Tag: Bam Adebayo

  • Wizards faz história pelo lado errado: pior campanha da NBA

    Wizards faz história pelo lado errado: pior campanha da NBA

    Cara, eu sabia que o Washington Wizards estava passando por um momento difícil, mas isso aqui já virou piada de mau gosto. O time confirmou oficialmente ontem a pior campanha da NBA após perder por 140-117 para o Miami Heat — e olha que o Heat nem estava com seus principais cestinhas em quadra.

    17 vitórias e 64 derrotas. Sessenta e quatro derrotas! Para vocês terem uma ideia do tamanho do vexame, os Wizards se tornaram o primeiro time na história da NBA a perder pelo menos 64 jogos em três temporadas consecutivas. Isso é impressionante pelo lado completamente errado.

    Uma comparação histórica devastadora

    Sinceramente, eu não esperava ver um recorde tão negativo sendo quebrado. Os únicos times que chegaram perto dessa futilidade foram o Vancouver Grizzlies (1995-98) e o Philadelphia 76ers da era “Process” (2013-16), que perderam pelo menos 63 jogos em três anos seguidos cada um. Mas 64? Isso é outro nível de sofrimento.

    O Heat, por sua vez, fez a festa mesmo sem Norman Powell e Tyler Herro — seus dois principais pontuadores ficaram no banco por conta de lesões. Simone Fontecchio e Pelle Larsson meteram 24 pontos cada um, enquanto Bam Adebayo quase fechou um triple-double com 20 pontos, 11 rebotes e 8 assistências.

    Nove derrotas seguidas para fechar com chave de ouro

    O que mais me impressiona é a consistência… para baixo. Washington perdeu 9 jogos consecutivos e 25 dos últimos 26. Monstro isso, mas pelo lado ruim. O Heat aproveitou e fez 143,5 pontos de média nos quatro confrontos contra os Wizards nesta temporada — incluindo aqueles 83 pontos históricos que o Adebayo despejou em março.

    Bub Carrington até tentou segurar a bronca com 30 pontos, e Bilal Coulibaly contribuiu com 25 (19 só no primeiro tempo), mas não teve jeito. Miami abriu 34-23 no primeiro quarto e nunca mais olhou para trás, chegando a liderar por 72-52 no intervalo com impressionantes 63,2% de aproveitamento nos arremessos.

    E aí, vocês acham que essa reconstrução dos Wizards vai dar certo algum dia? Porque três anos seguidos no fundo do poço já está ficando preocupante demais.

  • Wizards x Heat: quando o jogo não importa mais nada

    Wizards x Heat: quando o jogo não importa mais nada

    Sabe aqueles jogos de final de temporada que você assiste mais por obrigação de fã do que por empolgação? Pois é, hoje tem Wizards recebendo o Heat no Capital One Arena, e sinceramente, é difícil encontrar motivação pra esse confronto.

    O jogo rola às 21h (horário de Brasília) e promete ser mais uma exibição melancólica dos Wizards — que já garantiram outra temporada com menos de 20 vitórias. É impressionante como esses caras conseguem ser consistentes… na mediocridade.

    A situação está feia mesmo

    Olha, eu tento ser otimista com os times em reconstrução, mas os Wizards jogaram a temporada 2026 no lixo lá em 2023. Três anos desperdiçados! É hora de parar de brincadeira e começar a correr atrás de veteranos que possam ajudar, igual os Pistons fizeram.

    E por falar em Pistons — lembram quando eles perderam 28 jogos seguidos em 2023-24? No ano seguinte estavam disputando playoffs de igual pra igual. Será que Washington tem coragem de fazer essa virada?

    Do lado do Heat, a situação é diferente mas não menos frustrante. Eles já estão garantidos entre a 8ª, 9ª ou 10ª posição — basicamente, mais uma vez no play-in. Sério, deviam renomear aquela fase pra “Torneio Convidado do Miami Heat”, porque eles são presença certa todo ano.

    Aquela loucura do Bam

    Vocês lembram da pancada que o Bam Adebayo deu nos Wizards umas semanas atrás? 83 pontos! OITENTA E TRÊS. Eu ainda não acredito que isso aconteceu de verdade. Parecia coisa de videogame.

    Pra vocês terem ideia do nível da defesa de Washington… deixar um cara fazer 83 pontos é quase arte. E olha que o Bam não é conhecido por ser um pontuador explosivo assim.

    Hoje provavelmente vai ter muito banco jogando dos dois lados. A ESPN nem publicou o relatório de lesões ainda, mas é quase certeza que vários titulares vão “descansar” — e convenhamos, ninguém pode culpar os técnicos por isso.

    É aquele tipo de jogo que você assiste enquanto faz outras coisas, sabe? Talvez role alguma jogada legal, algum jovem aparecendo, mas no geral é mais pra cumprir tabela mesmo. E vocês, vão assistir ou já partiram pro modo “esperando os playoffs”?

  • Heat volta pro play-in pelo 4º ano seguido – e olha que eles não queriam

    Heat volta pro play-in pelo 4º ano seguido – e olha que eles não queriam

    Cara, o Miami Heat conseguiu a proeza de ir pro play-in tournament pelo quarto ano consecutivo. E não, não é motivo de orgulho — pelo menos não pra eles.

    A situação se confirmou na derrota feia pra Toronto por 121-95 na terça-feira. Com essa, o Heat não consegue mais terminar no top 6 do Leste, ou seja: play-in obrigatório de novo.

    “Somos melhores que isso”

    O Bam Adebayo tinha falado há algumas semanas que “somos melhores do que ficar no play-in”. E sinceramente? Ele tem razão. Um time que chegou nas finais em 2023 não deveria estar nessa posição.

    Mas a realidade é dura: 13 vitórias e 20 derrotas contra os outros times do Leste que vão pros playoffs. Isso dói, né?

    O Erik Spoelstra não escondeu a frustração: “Estamos desapontados por não conseguirmos trazer outro nível de espírito competitivo”. Traduzindo: eles sabem que têm potencial pra mais.

    Pelo menos sabem jogar play-in

    Olha, se tem uma coisa que o Heat sabe fazer é sobreviver no play-in. Das três vezes que foram, passaram todas. No ano passado, como 10º colocado, ganharam dois jogos fora de casa pra garantir vaga. Em 2023, usaram o play-in como trampolim pra chegar nas finais da NBA — perdendo pro Denver, mas chegaram lá.

    Então experiência eles têm. A questão é: dá pra continuar dependendo disso? Na minha opinião, não. Um time com a tradição do Heat deveria estar brigando por posição mais alta na tabela.

    E vocês, acham que o Heat consegue repetir o milagre de 2023 e fazer uma campanha histórica saindo do play-in? Ou chegou a hora de admitir que esse núcleo precisa de mudanças?

    O play-in rola de 14 a 17 de abril. O Heat já garantiu vaga, agora é ver se consegue fazer alguma mágica de novo — porque com esse retrospecto contra times bons do Leste, vai precisar de muito mais que sorte.

  • Heat vai pro play-in de novo — e dessa vez não conseguiu esconder a decepção

    Heat vai pro play-in de novo — e dessa vez não conseguiu esconder a decepção

    Olha só que situação. O Miami Heat tá de volta ao play-in tournament pela quarta vez consecutiva. Quarta! E dessa vez, diferente das outras, deu pra ver que o desânimo bateu mesmo.

    A matemática cruel se confirmou ontem à noite na derrota por 121-95 pro Toronto Raptors — uma surra que garantiu que Miami não consegue mais chegar no top-6 do Leste. Ou seja: play-in ou nada.

    “Somos melhores que isso”

    Umas semanas atrás, o Bam Adebayo tinha falado uma coisa que ficou na cabeça: “somos melhores que estar no play-in”. Na época pensei: será mesmo? Porque sinceramente, pelos números que o time vinha apresentando, já dava pra desconfiar que essa história ia acabar mal.

    E Erik Spoelstra não escondeu a frustração depois da terceira derrota consecutiva pro Raptors na temporada (0-3, viu só): “Estamos desapontados, com certeza, por não conseguirmos trazer outro nível de espírito competitivo.” Traduzindo: time não jogou nada.

    Pelo menos têm experiência nisso

    Se tem uma coisa que não dá pra falar é que o Heat não tem experiência com play-in. Cara, eles empataram o recorde de participações com 4 vezes — junto com Atlanta e Golden State. É muita competência pra chegar sempre nessa situação limite, não vou mentir.

    Mas aqui vem a parte interessante: Miami sempre passou do play-in. Sempre. Na temporada passada, como 10º colocado, ganhou dois jogos fora de casa e garantiu a vaga. Em 2024, foi 1-1 e passou. E em 2023? Também 1-1, mas aí foi longe — chegou até as Finais da NBA contra o Denver.

    O problema é que dessa vez a vibe tá diferente. O time tá 13-20 contra as outras nove equipes do Leste que vão pros playoffs. Treze e vinte! É um número que dói de ver.

    Vocês acham que o Heat consegue fazer a mágica mais uma vez? Porque sinceramente, por mais que tenham essa experiência toda, o momento do time não tá dos melhores. Spoelstra falou que “temos espírito, nossos caras se recuperam”, mas também admitiu que precisam “chegar no nível da competição”.

    O play-in tá aí. De novo. E dessa vez vai ser interessante ver se a experiência compensa o momento ruim ou se finalmente a sorte acaba.

  • Heat vira no final e atropela os Sixers com show de Herro e Bam

    Heat vira no final e atropela os Sixers com show de Herro e Bam

    Cara, que jogaço do Miami Heat ontem à noite! Tyler Herro simplesmente resolveu destruir tudo no final e comandou uma virada espetacular contra o Philadelphia 76ers, vencendo por 119-109. O cara meteu 30 pontos e mostrou porque é um dos mais clutch da liga.

    Mas não foi só o Herro não — Bam Adebayo também fez a sua parte com 23 pontos e 16 rebotes. Double-double absurdo do pivô, que tá mostrando consistência demais nessa reta final da temporada regular.

    Sequência final monstruosa

    O que mais me impressionou foi aquela sequência de 14-0 nos momentos finais. Sinceramente, quando vi o placar meio apertado, pensei “lá vamos nós de novo com o Heat sofrendo”. Mas não — eles simplesmente ligaram o modo playoff e meteram essa parcial que decidiu o jogo.

    Pelle Larsson também merece destaque: 20 pontos e 10 rebotes (recorde pessoal). O moleque tá evoluindo demais e pode ser uma peça importante nessa reta final. Miami tá na nona colocação do Leste, praticamente empatado com o Orlando Magic na oitava posição.

    Sixers com boa performance, mas não foi suficiente

    Do lado de Philadelphia, Joel Embiid fez os seus 26 pontos, mas faltou aquela pegada final que decide jogos. Tyrese Maxey teve uma noite completa com 23 pontos, 9 assistências e 7 rebotes — estatística de All-Star mesmo. Paul George contribuiu com 19 pontos, mas o time não conseguiu sustentar o ritmo quando o Heat apertou o cerco.

    Uma curiosidade: VJ Edgecombe, que é das Bahamas, teve uma torcida especial em Miami. Galera veio das ilhas só pra ver o moleque jogar e ficaram agitando bandeiras toda vez que ele fazia algo bom. Que atmosfera legal, né?

    Com essa vitória, o Heat mantém viva a esperança de sair da zona do play-in ou pelo menos garantir uma das duas primeiras posições dessa região — o que daria duas chances de classificação pros playoffs. Vocês acham que o time do Erik Spoelstra consegue essa façanha? Eu tô começando a acreditar, viu…

  • Heat x Pacers: Miami precisa vencer pra garantir playoffs

    Heat x Pacers: Miami precisa vencer pra garantir playoffs

    Olha, eu não vou mentir — tô tenso por esse jogo do Heat hoje. Miami tá numa situação complicadíssima na conferência leste, brigando pra sair dessa zona de play-in e garantir uma vaga direta nos playoffs. E agora tem que ir até Indiana enfrentar os Pacers, que mesmo com um monte de lesionado ainda conseguem ser perigosos jogando em casa.

    O Heat tá apostando todas as fichas no Bam Adebayo, que tá fazendo uma temporada monstruosa. O cara tá quase num double-double de média (20 pontos e 9,7 rebotes) e é simplesmente a âncora defensiva do time. Mas o que me deixa preocupado é que Miami vem de uma sequência ruim e não pode dar bobeira.

    Andrew Wiggins e Tyler Herro precisam aparecer

    A boa notícia é que o Wiggins tá ajudando bastante no ataque — 15,6 pontos por jogo com 46% nos arremessos. E o Tyler Herro, quando tá no ritmo dele, é capaz de resolver qualquer jogo. O problema é que o Norman Powell tá machucado e é dúvida pro jogo.

    Do lado dos Pacers, sem o Tyrese Haliburton (que é craque demais), o time fica nas costas do Bennedict Mathurin. O moleque tá fazendo 18,5 pontos por jogo e pode dar muito trabalho. E esse Jarace Walker também não é brincadeira não — 11,3 pontos e mais de 5 rebotes.

    A matemática é simples: Miami não pode perder

    Cara, a situação do Heat é desesperadora. Cada jogo virou uma final. E jogar fora de casa contra um time que não tem nada a perder é sempre complicado. Os Pacers jogam num ritmo alucinado e em casa conseguem fazer uns placares absurdos.

    Mas apostaria no veteranismo e na experiência de Miami. O Erik Spoelstra sabe como preparar o time pra esses jogos decisivos, e o Bam Adebayo tá numa fase que consegue marcar qualquer um — desde pivôs até armadores na troca.

    As casas de aposta tão dando o Heat como favorito por 9,5 pontos, o que até faz sentido. Mas vocês acham que Miami consegue cobrir essa diferença jogando fora de casa? Eu acho que vai ser um jogo bem mais apertado.

    O tip-off é às 18h (horário de Brasília) e promete ser um jogaço. Miami precisa dessa vitória pra manter vivo o sonho de uma vaga direta nos playoffs. Cada ponto vai importar.

  • Os heróis do fantasy que salvaram a temporada após o All-Star Break

    Os heróis do fantasy que salvaram a temporada após o All-Star Break

    Cara, vocês que jogam fantasy basketball sabem como é: chega no final da temporada e você precisa de milagres pra salvar seu time. E olha, alguns jogadores da NBA simplesmente viraram a chave depois do All-Star Break e salvaram muito manager por aí.

    Sinceramente, essa parte final da temporada é onde as coisas ficam tensas. É quando você descobre se suas apostas valeram a pena ou se você vai chorar vendo outros levando o título. Mas esses caras aqui fizeram a diferença quando mais importava.

    Desmond Bane virou monstro em Orlando

    Mano, o Bane chegou no Magic como um dos melhores jogadores que nunca foi All-Star — e tá provando isso desde que voltou das férias. O cara saltou da 55ª posição direto pro top 10 no formato 9-cat. Absurdo.

    Em 18 jogos pós All-Star Break, ele tá metendo 22-4-4 com aproveitamentos de 53/43/90. Quer coisa mais linda? Ah, e o true shooting dele tá em 66%. Sessenta e seis por cento, galera! Além disso, 1.4 roubos de bola com apenas 1.4 turnovers jogando quase 35 minutos por noite.

    O melhor de tudo? O cara não perdeu um jogo sequer. Confiabilidade total pro seu fantasy team.

    Bam Adebayo acordou pra vida no Heat

    Olha, o Bam simplesmente resolveu destruir todo mundo. Do 60º lugar direto pro top 17 no 9-cat e pro 6º lugar em pontos corridos. E cara, não é só por causa daquele jogo histórico de 83 pontos (que foi o segundo maior da história da NBA, por sinal).

    Desde 15 de fevereiro, ele tá fazendo 26-10-3 de média. Os fantasy points por jogo subiram pra 48 — dez pontos a mais que no começo da temporada. E se o jogo de 83 pontos não bastasse, o maluco ainda fez seu primeiro 30-20 da carreira na semana 21.

    É o tipo de explosão que define campeonatos de fantasy, né?

    Os outros que fizeram a diferença

    Donovan Clingan no Portland também merece destaque. O novato subiu 39 posições no ranking 9-cat — isso é coisa de quem ganha título, galera. Tá fazendo double-double em sete dos últimos oito jogos e metendo até bola de três (38% de aproveitamento!).

    E o Nickeil Alexander-Walker no Hawks? Cara já estava indo bem, mas pós All-Star Break virou máquina: 52% dos arremessos de quadra, 96% dos lances livres e 47% das bolas de três com mais de 7 tentativas por jogo.

    Vocês conseguiram pegar algum desses caras no waiver wire ou já tinham guardado desde o início? Porque essa é a diferença entre chorar e comemorar no final da temporada de fantasy.

  • Bam desabafa após Heat perder 5 seguidas: ‘Não quero play-in’

    Bam desabafa após Heat perder 5 seguidas: ‘Não quero play-in’

    Cara, o Miami Heat tá numa sinuca de bico. Cinco derrotas seguidas — sendo a última ontem uma surra de 136-111 pro San Antonio Spurs. E o Bam Adebayo? O cara simplesmente explodiu.

    Não é pra menos. Ver o Wembanyama fazendo 26 pontos e 15 rebotes na sua casa deve doer mesmo. Mas o que chamou atenção foi a discussão do Bam com o Spoelstra durante o jogo. Os dois se estranharam quando o técnico foi tirar o pivô de quadra, e depois da partida o Bam não escondeu a frustração.

    O desabafo que todo mundo esperava

    “Eu não quero estar no play-in”, disparou o Bam em entrevista pós-jogo. E aí ele soltou um palavrão que a NBA censurou, mas a gente entendeu o recado. O cara tá puto mesmo.

    “Ele [Spoelstra] tem que me proteger de mim mesmo, mas também… eu não quero estar na p**** do play-in. Então todo jogo eu vou tentar fazer o melhor pra carregar esse time e forçar nossa saída de lá.”

    Olha, eu entendo o Bam. Quarto ano seguido brigando pra não cair no play-in? Pra um time que já foi campeão e vice algumas vezes, isso deve ser frustrante demais. O monstro fez 18 pontos (5-17 nos arremessos, 2-10 de três), mas claramente não tá satisfeito com o nível do time.

    Spoelstra tenta apagar o incêndio

    Do outro lado, o Spo tentou amenizar a situação com aquele jeitinho dele. “Nós dois estávamos discutindo. É por isso que eu o amo. Acho que ele me ama também”, disse rindo. Clássico Spoelstra, né? Transformar tensão em amor.

    Mas a real é que o técnico tem razão em rodar o elenco. Bam jogou 45 minutos absurdos no sábado contra o Houston, e repetir isso toda partida é receita pro cara se machucar. Só que quando você tá perdendo cinco seguidas, a paciência fica curta mesmo.

    E os números da derrota pro Spurs são constrangedores: Miami foi dominado no rebote (38-62), perdeu feio nos pontos na segunda chance (6-25) e tomou 60 pontos no garrafão. Contra 40 que fizeram. É muita displicência defensiva pra um time do Spoelstra.

    E agora, Heat Nation?

    A situação tá complicada mesmo. O Heat precisa reagir logo se não quiser passar mais um vexame no play-in. E pelo que deu pra ver, o Bam tá disposto a carregar o piano sozinho se for preciso.

    “Estamos sendo testados agora”, admitiu Spoelstra. “É desconfortável, sem dúvida.” Desconfortável é pouco, técnico. O pessoal da Heat Nation deve estar subindo pelas paredes.

    Vocês acham que esse bate-boca vai motivar o time ou vai criar mais tensão no vestiário? Porque pelo jeito que o Bam falou, ele não tá brincando em serviço não.

  • Erik Spoelstra está certo: não tem nada de errado no tanque dos Wizards

    Erik Spoelstra está certo: não tem nada de errado no tanque dos Wizards

    Cara, eu nunca pensei que ia concordar tanto com Erik Spoelstra sobre uma polêmica de tanking, mas aqui estamos. E olha que coisa: o cara falou exatamente o que precisava ser dito depois daquela loucura do Bam Adebayo fazer 83 pontos contra os Wizards na semana passada.

    Pra quem perdeu o episódio (e sinceramente, onde vocês estavam?), o Bam simplesmente resolveu destruir Washington de uma forma que deixou o Kobe em segundo lugar na lista de maior pontuação em um jogo da história da NBA. Oitenta e três pontos. É muito absurdo isso.

    A revolta foi geral, mas Bam não tá nem aí

    Lógico que a galera ficou pistola. Fãs dos Lakers chorando pelo Kobe, puristas do basquete reclamando da ética… Mas o Bam? Zero preocupação. “Se vocês estão bravos, eu não ligo”, foi a resposta dele.

    E ele ainda jogou a culpa no técnico Brian Keefe: “Vocês estão me culpando? Culpem o técnico que deixou eu jogar um contra um o jogo inteiro até eu ter 70 pontos e só depois mandou a dupla marcação. Nessa altura eu tinha 70 com nove minutos pra acabar o jogo. Vocês acham que eu não ia tentar?”

    Honestamente? Ele tá certo. Qualquer jogador da NBA faria a mesma coisa nessa situação.

    Spoelstra defendeu o tanking e eu aplaudin de pé

    Aqui que a coisa fica interessante. O Spoelstra não só defendeu seu jogador (“não peço desculpas pra absolutamente ninguém”) como também chamou os Wizards na lata: “a organização deles está tentando perder”.

    Mas ó que sacada genial — ele emendou dizendo que não tem problema nenhum nisso: “Se você pode fazer tanking e conseguir uma boa escolha no draft, eu não ligo. Você pode fazer o que quiser nessa liga. Pode abordar da forma que quiser.”

    FINALMENTE alguém falou a real sobre tanking sem hipocrisia! Tank Watch (como os gringos chamam) tá aplaudindo de pé essa defesa da liberdade de tankar.

    E sinceramente, os Wizards estão fazendo um trabalho monstro nessa temporada. Perderam 12 jogos seguidos e só mandaram dupla marcação no Bam quando já era tarde demais. Keefe ainda admitiu que o quarto período “não foi um jogo real de basquete”. Missão cumprida, né?

    Outros times vão tentar a mesma?

    A pergunta que fica no ar é: será que outros jogadores vão tentar fazer a mesma coisa contra times que estão claramente tankando? Dois dias depois do Bam, o Luka fez 51 contra os Bulls.

    Lógico que o Luka consegue fazer isso contra qualquer time, mas imaginem jogadores menos conhecidos tentando entrar pra história contra essas equipes que estão de férias antecipadas?

    E aí, vocês acham que é válido esse negócio de deixar o cara fazer 83 pontos ou os Wizards deviam ter parado antes? Na minha visão, se o time decidiu tankar, tem que aguentar as consequências — e uma delas pode ser virar ponto de referência histórico pros adversários.

    Os Wizards assumiram a liderança do tanking com esses 16 vitórias em 67 jogos. Tá sendo uma obra de arte mesmo.