Tag: arremesso de três

  • LaRavia admite que precisa melhorar o arremesso de 3 na offseason

    LaRavia admite que precisa melhorar o arremesso de 3 na offseason

    Cara, que montanha-russa foi a temporada do Jake LaRavia nos Lakers, né? O cara começou o ano destruindo tudo — principalmente contra os Wolves — a ponto do Anthony Edwards perguntar quem era esse maluco acertando tudo de três. Agora, depois de ser tirado da rotação nos playoffs, ele tá sendo bem honesto sobre o que precisa melhorar.

    E olha, sinceramente? Respeito demais essa autocrítica dele.

    A queda livre no arremesso

    A situação ficou feia mesmo. De janeiro a março, o percentual de três do LaRavia despencou mês a mês. E quando chegaram os playoffs — que é onde a coisa fica séria — o bicho pegou de vez. O cara tentou só 7 arremessos em toda a pós-temporada. Sete! Dá pra ver que o psicológico tava abalado.

    O JJ Redick não teve escolha: tirou ele da rotação nos dois últimos jogos. Imagina a frustração? Primeira vez dele nos playoffs, time brigando pelo título, e ele vendo de camarote.

    “Sei que sou muito melhor que isso”

    Na entrevista de saída, o LaRavia não fugiu da real: “Obviamente, não arremessei nem perto do que eu queria esse ano. Ter meses arremessando abaixo dos 30% simplesmente não vai dar certo, e eu sei que sou um arremessador muito melhor que isso.”

    E é verdade mesmo. Na temporada passada, o cara convertia 42% dos seus triplos. Isso não é brincadeira não — é percentual de especialista. Então a capacidade tá lá, só precisa encontrar a consistência de novo.

    O que me impressiona é a mentalidade dele. Em vez de ficar se lamentando, tá vendo isso como motivação pra offseason. “Não estou olhando negativamente, mas estou animado pra trabalhar nas coisas que preciso”, disse ele.

    Momento decisivo nos Lakers

    Agora vem a parte mais tensa: os Lakers têm um monte de espaço salarial e tão querendo reformular o elenco. O LaRavia pode tanto fazer parte dessa reformulação quanto virar moeda de troca para trazer peças novas.

    É cruel, mas é a NBA. Teve aquele jogaço de 26 pontos contra o Memphis (ironia jogar bem justamente contra o ex-time), mas também teve essa derrocada nos playoffs. A questão é: qual dos dois LaRavias vai aparecer na próxima temporada?

    Vocês acham que ele consegue se recuperar mentalmente e voltar a ser aquele arremessador que assombrava os adversários? Ou essa experiência dos playoffs vai deixar sequelas? Uma coisa é certa: essa offseason vai definir muito do futuro dele na liga.

  • Blazers querem ‘grande jogada’ na offseason, mas só pelo preço certo

    Blazers querem ‘grande jogada’ na offseason, mas só pelo preço certo

    Olha, o Joe Cronin finalmente abriu o jogo sobre os planos dos Blazers pra próxima temporada. E cara, pelo que ele falou na coletiva de fim de temporada, Portland tá querendo fazer barulho na offseason — mas sem jogar o futuro pela janela.

    “Grande jogada é definitivamente algo que nos interessa, mas apenas pelo preço certo. Não vamos sacrificar completamente nosso futuro por uma tentativa de curto prazo”, disse o GM. Sinceramente, achei essa fala bem madura dele. É fácil se empolgar e fazer besteira no mercado, né?

    Dame volta, mas o problema é maior

    A esperança número um dos Blazers é óbvia: ter Damian Lillard saudável pra temporada toda. O cara praticamente não jogou este ano, e quando jogou, não era o mesmo monstro de sempre. Cronin também apostou no desenvolvimento do Vit Krejci — que tá com cara de quem pode surpreender se tiver oportunidade.

    Mas vamos ser honestos aqui. O problema dos Blazers vai muito além de ter o Dame de volta. A série contra o Spurs escancarou a realidade: esse time não consegue arremessar de três pra salvar a vida.

    Arremesso de 3 é prioridade zero

    “Acho que a série contra os Spurs nos mostrou isso — na verdade, a temporada toda — nós simplesmente não arremessamos bem o suficiente”, admitiu Cronin. E mano, que admissão dolorosa mas necessária.

    Vocês viram os números dos Blazers no arremesso de longa distância? É de chorar. Não adianta ter o Dame voltando se o resto do time continua errando três como se fosse competição pra ver quem acerta menos.

    A questão agora é: quem tá disponível no mercado que pode resolver esse problema? E mais importante: Portland tem assets suficientes pra conseguir alguém relevante sem hipotecar o futuro? Porque olhando os últimos anos da franquia, eles já fizeram várias trocas questionáveis tentando acelerar o processo.

    Na minha visão, Cronin tá certo em ser cauteloso. É melhor fazer movimentos menores e inteligentes do que apostar todas as fichas numa jogada desesperada. E aí, vocês acham que os Blazers conseguem dar esse salto só com desenvolvimento interno, ou vão precisar mesmo de uma “grande jogada”?

  • Queta mete seu primeiro triplo na NBA e Hauser solta o verbo

    Queta mete seu primeiro triplo na NBA e Hauser solta o verbo

    Cara, vocês viram o que rolou na vitória massacrante dos Celtics sobre o Pelicans? 144-118 e o destaque nem foi só a chuva de três do time. Foi o Neemias Queta — isso mesmo, nosso pivô português — metendo sua PRIMEIRA bola de três na carreira NBA!

    Olha, eu não esperava isso mas o momento foi perfeito. Terceiro quarto, Celtics dominando, defesa do Pelicans meio perdida no jogo. Aí deixam o gigante de 2,13m sozinho lá no perímetro. Erro crasso. O homem não pensou duas vezes: pegou a bola e mandou ver com uma confiança absurda.

    “Buttery” – A reação épica do Hauser

    O banco dos Celtics explodiu na hora. Mas quem mais curtiu foi o Sam Hauser, que sabe bem o que é meter de três (meteu oito na partida, aliás). A descrição dele do arremesso do Queta foi simplesmente perfeita: “Buttery, foi buttery” — ou seja, macio como manteiga.

    Mano, imagina a felicidade do Queta nesse momento! Cinco anos na liga, sempre tentando se firmar. Começou ralando no Sacramento Kings sem conseguir minutos, passou pelo G League, chegou aos Celtics em 2023 com contrato de duas vias… E agora? Titular absoluto do time e ainda metendo de três!

    A evolução absurda do pivô português

    Sinceramente, a trajetória do Neemias é inspiradora. De cara que mal jogava no Kings pra titular dos Celtics — e olha que não é qualquer titular, não. O cara tá tendo médias de carreira em tudo: minutos, pontos, roubos de bola, tocos, rebotes e assistências.

    O Hauser não economizou nos elogios: “Ele fez um trabalho incrível o ano todo, só melhorando. Realmente mostrou por que é um cinco titular nesta liga e neste time. O nome dele deveria estar na conversa do Jogador Que Mais Evoluiu.”

    E olha, eu concordo. Ok, talvez ele não ganhe o prêmio, mas estar na conversa já é muito. Quantas vezes vimos pivôs europeus chegarem na NBA e demorarem anos pra se adaptar? O Queta não só se adaptou como virou peça fundamental de um candidato ao título.

    Vocês acham que esse primeiro triplo é só o começo? Com os playoffs chegando, ter um pivô que consegue abrir o jogo até o perímetro é uma arma extra pros Celtics. E pelo jeito que ele mandou essa bola, parece que tem muito mais de onde veio.

    Agora é focar nos playoffs. O último jogo da temporada regular é contra o Magic em casa, mas provavelmente vão poupar os titulares — incluindo o Queta — pra chegar inteiro na pós-temporada. E cara, depois dessa noite histórica, a confiança do português deve estar lá em cima.