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  • Nets perdem de lavada pro Pacers e ganham na loteria do Draft

    Nets perdem de lavada pro Pacers e ganham na loteria do Draft

    Olha, vou ser sincero com vocês: assistir Nets vs Pacers ontem foi praticamente assistir um jogo de G-League. E sabem de uma coisa? Todo mundo sabia exatamente o que estava rolando ali.

    O Brooklyn perdeu de 123-94 pro Indiana numa partida que foi basicamente uma competição de quem conseguia jogar pior. Por quê? Simples: ambos os times estão na corrida pela primeira escolha do Draft, e perder nessa altura do campeonato vale ouro.

    O circo dos desfalques

    Cara, a lista de desfalques foi absolutamente cômica. Os Nets deixaram no banco: Nic Claxton, Ziaire Williams, Noah Clowney, Terance Mann, e mais uma galera. Oito caras fora, sendo que metade estava “descansando” ou com umas lesõezinhas bem convenientes.

    Do lado do Pacers? Pascal Siakam, Aaron Nesmith, T.J. McConnell, Tyrese Haliburton… Até o técnico Rick Carlisle “faltou” pra ir num evento da filha dele. Vocês acreditam nisso?

    No fim das contas, quem entrou em quadra foram praticamente jogadores da base e caras que mal veem minutos na temporada regular. Ben Saraf, Tyson Etienne, Malachi Smith… Nomes que a gente só conhece porque acompanha tudo mesmo.

    A surra começou cedo

    O primeiro quarto foi constrangedor: 31-14 pro Indiana. Os Nets erraram tudo que era arremesso (5-21 de quadra), não conseguiram pegar rebote nenhum e basicamente entregaram a paçoca.

    Sinceramente? Deu até dó da torcida que apareceu no Barclays Center. Era a última partida em casa da temporada, noite de agradecimento aos fãs, e o pessoal teve que assistir esse vexame. Imagina pagar ingresso pra ver isso…

    O técnico Jordi Fernández até tentou manter a pose no pré-jogo, falando que “todos os minutos na NBA importam” e agradecendo o apoio da torcida. Mas convenhamos, né? Ele sabe muito bem qual é o jogo.

    Tanking às claras

    No intervalo já estava 65-37. No garrafão então, nem se fala: 46-20 pro Pacers. Os caras do Brooklyn jogaram sem pivot de verdade e tomaram uma surra histórica no rebote.

    E olha que eu até entendo a estratégia. Com apenas meio jogo de vantagem sobre o limite para ter as melhores chances na primeira escolha, cada derrota conta muito. É meio triste de assistir, mas faz sentido no longo prazo.

    O engraçado é que até o Obi Toppin, que saiu do banco do Indiana, foi o cestinha da primeira metade com 14 pontos. Quando um reserva adversário está sendo seu maior problema, você sabe que a coisa não está boa.

    E aí, o que vocês acham dessa estratégia do tanking? Vale a pena passar esse vexame por uma chance melhor no Draft? Eu confesso que fico dividido… Por um lado, entendo a necessidade de reconstrução. Por outro, dói ver um time da NBA jogando desse jeito de propósito.

  • Nets x Kings: duelo de lanternas promete show de… sofrimento

    Nets x Kings: duelo de lanternas promete show de… sofrimento

    Olha, quando você vê Brooklyn Nets (17-57) recebendo Sacramento Kings (19-56) no domingo, você já sabe que não vai ser exatamente um clássico da NBA. Mas ei, às vezes esses jogos entre times que já estão pensando no Draft são os mais imprevisíveis — e divertidos de assistir, na minha opinião.

    Os Nets estão numa situação complicada em casa. Quatro derrotas consecutivas jogando no Barclays Center, cara. E quando você é o pior time da Conferência Leste em rebotes (39.7 por jogo), fica difícil mesmo. Michael Porter Jr., que tá liderando esse departamento com 7.1 rebotes por partida, nem vai jogar — lesionado.

    Sacramento também não tá pra brincadeira

    Do lado dos Kings, a situação é igualmente dramática. 6-31 fora de casa! Sinceramente, eu não sei como um time consegue ser tão ruim longe da sua torcida. Eles até que controlam bem a bola (13.6 turnovers por jogo), mas quando você tem esse retrospecto na estrada, qualquer vantagem vira ilusão.

    A única coisa positiva é que o último encontro entre esses dois foi até emocionante. Os Kings ganharam por 126-122 no dia 22 de março, com Malik Monk metendo 32 pontos. Agora me diz: quem esperava o Monk carregando um time nas costas em 2026?

    Os números não mentem (e assustam)

    Vamos aos fatos que doem: o Brooklyn perdeu TODOS os últimos 10 jogos. Todas mesmo. Zero vitórias. Tá fazendo apenas 99.9 pontos por partida nesse período — isso é tipo coisa de time universitário fraco, meu amigo.

    Sacramento pelo menos ganhou 4 dos últimos 10, mas olha só a defesa deles: tomando 121.7 pontos por jogo. É muita bola na cesta, mesmo pra padrões da NBA atual.

    E a lista de lesionados? Monstro, é praticamente um hospital. Nos Nets: Porter Jr., Day’Ron Sharpe (temporada acabou), Egor Demin (idem). Nos Kings então… Sabonis, Westbrook, Zach LaVine, De’Andre Hunter — todos fora da temporada. Parece time de fantasia depois que você esquece de fazer as trocas por dois meses.

    Nic Claxton (57.1% nos arremessos, 11.8 pontos) vai tentar segurar as pontas pelo Brooklyn, enquanto DeMar DeRozan (18.5 pontos, 4.1 assistências) ainda tenta mostrar que tem lenha pra queimar pelos Kings.

    A linha de apostas coloca os Nets como favoritos por apenas 1 ponto. Um ponto! Entre dois times com quase 60 derrotas cada um. É o tipo de jogo que pode terminar 95-93 ou 130-125 — ninguém sabe, e talvez seja exatamente isso que torna interessante. Vocês vão assistir a essa ‘obra de arte’ do basquete?