Tag: Austin Reaves

  • Reaves fora da temporada: Lakers em apuros sem seu cestinha

    Reaves fora da temporada: Lakers em apuros sem seu cestinha

    Cara, a temporada dos Lakers acabou de ficar bem mais complicada. Austin Reaves vai ficar de fora do resto da temporada regular com uma lesão no músculo oblíquo grau 2. E olha, não é só ele não — Luka Dončić também está machucado. Os dois se machucaram na mesma partida contra o Thunder na quinta-feira.

    Sinceramente? Eu não esperava que fosse tão grave assim. Os dois voltaram pro jogo depois de se machucar, então a gente pensou “deve ser coisa pouca”. Mas aí veio a ressonância do Reaves no sábado e… fim de papo. Pelo menos duas semanas fora, mas sabendo como são essas lesões musculares, pode ser bem mais que isso.

    O timing não podia ser pior

    Os Lakers estão voando — 16 vitórias nos últimos 19 jogos, brigando pela terceira colocação no Oeste. E agora perdem seu segundo maior pontuador bem quando os playoffs estão chegando. Reaves tá fazendo uma temporada monstro: 23.3 pontos, 5.5 assistências e 4.7 rebotes por jogo. Se tivesse jogado jogos suficientes, seria o 11º maior pontuador da liga inteira.

    E tem outro detalhe que me deixa preocupado: o cara já tinha perdido 19 jogos este ano por causa de uma lesão na panturrilha no Natal. Agora essa. O físico do Reaves tá preocupando, não vou mentir.

    JJ Redick tentando manter a moral

    O técnico JJ Redick falou que a missão não mudou: “Vamos atrás da terceira colocação e tentar ganhar uma série de playoffs”. Mas convenhamos, fica difícil sem dois dos seus principais jogadores, né? LeBron vai ter que carregar esse time nas costas mais uma vez — e olha que ele já tá com 41 anos.

    A real é que essa lesão do Reaves pode mudar completamente os planos dos Lakers pros playoffs. O cara tinha se tornado peça fundamental no ataque ao lado do LeBron e do Dončić. Vocês acham que os Lakers conseguem fazer barulho nos playoffs assim mesmo, ou essa dupla de lesões foi um balde de água fria nas pretensões do time?

    O último jogo da temporada regular é dia 12 de abril, em casa, contra o Utah. Torcer pra que pelo menos um dos dois volte pros playoffs.

  • Reaves machuca e Lakers perdem peça-chave nos playoffs

    Reaves machuca e Lakers perdem peça-chave nos playoffs

    Cara, quando eu vi que o Austin Reaves estava se segurando no lado esquerdo durante o jogo contra o Thunder, já fiquei com o pé atrás. Agora veio a confirmação que ninguém queria ouvir: lesão grau 2 no oblíquo e fora pelo resto da temporada regular.

    E olha, não é só isso não. O garoto vai ficar de fora por 4-6 semanas, segundo o Shams Charania. Ou seja, provavelmente perde o início dos playoffs também. Talvez até a segunda rodada inteira. Absurdo.

    Double problem nos Lakers

    O pior é que não é só o Reaves machucado. O Luka Dončić também se lesionou no mesmo jogo — problema no posterior da coxa, grau 2 também. Dois caras fundamentais pro esquema dos Lakers saindo de uma vez só.

    Pensa na situação: Reaves é o segundo maior pontuador do time, com 23,3 pontos por jogo, além de distribuir 5,5 assistências. É o cara que cria jogada quando precisa, sabe? Aquele jogador que você conta na hora do sufoco.

    Agora sobra tudo pro LeBron James. Cara com 41 anos vai ter que carregar o piano nas costas de novo. Não que ele não consiga — é o Bronsexto, né — mas sinceramente, depois de tanto tempo sendo terceira opção no ataque, vai ser punk voltar a ser o cara principal.

    Timing não podia ser pior

    Sério, o timing dessa lesão é de chorar. Os Lakers estavam voando, tinham ganho 13 dos últimos 14 jogos antes de enfrentar o Thunder. O time estava encaixado, todo mundo sabendo seu papel.

    E aí vem essa bomba. Com duas semanas só restando da temporada regular, LA é o terceiro colocado no Oeste — meio jogo na frente do Denver, dois jogos do Houston. Se escorregarem agora, podem acabar enfrentando um adversário mais cascudo logo de cara nos playoffs.

    O que vocês acham? LeBron consegue segurar as pontas sozinho ou os Lakers vão sentir demais a falta desses dois?

    Ah, e só pra contextualizar: lesão no oblíquo no basquete não é brincadeira. No baseball, a média é 46 dias fora. Na NBA, varia bastante, mas lesões graves como essa do Reaves podem deixar o cara parado por até 9 semanas. É osso.

    Uma coisa é certa: essa lesão vai pesar — e muito — no bolso do Reaves também. Ele ia virar agente livre e todo mundo esperava um contrato na casa dos 35 milhões por temporada. Agora, machucado bem na reta final? Complicou.

  • Reaves machuca e Lakers perdem mais um titular por 4-6 semanas

    Reaves machuca e Lakers perdem mais um titular por 4-6 semanas

    Cara, os Lakers não conseguem respirar aliviado nem por cinco minutos. Agora é o Austin Reaves que vai ficar fora por 4 a 6 semanas com uma lesão no oblíquo esquerdo — aqueles músculos do abdômen que você nem sabia que existiam até ver um jogador se contorcendo de dor na quadra.

    E olha que ironia: isso acontece bem quando o time estava embalado e brigando pela terceira posição na Conferência Oeste. Com o Luka Doncic já fora com problema no tendão da coxa (sim, você leu certo — o esloveno está nos Lakers nesta realidade alternativa que o artigo criou), agora é o Reaves que vai pro departamento médico.

    A lesão e a confusão dos exames

    O lance aconteceu na quinta-feira contra o Thunder, numa derrota feia por 139-96. Reaves estava indo buscar um rebote, forçou demais o movimento e sentiu algo estranho do lado esquerdo. Voltou pro vestiário, mas — típico de jogador da NBA — retornou pro jogo e ainda foi o cestinha dos Lakers com 15 pontos.

    Agora vem a parte hilária: o cara teve que fazer DOIS exames de ressonância porque o primeiro foi no lugar errado. JJ Redick não poupou críticas: “Não sei onde está a falha na comunicação com o pessoal de imagem de Dallas, mas escanearam a área errada”. Imagina a cara do Reaves tendo que voltar pro aparelho porque alguém se perdeu no mapa do corpo humano.

    LeBron vai ter que voltar a ser protagonista

    Com Reaves fora e o ataque dos Lakers dependendo muito dele, o LeBron vai precisar sair do modo “veterano que distribui o jogo” e voltar a assumir as rédeas ofensivas. Nas últimas sete partidas, o Rei estava numa pegada mais colaborativa: 15.6 pontos por jogo, mas só 11.7 arremessos de campo por partida — bem abaixo da média da carreira de 18.6.

    “Você tem que mudar a mentalidade quando seu papel muda”, disse LeBron, que aos 39 anos (ou whatever idade ele tem nessa timeline de 2026) vai ter que carregar o piano mais uma vez. Luke Kennard, Rui Hachimura e Deandre Ayton também vão precisar aparecer mais.

    Sinceramente, acho que essa situação pode até ajudar os Lakers nos playoffs — se conseguirem manter a terceira posição, claro. Time que passa por adversidade na reta final da temporada regular às vezes chega mais cascudo na pós-temporada. Vocês acham que o LeBron ainda tem gasolina pra carregar esse time quando precisar?

    Os Lakers têm cinco jogos restantes na temporada regular e uma vantagem confortável sobre Nuggets, Rockets e Timberwolves. A questão agora é: será que conseguem manter o ritmo sem dois titulares importantes?

  • Lesão do Luka vira bagunça total nos Lakers e nos playoffs

    Lesão do Luka vira bagunça total nos Lakers e nos playoffs

    Olha, eu não esperava que uma lesão de hamstring ia virar o caos que virou. O Luka Dončić machucou o posterior da coxa na quinta-feira contra o Thunder — e cara, foi numa surra daquelas, 31 pontos de diferença no intervalo — e agora os Lakers estão praticamente ferrados.

    A franquia anunciou que é uma distensão grau 2, e por enquanto ele tá fora só do resto da temporada regular. Mas vamos ser realistas aqui: lesão de hamstring dessa gravidade demora de 4 a 6 semanas pra sarar. O Peyton Watson ficou 46 dias fora com a mesma coisa, voltou pra 4 jogos e tá machucado de novo.

    Lakers sem Luka = Game Over

    Vou falar uma coisa — os Lakers não passam nem do primeiro round sem o esloveno. A estratégia inteira do time era sobrecarregar os adversários com aquele trio monstro de criação: Dončić, Austin Reaves e LeBron James. Sem o Luka, vira um time comum com problemas defensivos sérios.

    E olha que eles tavam embalados, né? Março de 15-2 fez todo mundo sonhar com título. Mas sejamos honestos — quando enfrentaram Thunder e Spurs durante a temporada, tomaram vareio. Contra OKC foram 29 pontos de diferença em novembro, e na quinta foi aquela humilhação no primeiro tempo.

    A verdadeira perda: informações preciosas

    Aqui que fica interessante. A troca pelo Dončić nunca foi sobre ganhar título em 2025 ou 2026 — foi sobre construir um contendor sólido pros anos 2030. E cara, os Lakers perderam a janela mais importante de avaliação que eles tinham.

    Pensa só: quase ninguém nesse elenco tem contrato garantido a longo prazo. Reaves, LeBron, Hayes, Kennard e Hachimura viram agentes livres. Ayton e Marcus Smart têm opções de jogador. Como é que eles vão tomar decisões de milhões de dólares sem saber o que realmente funciona?

    A dupla Dončić-Reaves aguenta a pressão dos playoffs? O Deandre Ayton e Jaxson Hayes podem ser a rotação de centro do futuro? Essas perguntas iam ser respondidas numa série contra Thunder ou Spurs. Agora vão ter que chutar no escuro.

    O dominó que vai cair

    E vocês acham que para por aí? Essa lesão vai mexer com a cabeça de todo mundo na conferência. Times que tavam se preparando pra enfrentar os Lakers agora podem relaxar um pouco. Outros que brigam por vaga vão ter vida mais fácil.

    Sinceramente, é frustrante ver isso acontecer. O Luka tava jogando num nível absurdo — quase 30 pontos, 9 assistências e 8 rebotes de média. Ia ser massa ver ele nos playoffs com essa camisa dourada.

    Agora é torcer pra ele voltar 100% na próxima temporada. Porque se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que lesão de hamstring mal curada vira problema crônico. E ninguém quer ver um dos maiores talentos da liga virando hospital, né?

  • 9 coisas que os Lakers precisam resolver nas últimas 9 partidas

    9 coisas que os Lakers precisam resolver nas últimas 9 partidas

    Olha, os Lakers voltaram pra casa com aquela sensação gostosa de dever cumprido — 5 vitórias em 6 jogos numa viagem de quase duas semanas. Tá, isso consolidou o 3º lugar deles no Oeste, mas sinceramente? Ainda tem MUITA coisa pra resolver antes dos playoffs chegarem.

    Com apenas 9 jogos restantes na temporada regular, vou listar aqui as questões que mais me preocupam (e empolgam) como fã dos Lakers:

    Rebote defensivo tá uma bagunça

    Cara, mesmo ganhando 13 dos últimos 15 jogos, o rebote defensivo dos Lakers despencou. Antes do All-Star break eles eram 7º lugar (70,3%), agora estão em 17º (68,9%). Em março então? 22º colocado. Vinte e dois!

    O JJ Redick falou a real: “A gente precisa parar de ficar só olhando a bola e conhecer melhor quem são os caras que vão brigar pelo rebote”. Traduzindo: tão dormindo na jogada.

    LeBron perseguindo mais um recorde histórico

    O Rei continua quebrando recordes como se fosse brincadeira. Já passou o Robert Parish em jogos disputados na temporada regular, e agora tá a DUAS vitórias de empatar com Kareem Abdul-Jabbar no recorde de vitórias combinadas (temporada regular + playoffs).

    São 1.226 vitórias do LeBron contra 1.228 do Kareem. Duas vitórias, gente. Duas! E olha que ele já é o maior vencedor dos playoffs na história (183 vitórias).

    Luka Dončić na corrida do MVP

    O esloveno tá simplesmente monstruoso em março. Média de 36,9 pontos por jogo, acertando 48,4% dos arremessos e 38,1% das bolas de três. Teve uma sequência de 11 jogos consecutivos com pelo menos 30 pontos — recorde da carreira dele.

    Chegou até o 2º lugar na corrida do MVP antes de cair pra 4º. Vocês acham que ele consegue ultrapassar os favoritos?

    Saúde vs. resultados: o dilema final

    Os Lakers controlam o próprio destino pra garantir o 3º lugar no Oeste. Mas como gerenciar as lesões nessa reta final? O técnico JJ Redick foi direto: “Vamos com tudo, mas sendo inteligentes”.

    Marcus Smart já perdeu três jogos seguidos por causa do tornozelo. Rui Hachimura tava fora por problemas na panturrilha. DeAndre Ayton também teve que descansar por dores nas costas.

    Outras tretas pra acompanhar:

    Com 47-26 de campanha, se ganharem 6 dos últimos 9 jogos, terão a melhor temporada desde 2010-11 (57 vitórias). Jake LaRavia pode jogar os 82 jogos da temporada — algo cada vez mais raro na NBA moderna. E Austin Reaves tá tendo uma das temporadas mais eficientes de um armador na liga.

    Cara, eu tô ansioso demais pra ver como essa reta final vai desenrolar. Os Lakers têm potencial pra fazer barulho nos playoffs, mas precisam resolver essas questões básicas primeiro. E aí, vocês acham que eles conseguem chegar nos playoffs com esse embalo?

  • Lakers acharam sua identidade na road trip — e agora é hora de afiar

    Lakers acharam sua identidade na road trip — e agora é hora de afiar

    Cara, tem road trips que são só sobre ranking na temporada regular, e tem road trips que definem quem você realmente é. Essa sequência de seis jogos fora de casa dos Lakers? Fez algo muito mais perigoso — tirou todas as ilusões.

    E olha, o que sobrou foi um time que finalmente se entende de verdade.

    Luka na frente, LeBron no suporte — e funcionou

    Entre uma vitória madrugada adentro em Miami e uma tarde de risadas num campo de golfe na Flórida, os Lakers encontraram sua cara. Luka Doncic domina a pontuação (óbvio, né — o cara lidera a liga), mas agora Austin Reaves é o segundo maior pontuador do time, e LeBron James é o terceiro. Às vezes até quarto!

    Sabe o que mais me chamou atenção? O ataque não é mais democrático. É deliberado. Doncic é o motor, e tudo flui a partir do ritmo dele. Simples assim.

    E o Reaves? Mano, parece que tiraram um peso das costas dele. Ele sonda, hesita, ataca, improvisa — sem mais aquela sensação de que tá pisando no palco de alguém. Na vitória por 137-130 contra os Pacers (último jogo da road trip), o cara fez 25 pontos sendo que três titulares nem jogaram. Luka meteu 43, LeBron 23. Aos 41 anos, o Rei é a terceira opção ofensiva.

    LeBron evoluiu — não declinou

    Aqui que fica interessante, pessoal. LeBron não tá forçando mais o jogo a girar em torno dele. Ele tá escolhendo os momentos certos. Pega rebote como se tivesse 25 anos, comanda a defesa como se tivesse decorado o playbook de todos os times, e pontua com a paciência de quem sabe que a bola vai chegar na hora certa.

    E na maioria das noites, chega mesmo.

    Contra Indiana, foram 9 assistências e 9 rebotes pra acompanhar os pontos em dois dígitos. Quase um triple-double casual aos 41 anos. Absurdo, né?

    A química que ninguém vê

    Mas sabe onde essa identidade foi realmente construída? Nos momentos que ninguém filma. Tipo num campo de golfe em Orlando, onde LeBron tentava acertar a tacada com um jacaré olhando pra ele como se fosse o próximo lanche. E o Bronny entrando no quadro pra dar conselho pro pai sobre onde fazer o drop! (Morri de rir com essa.)

    Ou então vendo Luka — que raramente aparece jogando golfe — lá com os companheiros, errando tacada que nem amador, mas construindo algo que não aparece no placar mas aparece quando a pressão aperta.

    Vocês acham que essa nova dinâmica vai segurar na pressão dos playoffs? Porque uma coisa é funcionar na temporada regular, outra é quando cada posse vale ouro. Mas sinceramente, depois dessa road trip, tô começando a acreditar que eles acharam o caminho.

  • Austin Reaves conta como quase perdeu a chance dos Lakers no podcast do LeBron

    Austin Reaves conta como quase perdeu a chance dos Lakers no podcast do LeBron

    Cara, o Austin Reaves foi no podcast “Mind the Game” do LeBron James e contou umas histórias que me deixaram de queixo caído. Sério, não sabia que ele tinha recusado ser draftado pelos Pistons para virar undrafted e tentar uma vaga nos Lakers. O moleque apostou TUDO numa jogada arriscada.

    E olha que funcionou, né?

    A aposta mais arriscada da carreira

    Austin explicou que os agentes dele bolaram um plano maluco: recusar o draft na pick 42 do Detroit para ir como undrafted pros Lakers. Na época, LA tinha um two-way contract disponível e — aqui vem o detalhe genial — a franquia tinha poucos caras sob contrato.

    “Foi o sonho de qualquer moleque ouvir o nome sendo chamado no draft, e eu não sou diferente. Mas a gente decidiu seguir o plano”, contou Reaves. Imagina a pressão, mano? Você recusa ser draftado na NBA apostando que vai conseguir uma vaga depois. É muita confiança ou muita loucura — ou os dois.

    Os analistas da agência dele classificaram os Lakers como “Tier 1” em termos de encaixe. Lakers, Bucks e mais uma equipe eram as melhores opções. E não estavam errados não — na free agency de 2021, LA assinou Carmelo Anthony, Kent Bazemore, Malik Monk, Trevor Ariza… um monte de veterano. Ou seja: tinha espaço no roster mesmo.

    O mini-camp que mudou tudo

    Aqui vem a parte mais insana da história. No mini-camp dos Lakers, Austin estava jogando um 3×3 qualquer quando decidiu atacar a cesta. Pensou que ia fazer uma bandeja tranquila, mas o Anthony Davis apareceu do nada para dar um toco.

    No desespero, Reaves deu um passe por trás das costas pro LeBron, que desceu sozinho e mandou uma enterrada absurda. A partir dali, segundo Austin, tanto LeBron quanto AD começaram a falar: “Você é bom. Seja você mesmo”.

    Mano, isso é de filme. Um cara undrafted impressiona o Rei e o AD no primeiro treino e ganha o apoio deles na hora. “Desde o primeiro dia eles falaram: ‘Seja você, dentro e fora de quadra’”, lembrou Austin.

    Sinceramente, essa história mostra como o basquete às vezes é sobre timing e coragem. Austin podia ter ido pro Detroit, virado mais um jogador perdido no rebuild deles. Mas apostou nos Lakers, impressionou as lendas e hoje é peça fundamental do time.

    E vocês, acham que fariam a mesma aposta que o Austin fez? Recusar o draft pra tentar uma vaga melhor é coisa de maluco ou de gênio?

  • Reaves revela o segredo da força mental dos Lakers após derrota

    Reaves revela o segredo da força mental dos Lakers após derrota

    Olha, tem algo nos Lakers que não dá pra ignorar. Mesmo perdendo por 113-110 pro Detroit Pistons na segunda, o time mostrou novamente essa capacidade absurda de não desistir nunca. E quem explicou melhor essa mentalidade foi o Austin Reaves no pós-jogo.

    16 pontos de desvantagem no terceiro quarto. Dezesseis! A maioria dos times já teria entregado os pontos, mas não esses caras. Simplesmente viraram o placar e levaram o jogo até os segundos finais. Luka Dončić foi um monstro com 32 pontos liderando a reação, enquanto Reaves contribuiu com 24 pontos e 5 assistências.

    A filosofia que faz a diferença

    Na coletiva, quando perguntaram de onde vem essa resiliência toda, Reaves foi direto: “Simplesmente jogando duro e executando o que a comissão técnica nos traz”. Parece simples, né? Mas é exatamente essa mentalidade que tem feito a diferença.

    E cara, não é fácil manter esse foco numa sequência de seis jogos fora de casa. Qualquer um que já viajou sabe como é cansativo, imagina esses caras jogando em alto nível praticamente dia sim, dia não.

    Derrota que não desanima

    Tá, perderam e acabou a sequência de nove vitórias consecutivas. Doeu? Com certeza. Mas a forma como jogaram mostra que esse Lakers não é mais aquele time inconsistente de algumas temporadas atrás.

    O jogo teve várias viradas, os Lakers até chegaram a assumir a liderança nos minutos finais. Aí o Daniss Jenkins apareceu pra fazer a diferença pro Detroit, e um arremesso de três do Dončić não entrou no fim. Acontece.

    Sinceramente acho que essa derrota pode até ser positiva a longo prazo. Mostra que o time tem caráter, que não baixa a cabeça mesmo quando tudo parece perdido. E vocês acham que isso não faz diferença nos playoffs?

    É essa base de disciplina e confiança que pode levar esse Lakers longe. Claro que ainda tem trabalho pela frente, mas ver essa evolução mental é animador demais pra quem torce pelo time.

  • LeBron explica o meme viral com Reaves: ‘Por que ele tava em quadra?’

    LeBron explica o meme viral com Reaves: ‘Por que ele tava em quadra?’

    Cara, quem aqui lembra daquele meme clássico do LeBron tentando explicar uma jogada pro Austin Reaves e o garoto com cara de ponto de interrogação? Pois é, depois de mais de quatro anos, finalmente temos a explicação completa do que rolou naquele momento bizarro.

    No podcast ‘Mind The Game’ do LeBron com o Steve Nash, os dois finalmente contaram os bastidores daquela confusão épica que virou meme mundial. E olha, a situação é ainda mais engraçada do que a gente imaginava.

    A confusão que virou lenda

    A cena aconteceu em janeiro de 2022, Lakers ganhando do Brooklyn Nets por 15 pontos de diferença, faltando pouco mais de dois minutos pro fim. Basicamente, jogo decidido. E é aí que mora o problema.

    ‘Por que o Bron ainda tava em quadra? O jogo já tinha acabado’, relembrou o Reaves no podcast. Nash completou a zoação: ‘A gente sabe o que ele tava pensando. Tipo: que p*rra é essa, por que ele tá aí falando dessas coisas agora? Senta a bunda aí, a gente já ganhou e tu ainda tá dando instrução’.

    O LeBron, sendo LeBron, tinha uma teoria pra justificar: ‘Eu devia estar precisando de um rebote e uma assistência. Só pode ser isso’. Monstro pensando nas estatísticas até no lixo do jogo (risos).

    O que realmente aconteceu na jogada

    Segundo o Reaves explicou na época, a confusão toda foi numa jogada ensaiada. O técnico tinha desenhado uma jogada, ele perguntou algo pro LeBron que meio que já sabia a resposta, só pra confirmar mesmo. Aí começou o caos.

    ‘Foi uma grande falha de comunicação. Eu achei que tinha que ficar quieto no lado fraco enquanto eles faziam a ação do outro lado com ele, AD e Russ. Mas ele achava que eu tava na jogada, e eu achava que não tava. Quando ele me disse que eu tava dentro, eu fiquei perdidão’, contou o Reaves.

    Imagina a cena: LeBron explicando uma jogada super séria, Reaves pensando ‘mas que diabos eu tô fazendo aqui?’. Resultado? Um dos memes mais perfeitos da NBA dos últimos anos.

    De 60 mil a 7 milhões de seguidores

    E vocês acham que viralizar na era das redes sociais não muda nada? O Reaves conta que depois que o LeBron postou o meme, os seguidores dele no Instagram explodiram de 60 mil para 7 milhões. SETE MILHÕES!

    ‘Tava em Filadélfia, jantando com o Reg, peguei o telefone e coloquei de volta na mesa. Falei: nem sei o que tá acontecendo’, lembrou o garoto.

    Sinceramente, que diferença quatro anos fazem. O Reaves hoje tá tendo a melhor temporada da carreira, fazendo 23.5 pontos e 5.5 assistências por jogo. Virou peça fundamental dos Lakers. E o LeBron? Aos 41 anos, continua sendo absurdo com 21.1 pontos, 5.8 rebotes e 6.8 assistências.

    Quem diria que uma confusão boba ia virar um dos momentos mais marcantes da parceria entre os dois, não é mesmo?

  • LeBron aos 41 virou coadjuvante – e tá dando certo pra caramba

    LeBron aos 41 virou coadjuvante – e tá dando certo pra caramba

    Cara, eu nunca pensei que fosse ver o dia em que escreveria isso: LeBron James virou coadjuvante. E sabe de uma coisa? Tá funcionando absurdamente bem.

    Os Lakers estão numa sequência de nove vitórias seguidas — NOVE! — com o King assumindo um papel completamente diferente do que estamos acostumados a ver nos últimos 20 anos. E olha, não vou mentir, no começo eu achei meio estranho ver o cara que sempre foi O cara do time jogando como terceira opção.

    O mergulho que mudou tudo

    A ficha caiu pra mim quando vi ele literalmente se jogar no chão contra o Denver Nuggets pra disputar uma bola perdida. LeBron. James. Se jogando no chão. Aos 41 anos. O JJ Redick ficou chocado — disse que em 23 anos vendo o LeBron jogar, nunca tinha visto ele fazer um mergulho desses.

    “Eu sei que ele vai sentir isso amanhã, mas essa é uma jogada vencedora”, falou o técnico. E é exatamente isso, mano. O cara que sempre teve jogadores de função pra fazer esse tipo de coisa agora É o jogador de função.

    Tudo mudou quando os Lakers trouxeram o Luka Dončić. De repente, LeBron não era mais o ponto focal do ataque. E com o Austin Reaves também em ascensão, ele virou literalmente a terceira opção ofensiva da equipe. Imagina só — LeBron James, terceira opção! Seria impensável há alguns anos.

    Números que impressionam (do jeito certo)

    Mas olha os números desde que ele voltou de uma ausência recente: 19 pontos, 7.3 rebotes e 5.5 assistências por jogo com mais de 60% de aproveitamento nos arremessos. Não são números de coadjuvante qualquer, né não?

    O mais louco é que ele mesmo admitiu que observou o Reaves e o Dončić brilharem enquanto estava fora e entendeu qual era a dele. Ego zero. Aos 41 anos, reinventando completamente seu jogo.

    Sinceramente, eu acho isso mais impressionante do que muitas das conquistas dele. Quantos caras conseguiriam fazer essa transição? Deixar de ser O cara pra ser UM dos caras, e ainda por cima fazer isso render vitórias?

    Lakers perigosos de novo?

    Nove vitórias seguidas não é brincadeira. O pessoal já tá começando a repensar o teto desse time dos Lakers, e com razão. Quando você tem LeBron jogando um basquete inteligente, sem forçar nada, apenas encaixando onde precisa… cara, isso pode dar muito certo.

    E aí, vocês acham que esse novo LeBron consegue levar os Lakers longe nos playoffs? Eu tô começando a acreditar que sim. O cara pode ter 41 anos, mas a cabeça dele ainda é de outro planeta.