Tag: assistente técnico

  • Ex-assistente dos Wizards vira técnico do Alvark Tokyo no Japão

    Ex-assistente dos Wizards vira técnico do Alvark Tokyo no Japão

    Ryan Richman trocou os States pelo Japão. O ex-assistente técnico do Washington Wizards foi anunciado nesta segunda como o novo comandante do Alvark Tokyo, na primeira divisão da liga japonesa. E olha, não é qualquer time não — o Alvark é um dos mais tradicionais por lá.

    De Mikawa para Tokyo

    O cara já conhece bem o basquete japonês. Richman estava comandando o SeaHorses Mikawa e fez um baita trabalho: três playoffs consecutivos. Sinceramente, isso aí é trabalho de qualidade. No Japão, chegar nos playoffs já é complicado, imagina três vezes seguidas.

    Mas o que mais me chamou atenção foi outra informação: meia dúzia de times da NBA estavam de olho no Richman para ser assistente técnico nesta offseason. Cara, o maluco preferiu ser head coach no Japão do que voltar como assistente na NBA. E eu entendo perfeitamente.

    A escolha certa?

    Pensem bem: ser head coach é totalmente diferente de ser assistente. No Japão, o cara vai ter autonomia total, vai poder implementar seu sistema, vai ser O técnico. Na NBA, mesmo sendo assistente de um time bom, ainda seria mais um na equipe técnica.

    O Alvark Tokyo é um projeto interessante. O time tem estrutura, torcida apaixonada (quem já viu jogo no Japão sabe do que eu tô falando), e agora tem um técnico que conhece tanto o basquete americano quanto o japonês. Essa combinação pode dar muito certo.

    Vocês acham que ele fez a escolha certa? Porque eu tô achando que sim. Às vezes é melhor ser o peixe grande no aquário menor do que mais um peixe pequeno no oceano da NBA.

  • Terry Stotts na briga: veterano pode assumir o comando dos Mavs

    Terry Stotts na briga: veterano pode assumir o comando dos Mavs

    Olha só quem apareceu na lista de candidatos para treinar os Dallas Mavericks: Terry Stotts. E cara, essa é uma daquelas notícias que faz todo sentido quando você para pra pensar.

    Depois que Jason Kidd e os Mavs se separaram há algumas semanas, Dallas saiu atrás de um novo técnico. Primeiro rolaram rumores sobre treinadores universitários como Jon Scheyer e Dusty May, mas agora o nome do Stotts entrou na conversa — e não é à toa.

    O cara que ajudou a conquistar 2011

    Se o nome Terry Stotts te soou familiar, é porque ele foi assistente técnico do Rick Carlisle durante aquela campanha histórica de 2011. Sim, aquela mesma temporada mágica em que os Mavs derrubaram o Heat do LeBron nas Finais. Stotts estava lá, vivendo aquele momento único na história da franquia.

    Mas a experiência do cara vai muito além disso. Desde 1994 ele tá no basquete profissional americano, começou como assistente no Seattle Supersonics (que hoje é o Thunder), passou por Milwaukee, Atlanta, Golden State… O homem é um veterano de guerra mesmo.

    Como técnico principal, Stotts tem um cartel respeitável: 402 vitórias e 318 derrotas (55,8% de aproveitamento). O auge foi mesmo em Portland, onde comandou os Blazers de 2012 até 2021. Depois tirou um tempo de folga e voltou como assistente no Warriors nas últimas duas temporadas.

    Faz sentido para os dois lados

    Sinceramente? Acho que seria uma contratação inteligente dos Mavs. Stotts já tem 68 anos e viu de tudo nessa liga. Não seria aquele técnico rookie tentando se provar — o cara já provou tudo que tinha que provar.

    E olha o timing: Dallas provavelmente vai ter um elenco jovem liderado pelo Cooper Flagg (se conseguirem draftá-lo), mas também precisa de alguém que saiba lidar com veteranos. Stotts tem esse perfil equilibrado.

    A conexão com 2011 também é um baita trunfo. Os torcedores dos Mavs ainda vivem daquela conquista, e ter alguém que fez parte daquele time especial de volta pode ser interessante para criar aquele clima de nostalgia boa.

    Um técnico de transição?

    Pelos rumores, Stotts só tá considerando vagas como técnico principal mesmo — nada de voltar a ser assistente. E cara, faz sentido. Na idade dele, por que aceitar um papel menor?

    Para Dallas, ele seria meio que um técnico de transição — alguém para colocar a casa em ordem e preparar terreno para o futuro. Mas isso não significa que seria uma escolha “meia-boca”. Pelo contrário, seria alguém experiente comandando uma reconstrução.

    Vocês acham que Stotts é o cara certo para este momento dos Mavs? Eu confesso que gosto da ideia. Experiência, histórico com a franquia, personalidade forte… Tem tudo para dar certo. E vocês, o que acham?

  • Morreu Rick Adelman, lenda dos Rockets e um dos maiores da NBA

    Morreu Rick Adelman, lenda dos Rockets e um dos maiores da NBA

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, morreu na segunda-feira aos 79 anos. E olha, esse cara foi muito mais que um simples treinador — foi uma lenda que marcou época em cinco franquias diferentes.

    A família ainda não divulgou a causa da morte, mas o que importa agora é celebrar o legado absurdo que ele deixou. Adelman está no top 10 de técnicos com mais vitórias na NBA — 1.042 wins em 23 anos de carreira. Isso é coisa de monstro mesmo.

    Uma passagem especial pelos Rockets

    Aqui no Houston ele chegou em 2007, contratado por um Daryl Morey ainda novato na função de GM. E cara, que contratação foi essa! Quatro temporadas comandando os Rockets e nunca teve uma campanha negativa, mesmo lidando com as lesões constantes do Yao Ming e Tracy McGrady.

    Mas a temporada 2008-09… meu Deus, que time era aquele! 22 vitórias consecutivas — até hoje é a quarta maior sequência da história da NBA. E não para por aí: levaram os Lakers do Kobe e Pau Gasol (que foram campeões naquele ano) até o sétimo jogo nas semifinais do Oeste. Foram o único time que conseguiu incomodar tanto assim os Lakers naqueles playoffs.

    Números que impressionam

    Sinceramente, quando você olha os números do Adelman, dá pra entender porque ele é considerado um dos grandes. 58,2% de aproveitamento na carreira inteira, 16 classificações pros playoffs em 23 temporadas, 11 campanhas com 50+ vitórias… É currículo pra poucos.

    Nos Rockets especificamente, ele fica como o quarto técnico com mais vitórias na história da franquia (193 wins), empatado com Kevin McHale. Perdendo só pro D’Antoni, McHale e Udoka. Nada mal pra quatro anos de trabalho, né?

    E vocês sabem o que mais me impressiona? O cara conseguiu manter um aproveitamento de 58,8% em Houston mesmo com todo aquele drama de lesões. Imaginem se o Yao tivesse ficado saudável…

    Enfim, perdemos mais uma lenda. Adelman deixa uma marca enorme na NBA e especialmente nos corações da torcida dos Rockets. Descanse em paz, mestre.

  • Orlando Magic contrata Sean Sweeney dos Spurs como novo técnico

    Orlando Magic contrata Sean Sweeney dos Spurs como novo técnico

    Galera, chegou a hora. Sean Sweeney, o coordenador defensivo que ajudou a transformar o San Antonio Spurs numa muralha esta temporada, tá saindo de lá pra assumir seu primeiro cargo como técnico principal na NBA. E o destino? Orlando Magic.

    Segundo o Shams Charania da ESPN, Sweeney e o Magic tão finalizando um acordo pra ele substituir Jamahl Mosley, que foi demitido depois de uma temporada bem decepcionante em Orlando. Aliás, Mosley já achou um novo lar no New Orleans Pelicans.

    O cara que revolucionou a defesa dos Spurs

    Olha, eu não tô surpreso com essa contratação. Sweeney fez um trabalho absurdo em San Antonio. Quando o Mitch Johnson assumiu como técnico principal após a aposentadoria do lendário Popovich, ele trouxe Sweeney dos Dallas Mavericks especificamente pra ser o “coordenador defensivo”.

    E mano, que diferença ele fez! Os Spurs saíram de uma defesa medíocre (que ficava terrível sem o Wembanyama em quadra) pra uma das melhores defesas da liga toda. A melhora foi de 28 vitórias comparado à temporada passada — isso não é coincidência.

    O cara é considerado um dos melhores cérebros táticos da NBA atual. A capacidade dele de adaptar esquemas defensivos dependendo do adversário ou da situação do jogo é coisa de outro mundo. Sinceramente, acho que ele foi uma das peças-chave pro sucesso dos Spurs nesta temporada.

    Um desafio interessante em Orlando

    O Magic não é uma escolha ruim pra estreia dele como head coach, não. Eles têm um elenco jovem e talentoso, com estrelas promissoras como Paolo Banchero, Franz Wagner e Jalen Suggs. Além disso, já têm uma das melhores defesas da liga.

    O problema é que eles falharam miseravelmente nas expectativas esta temporada. Terminaram apenas em 8º no Leste e — prepara o coração — perderam uma vantagem de 3-1 pro Detroit Pistons na primeira rodada dos playoffs. Cara, isso dói só de lembrar.

    As principais dificuldades do Magic foram lesões e, principalmente, o ataque. E olha, se tem alguém que entende de sistemas ofensivos e defensivos, é o Sweeney. Ele passou quatro anos como assistente principal do Jason Kidd em Dallas, incluindo a campanha até as Finais em 2024 com o Luka Doncic.

    Sweeney vai terminar os playoffs com os Spurs primeiro — incluindo o Jogo 7 das Finais da Conferência Oeste que tá chegando aí. Se os Spurs passarem, ele ainda vai participar das Finais que começam no dia 3 de junho. Depois disso, é Orlando pra valer.

    Vocês acham que ele vai conseguir transformar o ataque do Magic como fez com a defesa dos Spurs? Eu tô curioso pra ver como ele vai lidar com a pressão de ser head coach pela primeira vez na carreira.

  • Joe Mazzulla leva Coach of the Year de lavada e eu não esperava

    Joe Mazzulla leva Coach of the Year de lavada e eu não esperava

    Cara, o Joe Mazzulla simplesmente arrasou na votação para Coach of the Year da NBA. E quando eu falo arrasou, é porque foi mesmo — 62 votos de primeiro lugar num total de 100. Isso é praticamente uma goleada no basquete dos técnicos.

    Olha, vou ser sincero: quando a temporada começou, eu tinha minhas dúvidas sobre os Celtics. O Jayson Tatum machucado no Aquiles, algumas mudanças no elenco… parecia que Boston ia ter uma temporada complicada pela frente. Mas o Mazzulla provou que eu (e muita gente) estava errado.

    56 vitórias sem elenco completo é coisa de monstro

    Os Celtics terminaram com 56-26 e ficaram com a segunda melhor campanha do Leste. Tá, eu sei que perderam na primeira rodada pros 76ers numa série de sete jogos que doeu na alma, mas cara — considerando as circunstâncias, foi um baita trabalho.

    O segundo colocado na votação foi o JB Bickerstaff, do Detroit Pistons, que recebeu 29 votos de primeiro lugar. Impressionante o trabalho que ele fez com aquele time dos Pistons, mas a diferença foi gritante mesmo.

    Críticas pela eliminação precoce são justas?

    Tem gente criticando o Mazzulla pela saída precoce nos playoffs. Eu entendo a frustração — depois de ganhar o título na temporada 2023-24, a expectativa era alta. Mas vocês acham que é justo culpar só o técnico? Na minha visão, tem que considerar que o cara trabalhou praticamente o ano todo sem o elenco ideal.

    E olha, conquistar o primeiro Coach of the Year da carreira aos 37 anos não é moleza. O Mazzulla mostrou que sabe se adaptar e tirar o máximo do que tem disponível. Isso é qualidade de técnico de elite.

    Agora a real questão é: o que os Celtics vão fazer na offseason? Com Tatum e Brown como pilares, eles precisam de peças que complementem o duo. E pelo jeito que o Mazzulla conduziu esse time na temporada, eu diria que eles estão no caminho certo.

    E aí, vocês acham que essa premiação foi justa ou tinha outro técnico mais merecedor? Eu fico curioso pra ver como vai ser a próxima temporada com esse reconhecimento nas costas.

  • Joe Mazzulla ganha prêmio que ele mesmo chama de ‘idiota’

    Joe Mazzulla ganha prêmio que ele mesmo chama de ‘idiota’

    Cara, só o Joe Mazzulla mesmo pra conseguir ganhar um prêmio e ainda assim manter a pose de quem não liga. O técnico do Boston Celtics foi eleito o Treinador do Ano da NBA, mas continua firme na opinião dele: o prêmio é “idiota”.

    Há alguns meses, quando perguntaram pro Mazzulla sobre a possibilidade de ganhar o Coach of the Year, a resposta foi direta no queixo: “Acho que é um prêmio idiota”. E ontem? Bom, ele ganhou esse prêmio “idiota”.

    A filosofia Mazzulla

    Olha, eu até entendo o ponto do cara. Basquete é esporte coletivo, e técnico não joga sozinho – tem toda uma comissão técnica por trás. Mazzulla sempre bateu nessa tecla de que deveria ser um prêmio para toda a staff, não só pra ele.

    Mas convenhamos: quando você pega um time que já era bom e transforma numa máquina de 64 vitórias na temporada regular, algum mérito individual você tem que ter, né? Os Celtics dominaram a conferência leste de uma forma que foi até meio assustadora.

    Temporada histórica em Boston

    E que temporada foi essa dos Celtics, hein? Lideraram a NBA em vitórias, tiveram um dos melhores ataques da história da liga, e Mazzulla conseguiu fazer o Jayson Tatum e Jaylen Brown funcionarem como nunca.

    Sinceramente, eu achei que o técnico ia pelo menos fingir que ficou feliz com o prêmio. Mas não – o cara manteve a coerência até o final. É meio rebelde, mas também é honesto. Vocês acham que ele tá certo em menosprezar o prêmio individual?

    No final das contas, o que importa mesmo é se ele vai conseguir levar esse discurso de trabalho em equipe até o título da NBA. Porque individual ou coletivo, prêmio idiota ou não, o que os fãs de Boston querem mesmo é ver aquele banner 18 pendurado no TD Garden.

  • Novo técnico dos Pelicans promete liberar todo potencial do Zion

    Novo técnico dos Pelicans promete liberar todo potencial do Zion

    Jahmal Mosley mal assumiu o cargo de técnico dos Pelicans e já soltou uma frase que me chamou atenção: “Zion nem arranhou a superfície do que ele pode fazer”. Cara, viniendo de um cara que treinou Paolo Banchero e Franz Wagner no Magic, isso tem peso.

    Olha, eu sempre achei que o Zion tinha muito mais a mostrar além daquelas enterradas monstruosas que a gente já conhece. E pelo que o Mosley falou na coletiva de apresentação, parece que ele pensa igual.

    O plano é simples: mais espaço, mais liberdade

    A estratégia do novo técnico é bem clara – abrir a quadra pro Zion atacar de verdade. “Dar espaço pra ele viver na linha do lance livre”, foi como ele colocou. E faz sentido total, né? O garoto tem 1,98m mas joga como um armador às vezes, com uma visão de jogo absurda.

    O que mais me empolgou foi ele falar sobre usar o Zion em “diferentes posições”. Imagina esse monstro fazendo o papel de point forward? Com aquela força física dele criando jogadas pros companheiros? Sinceramente, dá até arrepio de pensar.

    Temporada passada mostrou o que ele pode fazer saudável

    A temporada 2023-24 foi uma prévia do que pode vir por aí. Zion jogou 62 partidas (milagre, considerando o histórico), fez médias de 21 pontos e 5.7 rebotes com 60% de aproveitamento de quadra. Sessenta por cento! É um número de center, mas ele faz isso jogando em várias posições.

    Mosley vem do Orlando Magic onde trabalhou com dois talentos que também gostam de criar jogadas – o Banchero e o Wagner. A experiência com jogadores versáteis pode ser exatamente o que o Zion precisa pra decolar de vez.

    “Algumas das coisas que ele já fez aqui foram espetaculares”, disse o técnico. “Só precisamos continuar isso e, principalmente, mantê-lo saudável.”

    E aí, vocês acham que finalmente vamos ver o verdadeiro potencial do Zion? Com um técnico que entende de versatilidade e um jogador que parece estar mais maduro, talvez seja a hora dos Pelicans voarem mais alto.

  • God Shammgod vai para os Pelicans — que contratação bizarra!

    God Shammgod vai para os Pelicans — que contratação bizarra!

    Gente, vocês já ouviram falar do God Shammgod? Porque se não ouviram, vão ouvir muito esse nome agora. O cara acabou de ser contratado como assistente técnico dos New Orleans Pelicans, e sinceramente? Achei uma baita contratação.

    O Shammgod tá seguindo o Jamahl Mosley pros Pelicans — sim, o mesmo Mosley que saiu do Orlando Magic pra comandar Nova Orleans. E olha, faz todo sentido levar o God junto. O cara é praticamente uma lenda quando o assunto é desenvolvimento de jogadores.

    O mago do drible

    Vocês sabem aquele movimento que o Kyrie Irving faz, que deixa todo mundo perdido? Pois é, o God Shammgod foi um dos caras que ajudou a aperfeiçoar essas paradas. Antes de chegar nos Pelicans, ele passou um tempão no Dallas Mavericks trabalhando justamente com desenvolvimento de jogadores e fundamentos.

    Os próprios atletas da NBA vivem elogiando o trabalho dele — principalmente quando o assunto é controle de bola e preparação mental pra jogo. E cara, numa liga onde qualquer vantagem técnica pode decidir uma partida, ter um especialista assim no banco faz diferença absurda.

    Pelicans montando um time técnico interessante

    O que mais me chama atenção é ver como o Mosley tá montando a comissão técnica em Nova Orleans. Trazer caras que já trabalharam contigo, que conhecem tua filosofia — isso é coisa de treinador esperto.

    E convenhamos, os Pelicans precisam de toda ajuda possível pra desenvolver os caras que têm lá. Com Zion Williamson sempre machucado e precisando melhorar aspectos técnicos do jogo dele, ter alguém como o Shammgod no desenvolvimento pode ser o diferencial que o time tava procurando.

    Vocês acham que essa contratação pode ajudar os Pelicans a finalmente se estabelecerem como um time consistente no Oeste? Porque, na minha opinião, esses detalhes técnicos que fazem a diferença entre um time mediano e um que realmente compete.

  • Pelicans contrata Jamahl Mosley – aposta certa ou arriscada?

    Pelicans contrata Jamahl Mosley – aposta certa ou arriscada?

    Galera, os Pelicans finalmente definiram quem vai comandar o time na próxima temporada: Jamahl Mosley. E olha, essa contratação me deixou bem curioso sobre os rumos da franquia.

    O cara vem direto do Orlando Magic, onde passou cinco temporadas. Não vou mentir – o retrospecto dele não impressiona tanto no papel: 189 vitórias contra 221 derrotas. Mas aí que tá o X da questão.

    Por que essa contratação faz sentido

    Nos últimos três anos em Orlando, Mosley conseguiu algo que poucos técnicos fazem: transformou um time perdedor em competitivo. Foram 133 vitórias nas últimas três temporadas regulares e três classificações consecutivas para os playoffs. Isso não é brincadeira, especialmente considerando onde o Magic estava quando ele assumiu.

    Joe Dumars e Troy Weaver, que mandam na parte executiva dos Pelicans, são fãs declarados do trabalho do Mosley. E sinceramente? Eu entendo o porquê. O cara conseguiu melhorar drasticamente a defesa do Magic e fazer aquele time subir na tabela de forma consistente.

    A aposta de Nova Orleans

    O contrato é de cinco anos – mostra que eles realmente acreditam no projeto. Os Pelicans veem o time atual numa situação parecida com a que o Magic estava quando Mosley chegou lá. Time jovem, com potencial, mas precisando de direcionamento.

    A expectativa é que ele faça com os Pelicans o mesmo que fez em Orlando: melhorar a defesa (que foi um ponto fraco na última temporada) e dar uma organizada geral no time. Com Zion Williamson e Brandon Ingram no elenco, o potencial ofensivo já existe – agora é questão de equilibrar as duas pontas da quadra.

    Vocês acham que Mosley é o cara certo para finalmente fazer os Pelicans brigarem por algo mais sério no Oeste? Porque olhando o histórico dele, parece que o monstro sabe mesmo como construir uma cultura vencedora do zero.

  • Pelicans delongando pra considerar Jamahl Mosley como técnico

    Pelicans delongando pra considerar Jamahl Mosley como técnico

    Cara, os Pelicans tão enrolando pra caramba com essa história de técnico novo. E sabe por que? Porque querem analisar direitinho o Jamahl Mosley antes de bater o martelo.

    Olha, eu entendo a cautela deles. O cara acabou de ser demitido do Orlando Magic depois daquela temporada bizarra — imagina perder uma série de 3×1 pro Detroit Pistons nos playoffs? Monstro de vexame. Mas ao mesmo tempo, o Mosley tem experiência e já mostrou que sabe trabalhar com jovens talentos.

    Por que a demora toda?

    Os Pelicans já entrevistaram vários assistentes técnicos e até o próprio James Borrego, que tava como interino. Mas pelo jeito o nome do Mosley tá martelando na cabeça da diretoria há um tempão — desde quando ele ainda tava comandando o Magic.

    E faz sentido, né? New Orleans tem uma base jovem promissora com Zion, Brandon Ingram e companhia. Precisa de alguém que saiba desenvolver esse pessoal e não queime o filme logo de cara. A pressão por resultados é gigante.

    Decisão deve sair esta semana

    Segundo o Will Guillory, do The Athletic — cara que acompanha os Pelicans de perto —, a decisão deve rolar ainda esta semana. Era pra ter saído antes, mas essa consideração extra do Mosley acabou atrasando tudo.

    Sinceramente? Acho que eles deveriam apostar no cara. Sim, o final no Orlando foi feio, mas trabalhar com aquele elenco dos Magic não é pra qualquer um. E ele já provou que consegue extrair o melhor de jogadores jovens.

    Vocês acham que o Mosley é a escolha certa pros Pelicans? Ou preferem que apostem em alguém mais experiente? Essa demora toda pode ser um sinal de que tão mesmo levando a sério, ou só indecisão mesmo…