Tag: basquete americano

  • Trump cochilou no jogo dos Knicks? Mano, que vexame no MSG

    Trump cochilou no jogo dos Knicks? Mano, que vexame no MSG

    Gente, eu não acredito no que eu vi ontem à noite no Madison Square Garden. O Trump, aos 79 anos, foi assistir o Jogo 3 das Finais da NBA entre Knicks e Spurs — primeira vez que o MSG recebe as Finais em 27 anos, né? — e o cara simplesmente… dormiu.

    Não, sério. DORMIU.

    Olha, eu já vi cada coisa no basquete, mas um presidente cochilando numa Final da NBA no meio do camarote é novo até pra mim. O maluco fechou a Penn Station toda, cancelou a festa do lado de fora do ginásio, fez o maior auê, só pra ir lá tirar um soninho enquanto 20 mil pessoas estavam gritando.

    A reação da galera foi épica

    As redes sociais pegaram fogo, óbvio. Um cara postou: “Fechou o centro de Manhattan inteiro só pra tirar uma soneca luxuosa no camarote do James Dolan enquanto o Garden tá praticamente tremendo”. Absurdo mesmo.

    Outro falou: “O cara tem literalmente 80 anos. Não sei por que ainda fazemos esse circo geriátrico com presidente”. Pesado, mas… não tá errado?

    E teve um que mandou a real: “Fez toda essa bagunça só pra nem ligar pro jogo quando chegou lá”. Cara, imagina você sendo um fã dos Knicks há décadas (que é o caso do Trump) e perder o sono justamente numa Final histórica.

    O jogo que ele perdeu dormindo

    E o pior? Os Knicks perderam por 115-111 pros Spurs, quebrando uma sequência absurda de 13 vitórias seguidas. Mano, 13 jogos! Era exatamente o tipo de jogo que você não pode piscar — e o cara literalmente fechou os olhos.

    Sinceramente, eu entendo que a agenda presidencial é pesada e tal, mas cara… é uma Final da NBA no MSG. É história sendo feita. Você pode dormir em casa depois, né?

    Vocês acham que isso vira meme eterno ou o pessoal esquece rápido? Porque eu tenho a impressão que essa imagem do Trump dormindo no camarote vai virar clássica igual aquele meme do Michael Jordan chorando.

  • Knicks na Final da NBA: festa merecida, mas cadê o anel?

    Knicks na Final da NBA: festa merecida, mas cadê o anel?

    Mano, que loucura ver a galera do Knicks tomando as ruas de Nova York comemorando a classificação pra Final da NBA. Sinceramente? Eles merecem essa festa — são mais de 50 anos sofrendo com essa franquia.

    Mas olha só, eu fico meio divided sobre isso tudo. Por um lado, é massa demais ver a torcida explodindo de alegria depois de décadas comendo o pão que o diabo amassou. Por outro lado… cara, é só uma classificação pra Final. Onde tá o troféu?

    A dor que todo torcedor conhece

    Eu entendo perfeitamente os fãs dos Knicks, não vou mentir. Como torcedor que acompanhou o Warriors sendo uma piada absoluta por décadas, sei exatamente como é viver só de esperança. É aquela coisa de ir no jogo torcer pra não passar vergonha, sabe?

    Lembro dos Warriors vendendo ingresso junto com combo de hot dog — quatro cachorros-quentes, quatro saquinhos de batata e quatro ingressos por uma mixaria. Era triste, mas era o que tinha. A diferença é que quando o Warriors finalmente decolou, eles dominaram a liga por uma década inteira. Três títulos, recordes históricos, mudaram o jogo pra sempre.

    Mas peraí — 53 anos sem título?

    Aqui que a coisa fica pesada pros Knicks. O último título deles foi em 1973! Nixon ainda era presidente, cara. Walt Frazier jogava de calça boca de sino. Desde então, DEZOITO franquias diferentes levantaram o troféu Larry O’Brien.

    Celtics construiu dinastias múltiplas. Lakers também. Bulls do Jordan aconteceu. Spurs aconteceu. Heat aconteceu. Warriors aconteceu. Até Raptors e Cavaliers conseguiram um. E os Knicks? Nada.

    É por isso que eu fico meio reticente com essa festa toda. Claro, classificar pra Final após décadas é gigante, mas… vocês acham que alguém respeitava o Cavaliers de 2018 só porque chegou na Final? Cara, era o LeBron James e mesmo assim ninguém ligava — porque no final das contas, quem lembra de vice-campeão?

    Agora é a hora da verdade

    Então é isso — os Knicks estão a quatro vitórias de escrever uma das histórias mais bonitas do esporte. Imaginem só: depois de mais de meio século, finalmente conquistar o título em casa, no Madison Square Garden, com aquela torcida insana que nunca desistiu.

    Seria poético demais, não acham? Mas até lá, é só festa de classificação mesmo. E olha, eu torço pra que eles consigam — porque não tem nada mais massa no basquete do que ver uma torcida sofrida finalmente ter seu momento de glória.

    Agora me digam: vocês acreditam que os Knicks conseguem fechar essa parada ou vai ser mais uma decepção histórica?

  • Kendrick Perkins explica barraco em jogo do filho: ‘Jogador de 2m deu bodyslam’

    Kendrick Perkins explica barraco em jogo do filho: ‘Jogador de 2m deu bodyslam’

    Cara, quando eu vi esse vídeo do Kendrick Perkins brigando em um torneio AAU, pensei: “lá vamos nós de novo”. Mas depois de ouvir a versão dele no Pat McAfee Show, sinceramente… meio que entendo a revolta do cara.

    O negócio foi assim: o time do Perkins, o Young Perkins Global, tinha acabado de ganhar um jogo acirrado na categoria 17U lá no Trae Young Family Athletic Center, em Oklahoma. Até aí, tudo normal. Aí que a coisa desandou.

    O que realmente aconteceu

    Segundo o próprio Kendrick, depois que o jogo terminou, um jogador do outro time – que ele descreveu como tendo “2 metros de altura e 180 quilos” – simplesmente partiu pra cima de um dos garotos da equipe dele e deu um bodyslam. Bodyslam! Imagina a cena, mano.

    “Depois do jogo, esse cara veio e deu um bodyslam em um dos meus meninos”, explicou Perkins. E olha, se fosse filho meu ou um garoto sob minha responsabilidade, eu também ia pirar. O cara tinha 15 anos de carreira na NBA, sabe como é pancadaria de verdade – se ele ficou pistola, é porque a coisa foi séria mesmo.

    O interessante é que o Kendrick tentou ser o adulto da situação no começo. Ficou sentado, depois se levantou só pra separar os próprios jogadores e tentou conversar com o técnico adversário numa boa: “Pega seus jogadores que eu pego os meus e a gente sai daqui”.

    Quando a bomba explodiu

    Aí que o técnico do outro time vacilou feio. Em vez de colaborar, o cara veio com: “Eu não vou pegar nada. Quem diabos você pensa que é?”

    Irmão, falar isso pro Kendrick Perkins? O cara que enfrentava Shaq, Tim Duncan e toda a elite dos pivôs durante 15 anos na NBA? (risos) Era óbvio que ia dar merda.

    “Quando ele foi grosso comigo de novo, aí eu perdi a paciência. Falei: ‘Com quem você tá falando?’”, contou Kendrick. E pelo vídeo que vazou no TMZ, dava pra ver que precisou de várias pessoas pra segurar o cara.

    Mas aqui tem uma coisa que eu achei massa: depois de todo o estresse, os dois se entenderam. Se cumprimentaram, pediram desculpa um pro outro e seguiram em frente. Isso sim é exemplo pra molecada – mesmo quando rola treta, resolve como homem e acabou.

    Lições de um veterano

    Olha, AAU basketball é tenso pra caramba. Todo mundo sabe disso. Pais e técnicos vivem se estressando porque tá em jogo o futuro dos garotos, bolsas de estudo, sonhos de NBA… A pressão é absurda.

    Mas o Kendrick mostrou uma maturidade interessante ao explicar a situação. Não tentou se passar de vítima nem bancou o machão. Assumiu que perdeu a linha, mas também deixou claro que não ia aceitar violência contra os jogadores da sua organização.

    E vocês, o que acham? Kendrick fez certo em partir pra cima quando viram que um dos garotos dele apanhou? Ou deveria ter deixado quieto e resolvido depois com a organização do torneio?

    No final das contas, a polícia local nem quis saber de processo ou nada. Determinaram que foi só uma discussão acalorada entre adultos que se resolveu ali mesmo. Coisa de basquete, né? A gente conhece.

  • Lakers mudam time da G League pra Coachella Valley – jogada genial?

    Lakers mudam time da G League pra Coachella Valley – jogada genial?

    Olha só que movimento interessante dos Lakers: eles vão transferir o time da G League pra região de Coachella Valley, na Califórnia. A partir da temporada 2026-27, o que antes era só “Lakers da G League” vai virar oficialmente Coachella Valley Lakers e jogar na Acrisure Arena, em Palm Desert.

    Pra quem não conhece a região, é ali perto de Palm Springs — um lugar que já tem uma conexão histórica com a franquia dourada. Os Lakers dos anos 80, aquele time do Magic Johnson e do Kareem, costumavam fazer pré-temporada por lá. Então não é uma mudança do nada, sabe?

    Saindo de El Segundo depois de tanto tempo

    O time sempre jogou em El Segundo, mas sinceramente? Acho que essa mudança faz todo sentido. Coachella Valley tá crescendo muito como hub de entretenimento — não só por causa do festival, mas a região inteira tá se desenvolvendo. E a Acrisure Arena é uma arena moderna, com toda infraestrutura que os caras da G League merecem.

    Irving Azoff, da Oak View Group, tá empolgadíssimo com a parceria. O cara tem uma relação antiga com a família Buss e deixou claro que considera isso uma grande oportunidade. E olha, ele não tá errado não.

    Estratégia de longo prazo ou só mudança de endereço?

    Na minha opinião, isso vai muito além de simplesmente trocar de cidade. Os Lakers sempre foram espertos em expandir a marca — e Coachella Valley é um mercado que tava meio inexplorado no basquete profissional. Imagina só: você pega uma região que já recebe milhões de pessoas por ano (obrigado, festival de Coachella) e planta um time de basquete ali.

    Lon Rosen, presidente de operações dos Lakers, falou que a região sempre teve “presença forte” da franquia. Cara, isso é marketing inteligente demais. Eles tão transformando uma conexão histórica numa oportunidade de negócio real.

    E vocês, acham que vai dar certo? Eu tô curioso pra ver como vai ser a recepção dos fãs locais. G League às vezes não tem o apelo que deveria ter, mas com a marca dos Lakers por trás e numa arena nova… pode ser que role uma química legal.

    Uma coisa é certa: 2026 ainda tá longe, mas os Lakers já tão pensando no futuro. Típico deles, né?

  • Mac McClung domina G League e leva MVP com números absurdos

    Mac McClung domina G League e leva MVP com números absurdos

    Gente, o Mac McClung não brinca em serviço! O cara simplesmente destruiu a G League essa temporada e levou o MVP com números que fazem qualquer um cair pra trás: 31.8 pontos de média. Trinta e um vírgula oito. Isso aí não é número de liga de desenvolvimento, é estatística de All-Star da NBA mesmo.

    E olha que não foi só chute de longe não — McClung meteu 51.5% do campo e ainda acertou 38.1% das bolas de três em 40 jogos pelo Windy City Bulls. O monstro ainda distribuiu quase 8 assistências por jogo. Sinceramente, como esse cara ainda não conseguiu uma vaga fixa na NBA?

    Os times All-G League saíram do forno

    Junto com McClung no primeiro time vieram Tristen Newton (que ficou em segundo no MVP) e DaQuan Jeffries (terceiro colocado). Newton pelo Rio Grande Valley Vipers — que aliás é time afiliado do Houston Rockets — e Jeffries defendendo o Stockton Kings.

    A galera do primeiro time é de respeito: Isaac Jones (Motor City Cruise) e Lester Quinones (Osceola Magic) completaram o quinteto. Jones, inclusive, já teve algumas chances na NBA essa temporada. Será que não rola uma promoção definitiva?

    Segundo e terceiro times trazem nomes conhecidos

    No segundo time, chamou atenção ver Killian Hayes ali no Cleveland Charge. Lembram dele? Foi primeira escolha do Detroit Pistons em 2020 e meio que não emplacou. Agora tá tentando se reerguer na G League — e aparentemente tá indo bem.

    Drew Timme também apareceu no segundo time pelo South Bay Lakers. Esse aí foi uma lenda no college basketball em Gonzaga, mas ainda tá correndo atrás do sonho NBA. Kobe Bufkin (também South Bay Lakers), A.J. Lawson (Raptors 905) e Jahmir Young (Sioux Falls Skyforce) completaram a seleção.

    No terceiro time, destaque pra Ron Harper Jr. no Maine Celtics — filho do bicampeão da NBA Ron Harper. A genética ajuda, mas tem que mostrar serviço mesmo assim, né?

    E aí, vocês acham que McClung finalmente vai conseguir uma chance real na NBA ou vai ficar eternamente sendo o rei da G League? Com esses números, pelo menos uma oportunidade ele merecia…

  • Lakers vs Thunder: a revanche que ninguém quer ver acontecer

    Lakers vs Thunder: a revanche que ninguém quer ver acontecer

    Cara, às vezes o calendário da NBA é cruel demais. Os Lakers (50-28) voltam pra casa hoje pra encarar justamente o Oklahoma City Thunder (62-16) — o mesmo time que passou a máquina neles há poucos dias atrás. Quarenta e três pontos de diferença. QUARENTA E TRÊS.

    E agora? Agora a situação tá ainda pior pra galera de Los Angeles.

    O cenário tá complicado demais

    Olha, eu nem sei por onde começar. O time perdeu dois dos seus melhores jogadores e agora o LeBron James tá como “questionável” no relatório médico. Sinceramente, parece que alguém lá em cima não quer ver os Lakers terem paz.

    Na última partida contra o Dallas, deu pra ver como o time tá tentando se virar. Luke Kennard fez um triple-double (monstro!), Rui Hachimura tava acertando tudo que via pela frente, e o Hayes junto com o Ayton deram uma força considerável. No ataque até que rolou, mas a defesa? Nossa senhora, foi de dar dó.

    E é exatamente esse o problema: se não conseguir parar o Thunder no garrafão, vai ser mais uma tarde de sofrimento no Crypto.com Arena.

    Thunder não perdoa bobeira

    O pessoal de Oklahoma City é daqueles times que não dá uma chance sequer. Você vacila no primeiro quarto e pronto — o jogo já era. Foi exatamente isso que aconteceu no confronto anterior.

    Na minha visão, se os Lakers querem pelo menos não passar vergonha em casa, precisam começar forte dessa vez. Nada de sair perdendo por 20 pontos logo nos primeiros minutos. O Thunder tem um time completo, descansado, e que tá voando na temporada com o melhor recorde da liga.

    Vocês acham que rola uma zebra hoje? Porque olhando friamente, parece missão impossível.

    O que esperar do confronto

    Realistically falando (desculpa o anglicismo, mas não tem tradução melhor), o máximo que dá pra esperar é um jogo digno. Os caras do papel vão dizer que é praticamente uma derrota certa, e é difícil discordar.

    Mas sabe como é… Lakers é Lakers. Esse time já nos surpreendeu várias vezes essa temporada quando ninguém acreditava. Quem sabe não rola mais um milagre?

    O jogo rola às 23h30 (horário de Brasília) e, sinceramente, eu vou assistir mais pela curiosidade mórbida de ver se conseguem evitar outro massacre do que por expectativa real de vitória.

    Uma coisa é certa: se o LeBron não jogar, pode até mudar de canal. Vai ser brutal.

  • Mac McClung bicampeão MVP da G League — que monstro!

    Mac McClung bicampeão MVP da G League — que monstro!

    Gente, o Mac McClung fez de novo. O cara que virou lenda nos concursos de enterrada agora conquistou o segundo MVP da G League na carreira — e olha que ele só tinha ganhado o primeiro em 2024. Ou seja: bicampeão em sequência. Absurdo!

    Os números do garoto pelo Windy City Bulls foram simplesmente surreais. Média de 31.8 pontos por jogo liderando toda a liga, mais 7.9 assistências e 3.6 rebotes. E não era só volume não — o aproveitamento de quadra foi de 51.5% nos arremessos de campo e 38.1% nas bolas de três. Em 40 jogos, cara. Consistência pura.

    De enterrador a cestinha completo

    Sinceramente, eu não esperava que o Mac virasse esse fenômeno ofensivo. Todo mundo conhece ele pelas enterradas históricas no All-Star (aquele voo sobre o Shaq ainda me dá arrepios), mas ver ele dominando uma temporada inteira na G League como armador e pontuador principal? Isso é evolução.

    A competição pelo MVP não foi moleza. Tristen Newton, do Rio Grande Valley Vipers (afiliado do Houston Rockets), ficou em segundo, e DaQuan Jeffries, do Stockton Kings, completou o pódio. Mas o Mac simplesmente estava em outro nível.

    O futuro bate à porta

    E aí que vem a parte mais interessante: os Bulls converteram o contrato dele para Two-Way em fevereiro. Isso significa que agora ele pode alternar entre a G League e a NBA. Com esses números absurdos, vocês acham que ele não vai ganhar uma chance real na liga principal?

    Olha, na minha visão, o Mac McClung representa exatamente o que a G League deveria ser: um lugar onde talentos únicos podem se desenvolver e provar seu valor. O cara saiu de viral das redes sociais para bicampeão MVP de uma liga profissional. Que história, né?

    Agora é torcer para ver se Chicago vai dar uma oportunidade real para ele mostrar esse basquete todo na NBA. Depois de dois MVPs seguidos, acho que ele mais do que mereceu.

  • Jazz recebe Cavs tentando quebrar jejum de derrotas em casa

    Jazz recebe Cavs tentando quebrar jejum de derrotas em casa

    Olha, vou ser sincero: o Utah Jazz tá vivendo um momento complicado na temporada. Com apenas 21 vitórias em 75 jogos, o time já pode até começar a sonhar com a loteria do Draft. Mas hoje à noite eles recebem o Cleveland Cavaliers em Salt Lake City, e toda partida é uma nova chance de mostrar serviço, né?

    O que mais me chama atenção é que o Jazz vem de três derrotas consecutivas jogando em casa. Cara, isso dói na alma de qualquer torcedor. Jogar mal fora de casa já é ruim, mas perder no seu próprio ginásio? Aí complica.

    Os números contam uma história interessante

    Mesmo com a campanha ruim, o Jazz tem alguns pontos positivos. Eles lideram a Conferência Oeste em assistências por jogo (29.4), com destaque para Isaiah Collier que distribui 7.2 por partida. Isso mostra que quando o time consegue movimentar bem a bola, as coisas fluem.

    Do lado dos Cavaliers, a situação é bem diferente. Com 46-28, eles ocupam a quarta posição no Leste e vêm jogando um basquete consistente longe de casa (22-14 como visitante). Jarrett Allen tem sido fundamental nos rebotes ofensivos, pegando 2.6 por jogo.

    Uma curiosidade que me chamou atenção: os times se enfrentaram em janeiro e o Jazz ganhou por 123-112, com Keyonte George fazendo um jogaço de 32 pontos. Será que conseguem repetir a dose? Até porque o George tá machucado agora…

    O departamento médico preocupa

    E por falar em lesões, olha só o tamanho do problema do Jazz: Lauri Markkanen (quadril), Keyonte George (perna), Walker Kessler (ombro, fora da temporada), Jusuf Nurkic (nariz, fora da temporada) e Jaren Jackson Jr. (joelho, fora da temporada). Meu Deus, é praticamente um time todo no departamento médico!

    Os Cavaliers também têm seus problemas, mas nada comparado. Craig Porter Jr., Dean Wade e Jaylon Tyson estão com status de “day to day”, mas nada que comprometa tanto quanto o que acontece em Utah.

    Com James Harden fazendo seus 24 pontos por jogo e Donovan Mitchell contribuindo com arremessos de 3 (2.0 por jogo nas últimas 10 partidas), Cleveland tem munição suficiente para continuar sua boa fase. Eles vêm de 7 vitórias em 10 jogos, enquanto o Jazz conseguiu apenas 1 vitória no mesmo período.

    Sinceramente, é difícil apostar no Jazz nessa. Mesmo jogando em casa, com tantos desfalques e vindo de três derrotas seguidas no próprio ginásio, fica complicado. Mas ei, é isso que torna o basquete especial – qualquer coisa pode acontecer em 48 minutos de jogo, não é mesmo?

  • KD começando a se despedir? Durant fala sobre o fim da carreira

    KD começando a se despedir? Durant fala sobre o fim da carreira

    Cara, teve uma parada que o Kevin Durant falou no podcast do Boardroom que me deixou meio pensativo aqui. O cara tá com 19 anos de NBA nas costas — DEZENOVE ANOS — e começou a falar sobre aposentadoria de um jeito que… sei lá, parecia real demais.

    “É louco pensar que, conforme a temporada vai acabando, isso é o que eu fiz a vida toda, todos os dias. É isso que eu coloco no centro da minha vida”, disse o KD. E aí ele soltou essa: “Saber que você tá um passo mais perto a cada dia do seu último dia… tenho que começar a me preparar pra próxima fase.”

    O monstro refletindo sobre legado

    Olha, eu acompanho o Durant desde a época do Seattle SuperSonics (saudades dessa franquia), e nunca vi ele falar assim. O cara que passou o Michael Jordan na lista de maiores pontuadores da história agora tá pouco se lixando pros números. Ele quer falar é de tempo, de relacionamentos, dessa vida maluca que é ser uma estrela da NBA.

    “O que me realiza são as pequenas coisas. A camaraderie, a irmandade, as pessoas que conheci, interagir com fãs de basquete do mundo todo. Essa é a parte mais legal”, falou ele. E sinceramente? Dá pra sentir que o cara tá mesmo curtindo cada momento.

    “Nunca vou conseguir preencher esse espaço”

    A parte que mais me pegou foi quando ele admitiu uma coisa que todo atleta de elite deve sentir: “Eu nunca vou conseguir preencher esse espaço quando sair.” Imagina só — você passa duas décadas sendo um dos melhores do mundo numa coisa, e aí… acabou.

    Durant comparou com faculdade: “É como ir pra escola, pra faculdade todo dia, e depois sentir falta de estar no campus. Mas todas essas memórias sempre vão fazer parte de você.”

    O KD sabe que ainda pode jogar bola recreativa, ir numa academia e manter uma rotina. Mas o ecossistema NBA? Os colegas de time, a mídia (oi!), os fãs gritando seu nome? Isso não tem como replicar em lugar nenhum.

    E aí, pessoal — vocês acham que o Durant ainda tem uns 2-3 anos pela frente ou tá mesmo chegando a hora? Porque sinceramente, vendo ele jogar ainda, parece que o cara tem corda pra mais umas temporadas. Mas talvez a cabeça já esteja em outro lugar, né?

    Uma coisa é certa: quando esse monstro pendurar as chuteiras, vai ser o fim de uma era. 19 anos destruindo todo mundo na liga. Respeito total.

  • Wizards podem quebrar recorde histórico de derrotas seguidas na NBA

    Wizards podem quebrar recorde histórico de derrotas seguidas na NBA

    Gente, vocês viram o que tá acontecendo com o Washington Wizards? O time simplesmente não consegue mais ganhar uma partida — são 16 derrotas consecutivas! Dezesseis! E olha que eu pensava que já tinha visto coisa ruim no basquete…

    A situação tá tão feia que agora rola uma discussão séria: será que os Wizards vão quebrar o recorde histórico de derrotas seguidas na NBA? Porque, matematicamente falando, a coisa pode ficar ainda mais absurda.

    A matemática cruel das derrotas

    Vamos aos números que assustam qualquer torcedor. Com 71 jogos disputados na temporada, o Wizards tem um cartel de 16-55. Se eles perderem todos os jogos restantes da temporada 2025-26 (o que, sinceramente, não me surpreenderia), vão fechar com 16-66.

    Isso significaria 27 derrotas consecutivas pra fechar a temporada. Mas aí que vem o mais louco: se começarem a próxima temporada perdendo os dois primeiros jogos, teremos 29 derrotas seguidas — o maior jejum de vitórias da história da NBA!

    Na minha visão, tá difícil ver como esse time vai conseguir quebrar essa sequência. O elenco tá completamente desorganizado, sem química, e parece que perdeu completamente a confiança. É daquelas situações que você assiste e pensa: “cara, como chegaram nesse ponto?”

    Quando a reconstrução vira demolição

    Olha, eu entendo que às vezes um time precisa passar por uma fase de reconstrução — afinal, é assim que se conseguem boas posições no Draft. Mas existe uma diferença entre reconstruir e simplesmente desmoronar em quadra.

    O que mais me incomoda é ver como isso afeta os jogadores jovens. Imagina você sendo um rookie ou um cara no segundo ano de carreira, e sua experiência na NBA é basicamente aprender a perder? Isso marca, monstro. Marca pra sempre.

    E aí, o que vocês acham? Os Wizards conseguem quebrar esse jejum ou vão mesmo entrar pra história pelos motivos errados? Porque, convenhamos, ninguém quer ser lembrado como o time que mais perdeu seguido na melhor liga de basquete do mundo.

    Sinceramente, torço pra que eles consigam pelo menos uma vitória. Nem que seja contra um time descansando titulares ou algo assim. Porque 29 derrotas seguidas é uma marca que nenhum torcedor merece carregar.