Ganhamos 2 jogos’

    Olha só que situação bizarra: Kenny Atkinson, técnico dos Cleveland Cavaliers, saiu defendendo o time depois de tomar 3-0 dos Knicks nas finais da Conferência Leste. E qual foi o argumento? Que analiticamente eles “ganharam” dois dos três jogos pelo “placar esperado”.

    Cara, eu entendo a frustração do homem, mas… será que é hora pra isso?

    O que diabos é “placar esperado”?

    “Analiticamente… ganhamos 2 de 3”, disse Atkinson. “Somos dois dos três no placar esperado. Se você acredita em processo e tudo mais, cara, guarda isso pra depois. Eu não jogo isso em cima deles. Eu vejo pra mim mesmo, e se eu tenho esse sentimento, posso ir na nossa mesa analítica e falar: cara, o placar esperado era tipo um ponto ou dois – a gente arremessando muito abaixo do esperado, eles muito acima.”

    Traduzindo: baseado nas chances de arremesso que cada time criou, Cleveland “deveria” ter ganhado dois jogos. O problema é que basquete não se joga no papel. E os Cavs estão tomando uma surra de 40 pontos combinados nos três jogos.

    Sinceramente? Acho que o técnico tá tentando manter a moral do elenco, mas essa conversa soa meio desesperada. Ninguém quer ouvir sobre estatística quando tá perdendo de 3-0.

    Os números não mentem (mas doem)

    A realidade crua é que Cleveland tá arremessando horrivelmente: 29,4% do perímetro e 42,9% no geral. Enquanto isso, New York tá voando com 51,6% nos arremessos gerais e um true shooting de 61,1% contra 53,2% dos Cavs. É uma diferença absurda.

    O mais doloroso? Cleveland tentou 30 arremessos de 3 a mais que os Knicks (126-96) e mesmo assim converteu muito menos. É como ter mais chances no garrafão e perder mesmo assim – frustrante demais.

    “Eu sei que ninguém quer ouvir isso”, admitiu Atkinson. “Todo mundo pensa em resultado. Eu entendo isso também.” Pelo menos ele tem consciência da situação.

    Hora da realidade

    Vamos combinar uma coisa: nunca na história dos playoffs da NBA um time se recuperou de um 0-3. NUNCA. E os Knicks estão a uma vitória de chegarem às Finais pela primeira vez desde 1999. É muita pressão pra cima de Cleveland.

    Na minha opinião, Atkinson tá certo em tentar manter o psicológico, mas essa conversa de “ganhamos analiticamente” pode soar como desculpa pro vestiário. Às vezes é melhor ser direto: erramos os arremessos, eles acertaram, perdemos. Simples assim.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem pelo menos evitar a vassoura? Ou vai ser 4-0 mesmo?

  • Lakers contratam literal cientista de foguetes como GM assistente

    Lakers contratam literal cientista de foguetes como GM assistente

    Olha só que loucura: os Lakers acabaram de contratar um cara que é literalmente um cientista de foguetes para o front office. Rohan Ramadas é o novo gerente-geral assistente do time, vindo direto dos Pelicans onde era VP de estratégia e operações.

    E quando eu falo cientista de foguetes, não tô brincando não. O cara trabalhou mais de uma década na Aerospace Corporation antes de pisar na NBA pela primeira vez. “Ele é um literal cientista de foguetes”, disse uma fonte dos Pelicans para a ESPN. Imagina o currículo desse maluco.

    O Mago da Tecnologia

    Nos Pelicans, Ramadas foi o responsável por implementar inteligência artificial e criar modelos computadorizados para ajudar o front office nas decisões. Cara, isso é o futuro batendo na porta da NBA. Enquanto alguns times ainda tão presos no “feeling” e na experiência do olheiro raiz, os Lakers tão apostando na ciência de dados pesada.

    Sinceramente? Eu acho genial. O basquete moderno é pura matemática – eficiência de arremesso, analytics avançados, tracking de movimento. Quem melhor pra trabalhar com isso do que alguém que literalmente calculava trajetórias de foguetes?

    Revolução no Front Office

    Rob Pelinka disse que ainda vão contratar outro GM assistente focado especificamente em “processos de draft e avaliação de jogadores”. Ou seja, tão montando um time de guerra mesmo. E olha que interessante: essa transformação toda tá rolando sob o comando do novo dono Mark Walter.

    Vocês sabem quem é Mark Walter, né? O cara que revolucionou os Dodgers no baseball usando analytics e ciência de dados com Andrew Friedman e Farhan Zaidi. Agora ele quer fazer a mesma coisa com os Lakers. Basicamente tão tentando aplicar a “Moneyball” no basquete.

    Não vou mentir, fico curioso pra ver como vai ser. Os Lakers sempre foram um time tradicional, baseado em estrelas e glamour de Hollywood. Agora misturar isso com inteligência artificial e análise de dados? Pode dar muito certo… ou muito errado. O que vocês acham, vai rolar essa fusão entre tradição e tecnologia?

  • Josh Hart manda a real sobre analytics e viraliza: ‘É poste pra bêbado’

    Josh Hart manda a real sobre analytics e viraliza: ‘É poste pra bêbado’

    Cara, o Josh Hart simplesmente entregou uma das frases mais geniais que já ouvi sobre analytics no basquete. E olha que eu acompanho NBA há anos, mas essa foi de outro planeta.

    Na coletiva após arrasar com os Cavaliers no Jogo 2 das finais do Leste (vitória por 109-93), o cara soltou essa pérola quando perguntaram sobre sua performance não aparecer tanto nas estatísticas: “Analytics são como um poste pra um bêbado. Você pode se apoiar neles, mas eles não te levam pra casa”.

    Mano, o Karl-Anthony Towns tirou os óculos escuros na hora e ficou tipo “que diabos foi isso?”. A reação dele foi impagável — dá pra ver que nem ele esperava uma filosofia dessas do Hart.

    A noite monstro que justificou a filosofia

    E o melhor? Hart falou isso depois de meter 26 pontos (recorde pessoal nos playoffs), com 5 bolas de 3 em 11 tentativas. Lembrando que o cara tava convertendo apenas 26,7% do perímetro nos playoffs antes desse jogo. Cleveland literalmente provocou ele pra arremessar, e Hart fez eles se arrependerem amargamente.

    Mais 7 assistências, 4 rebotes, 2 roubos de bola e apenas 1 turnover. Números que não contam a história toda, mas mostram porque Mike Brown comparou ele com Andre Iguodala — aquele cara que ganhou 4 títulos sendo o “pegador de rebote” do Warriors.

    Jay Wright, o mestre por trás da frase

    Plot twist: Hart revelou que a frase não é dele. É do Jay Wright, técnico que comandou ele, Jalen Brunson e Mikal Bridges na Villanova. Coincidência? Todos esses caras hoje são peças-chave dos Knicks.

    “Mérito do Jay Wright, cara”, disse Hart, dando os créditos ao técnico que os levou ao título universitário em 2016. E sinceramente, faz todo sentido — Wright sempre foi conhecido por formar jogadores inteligentes, que entendem o jogo além dos números.

    A zoação entre Hart e Towns foi épica também. Towns falou que na Kentucky com o Calipari nunca ouviu isso, e Hart mandou na lata: “Você nem foi pra faculdade direito”. Savage.

    Olha, eu entendo analytics, acho úteis, mas Hart tem razão. Às vezes você precisa sentir o jogo, confiar no instinto. E quando o cara fala isso depois de meter 26 pontos numa final de conferência… é difícil discordar, né?

    Os Knicks lideram a série por 2-0. E com essa mentalidade do Hart, acham que Cleveland consegue reagir?