Tag: arremesso de 3

  • Rui Hachimura tá voando nos playoffs dos Lakers

    Rui Hachimura tá voando nos playoffs dos Lakers

    Cara, tem jogador que simplesmente nasce pra playoffs. E o Rui Hachimura tá provando isso de novo — o japonês virou um verdadeiro monstro quando a coisa aperta nos Lakers.

    Olha, vou ser sincero: quando vi os Lakers enfrentando o OKC sem o Luka Dončić, pensei “ó o papai”. Thunder é o time mais profundo da liga, tem o Chet Holmgren que quase levou o DPOY, e os Lakers tão em desvantagem clara. Mas aí o Rui resolve aparecer e lembrar todo mundo porque playoff é outra parada.

    O cara tá automatico de 3

    Não é exagero: Hachimura tá acertando 57.1% das bolas de 3 nesses playoffs. Cinquenta e sete por cento, pessoal! E não são nem tentativas fáceis — são mais de cinco por jogo. Ano passado contra o Minnesota ele já tinha mostrado serviço com 48%, mas agora tá simplesmente absurdo.

    O mais louco é que na temporada regular ele liderou a liga nos arremessos de média distância com 55.6%. Aquela jogada que todo mundo fala que “morreu” no basquete moderno? O Rui tá provando que nos playoffs ela volta com tudo. Principalmente quando os times focam em tirar as bandejas e as bolas de 3 normais.

    No jogo 2 contra o Thunder, com os Lakers perdendo por 11-4 logo no começo, foi o japonês que quebrou o gelo. Pegou um passe do LeBron no canto, Holmgren grudado nele, e meteu a bola limpa. Desses lance que você fala “nossa, que frieza”.

    Histórico dos Lakers e agência livre

    Quer um dado que me impressionou? O cara já é o nono maior arremessador de 3 da HISTÓRIA dos Lakers. Isso mesmo, na frente de uma galera que a gente nem imagina. E detalhe: ele tem o recorde de maior aproveitamento de 3 pontos em playoffs da NBA, com 51%.

    Mas aqui vem o drama: Hachimura tá no último ano de contrato e vai virar agente livre. Os Lakers têm os Bird Rights dele, então podem renovar por qualquer valor, mas a situação financeira do time é complicada. É aquele dilema clássico — você segura um cara que tá voando ou aposta em algo diferente?

    Na minha visão, seria loucura deixar o Rui sair de graça. O cara não é perfeito — a defesa ainda patina, não tem o atletismo ideal pro garrafão — mas olha o que ele tá entregando quando mais precisa. Vocês acham que vale apostar todas as fichas nele?

    Uma coisa é certa: nos playoffs, onde cada posse conta e os times estudam cada movimento seu, ter um cara que simplesmente não erra de 3 é ouro puro. E o Hachimura tá provando que playoff é mesmo o dele.

  • Capela faz o primeiro arremesso de 3 da carreira e brilha nos Rockets

    Capela faz o primeiro arremesso de 3 da carreira e brilha nos Rockets

    Gente, vocês viram o que aconteceu no último jogo da temporada regular dos Rockets? Clint Capela não só dominou o garrafão com 23 pontos e 13 rebotes, como FINALMENTE acertou o primeiro arremesso de três pontos da carreira dele. Depois de 12 anos na NBA e 7 tentativas frustradas, o suíço mandou ver no quarto período e a bancada de Houston foi ao delírio!

    Foi emocionante demais ver o Capela levantando os braços depois de acertar essa bola. O cara tem mais de 2 metros, sempre foi especialista em enterradas e rebotes, mas nunca tinha conseguido acertar uma de 3. Imaginem a sensação depois de tanto tempo tentando.

    Rockets descansam os titulares e vencem fácil

    Com a quinta posição no Oeste já garantida, Houston poupou praticamente todos os titulares principais. Kevin Durant, Amen Thompson, Alperen Sengun e Jabari Smith Jr ficaram no banco assistindo os reservas fazerem a festa contra o Memphis.

    E que atuação dos coadjuvantes! Tari Eason fez 20 pontos com 8 assistências, Reed Sheppard – o único Rocket a jogar todos os 82 jogos da temporada – contribuiu com 19, e Jae’Sean Tate adicionou 13. Sinceramente, foi legal ver esses caras terem protagonismo no último jogo.

    Os Rockets fecharam a temporada com 4 vitórias em 4 jogos contra Memphis. A primeira vez que fazem isso desde 2009-10. Não é pouca coisa, considerando que sempre tivemos dificuldades históricas contra alguns times específicos.

    Grizzlies na lona total

    Do lado de Memphis, a situação foi de dar dó. O time terminou com apenas 25 vitórias e 57 derrotas, e no domingo só conseguiram vestir 8 jogadores. Dois deles, Toby Okani e Dariq Whitehead, estavam com contratos de 10 dias assinados no começo de abril.

    Whitehead até que se saiu bem, fazendo 26 pontos (recorde pessoal), e Rayan Rupert ajudou com 21. Mas é triste ver um time tradicionalmente competitivo como o Grizzlies nessa situação. As lesões pegaram pesado mesmo.

    Uma curiosidade legal: Taj Gibson (40 anos) jogou pelo Memphis e Jeff Green (39) pelos Rockets. Eles se enfrentaram pela 30ª vez na carreira, com o primeiro duelo lá em 2010. Monstros da longevidade no basquete!

    Agora é playoffs, pessoal. Houston vai enfrentar os Lakers na primeira rodada. E aí, acham que os Rockets têm moral pra incomodar LeBron e companhia?

  • Celtics fazem chuva histórica de 29 cestas de 3 e garantem 2º lugar

    Celtics fazem chuva histórica de 29 cestas de 3 e garantem 2º lugar

    Cara, os Celtics simplesmente resolveram fazer história ontem à noite. E que história! 29 arremessos de três pontos convertidos em uma única partida — empatando o recorde da franquia e da NBA inteira. Eu já vi muito basquete na minha vida, mas esse tipo de espetáculo ainda me arrepia.

    O show começou com Sam Hauser tendo literalmente a noite da vida dele. 24 pontos acertando 8 de 3. Oito! O cara não errava uma, parecia videogame. Jaylen Brown também estava inspiradíssimo, anotando 23 pontos em apenas 29 minutos — tanto que nem precisou jogar o último quarto. Relaxou no banco vendo o massacre.

    Quando até o pivô acerta de três, você sabe que é noite especial

    Olha, o mais absurdo de tudo foi ver o Neemias Queta — nosso brasileiro naturalizado português que joga de pivô — acertando sua primeira bola de três da carreira. Imagina a emoção do cara! Além disso, pegou 10 rebotes. Quando até o grandão está acertando de longe, você sabe que é uma dessas noites mágicas que só acontecem no basquete.

    Sete jogadores diferentes dos Celtics acertaram pelo menos duas bolas de três. É impressionante como esse time todo mundo sabe arremessar. Payton Pritchard fechou com 21 pontos e 10 assistências — double-double lindo de se ver.

    Pelicans viraram saco de pancadas

    Coitados dos Pelicans, né? Estavam desfalcados e acabaram levando uma goleada histórica: 144 a 118. Em alguns momentos, Boston abriu 41 pontos de vantagem. Quarenta e um! Eu até senti pena assistindo.

    Esse recorde de 29 bolas de três já tinha sido alcançado pelos próprios Celtics em outubro de 2024 contra os Knicks. Memphis Grizzlies e Milwaukee Bucks também dividiram essa marca. Mas cara, ver isso ao vivo (mesmo que pela TV) é de arrepiar.

    E olha que fizeram tudo isso sem o Jayson Tatum, que está sendo preservado depois da cirurgia no tendão de Aquiles. Estratégia inteligente do técnico — por que arriscar o cara principal quando o time já tá garantido nos playoffs?

    Com essa vitória, Boston garantiu o 2º lugar na Conferência Leste e ainda levou o título da Divisão Atlântico. Vocês acham que eles conseguem repetir esse show nos playoffs? Porque se conseguirem, vai ser muito difícil parar esse time…

  • Grizzlies fazem 29 bolas de 3 e quase quebram recorde absurdo da NBA

    Grizzlies fazem 29 bolas de 3 e quase quebram recorde absurdo da NBA

    Cara, o Memphis Grizzlies resolveu fazer uma coisa maluca na segunda-feira: chutar de 3 como se não houvesse amanhã. E olha, quase deu certo — eles empataram o recorde da NBA com 29 bolas de 3 convertidas em uma única partida!

    Tá, eles perderam por 142-126 pro Cleveland Cavaliers, mas que show foi esse dos Grizzlies? Sinceramente, eu não esperava ver uma coisa dessas de um time que claramente já entregou a temporada depois de trocar o Jaren Jackson Jr.

    Todo mundo metendo de 3

    A parte mais insana? TODOS os jogadores que entraram em quadra fizeram pelo menos uma de 3. Todos mesmo. Isso é uma loucura e mostra pra onde a NBA tá indo — basquete hoje é arremesso de longa distância ou nada.

    O destaque ficou com Dariq Whitehead e Adama Bal, duas aquisições recentes do time, que meteram 6 bolas de 3 cada um. Lucas Williamson não quis ficar pra trás e cravou 5 triplos. Era uma chuva de bolas de 3 que não parava!

    Empate histórico (mas na derrota)

    O recorde que o Memphis empatou era dividido entre Boston Celtics (22 de outubro de 2024) e Milwaukee Bucks (29 de dezembro de 2020). Ou seja, eles entraram num grupo bem seleto da história da liga.

    Mas aí que tá o problema: enquanto os Grizzlies faziam chover de 3, a defesa deles simplesmente não existia. Os Cavaliers converteram mais de 58% dos arremessos de quadra. É impossível ganhar jogo assim, por mais que você acerte da linha dos 3.

    Na minha visão, o Memphis claramente priorizou o desenvolvimento dos jovens e o show ofensivo. Eles abriram mão de tamanho e defesa pra focar só no arremesso. E vocês acham que essa estratégia faz sentido pra um time que tá reconstruindo?

    No final das contas, foi uma derrota com estilo. Pro torcedor que só quer ver o time voltar a brigar por títulos através do Draft, pelo menos foi divertido de assistir. Melhor perder fazendo 29 de 3 do que apanhar calado, não é mesmo?

  • Gillespie quebra recorde histórico dos Suns mesmo na derrota

    Gillespie quebra recorde histórico dos Suns mesmo na derrota

    Cara, teve um momento especial no jogo de ontem que quase passou despercebido no meio da surra que os Hornets deram nos Suns. Collin Gillespie quebrou o recorde histórico da franquia de Phoenix para arremessos de 3 convertidos em uma temporada.

    Foi no segundo quarto da derrota por 127-107 que o armador acertou sua 227ª bola de três na temporada, superando as 226 que Quentin Richardson tinha feito lá em 2004-05. Mais de 20 anos depois, né? E olha que o Richardson era conhecido justamente por essa especialidade.

    Noite amarga com gosto doce

    O engraçado é que foi uma daquelas noites ruins pro Gillespie – ele acertou apenas 2 de 7 tentativas do perímetro e terminou com só 6 pontos. Mas fazer o quê, às vezes os recordes chegam assim mesmo, nos momentos mais inesperados.

    E teve mais história sendo escrita nessa partida: Kon Knueppel, o rookie dos Hornets, também quebrou o recorde de bolas de 3 da franquia de Charlotte. Dois recordes numa partida só – isso não é coisa que você vê todo dia, galera.

    Gillespie na história dos Suns

    Sinceramente, quando o Gillespie chegou em Phoenix, poucos imaginavam que ele iria deixar sua marca assim na história da franquia. O cara sempre foi conhecido pela constância no arremesso, mas superar o Richardson? Isso é coisa séria.

    Agora a pergunta que fica: será que ele consegue esticar esse número ainda mais até o final da temporada? Com alguns jogos pela frente, dá pra sonhar com as 250 bolas de três. Vocês acham que ele chega lá?

    Uma pena que o recorde tenha vindo numa derrota tão feia assim. Os Suns tão numa fase complicada e precisam de muito mais que recordes individuais pra voltar aos trilhos.

  • Jamal Murray meteu 10 bolas de 3 e destruiu o Jazz

    Jamal Murray meteu 10 bolas de 3 e destruiu o Jazz

    Gente, o que o Jamal Murray fez ontem contra o Utah Jazz foi simplesmente absurdo. Dez — isso mesmo, DEZ — arremessos de 3 pontos convertidos, incluindo uma bomba do meio da quadra que entrou no estouro do cronômetro do primeiro quarto. O cara terminou com 37 pontos na vitória por 130-117 dos Nuggets.

    Sinceramente, eu já vi muito basquete na minha vida, mas essa performance do Murray foi de outro planeta. E olha que ele teve a companhia do monstro Nikola Jokić, que fez mais um triple-double tranquilão: 17 rebotes, 15 pontos e 12 assistências. Quinto triple-double em seis jogos. Esse sérvio é uma máquina mesmo.

    Show de bola de 3 desde o primeiro minuto

    A coisa começou quente logo de cara. Murray acertou as três primeiras tentativas de 3 dos Nuggets, ajudando o time a abrir 12-0 no placar. Os seis primeiros arremessos de quadra de Denver foram todos do perímetro — e todos entraram. É brincadeira isso?

    No primeiro quarto, os Nuggets foram 9 de 18 do perímetro, com Murray sozinho fazendo cinco bolas de 3. A cereja do bolo foi aquela bomba do meio da quadra no apagar das luzes, colocando Denver na frente por 39-28. Cara, eu tava vendo ao vivo e quase derrubei a cerveja quando vi a bola entrar.

    Jazz tentou reagir mas não deu conta

    O Utah até tentou esboçar algumas reações. Brice Sensabaugh teve uma noite bacana com 28 pontos e seis de três, e Kyle Filipowski ajudou com 25 pontos e 12 rebotes. Mas convenhamos — quando o Murray tá nesse clima, é muito difícil parar.

    O Jazz chegou a encostar no placar no último quarto, ficando apenas quatro pontos atrás (101-97), mas aí o Murray e o Christian Braun resolveram acabar com a festa. Os dois fizeram cestas consecutivas que deram início a uma sequência de 15-2 que sepultou de vez as chances do Utah.

    Com essa, os Nuggets embalaram a sétima vitória seguida e seguem firmes na briga pelos playoffs. Já o Jazz… coitados, sétima derrota consecutiva e apenas 3 vitórias nos últimos 22 jogos. Tá complicado lá em Utah.

    E vocês, acham que o Murray consegue manter esse nível absurdo de arremesso? Porque se conseguir, os Nuggets vão dar muito trabalho nos playoffs.

  • Jaylin Williams pegando fogo de 3! Hartenstein fala sobre confiança do companheiro

    Jaylin Williams pegando fogo de 3! Hartenstein fala sobre confiança do companheiro

    Cara, o Jaylin Williams tá simplesmente pegando fogo dos três pontos no Thunder! O cara tá convertendo 50% das bolas de três em março. Cinquenta por cento! Isso é coisa de monstro mesmo.

    O Isaiah Hartenstein, que joga junto com ele no Thunder, não conseguiu deixar passar batido essa sequência absurda. Jaylin acertou oito bolas de três nos últimos três jogos — e olha que ele nem sempre foi esse atirador todo, né?

    A confiança faz toda diferença

    Quando perguntaram pro Hartenstein qual era o principal aspecto do jogo do Jaylin essa temporada, o alemão foi direto ao ponto: “Acho que é o arremesso dele. Essa é a grande coisa. Ele tem sido consistente. Isso é questão de confiança”.

    E eu concordo totalmente com o Hartenstein. O cara falou uma parada muito certa: “Temos muitos caras bons no time. Muitos que provavelmente jogariam muito mais minutos em outras equipes. Às vezes é só uma questão de oportunidade, e às vezes é só ganhar ritmo e confiança”.

    É isso aí! Quantas vezes a gente já não viu jogador que tinha potencial mas só precisava da chance certa? Jaylin tá vivendo isso na pele.

    Números que impressionam

    Os números do cara são de impressionar mesmo. Tá fazendo médias de carreira em várias categorias: 7.5 pontos, 5.0 rebotes defensivos e 0.7 tocos por jogo na temporada. Mas em março? O bicho tá voando com 9.6 pontos e 7.2 rebotes em 21.2 minutos de quadra.

    O Jalen Williams (o outro Williams do time, porque tem dois lá, né?) também elogiou o parceiro depois da vitória contra o Bulls na sexta. Jaylin fez 12 pontos com duas bolas de três, 10 rebotes e dois roubos de bola. Jogo completo!

    “Ele tá só fazendo o que normalmente faz. Acho que ele teve mais minutos, mais oportunidades”, disse Jalen. “As lesões acabaram sendo uma bênção de certa forma. Todo mundo conseguiu mostrar mais coisas que sabem fazer”.

    Sinceramente? Adoro quando vejo isso. O Thunder sempre teve essa fama de desenvolver bem seus jogadores jovens, e o Jaylin tá sendo mais um exemplo disso. Será que ele consegue manter essa porcentagem maluca de três até o final da temporada? E vocês, acham que ele vai ser peça importante nos playoffs?

    Próximo teste é domingo contra os Knicks em casa. Vamos ver se o arremesso continua calibrado!

  • Collin Gillespie tá voando e pode quebrar recorde histórico dos Suns

    Collin Gillespie tá voando e pode quebrar recorde histórico dos Suns

    Mano, quem diria que Collin Gillespie ia ser uma das maiores surpresas da NBA essa temporada? O cara que mal jogava na liga regular agora tá sendo citado pelo Fred Katz, do The Athletic, como um dos 10 jogadores que mais evoluíram na temporada. E olha, não é papo furado não.

    Gillespie entrou no “Second Team” da lista do Katz, dividindo espaço com outros jovens talentos como Keyonte George e Anthony Black. Mas o mais louco mesmo é que ele tá a apenas SETE cestas de três de quebrar o recorde histórico de uma franquia dos Suns. Sete! Com nove jogos ainda pela frente.

    De banco do G-League pra artilheiro de três

    Cara, a transformação é absurda. Antes desta temporada, Gillespie tinha jogado o mesmo tanto de minutos na NBA e no G-League — basicamente era um ilustre desconhecido. Agora? Tá em quarto lugar na liga inteira em cestas de três convertidas. QUARTO LUGAR!

    Como o próprio Katz escreveu: “Se Gillespie vê uma fresta de luz, ele vai arremessar de longe”. E tá certíssimo. O garoto ganhou uma confiança que tá sendo fundamental pros Suns, especialmente com Jalen Green machucado e o time precisando de criação no ataque.

    Encaixe perfeito ao lado do Booker

    Sinceramente, eu não esperava que o encaixe com Devin Booker fosse tão natural. Gillespie virou o cara que abre espaços pro astro dos Suns, e quando a bola sobra pra ele no perímetro… é praticamente garantia de que vai entrar. O Dillon Brooks até apelidou ele de “Villain Jr.” na pré-temporada, vendo a pegada e a determinação do cara nos treinos.

    O mais impressionante? Ele saiu de um reserva incerto pra titular indiscutível. Tão indiscutível que nem pode mais concorrer ao Sexto Homem do Ano porque… bem, não sai mais do banco! (Irônico, né?)

    E aí, vocês acham que ele consegue quebrar o recorde do Quentin Richardson ainda esta temporada? Com nove jogos pela frente e precisando de apenas sete cestas de três, eu apostaria que sim. O Phoenix tá vivendo uma das temporadas mais surpreendentes da liga, e Gillespie é uma das principais razões pra isso.

    Ah, e só lembrando: ele vai ser agente livre irrestrito no final da temporada. Se eu fosse a diretoria dos Suns, já tava preparando o contrato. Esse moleque veio pra ficar.