Tag: armadores NBA

  • Brunson já tá entre os maiores armadores da história dos Knicks

    Brunson já tá entre os maiores armadores da história dos Knicks

    Cara, eu tô aqui vendo o Jalen Brunson liderar os Knicks para as Finals da NBA e não consigo parar de pensar: onde exatamente esse cara se encaixa entre os maiores armadores da história de Nova York?

    Lembram quando a Becky Hammon disse que jogador baixo não ganha título? Que o Brunson era “pequeno demais”? Pois é. Agora ele tá aí com o troféu de MVP das Finais da Conferência Leste na mão, levando os Knicks para a decisão da NBA pela primeira vez em mais de 20 anos.

    Olha, eu não vou ficar recontando toda a história do JB — desde Dallas, passando pelo Mark Cuban, até chegar em Nova York. Vocês já conhecem. O que importa é onde estamos agora.

    Os números não mentem

    Nos quatro anos com Brunson na armação, os Knicks ganharam 61,2% dos jogos da temporada regular. Duas semifinais de conferência, duas finais de conferência e agora — finalmente — as Finals da NBA.

    Pra vocês terem uma ideia do tamanho dessa conquista: apenas os Knicks de 94-98 e os de 71-74 tiveram sequências melhores que essa atual. E só um desses times ganhou o anel.

    Antes do Brunson chegar, que deserto era aquilo? Sete playoffs em 23 anos. 19 vitórias nos playoffs contra 33 derrotas. Uma bagunça completa. E aí chega esse baixinho de 1,85m e muda tudo.

    Onde ele se encaixa na história?

    Obviamente, Patrick Ewing e Walt “Clyde” Frazier ainda estão acima dele — pelo menos por enquanto. São lendas intocáveis. Mas sinceramente? Se os Knicks ganharem esse título, a conversa muda completamente.

    O que mais me impressiona é como ele assumiu essa responsabilidade. Nova York estava desesperada por um líder, por alguém que não fugisse da pressão do Madison Square Garden. E o JB simplesmente abraçou tudo isso.

    Imaginem só: um cara que saiu de Dallas meio que “desprezado”, chega nos Knicks e em quatro temporadas os coloca na Final da NBA. Isso é coisa de filme, pessoal.

    As casas de apostas ainda consideram ele favorito para o MVP das Finals (odds de +115), mesmo com o Karl-Anthony Towns jogando absurdamente bem. E olha, eu não duvido nada. O cara tem esse DNA de jogos decisivos.

    Vocês acham que ele consegue fechar essa Final e entrar de vez no panteão dos maiores de Nova York? Porque na minha visão, falta muito pouco para isso acontecer. E quando acontecer, vai ser impossível negar: Jalen Brunson salvou a franquia dos Knicks.

  • Rockets garantem JD Davison pro playoff — era hora mesmo!

    Rockets garantem JD Davison pro playoff — era hora mesmo!

    Finalmente! Os Houston Rockets converteram o contrato two-way do JD Davison para um contrato padrão da NBA, e sinceramente, já era mais que hora. O cara foi MVP da G-League na temporada passada e estava ali, na nossa frente, esperando uma oportunidade real.

    O timing não podia ser mais perfeito. Com os playoffs batendo na porta, Houston precisava garantir que Davison estaria disponível — porque, pasmem, ele já tinha batido o limite de 50 jogos permitidos para contratos two-way. Imaginem a dor de cabeça se perdessem um jogador assim por uma questão burocrática?

    A situação complicada dos armadores

    Olha, vou ser sincero: a situação do Houston na posição de armador tem sido um pesadelo desde que o Fred VanVleet rompeu o ligamento do joelho. Aaron Holiday e Reed Sheppard estavam ali fazendo o que podiam, mas tecnicamente não eram armadores puros, né?

    E aí que entra o Davison. Durante a pré-temporada, o moleque simplesmente destruiu — 47,1% nas bolas de três! Pra um time que sofre pra arremessar de longe, isso é ouro puro. Média de 10,5 pontos também, mostrando que tem jogo ofensivo.

    Os números da temporada regular

    Agora, vamos com calma. Os números da temporada regular não são de tirar o fôlego: 2,2 pontos, 1 assistência por jogo. Mas cara, o moleque mal jogou! Quando você projeta por 36 minutos, a coisa muda de figura: 11,3 pontos, 5,2 assistências e 4,5 rebotes.

    O arremesso de três caiu pra 28,6% — bem longe daqueles 47% da pré-temporada. Mas olha, é normal. Pressão da temporada regular, menos minutos, ritmo diferente. O importante é que o potencial está ali.

    O contrato é de dois anos com opção de equipe no segundo ano. Inteligente da parte dos Rockets — testam o garoto nos playoffs, veem como ele se desenvolve, e se não rolar, não ficam presos.

    Vocês acham que o Ime Udoka vai dar minutos pro Davison nos playoffs? Eu acho que deveria. Com o VanVleet fora, toda ajuda é bem-vinda, especialmente alguém que pode esticar a defesa com o arremesso de três.

  • O ranking dos armadores da NBA que tá dividindo opiniões

    O ranking dos armadores da NBA que tá dividindo opiniões

    Olha, eu sempre achei que armador era a posição mais importante do basquete. Mas será que ainda é assim na NBA de 2025? Acabei de ler um ranking que me deixou pensando sobre isso a noite toda.

    O pessoal do Dunc’d On soltou o ranking dos point guards pra próxima temporada e, cara… tá bem diferente do que a gente via uns anos atrás. Shai Gilgeous-Alexander continua reinando absoluto no topo — e sinceramente, depois das últimas temporadas dele no Thunder, quem vai discutir? O maluco é um monstro completo.

    A revolução silenciosa está rolando

    Mas aqui que fica interessante. Os caras falam de uma mudança que eu venho percebendo há um tempo: os times estão cada vez mais dependendo de jogadores maiores pra criar as jogadas. Faz sentido quando você pensa no LeBron armando pro Lakers, ou no Jokic distribuindo assistências como se fosse Magic Johnson reencarnado.

    E onde ficam os armadores tradicionais nessa história? Aí que tá o drama. Nomes pesados como Stephen Curry, Jalen Brunson, Tyrese Haliburton — todos enfrentando mais incerteza do que no ano passado. Imagina o Curry, que revolucionou o jogo com os arremessos de três, agora tendo que provar relevância aos 36 anos?

    Trae Young, Ja Morant, Damian Lillard… todos no mesmo barco. Jogadores que há poucos anos eram considerados intocáveis, agora precisam se reinventar ou ver outros ocuparem seus lugares.

    A nova geração não perdoa

    Porque a verdade é que tem sangue novo chegando forte. Tyrese Maxey tá subindo no ranking com toda razão — o cara simplesmente explodiu no 76ers e mostrou que pode ser o armador titular de um time grande. E Dylan Harper? Rapaz, esse menino ainda nem foi draftado e já tá sendo cotado pra subir rapidamente.

    Na minha opinião, essa mudança reflete algo maior que tá acontecendo na liga. O basquete tá cada vez mais positionless, como dizem por aí. Não importa se você tem 1,80m ou 2,10m — se consegue criar jogadas e acertar arremessos, você pode ser o “armador” do time.

    Vocês acham que essa tendência vai continuar? Ou ainda tem espaço pro armador tradicional, baixinho e rápido, que a gente cresceu assistindo? Porque olhando pra esse ranking, parece que o futuro pertence aos caras grandes que sabem jogar de tudo um pouco.

    O que mais me impressiona é ver como nomes que pareciam consolidados agora precisam provar valor novamente. Fred VanVleet, por exemplo — campeão da NBA, jogador fundamental no título do Raptors, e agora com interrogação sobre o futuro.

    Uma coisa é certa: vai ser uma temporada interessante pra acompanhar quem consegue se adaptar e quem vai ficar pra trás nessa evolução do jogo.