Tag: Bam Adebayo

  • Os heróis do fantasy que salvaram a temporada após o All-Star Break

    Os heróis do fantasy que salvaram a temporada após o All-Star Break

    Cara, vocês que jogam fantasy basketball sabem como é: chega no final da temporada e você precisa de milagres pra salvar seu time. E olha, alguns jogadores da NBA simplesmente viraram a chave depois do All-Star Break e salvaram muito manager por aí.

    Sinceramente, essa parte final da temporada é onde as coisas ficam tensas. É quando você descobre se suas apostas valeram a pena ou se você vai chorar vendo outros levando o título. Mas esses caras aqui fizeram a diferença quando mais importava.

    Desmond Bane virou monstro em Orlando

    Mano, o Bane chegou no Magic como um dos melhores jogadores que nunca foi All-Star — e tá provando isso desde que voltou das férias. O cara saltou da 55ª posição direto pro top 10 no formato 9-cat. Absurdo.

    Em 18 jogos pós All-Star Break, ele tá metendo 22-4-4 com aproveitamentos de 53/43/90. Quer coisa mais linda? Ah, e o true shooting dele tá em 66%. Sessenta e seis por cento, galera! Além disso, 1.4 roubos de bola com apenas 1.4 turnovers jogando quase 35 minutos por noite.

    O melhor de tudo? O cara não perdeu um jogo sequer. Confiabilidade total pro seu fantasy team.

    Bam Adebayo acordou pra vida no Heat

    Olha, o Bam simplesmente resolveu destruir todo mundo. Do 60º lugar direto pro top 17 no 9-cat e pro 6º lugar em pontos corridos. E cara, não é só por causa daquele jogo histórico de 83 pontos (que foi o segundo maior da história da NBA, por sinal).

    Desde 15 de fevereiro, ele tá fazendo 26-10-3 de média. Os fantasy points por jogo subiram pra 48 — dez pontos a mais que no começo da temporada. E se o jogo de 83 pontos não bastasse, o maluco ainda fez seu primeiro 30-20 da carreira na semana 21.

    É o tipo de explosão que define campeonatos de fantasy, né?

    Os outros que fizeram a diferença

    Donovan Clingan no Portland também merece destaque. O novato subiu 39 posições no ranking 9-cat — isso é coisa de quem ganha título, galera. Tá fazendo double-double em sete dos últimos oito jogos e metendo até bola de três (38% de aproveitamento!).

    E o Nickeil Alexander-Walker no Hawks? Cara já estava indo bem, mas pós All-Star Break virou máquina: 52% dos arremessos de quadra, 96% dos lances livres e 47% das bolas de três com mais de 7 tentativas por jogo.

    Vocês conseguiram pegar algum desses caras no waiver wire ou já tinham guardado desde o início? Porque essa é a diferença entre chorar e comemorar no final da temporada de fantasy.

  • Bam desabafa após Heat perder 5 seguidas: ‘Não quero play-in’

    Bam desabafa após Heat perder 5 seguidas: ‘Não quero play-in’

    Cara, o Miami Heat tá numa sinuca de bico. Cinco derrotas seguidas — sendo a última ontem uma surra de 136-111 pro San Antonio Spurs. E o Bam Adebayo? O cara simplesmente explodiu.

    Não é pra menos. Ver o Wembanyama fazendo 26 pontos e 15 rebotes na sua casa deve doer mesmo. Mas o que chamou atenção foi a discussão do Bam com o Spoelstra durante o jogo. Os dois se estranharam quando o técnico foi tirar o pivô de quadra, e depois da partida o Bam não escondeu a frustração.

    O desabafo que todo mundo esperava

    “Eu não quero estar no play-in”, disparou o Bam em entrevista pós-jogo. E aí ele soltou um palavrão que a NBA censurou, mas a gente entendeu o recado. O cara tá puto mesmo.

    “Ele [Spoelstra] tem que me proteger de mim mesmo, mas também… eu não quero estar na p**** do play-in. Então todo jogo eu vou tentar fazer o melhor pra carregar esse time e forçar nossa saída de lá.”

    Olha, eu entendo o Bam. Quarto ano seguido brigando pra não cair no play-in? Pra um time que já foi campeão e vice algumas vezes, isso deve ser frustrante demais. O monstro fez 18 pontos (5-17 nos arremessos, 2-10 de três), mas claramente não tá satisfeito com o nível do time.

    Spoelstra tenta apagar o incêndio

    Do outro lado, o Spo tentou amenizar a situação com aquele jeitinho dele. “Nós dois estávamos discutindo. É por isso que eu o amo. Acho que ele me ama também”, disse rindo. Clássico Spoelstra, né? Transformar tensão em amor.

    Mas a real é que o técnico tem razão em rodar o elenco. Bam jogou 45 minutos absurdos no sábado contra o Houston, e repetir isso toda partida é receita pro cara se machucar. Só que quando você tá perdendo cinco seguidas, a paciência fica curta mesmo.

    E os números da derrota pro Spurs são constrangedores: Miami foi dominado no rebote (38-62), perdeu feio nos pontos na segunda chance (6-25) e tomou 60 pontos no garrafão. Contra 40 que fizeram. É muita displicência defensiva pra um time do Spoelstra.

    E agora, Heat Nation?

    A situação tá complicada mesmo. O Heat precisa reagir logo se não quiser passar mais um vexame no play-in. E pelo que deu pra ver, o Bam tá disposto a carregar o piano sozinho se for preciso.

    “Estamos sendo testados agora”, admitiu Spoelstra. “É desconfortável, sem dúvida.” Desconfortável é pouco, técnico. O pessoal da Heat Nation deve estar subindo pelas paredes.

    Vocês acham que esse bate-boca vai motivar o time ou vai criar mais tensão no vestiário? Porque pelo jeito que o Bam falou, ele não tá brincando em serviço não.

  • Erik Spoelstra está certo: não tem nada de errado no tanque dos Wizards

    Erik Spoelstra está certo: não tem nada de errado no tanque dos Wizards

    Cara, eu nunca pensei que ia concordar tanto com Erik Spoelstra sobre uma polêmica de tanking, mas aqui estamos. E olha que coisa: o cara falou exatamente o que precisava ser dito depois daquela loucura do Bam Adebayo fazer 83 pontos contra os Wizards na semana passada.

    Pra quem perdeu o episódio (e sinceramente, onde vocês estavam?), o Bam simplesmente resolveu destruir Washington de uma forma que deixou o Kobe em segundo lugar na lista de maior pontuação em um jogo da história da NBA. Oitenta e três pontos. É muito absurdo isso.

    A revolta foi geral, mas Bam não tá nem aí

    Lógico que a galera ficou pistola. Fãs dos Lakers chorando pelo Kobe, puristas do basquete reclamando da ética… Mas o Bam? Zero preocupação. “Se vocês estão bravos, eu não ligo”, foi a resposta dele.

    E ele ainda jogou a culpa no técnico Brian Keefe: “Vocês estão me culpando? Culpem o técnico que deixou eu jogar um contra um o jogo inteiro até eu ter 70 pontos e só depois mandou a dupla marcação. Nessa altura eu tinha 70 com nove minutos pra acabar o jogo. Vocês acham que eu não ia tentar?”

    Honestamente? Ele tá certo. Qualquer jogador da NBA faria a mesma coisa nessa situação.

    Spoelstra defendeu o tanking e eu aplaudin de pé

    Aqui que a coisa fica interessante. O Spoelstra não só defendeu seu jogador (“não peço desculpas pra absolutamente ninguém”) como também chamou os Wizards na lata: “a organização deles está tentando perder”.

    Mas ó que sacada genial — ele emendou dizendo que não tem problema nenhum nisso: “Se você pode fazer tanking e conseguir uma boa escolha no draft, eu não ligo. Você pode fazer o que quiser nessa liga. Pode abordar da forma que quiser.”

    FINALMENTE alguém falou a real sobre tanking sem hipocrisia! Tank Watch (como os gringos chamam) tá aplaudindo de pé essa defesa da liberdade de tankar.

    E sinceramente, os Wizards estão fazendo um trabalho monstro nessa temporada. Perderam 12 jogos seguidos e só mandaram dupla marcação no Bam quando já era tarde demais. Keefe ainda admitiu que o quarto período “não foi um jogo real de basquete”. Missão cumprida, né?

    Outros times vão tentar a mesma?

    A pergunta que fica no ar é: será que outros jogadores vão tentar fazer a mesma coisa contra times que estão claramente tankando? Dois dias depois do Bam, o Luka fez 51 contra os Bulls.

    Lógico que o Luka consegue fazer isso contra qualquer time, mas imaginem jogadores menos conhecidos tentando entrar pra história contra essas equipes que estão de férias antecipadas?

    E aí, vocês acham que é válido esse negócio de deixar o cara fazer 83 pontos ou os Wizards deviam ter parado antes? Na minha visão, se o time decidiu tankar, tem que aguentar as consequências — e uma delas pode ser virar ponto de referência histórico pros adversários.

    Os Wizards assumiram a liderança do tanking com esses 16 vitórias em 67 jogos. Tá sendo uma obra de arte mesmo.