Tag: Arizona Wildcats

  • Arizona domina convites pro Draft: 6 ex-jogadores na mira da NBA

    Arizona domina convites pro Draft: 6 ex-jogadores na mira da NBA

    Olha, quando eu vi essa lista do Draft Combine da NBA, quase cuspi o café. Arizona com SEIS ex-jogadores convidados? Isso é coisa de programa universitário sério mesmo.

    Os veteranos Tobe Awaka e Jaden Bradley conseguiram o convite, junto com os calouros Brayden Burries e Koa Peat. Mas o que me impressiona é que ainda tem Kylan Boswell (que foi pra Illinois) e Henri Veesaar (que acabou em North Carolina) na lista. Seis caras de um programa só — isso não é coincidência, é trabalho bem feito.

    O Draft Combine é praticamente um ‘passa ou repassa’

    Pra quem não sabe, ser convidado pro Combine (que rola de 10 a 17 de maio em Chicago) é tipo receber um selo de ‘você tem chance real de ser draftado’. São só 73 jogadores no total, então estar ali já significa que os scouts da NBA tão de olho.

    Ano passado só o Carter Bryant tinha ligação com Arizona e foi convidado. E olha no que deu: 14ª escolha geral pro San Antonio Spurs. Nada mal, né?

    O Bradley, aliás, já passou por esse processo antes. Declarou pro Draft ano passado, mas voltou pra Arizona pra temporada senior. Agora tá de volta tentando de novo — e sinceramente acho que dessa vez ele não volta.

    Koa Peat pode surpreender (ou não)

    Tem uma informação interessante sobre o Koa Peat. Os scouts da ESPN acham que ele pode acabar voltando pra faculdade, mesmo sendo projetado como escolha do final da primeira rodada. Cara, se eu fosse ele, ficava maluco com essa indecisão.

    Final da primeira rodada significa contrato garantido de vários milhões. Voltar pra faculdade é apostar que vai melhorar a posição no Draft seguinte — e isso nem sempre acontece. Quantos jogadores já se ferraram fazendo essa aposta?

    O prazo pra desistir do Draft e voltar pra faculdade é 27 de maio. Vai ser interessante ver quantos desses caras vão realmente seguir em frente.

    Ah, e tem um que ficou de fora: Anthony Dell’Orso. O cara provavelmente vai jogar na Austrália, que é de onde ele veio mesmo. Às vezes é melhor assim do que ficar forçando uma barra que não vai rolar.

    E aí, vocês acham que Arizona vai ter quantos jogadores draftados esse ano? Eu chuto pelo menos três ou quatro. Esse programa tá numa fase monstro mesmo.

  • Michigan atropela Arizona no Final Four – Onde entra na história?

    Michigan atropela Arizona no Final Four – Onde entra na história?

    Cara, que surra foi essa que Michigan deu em Arizona no Final Four de 2026! 91 a 73 parece placar ‘normal’, mas quem assistiu sabe que foi muito pior do que isso. Os Wolverines simplesmente destruíram os Wildcats desde o primeiro minuto.

    Eu tava esperando um jogaço entre dois dos melhores times do país, mas Michigan resolveu transformar isso numa aula de basquete. A diferença chegou a 30 pontos durante o jogo — imagina a cara dos torcedores do Arizona vendo aquilo!

    Onde essa surra se encaixa na história?

    Olha, não é todo dia que você vê uma lavada dessas no Final Four. Normalmente os jogos são pegados, decididos nos detalhes. Mas acontece, né?

    Checando aqui os maiores atropelos da história do Final Four (desde 1951, quando o torneio virou coisa séria), a diferença de 18 pontos de Michigan nem entra no top 10! Isso mesmo que vocês leram.

    O maior massacre de todos os tempos foi Villanova 95 x 51 Oklahoma em 2016. Quarenta e quatro pontos de diferença! Aquilo ali foi desumano. Lembro até hoje do Jay Wright na beira da quadra, quase com dó do adversário.

    Os maiores atropelos da história

    A lista é de arrepiar: Princeton meteu 118 x 82 no Wichita State em 1965 (36 pontos de diferença), Cincinnati fez 80 x 46 no Oregon State em 1963, Michigan State aplicou 101 x 67 na Penn em 1979… Cada uma dessas foi uma humilhação histórica.

    E olha só que coincidência massa: UNLV 103 x 73 Duke em 1990 — exatos 30 pontos de diferença, que foi justamente o pico da vantagem de Michigan ontem. Aquele time do UNLV com Larry Johnson era uma máquina de guerra, impossível de parar.

    Kansas também aparece duas vezes na lista — em 2003 contra Marquette (33 pontos) e lá em 1953 contra Washington (26 pontos). Os Jayhawks sempre souberam dar show quando a coisa aperta.

    Michigan rumo ao título?

    Agora é final contra Connecticut. E vocês acham que Michigan consegue manter esse ritmo alucinante? Porque uma coisa é atropel Arizona (que não tava no seu melhor dia), outra é fazer isso contra UConn numa final de March Madness.

    Sinceramente, depois de uma performance dessas, eu não duvidaria de nada vindo dos Wolverines. Quando um time tá ‘quente’ assim no torneio universitário, é capaz de qualquer coisa. Lembram do Villanova em 2016? Fizeram aquela surra histórica no Oklahoma e depois foram lá e ganharam o título todo.

    Vamos ver se Michigan consegue coroar essa campanha monstro com o troféu. Uma coisa é certa: depois dessa exibição, eles chegam na final como favoritos absolutos.

  • Tommy Lloyd rejeita North Carolina e fica no Arizona por 5 anos

    Tommy Lloyd rejeita North Carolina e fica no Arizona por 5 anos

    Cara, que novela foi essa! Tommy Lloyd finalmente botou fim na especulação e confirmou: vai ficar no Arizona pelos próximos cinco anos. E olha, não foi qualquer renovação não — o cara vai embolsar uma média de 7,5 milhões de dólares por temporada. Isso mesmo, 7,5 milhões!

    “Eu vou ficar no Arizona”, disse Lloyd numa coletiva na sexta-feira. E completou de um jeito que só quem ama o que faz consegue falar: “Basquete do Arizona, vocês sabem o que significa pra mim. Quando digo que é um lugar especial, isso sempre vem do fundo do meu coração.”

    Michael Jordan ligou? Lloyd diz que é balela

    A galera tava pirada com os rumores de que o próprio Michael Jordan tinha ligado pra convencer o técnico a ir pro North Carolina. Lloyd foi direto ao ponto: tudo invenção. E ainda mandou uma frase que vai ficar marcada:

    “Eu tomei a decisão de que o meu Michael Jordan é o Steve Kerr, e tenho orgulho de ser um Wildcat do Arizona.”

    Mano, que declaração de amor! Pra quem não lembra, Steve Kerr é ex-jogador histórico do Arizona e hoje técnico campeão da NBA com o Golden State Warriors.

    Os números não mentem: Lloyd é monstro

    E vocês acham que o Arizona tá pagando caro à toa? Nada disso. Em cinco temporadas à frente do time, Tommy Lloyd tem 148 vitórias e apenas 35 derrotas. Isso faz dele o técnico com mais vitórias na história do NCAA em suas primeiras cinco temporadas como head coach.

    Este ano então foi absurdo: título da temporada regular da Big 12, título do torneio da conferência e — pasmem — primeira Final Four do programa desde 2001. O Arizona encara Michigan no sábado, e sinceramente, depois dessa renovação, a confiança deve estar lá em cima.

    A diretora atlética Desiree Reed-Francois não economizou nos elogios: “Tommy Lloyd é o melhor técnico do basquete universitário, e temos uma forte convicção no futuro do basquete do Arizona sob sua liderança.”

    Desde que chegou do Gonzaga em 2021 — onde passou duas décadas como assistente principal do Mark Few — Lloyd conquistou três títulos de temporada regular e levou o time a quatro Sweet 16 em cinco participações no March Madness.

    E aí, o que vocês acham? Arizona fez certo em segurar o técnico com essa grana toda? Na minha opinião, pelo que o cara já entregou, tá mais que justificado.

  • Tommy Lloyd nega boatos e foca no Final Four: ‘Não sou multitarefa’

    Tommy Lloyd nega boatos e foca no Final Four: ‘Não sou multitarefa’

    Olha, eu entendo perfeitamente o Tommy Lloyd. O cara tá a UMA vitória da final do March Madness, comandando o Arizona no primeiro Final Four desde 1997, e os repórteres ficam martelando sobre a vaga em North Carolina. Sinceramente? Eu também mandaria todo mundo calar a boca.

    “Eu sou um cara simples. Faço uma coisa de cada vez. Não sou multitarefa”, disse Lloyd na coletiva de quinta-feira. “Podem perguntar pra minha esposa. Estou 100% focado no basquete do Arizona agora.”

    A situação em Chapel Hill tá complicada

    Mas vamos ser realistas — a especulação faz todo sentido. North Carolina demitiu Hubert Davis mês passado e criou uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário. E adivinha? Lloyd tá na lista dos favoritos, junto com Billy Donovan (Chicago Bulls) e Dusty May (Michigan).

    A multa rescisória do Lloyd caiu de 11 milhões pra 9 milhões de dólares ontem. Coincidência? Eu acho que não. Mas Chapel Hill tá numa situação financeira meio apertada — ainda devem mais de 5 milhões pro Davis demitido, gastaram uma fortuna com Bill Belichick no football, e qualquer técnico top vai custar entre 6 e 9 milhões por ano. Lloyd ganha “só” 5,3 milhões atualmente.

    Arizona chegou onde não chegava há 27 anos

    E sinceramente, eu entendo por que Lloyd não quer nem ouvir falar do assunto agora. O cara fez um trabalho MONSTRO no Arizona. Em apenas cinco temporadas, levou os Wildcats ao primeiro Final Four desde 97. Isso é de outro planeta, gente.

    O time dele é completamente equilibrado — rotação de oito jogadores, com Jaden Bradley (melhor jogador do Big 12) comandando e os calouros Koa Peat e Brayden Burries projetados como picks da primeira rodada do Draft. Arizona e Michigan são os dois primeiros no ranking KenPom. Absurdo.

    “Meu foco total está neste time. Nada está me distraindo”, completou Lloyd quando insistiram no assunto.

    E aí, vocês acham que ele aguenta a pressão de North Carolina batendo na porta? Ou será que a chance de fazer história no Arizona é mais tentadora? Uma coisa eu sei — sábado contra Michigan vai ser um jogaço, e Lloyd merece toda nossa atenção nesse momento épico.

  • Arizona volta ao Final Four após 24 anos com show de calouros

    Arizona volta ao Final Four após 24 anos com show de calouros

    Gente, eu não acreditei quando vi o placar final: Arizona 79 x 64 Purdue. Os Wildcats voltaram ao Final Four depois de 24 anos! Vinte e quatro anos, cara. A última vez foi em 2001, eu era praticamente criança ainda acompanhando March Madness.

    E o mais absurdo? Foram os calouros que carregaram o time nas costas. Koa Peat meteu 20 pontos, Ivan Kharchenkov adicionou 18 e Brayden Burries contribuiu com 14. Somando os três: 52 pontos. Mais da metade dos pontos do time saindo de garotos de primeiro ano. Isso é surreal.

    Tommy Lloyd fez história (e que história!)

    O técnico Tommy Lloyd tá vivendo um sonho, véi. Em cinco temporadas no comando do Arizona, o cara já tem 148 vitórias — recorde da NCAA para um técnico nos primeiros cinco anos. Superou até o Brad Stevens, que era considerado o padrão ouro nessa estatística.

    Mas o que me emocionou mesmo foi quando ele mencionou Lute Olson no pós-jogo. Olson morreu em 2020 e foi quem construiu toda a tradição do Arizona (incluindo o título de 1997). “Tem um cara bonito de cabelo branco olhando pra nós lá de cima e tá feliz”, disse Lloyd. Arrepiou.

    Purdue tentou, mas não deu conta

    Olha, o Purdue até esboçou uma reação no primeiro tempo com Daniel Jacobsen — um gigante de 2,24m que mal tinha jogado nos jogos anteriores. Por alguns minutos ele incomodou o garrafão do Arizona, mas não durou muito.

    A virada de chave veio no intervalo quando Lloyd fez algo que eu nunca tinha visto: mandou toda a comissão técnica sair do vestiário e deixou os jogadores conversarem sozinhos. “Vocês têm alguns minutos pra resolver essa parada e vamos chutar a bunda deles no segundo tempo”, foi basicamente isso que ele falou. Funcionou perfeitamente.

    Braden Smith, do Purdue, ainda quebrou o recorde histórico de assistências da NCAA esta temporada (terminou com 1.103), mas não conseguiu evitar a eliminação. Treze pontos com apenas 4 de 15 arremessos — não foi a noite dele.

    Agora é Indianapolis. Arizona com 13 vitórias consecutivas vai enfrentar quem sair de Michigan x Tennessee. Sinceramente? Depois de ver esses calouros jogando desse jeito, eu não duvido de mais nada. Vocês acham que eles conseguem chegar na final? Porque eu tô começando a acreditar…

  • Arizona quebra maldição de 25 anos e volta ao Final Four!

    Arizona quebra maldição de 25 anos e volta ao Final Four!

    Cara, que alívio! Arizona finalmente quebrou essa maldição que parecia eterna. Os Wildcats atropelaram Purdue no segundo tempo por 79-64 e estão de volta ao Final Four depois de 25 anos. Vinte e cinco anos, pessoal!

    Olha, não foi fácil não. No primeiro tempo, os caras estavam perdendo por sete pontos — primeira vez que ficaram atrás neste March Madness todo. Purdue estava metendo bala de três (sete no primeiro tempo) e eu já tava começando a pensar “lá vamos nós de novo com Arizona”.

    A virada monstro do segundo tempo

    Mas aí que tá — esse time de Arizona é diferente. Eles eram 5-0 na temporada quando perdiam no intervalo. E fizeram 6-0 ontem.

    Saíram do vestiário como se tivessem tomado energético. Uma arrancada de 16-3 logo no começo do segundo tempo e pronto — viraram o jogo e não olharam mais pra trás. Purdue simplesmente desapareceu, cara. Fizeram apenas uma bola de três no segundo tempo (contra sete no primeiro). Uma!

    Os números falam por si: Arizona fez 48-26 no segundo tempo, com 51,6% de aproveitamento nos arremessos. Enquanto isso, Purdue murchou feio — só 32,1% de acerto.

    Koa Peat foi o cara da partida

    Koa Peat liderou a festa com 20 pontos e levou o prêmio de MVP da região Oeste. Quatro titulares fizeram double digits — essa profundidade toda que fez a diferença.

    Sinceramente, eu não esperava que fosse esse time de Arizona que quebraria a maldição. Eles tiveram várias equipes com potencial ao longo dos anos, cheias de futuros craques da NBA, mas sempre dava errado no March Madness. Seis eliminações consecutivas no Elite Eight! Sendo duas como cabeça de chave número 1.

    Agora é sonhar com o título

    O mais louco é que eles vão jogar o Final Four em Indianapolis — a mesma cidade onde conquistaram seu único título nacional em 1997. Coincidência? Eu acho que não.

    Purdue, coitados, voltam pra casa mais uma vez frustrados. Começaram a temporada como número 1 do país e não conseguem quebrar uma estatística horrível: 0-10 contra cabeças número 1 no March Madness. Zero em dez!

    Pelo menos Braden Smith se despede como líder histórico em assistências da NCAA com 1.103 passes para cesta. Não é pouca coisa.

    E aí, vocês acham que Arizona consegue ir até o fim dessa vez? Depois de 25 anos esperando, eles merecem pelo menos tentar, né?

  • Koa Peat pode ser pick 12 no Draft: Portland de olho no brasileiro

    Koa Peat pode ser pick 12 no Draft: Portland de olho no brasileiro

    Olha só que notícia boa pra gente! O Koa Peat, ala brasileiro que tá fazendo a festa no Arizona, apareceu como pick 12 no último mock draft do USA Today. E adivinha quem tá de olho nele? Portland Trail Blazers.

    Cara, eu confesso que não esperava o Koa subir tanto assim nas projeções. Quando ele chegou no Arizona, todo mundo sabia que tinha talento, mas ser cotado pra primeira rodada do Draft 2026? Isso é coisa séria.

    Por que Portland faz sentido?

    A análise do Bryan Kalbrosky faz todo sentido. Portland adora draftar atletas explosivos, e o Koa é exatamente isso — um cara versátil que pode jogar de várias posições e ainda distribuir o jogo. Os números dele no Arizona impressionam: 13.6 pontos, 5.3 rebotes e 2.7 assistências por jogo.

    Mas tem um detalhe que me chamou atenção: quando o Koa tá em quadra, o Arizona joga num ritmo muito mais acelerado (4.1 posses extras por jogo). Isso casa perfeitamente com o estilo de Portland, que adora correr pro ataque.

    O que ainda precisa melhorar

    Sinceramente, só tem uma coisa preocupando: o arremesso de 3. Com 31.6% do perímetro, dá pra melhorar bastante. Na NBA atual, se você não consegue esticar a quadra, fica difícil ter minutos consistentes como ala.

    Mas olha, 53.7% nos arremessos de quadra é absurdo. O moleque tem mão boa, só precisa ajustar a distância. E convenhamos — quantos brasileiros conseguem ser All-Big 12? O Koa tá provando que pode competir no mais alto nível.

    Expectativa pra March Madness

    Com o torneio universitário chegando no Sweet 16, essa é a chance de ouro pro Koa mostrar serviço quando a pressão tá no máximo. NBA scouts vão estar de olho em cada jogada.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter essa projeção e realmente sair na primeira rodada? Eu tô torcendo muito — seria mais um brasileiro fazendo história na melhor liga do mundo.

  • Arizona faz MASSACRE histórico e está a um passo da Final Four

    Arizona faz MASSACRE histórico e está a um passo da Final Four

    Mano, que show de basquete foi esse do Arizona ontem! Os Wildcats simplesmente destruíram Arkansas por 109 a 88 e carimbaram vaga na Elite Eight pela primeira vez desde 2015. E olha, não foi só uma vitória — foi uma aula de basquete coletivo que entrou pra história do March Madness.

    Seis caras pontuaram pelo menos 14 pontos. SEIS! Isso nunca tinha acontecido na história do torneio da NCAA. Os calouros Brayden Burries e Koa Peat foram os cestinhas com 21 cada, mas todo mundo contribuiu: Ivan Kharchenkov (15), Jaden Bradley, Motiejus Krivas e Tobe Awaka (14 cada).

    Aproveitamento absurdo de arremessos

    O Arizona converteu 64% dos arremessos de quadra. Sessenta e quatro por cento! Pra vocês terem uma ideia de como isso é monstruoso: foi o maior aproveitamento numa fase Sweet 16 ou posterior desde 2016, quando Villanova acertou 71% contra Oklahoma na Final Four.

    “Eu sinto que isso é o que nos torna tão especiais, porque qualquer um pode explodir em qualquer dia. Todo mundo contribui do seu jeito”, disse Burries. E o Peat completou: “Esse foi o basquete mais divertido que eu já joguei, honestamente”.

    Arkansas não teve chances

    Olha, o Arkansas até tentou. O calouro Darius Acuff Jr. fez 28 pontos, mas sozinho não dá, né? O resto do time simplesmente não conseguiu acompanhar o ritmo alucinante do Arizona. E pasmem: essa foi a maior derrota de John Calipari em 85 jogos de March Madness como técnico principal. O cara é veterano e nunca tinha levado uma surra dessas no torneio.

    Arizona já liderava por 54-43 no primeiro tempo e simplesmente não deu chances no segundo. Abriu 18 pontos de vantagem logo no começo da segunda etapa e foi só administrar.

    Agora vem o grande teste: sábado tem Arizona x Purdue pela vaga na Final Four. Os Wildcats entram como favoritos por 5,5 pontos — e sinceramente, depois de uma performance dessas, eu não apostaria contra eles.

    Se ganharem, será a primeira Final Four desde 2001, quando perderam o título nacional justamente pro Duke. E aí, vocês acham que esse time equilibrado do Arizona consegue chegar lá? Porque eu tô começando a acreditar…

  • Arizona massacra Arkansas e mostra que pode quebrar jejum histórico

    Arizona massacra Arkansas e mostra que pode quebrar jejum histórico

    Cara, o que aconteceu em San José ontem foi simplesmente brutal. Arizona destruiu Arkansas por 109-88 no Sweet 16 do March Madness, e não foi nem um pouco perto disso que o placar sugere.

    John Calipari, técnico do Arkansas, basicamente previu a própria desgraça. Antes do torneio começar, ele já sabia que Arizona era o pior possível adversário para o seu time. E olha, o cara estava certíssimo — foi uma surra do início ao fim.

    Quando você sabe que vai dar ruim

    “Arizona é realmente muito bom”, disse Calipari depois do jogo. Mano, que understatement! O time estava voando o mês inteiro, fazendo enterradas como se fosse o Lob City dos Clippers e arremessando como os Splash Bros do Warriors. Darius Acuff Jr. estava mostrando por que vai ser estrela da NBA.

    Mas aí veio a realidade: Arizona atirou 63.8% do campo — a melhor marca contra um time de conferência forte na temporada. Só tentaram 8 bolas de 3, mas acertaram 5. E ainda por cima foram 39 vezes na linha de lance livre. Absurdo!

    Tommy Lloyd, técnico do Arizona, até tentou ser humilde, mas os números não mentem. O time jogou o seu melhor basquete quando mais importava.

    A maldição de 25 anos pode acabar?

    Aqui que fica interessante, galera. Arizona não vai ao Final Four desde 2001. Vinte e cinco anos! É uma maldição que assombra Tucson há décadas. O time já chegou no Elite Eight cinco vezes desde então e sempre deu zebra.

    Mas sinceramente? Eu tô começando a acreditar que esse time de 2026 é diferente. Eles têm 35 vitórias, empatando o recorde do programa de 1987-88. Os calouros estão jogando como veteranos, e o time todo parece estar encaixado no momento perfeito.

    O problema é que Arizona já esteve nessa posição antes e sempre decepcionou. Agora vão enfrentar Purdue no Elite Eight — um time experiente, com jogadores que sabem o que é chegar num Final Four.

    O show dos calouros

    Koa Peat, um dos calouros sensação, resumiu tudo: “Fomos lá e jogamos o nosso basquete Arizona. Tudo se encaixou.” E realmente se encaixou mesmo. Os pivôs dominaram o garrafão, os armadores correram a quadra toda, e Arkansas simplesmente não teve resposta para nada.

    A frustração foi tanta que rolaram duas faltas técnicas (uma no próprio Calipari) e duas faltas flagrantes. O Arkansas simplesmente desmoronou conforme o jogo foi passando.

    E aí, vocês acham que dessa vez Arizona finalmente quebra o jejum? Ou vão dar mais uma de sempre e parar no Elite Eight? Eu tô torcendo para que esse time histórico consiga fazer história de verdade dessa vez. Com esse nível de jogo, fica difícil apostar contra eles.