Tag: arremessos de 3

  • Johnson quer Spurs mais ‘gananciosos’ após derrota no Jogo 1 das Finais

    Johnson quer Spurs mais ‘gananciosos’ após derrota no Jogo 1 das Finais

    Cara, eu não esperava ver os Spurs jogando desse jeito no Jogo 1 das Finais da NBA. Perder em casa para os Knicks por 105-95 já dói, mas perder atirando apenas 25,6% do perímetro? Isso sim é de dar dor de barriga.

    Mitch Johnson não tentou mascarar a realidade depois da derrota. Quando perguntado sobre os arremessos de 3 pontos da equipe, o técnico foi direto: “Acho que erramos alguns arremessos bons”. E olha, foram 43 tentativas do perímetro — muitas delas com espaço para atirar.

    A diferença entre arremesso ruim e oportunidade perdida

    O mais interessante foi ver Johnson falando sobre ser mais “ganancioso” nas posses de bola. Na minha visão, ele tá certo. Os Spurs tiveram uma liderança de 14 pontos no terceiro período e simplesmente deixaram escapar.

    “Acho que haverá algumas posses que poderíamos ter trabalhado mais o cronômetro, trabalhado mais defensivamente contra eles”, explicou Johnson. “Provavelmente poderíamos ser um pouco mais gananciosos nessas posses para conseguir algo melhor como grupo.”

    Sinceramente, faz sentido. Às vezes a equipe tava forçando arremessos quando podia trabalhar melhor a jogada. Johnson mesmo admitiu que precisa rever o filme para analisar algumas tentativas de 3 pontos muito cedo no cronômetro de posse.

    O fantasma das finais anteriores

    Essa performance me lembrou da derrota no Jogo 4 contra Minnesota na segunda rodada, quando os Spurs acertaram apenas 23% dos arremessos de 3. A diferença? Naquele jogo eles tentaram apenas 26 vezes, não 43 como contra os Knicks.

    Ah, e claro, teve aquela polêmica expulsão do Wembanyama por dar uma cotovelada no Naz Reid. Coincidência ou não, quando o garoto francês não tá em quadra, o ataque dos Spurs perde muito da identidade.

    Johnson foi claro sobre o que precisa mudar: “Definitivamente não tivemos pressão suficiente no garrafão durante toda a noite. Temos que ter certeza de que ainda estamos colocando força no garrafão. Vamos conseguir nossos arremessos de 3 com isso. Não podemos trabalhar de fora para dentro. Temos que ir mais de dentro para fora, com certeza.”

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque se continuarem atirando assim do perímetro, essa série pode acabar rápido demais.

  • Lakers precisam soltar as bombas de 3 pra ter chance contra o Thunder

    Lakers precisam soltar as bombas de 3 pra ter chance contra o Thunder

    Olha, vou ser sincero: ver os Lakers jogando assim sem o Luka Dončić me dá uma agonia danada. E o pior é que contra o Thunder, se eles não começarem a chutar de 3 como se não houvesse amanhã, podem ir se despedindo dos playoffs ali mesmo.

    O bagulho é o seguinte — desde que o Luka machucou o posterior da coxa esquerda, os Lakers simplesmente pararam de arremessar de 3. E não é pouca coisa não, mano. A frequência deles de chutes do perímetro despencou pra 30% nos playoffs. Trinta por cento! Isso é último lugar entre todos os times que ainda tão vivos na pós-temporada.

    A matemática não fecha sem as bombas de 3

    Vamos aos números que doem: mesmo antes das contusões do Dončić e do Austin Reaves, os Lakers já não eram lá essas coisas arremessando de 3 — apenas 36% dos arremessos vinham do perímetro, ranking 22º da NBA. Mas o Luka, cara… esse monstro fazia a diferença.

    A frequência de 3 pontos dos Lakers aumentava 5,7% quando o esloveno tava em quadra. Disparado o maior impacto individual do time. Aí você tira ele da equação e… bom, deu no que deu.

    Depois das contusões, os caras despencaram pra 28º lugar em volume de 3 pontos. E mesmo com a volta do Reaves no jogo 5 contra os Rockets, a coisa não melhorou muito — continuaram em 13º lugar entre os 14 times que jogaram desde então.

    Thunder dá mole no perímetro, mas Lakers não aproveitam

    E aqui que fica mais frustrante ainda, pessoal. O próprio JJ Redick falou antes da série: “Eles [Thunder] entregam os 3 pontos mais fáceis da NBA”. O Thunder deixa Chet Holmgren sempre como último homem, priorizando a proteção do garrafão.

    No jogo 1, os Lakers fizeram apenas 8 arremessos de 3 saindo do drible. Oito! Contra uma defesa que praticamente tá pedindo pra ser castigada do perímetro. É de dar nos nervos.

    Reaves e Luke Kennard precisam assumir a responsabilidade de soltar essas bombas quando o Thunder jogar em drop coverage. Não dá pra ficar com medo ou esperar a jogada perfeita — tem que “estar pronto pra lançar”, como disse o próprio técnico.

    A realidade dolorosa dos números

    A eficiência dos Lakers despencou nos playoffs. O true shooting percentage deles caiu de 60,9% (2º lugar) na temporada regular pra 56,6% nos playoffs. Os arremessos de 2 pontos foram de 59,5% pra 50,8%. No jogo 1 contra o Thunder? Assustadores 45,5%.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem se reinventar a tempo? Porque sinceramente, eu tô vendo eles cavando a própria cova com essa teimosia de não chutar de 3. O Thunder tem a melhor defesa da liga, não vai facilitar nada no garrafão. A única saída é castigar eles lá de fora.

    Se não conseguirem fazer isso… bem, pode ir preparando as malas pra mais uma temporada frustrada em Los Angeles.

  • Grizzlies faz 29 bolas de 3 (recorde da NBA) e ainda perde – que isso?

    Grizzlies faz 29 bolas de 3 (recorde da NBA) e ainda perde – que isso?

    Gente, eu ainda tô tentando processar o que aconteceu ontem à noite em Memphis. Os Grizzlies fizeram 29 arremessos de 3 pontos — empatando o RECORDE DA NBA — e mesmo assim perderam pro Cleveland por 142 a 126. Como que isso é possível?

    Sinceramente, quando você acerta quase 50% dos seus chutes de 3 (29 de 59 tentativas), a expectativa é que você arrebente qualquer time. Mas não, os Cavaliers simplesmente responderam à altura e levaram a melhor.

    Uma chuva de 3 que não parava

    O negócio foi surreal. Nove jogadores diferentes dos Grizzlies acertaram pelo menos uma bola de 3. NOVE! O técnico Tuomas Iisalo até falou que ficou orgulhoso da equipe, e olha, eu entendo o cara. Ver seu time empatar um recorde histórico da NBA não é pouca coisa.

    Os destaques ficaram com os reservas Adama Bal e Dariq Whitehead, que meteram 6 bolas de 3 cada um. Lucas Williamson contribuiu com 5 (em 12 tentativas), e Olivier-Maxence Prosper foi cirúrgico: 4 acertos em apenas 5 tentativas.

    O mais impressionante? Eles distribuíram essas 29 bolas ao longo do jogo todo: 10 no primeiro quarto, 3 no segundo, 6 no terceiro e mais 10 no último período. Foi uma verdadeira demonstração de força no perímetro.

    Mas aí que tá o problema…

    Por que mesmo com esse show de bola, eles ainda perderam? Simples: os Cavaliers não ficaram pra trás. Fizeram 12 de 32 do perímetro e, mais importante, foram muito mais eficientes nos arremessos de 2 pontos. Enquanto Memphis acertou apenas 45,7% de dentro do garrafão (16 de 35), Cleveland mandou bem melhor nas bandejas e arremessos de média distância.

    Kenny Atkinson, técnico dos Cavaliers, resumiu bem: “Performance incrível dos Grizzlies. Eles chutaram pra caramba”. Mas no final das contas, basquete não é só sobre acertar de 3 — precisa defender, rebote, assistência. E nisso Cleveland foi superior.

    E vocês acham que os Grizzlies deviam ter mudado a estratégia no meio do jogo? Porque olha, esse foi o tipo de derrota que deve doer muito. O record anterior era dividido entre Milwaukee (que fez 29 contra Miami em 2020) e Boston (que empatou contra os Knicks em 2024).

    Pra piorar a situação do Memphis, essa foi a 18ª derrota em 20 jogos. Cara, esse time tá numa fase complicada mesmo. A média deles antes desse jogo era de apenas 13,7 bolas de 3 por partida — ou seja, mais que dobraram a produção e ainda assim não foi suficiente. Basquete às vezes é cruel assim mesmo.

  • Rookies batendo recordes de 3 pontos – Knueppel faz história

    Rookies batendo recordes de 3 pontos – Knueppel faz história

    Olha só que noite absurda foi quinta-feira na NBA! Dois caras quebraram recordes de arremessos de 3 pontos de suas franquias no mesmo jogo – e um deles é apenas um rookie.

    O protagonista da noite foi Kon Knueppel, calouro do Charlotte Hornets. Cara, esse menino de 20 anos entrou na quadra precisando de apenas 4 bolas de 3 para quebrar o recorde histórico da franquia. E não é que ele conseguiu?

    O momento da glória

    A tensão estava no ar. Knueppel perdeu duas chances abertas no último quarto – você consegue imaginar a pressão? Mas aí, numa assistência perfeita do Grant Williams, ele finalmente acertou o arremesso número 261 da temporada. A torcida de Charlotte explodiu!

    O recorde anterior era do Kemba Walker, que havia feito 260 cestas de 3 na temporada 2018-19. Sinceramente, eu não esperava que um rookie conseguisse superar um cara como Kemba tão rápido. Knueppel terminou o jogo com 4/9 do perímetro e 20 pontos na vitória por 127-107 contra o Phoenix Suns.

    Phoenix também teve sua alegria

    Mas a noite de recordes não parou por aí. Do outro lado da quadra, Collin Gillespie também fez história ao quebrar o recorde do Phoenix Suns com sua 227ª bola de 3 na temporada. Ele superou a marca de 226 que pertencia ao Quentin Richardson desde 2004-05.

    Que loucura, né? Dois recordes de franquia sendo quebrados no mesmo jogo. É isso que eu amo nessa liga – sempre tem algo histórico rolando.

    E aí, pessoal, vocês acham que o Knueppel consegue chegar nos 300 arremessos de 3 até o final da temporada? O menino tá voando e ainda tem jogos pela frente. Na minha opinião, esse cara veio pra ficar na NBA.