Tag: armadores

  • Trae Young vai ganhar uma FORTUNA nos Wizards

    Trae Young vai ganhar uma FORTUNA nos Wizards

    Mano, o Trae Young vai embolsar uma grana absurda em Washington. Segundo as informações que estão rolando, o armador deve assinar um contrato de três anos por cerca de 120 milhões de dólares com os Wizards nesta offseason. Isso mesmo — 120 MILHÕES.

    A situação é a seguinte: o Young tem uma opção de jogador de 49 milhões para a próxima temporada, mas pode assinar um acordo ainda mais gordo. Até o dia 30 de junho, ele estava elegível para um contrato de três anos por 160 milhões, mas aparentemente vai ficar com algo em torno dos 120.

    E aí, vale a pena?

    Olha, eu entendo a estratégia dos Wizards. O cara tem apenas 27 anos e já provou que sabe distribuir assistências e marcar pontos. Mas sinceramente? Me preocupa um pouco essa aposta toda em cima de apenas cinco jogos em Washington.

    Porque vamos ser realistas aqui — Young jogou só cinco partidas pelos Wizards na temporada passada, com médias de 15.2 pontos e 6.2 assistências. É uma amostra bem pequena pra definir um investimento desse tamanho, não acham?

    O futuro em Washington

    Por outro lado, os Wizards estão claramente apostando no potencial do armador pra liderar o projeto de reconstrução. E cara, 40 milhões por ano não é pouco dinheiro não — é salário de superstar mesmo.

    A grande questão agora é: será que o Young consegue voltar ao nível que mostrou em Atlanta? Lá ele já teve temporadas com mais de 25 pontos de média e quase 10 assistências. Se ele conseguir repetir algo próximo disso em Washington, aí sim o investimento faz todo sentido.

    Vocês acham que os Wizards estão fazendo a escolha certa ou é muito risco pra pouco tempo de observação? Eu tô na dúvida, mas torço pra dar certo — sempre gosto de ver armadores talentosos brilhando na liga.

  • Nets tem joia ofensiva no Draft 2026, mas defesa preocupa

    Nets tem joia ofensiva no Draft 2026, mas defesa preocupa

    Olha, o Draft de 2026 tá chegando e o Brooklyn Nets tem a 6ª escolha geral nas mãos. E cara, que posição interessante pra estar. Tem uma galera bem talentosa disponível e, segundo analistas, um nome em particular pode virar All-Star no futuro.

    Darius Acuff Jr., armador do Arkansas, tá sendo apontado como o cara com maior potencial de estrela entre os disponíveis após o top 4. O analista Sam Vecenie foi direto ao ponto: “Eu acho que esse cara vai fazer 25 pontos e 6 assistências por jogo em algum momento da carreira”.

    O monstro ofensivo de Arkansas

    E não é papo furado não. Os números do garoto na faculdade foram simplesmente absurdos. 23.5 pontos por jogo sendo CALOURO, com aproveitamentos de 59.7% perto da cesta, 40.1% no meio da quadra e incríveis 44% de três pontos. Isso aí é coisa de veterano, não de novato.

    As assistências também impressionam: 7.3 por partida com apenas 2.5 turnovers. Relação de quase 3:1 entre passes certeiros e erros. O garoto tem visão de jogo e não se desespera com a bola na mão.

    Resultado? Arkansas foi campeã da Big 12 e chegou no Sweet 16 do March Madness. Nada mal para um time que dependia de um calouro de 19 anos.

    Mas aí vem o problema…

    Agora vem a parte chata da história. Defesa. O cara simplesmente não se esforça no lado defensivo da quadra, e isso tá preocupando os scouts da NBA.

    Vecenie foi claro: “Ele tem as ferramentas físicas – 1,88m com envergadura de 2,01m e é bem forte. Mas precisa se importar com a defesa, precisa dar esforço e mostrar orgulho quando marca”.

    E aí, será que dá pra ensinar disposição defensiva? Sinceramente, eu acho que sim, mas depende muito da mentalidade do jogador. Na minha opinião, se ele quiser mesmo ser estrela na NBA, vai ter que aprender a marcar.

    O próprio Acuff não tem papas na língua sobre suas ambições: “Definitivamente um armador superstar. Vou trazer muita empolgação para qualquer cidade que eu for… Muitas conquistas, com certeza. Mas principalmente estar em um time vencedor”.

    Confiança não falta pro garoto, né? E olha, pelo que mostrou em quadra no Arkansas, talvez ele tenha razão mesmo.

    O Nets tá numa posição interessante. Podem apostar no talento ofensivo absurdo do Acuff ou ir em alguém mais “seguro” como Mikel Brown Jr., do Louisville. Vocês acham que vale a pena o risco com esse potencial All-Star que não marca ninguém?

  • Christian Anderson confirma para o Draft — 16ª pick projetada!

    Christian Anderson confirma para o Draft — 16ª pick projetada!

    Cara, saiu agora há pouco e já tô aqui passando pra vocês: Christian Anderson, do Texas Tech, confirmou que vai ficar no Draft da NBA. E olha, não é qualquer um não — o garoto tá projetado como 16ª escolha geral no mock draft da ESPN. Dezesseis!

    Sinceramente? Eu já esperava essa decisão. O moleque teve uma temporada monstro pelos Red Raiders, fazendo uma média absurda de 18.5 pontos e 7.4 assistências por jogo. Armador de 1,90m que sabe distribuir E marcar? Isso aí é ouro no mercado atual da NBA.

    Os números do combine impressionaram

    Mas espera que tem mais. No combine da NBA, Anderson mostrou que não tá de brincadeira: foi o terceiro melhor atirador em quatro diferentes testes de arremesso. E o pulo vertical? 40.5 polegadas, meu amigo. Mais de 1 metro de elevação. Isso é atleticismo de verdade.

    “É um sonho que busquei a vida inteira, e o fato de agora ser uma oportunidade real é algo que não dou como garantido”, disse Anderson. “Sou incrivelmente grato pela chance de competir no mais alto nível do mundo, e estou pronto para aproveitar ao máximo.”

    Minha opinião: escolha certa

    Na minha visão, Anderson tá fazendo a decisão correta. Olha, voltar pra faculdade sempre é uma opção, mas quando você tá projetado no top-20 e já mostrou tudo que tinha que mostrar no college… por que arriscar?

    O garoto tem perfil completo: arremesso de 3 confiável, visão de jogo excelente e atleticismo suficiente pra defender na NBA. E vocês sabem como é — armador que sabe atirar sempre acha espaço na liga.

    Agora é torcer pra ele cair num time que valorize suas qualidades. E aí, qual franquia vocês acham que seria a cara dele?

  • Becky Hammon dobra aposta: ‘Brunson é pequeno demais pra ser campeão’

    Becky Hammon dobra aposta: ‘Brunson é pequeno demais pra ser campeão’

    Mano, a Becky Hammon tá levando uma chuva de críticas por causa de uma declaração que ela fez sobre o Jalen Brunson há dois anos, e agora que o cara tá arrebentando com o Knicks rumo às finais da NBA, todo mundo quer saber se ela mudou de opinião.

    Spoiler: não mudou.

    O que ela falou que causou tanta polêmica?

    Lá em outubro de 2023, durante o NBA Today da ESPN, a ex-estrela da WNBA e atual técnica do Las Vegas Aces soltou uma que deixou todo mundo de boca aberta. Na época, o Knicks tava na quinta posição do Leste com 16-11, e o Kendrick Perkins falou que o Brunson tinha potencial pra ser o cara de um time campeão.

    Aí a Becky não poupou: “Ele é pequeno demais. Se seu melhor jogador é pequeno, você não vai ganhar… Só o Steph Curry conseguiu isso.”

    Cara, imagina falar isso do Brunson, que hoje tá carregando o Knicks nas costas? A mulher tem coragem, não vou mentir.

    Agora ela voltou atrás?

    Que nada! A Becky dobrou a aposta mesmo com toda a pressão. E olha, ela tem argumento.

    “Eu falo por experiência própria”, ela disse, lembrando que também foi uma armadora pequena na WNBA. “O Allen Iverson ganhou MVP e perdeu na final. Acho que os dois melhores times estão no Oeste, mas tô disposta a ser provada errada.”

    E completou com uma frase que eu achei sensacional: “Eu disse o que disse. Se ele me provar errado, ele me prova errado.”

    Sinceramente? Eu entendo o ponto dela. Historicamente, armadores pequenos realmente enfrentam dificuldades pra liderar times campeões. O próprio Curry, que ela citou como exceção, é um monstro de arremesso de 3 que mudou o jogo completamente.

    Mas e o Brunson?

    Olha, o cara tá tendo uma temporada absurda. Tá averaging números insanos e carregando o Knicks de uma forma que eu não esperava. Será que ele consegue quebrar essa “maldição” dos armadores pequenos?

    A real é que a Becky tem experiência tanto como jogadora quanto como técnica pra falar sobre isso. Ela não tá diminuindo o talento do Brunson — pelo contrário, ela mesma disse que ele é “um baita jogador”. Só tá apontando uma tendência histórica da liga.

    E vocês, o que acham? A Becky tá certa ou o Brunson vai calar a boca de todo mundo e levar o Knicks ao título? Eu tô curioso pra ver como isso vai terminar, porque se o cara conseguir, vai ser uma das histórias mais épicas da NBA dos últimos tempos.

  • Sharife Cooper tenta se firmar na NBA, mas será que consegue?

    Sharife Cooper tenta se firmar na NBA, mas será que consegue?

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi o Sharife Cooper jogando pelos Wizards essa temporada, fiquei na dúvida se ele realmente tem futuro na NBA. O cara tem 24 anos e já rodou mais que roda de ônibus — China, Turquia, Grécia, França. Agora voltou pra tentar uma última cartada em Washington.

    Cooper chegou nos Wizards com um contrato two-way, daqueles que você sabe que é mais pra completar roster mesmo. E cara, ele meio que virou aquele clássico “capitão do tanque” — armador veterano que joga quando o time já tá pensando na loteria do Draft.

    Os números até que impressionam

    Mas espera aí, porque os números do moleque não são ruins não. 61% de true shooting é coisa de gente boa, ainda mais pra um armador. Acertou 38% das bolas de três também, o que tá longe de ser ruim. O cara consegue penetrar, finalizar no garrafão e ainda tem uns toques de playmaker.

    Quando ele pegava a bola e resolvia partir pro ataque, geralmente dava certo. No pick-and-roll e nas jogadas de isolação, o desempenho foi positivo. Aliás, no iso ele conseguiu impressionantes 1 ponto por posse — isso é percentil alto, galera.

    Cooper tem uma velocidade absurda e mentalidade de cestinha nato. Consegue pontuar nos três níveis, inclusive com um arremesso de média distância bem eficiente. Entre os armadores jovens dos Wizards, foi quem melhor conseguiu furar a defesa adversária consistentemente.

    Mas aí que mora o problema

    Agora vem a parte ruim da história. Cooper não é muito ameaçador quando não tem a bola, e como criador de jogadas ele deixa a desejar pra compensar isso. O arremesso de três até foi eficiente, mas com volume baixíssimo — meio estranho pra um cara que teve papel ofensivo importante.

    E olha, o movimento dele no arremesso é meio travado, lembra até os irmãos Ball. As defesas às vezes nem se preocupavam muito em marcar ele na linha de três. Segundo os dados, ele ficou apenas no percentil 28 em assistências potenciais por tempo com a bola. Traduzindo: não criava jogadas suficientes pros companheiros.

    Talvez por isso Cooper raramente entrou na rotação quando o time estava saudável, e não conseguiu um contrato padrão da NBA — diferente do Tristan Vukcevic e do Jamir Watkins. Na NBA de hoje, armador pequeno e com problemas defensivos precisa ser craque na criação, senão não cola.

    A defesa que dói de ver

    E por falar em defesa… cara, foi de doer. As métricas defensivas podem ser meio malucas às vezes, mas todas apontam pra ele sendo um dos piores defensores individuais da liga inteira. Isso dói.

    Com Trae Young e Tre Johnson já no elenco, Cooper meio que vira redundância. E se os Wizards querem sair dessa de tankar e brigar por alguma coisa, vai ser difícil encontrar espaço pra ele.

    Sinceramente? Acho que essa pode ter sido a última chance do Cooper na NBA. O talento tá lá, mas nessa liga você precisa de mais que números bonitos. E vocês, acham que ele ainda consegue se firmar ou é hora de aceitar que o sonho NBA chegou ao fim?

  • Thompson como armador? Os Rockets testaram e o resultado é polêmico

    Thompson como armador? Os Rockets testaram e o resultado é polêmico

    Cara, os Houston Rockets têm uma obsessão bizarra em reinventar a posição de armador. Sério, é quase uma terapia coletiva já.

    Pensa comigo: pegaram o James Harden e transformaram ele de ala-armador em armador raiz. Harden vazou, veio o Kevin Porter Jr. fazer o papel meio torto. Quando a coisa ficou séria, trouxeram o Fred VanVleet — que é armador até no RG. Aí o cara se machuca e ficam a temporada toda fora.

    E agora? Voltaram pro laboratório e colocaram o Amen Thompson de armador titular. Eu confesso que fiquei curioso pra ver no que ia dar.

    Os números contam uma história interessante

    Estatisticamente falando, a temporada 2025-26 do Thompson foi meio confusa de analisar. Os números básicos melhoraram — óbvio, né, com mais responsabilidade vem mais volume. Foram 18.3 pontos, 7.8 rebotes e 5.3 assistências por jogo, contra 14.1, 8.3 e 3.8 da temporada anterior.

    Mas aqui que fica interessante (e meio preocupante): o Box Plus/Minus dele despencou de 4.1 para 2.6. Como assim?

    A explicação é simples e faz sentido quando você assiste aos jogos. Com a saída do Dillon Brooks, o Thompson virou o cara responsável por marcar os melhores jogadores adversários. Isso significa menos roubadas de bola, menos bloqueios — aquelas jogadas defensivas espetaculares que faziam ele brilhar.

    E sinceramente? Dava pra ver que ele tava economizando energia na defesa pra dar conta do ataque. Nunca vi o Thompson vacilar na defesa, mas ele não tava mais aquele predador incansável que a gente conhecia.

    Será que valeu o trade-off?

    Olha, os números sugerem que não. No isolamento, ele teve 0.98 pontos por posse (68.2º percentil da liga). No pick-and-roll como principal armador, 0.89 PPP (61º percentil). Não é ruim, mas…

    Sabe qual foi o dado que mais me chamou atenção? 23.1% de assistências por posse, 44º colocado na NBA. Pra um armador titular, isso é meio fraquinho.

    Na verdade, todos esses números seguem o mesmo padrão: são ótimos se você vê o Thompson como um terceiro armador + candidato eterno a Melhor Defensor do Ano. Mas como armador titular mesmo? Aí a coisa fica mais complicada.

    Não dá pra dizer que foi um fracasso total — longe disso. O cara mostrou que consegue assumir mais responsabilidade ofensiva. Mas, na minha visão, os Rockets precisam entender que o Thompson é mais um Andre Iguodala turbinado do que um Penny Hardaway da vida.

    Ele é uma peça fundamental? Sem dúvida. Mas vai render muito mais jogando ao lado de um armador nato.

    E aí, vocês acham que os Rockets vão continuar nessa busca eterna pelo armador perfeito ou vão aceitar que o Thompson funciona melhor em outro papel?

  • Kings de olho em novato do Arkansas pro Draft 2026

    Kings de olho em novato do Arkansas pro Draft 2026

    Olha, o Sacramento Kings já tá de olho no Draft de 2026 — e pelo jeito, eles estão apaixonados por um garoto que tá fazendo barulho no Arkansas. Darius Acuff Jr., armador de 1,88m, virou o xodó da franquia californiana.

    E não é pra menos, né? O moleque tá tendo uma temporada de calouro absurda: 23.5 pontos, 6.4 assistências por jogo e acertando 44% dos arremessos de 3 (em quase 6 tentativas por partida). Cara, esses números são de veterano experiente, não de freshman.

    Sacramento precisa de um armador urgente

    A situação do Kings na posição de armador tá meio complicada, pra falar a verdade. O Devin Carter, que eles draftaram em 2024, não desenvolveu como esperavam. E o Russell Westbrook? Bom, ninguém sabe se ele volta mesmo na próxima temporada.

    Sinceramente, acho que faz todo sentido eles mirarem no Acuff. O garoto tem tudo que você quer num armador moderno: visão de jogo, pode criar jogadas pros companheiros e ainda resolve na hora de marcar pontos. E aqueles 48% nos arremessos de campo? Monstro.

    Reconstrução à vista?

    Pelo que tá circulando por aí, o Kings pode estar caminhando pra uma reconstrução mesmo. DeMar DeRozan, Zach LaVine e até o Sabonis estariam disponíveis em trocas. Se for isso mesmo, faz sentido apostar num jovem talento como o Acuff.

    Imagina ele formando dupla com o Keegan Murray? E ainda tem os outros jovens que eles draftaram recentemente — Maxime Raynaud e Nique Clifford. Seria um núcleo bem interessante pra construir algo do zero.

    E aí, vocês acham que o Acuff tem potencial pra ser a peça que faltava em Sacramento? Ou será que é cedo demais pra apostar todas as fichas nele?

  • Hawks querem renovar com CJ McCollum e buscar armador no Draft

    Hawks querem renovar com CJ McCollum e buscar armador no Draft

    Olha, depois da bomba que foi a troca do Trae Young na temporada passada, o Atlanta Hawks ainda tá tentando reorganizar a casa na posição de armador. E uma das peças principais desse quebra-cabeça é renovar com CJ McCollum — que chegou justamente naquela negociação polêmica.

    McCollum jogou 41 partidas na temporada regular pelos Hawks, sendo titular em 25 delas. Nada mal para alguém que chegou no meio da temporada, né? E nos playoffs, quando a coisa apertou, ele foi titular em todos os seis jogos da primeira rodada. Isso mostra que Frank Vogel confia no cara.

    A busca por mais profundidade no Draft

    Mas mesmo com McCollum no elenco (se renovar, claro), Atlanta não quer parar por aí. Os caras tão de olho no Draft de 2026 para buscar mais opções no garrafão e na armação. E olha que posição boa eles têm — a oitava escolha geral, que veio daquela troca com o New Orleans Pelicans.

    Entre os armadores que podem estar disponíveis quando os Hawks escolherem, os nomes que mais chamam atenção são Keaton Wagler, Mikel Brown Jr., Darius Acuff Jr., e Kingston Flemings. Sinceramente, não conheço muito o trabalho desses caras ainda, mas estar na mira de uma franquia da NBA já é um baita sinal.

    Plano B: investir no garrafão

    Agora, se todos esses armadores já tiverem saído quando chegar a vez de Atlanta — que é bem possível, porque armador bom sempre some rápido no Draft — eles têm um plano B interessante. A ideia seria buscar altura e draftar o pivô Aday Mara.

    Faz sentido, né? Se não conseguir resolver a armação no Draft, pelo menos fortalecer o garrafão nunca é demais. E com McCollum renovado, eles teriam mais tempo para desenvolver essa nova peça.

    Vocês acham que CJ McCollum aceita ficar mais uma temporada em Atlanta? O cara já provou que tem bola para ajudar esse time a brigar por vaga nos playoffs.

  • Bruce Thornton vai ser draftado? Olha, eu tenho minhas dúvidas…

    Bruce Thornton vai ser draftado? Olha, eu tenho minhas dúvidas…

    Cara, o NBA Combine acabou e agora é aquela ansiedade louca até o Draft de 2026, que tá chegando aí em junho. E tem um nome que tá mexendo com a cabeça de todo mundo: Bruce Thornton, armador do Ohio State que pode se tornar o primeiro Buckeye draftado desde Brice Sensabaugh em 2023.

    Sinceramente? Eu tô dividido nessa.

    As chances reais do Bruce

    O garoto tá sendo cotado como uma escolha do meio pro final da segunda rodada — ou seja, aquela zona onde você provavelmente vai parar no G-League de qualquer jeito, mas pelo menos com um contrato two-way na mão. E olha, não vou mentir: depois de ver tantos jogadores de Ohio State que eu achava que iam ser draftados ficando de fora (Duane Washington, Kaleb Wesson), eu aprendi a não criar expectativa demais.

    O problema do Bruce — e isso é cruel mas é realidade — são coisas que ele simplesmente não pode mudar. O cara mede exatos 1,83m e pesa 102kg. Pra um armador da NBA, isso é… complicado. Muito complicado. É tipo tentar jogar de pivô com 1,90m, sabe? Dá pra fazer, mas você vai ter que ser MUITO especial em outras coisas.

    E aí que a coisa fica mais tensa: no Combine, ele foi um dos mais lentos no teste de agilidade. 11,55 segundos, ficando no top 10 dos mais devagar. Pra quem acompanha Ohio State, isso não é surpresa — ele sempre foi mais daquele armador “cerebral”, que pensa cada jogada, do que desses malucos que saem voando na transição.

    Mas peraí… e o lado bom?

    Agora, antes de enterrar o menino, vamos ser justos: o cara ARREMESSA. E arremessou bem no Combine também. Na era atual da NBA, onde todo mundo vive e morre pela linha de 3, isso conta — e muito. Bruce sempre teve aquela pegada de cestinha confiável, e isso pode ser seu diferencial.

    A questão é: será que isso compensa as limitações físicas? Eu fico pensando… quantos armadores “baixinhos” estão se dando bem na NBA hoje? Você tem o Fred VanVleet, tem o Kyle Lowry (já meio aposentado), mas são exceções que confirmam a regra.

    Minha sincera opinião

    Olha, se fosse apostar, eu diria que ele vai undrafted mas acaba assinando com alguém logo depois. Às vezes é até melhor assim — você escolhe o time que te dá mais oportunidade, ao invés de ser a 58ª escolha e ir parar num time que já tem a posição fechada.

    Bruce tem talento, tem QI de jogo e trabalha pra caramba. Não duvido nada que ele se vire pra conseguir uma vaga eventualmente. Mas usar uma pick nele no Draft? Aí acho que os times vão pensar duas vezes.

    E vocês, o que acham? Vale a pena alguém gastar uma escolha com ele, ou é melhor esperar ele ficar livre e negociar direto? Deixa nos comentários aí — tô curioso pra saber a opinião de vocês!

  • McDaniels quer ser armador dos Wolves? A ideia é mais louca do que parece

    McDaniels quer ser armador dos Wolves? A ideia é mais louca do que parece

    Olha, quando vi essa declaração do Jaden McDaniels falando sobre jogar de armador pelos Timberwolves, minha primeira reação foi: “Sério mesmo?”. Mas aí parei pra pensar e… cara, talvez não seja uma ideia tão maluca assim.

    Os Wolves caíram mais uma vez nos playoffs — dessa vez pro San Antonio Spurs na segunda rodada. E um dos maiores problemas foi justamente o que todo mundo já sabia: quando as equipes fazem dupla marcação no Anthony Edwards, o resto do time trava. É aí que entra a ideia do McDaniels.

    A proposta do McDaniels faz sentido?

    “Eu sinto que posso ser um segundo armador, principalmente quando os times fazem armadilha no Ant quando ele sobe a bola”, disse McDaniels. E sinceramente, não tá errado. O cara tem 2,01m, é atlético pra caramba e tem melhorado muito no drible.

    A questão é: será que ele tem visão de jogo suficiente? Porque uma coisa é subir a bola quando o Edwards tá marcado, outra é comandar uma ofensa inteira. Mas considerando que o sistema ofensivo dos Wolves é “bem simples” (palavras dele), talvez role.

    O timing é perfeito

    McDaniels definitivamente deu um salto gigantesco essa temporada. O cara que há dois anos era só defesa e enterrada hoje tá falando em ser armador. E olha, não é de todo impossível — vimos o Giannis fazer isso, o Ben Simmons (quando jogava), e outros forwards altos assumindo essas responsabilidades.

    O problema é que Mike Conley tá ficando velho (não disse que vai se aposentar, mas…) e o Ayo Dosunmu, que chegou no deadline e jogou bem, vai ser agente livre. Ou seja, os Wolves podem mesmo precisar de soluções criativas na armação.

    Na minha visão, vale a tentativa. McDaniels tem físico, vem melhorando tecnicamente a cada ano, e mais importante: tem a confiança necessária. Agora, será que vocês acham que um cara de 2,01m pode mesmo comandar a ofensa dos Wolves? Eu tô curioso pra ver se vão testar isso na próxima temporada.