Tag: basquete feminino

  • WNBA fecha acordo histórico e agora é correria até maio

    WNBA fecha acordo histórico e agora é correria até maio

    Galera, finalmente saiu! A WNBA conseguiu fechar um acordo coletivo de trabalho por sete anos que vai mudar tudo na liga feminina. E olha, não foi qualquer acordinho não — foi unanimidade tanto dos donos quanto das jogadoras. Isso é raro no mundo dos esportes.

    O negócio é que agora virou uma correria total para conseguir começar a temporada no dia 8 de maio. Sério, vai ser uma maratona.

    Cronograma apertado demais

    Cara, quando você vê o cronograma que eles têm pela frente, dá até um desespero. Primeiro vem o draft de expansão para Toronto e Portland — as duas novas franquias da liga. Eles ainda estão definindo as regras de quem cada time pode proteger. Isso deve rolar lá pelo Final Four universitário.

    Logo depois vem a agência livre, que vai ser uma loucura. Imaginem: mais de 80% da liga são agentes livres agora! Praticamente só tem duas veteranas com contrato garantido para esta temporada. É como se fosse um reset quase completo.

    O draft universitário tá marcado para 13 de abril em Nova York, e os training camps começam dia 19 de abril. Ou seja, as equipes vão ter menos de três semanas para montar os times e se preparar.

    Era nova na WNBA

    A comissária Cathy Engelbert não tava exagerando quando falou em “nova era” da WNBA. Este acordo vai até 2032 e representa a 30ª temporada da liga. Sinceramente, acho que a WNBA nunca esteve tão bem posicionada quanto agora.

    A liga vem crescendo absurdamente nos últimos anos — audiência subindo, novas franquias chegando, e agora esse acordo que deve melhorar muito as condições das jogadoras. É bem diferente daqueles primeiros anos quando a liga mal conseguia se manter de pé.

    Vocês acham que essas duas novas franquias vão conseguir montar times competitivos com tão pouco tempo? Porque olhando esse cronograma, vai ser bem desafiador para todo mundo, mas especialmente para Toronto e Portland que estão começando do zero.

    Uma coisa é certa: maio vai chegar voando e a temporada promete ser uma das mais interessantes da história da WNBA. Agora é torcer para que tudo dê certo nessa corrida contra o tempo.

  • Azzi Fudd meteu 34 pontos e pode ter fechado sua vaga como #1 do draft

    Azzi Fudd meteu 34 pontos e pode ter fechado sua vaga como #1 do draft

    Olha, eu não sei vocês, mas depois de ver Azzi Fudd destruir Syracuse com 34 pontos no último jogo em casa pela UConn, tô convencido: essa mina vai ser a primeira escolha do draft da WNBA de 2026.

    E cara, que jogaço foi esse! UConn atropelou Syracuse por 98 a 45 — sim, mais de 50 pontos de diferença — mas o show mesmo foi da Azzi. A garota empatou sua marca pessoal de pontos e ainda estabeleceu novo recorde pessoal com 8 cestas de três. OITO! Do jeito que ela tava arremessando, parecia que tava jogando NBA 2K no fácil.

    O show de três pontos que mudou tudo

    Sinceramente, eu sempre soube que a Azzi era monstro no arremesso — ela terminou a temporada acertando 45,4% das tentativas de três, o que é absurdo. Mas o que mais me impressionou foram as 5 assistências que ela distribuiu no jogo. Porque vamos combinar: a maior crítica que faziam dela era exatamente essa, que não armava tanto quanto deveria pra ser a #1.

    Pois é. Ela respondeu da melhor forma: na quadra. A média de 3,0 assistências por jogo nessa temporada foi recorde pessoal dela, e mostrar isso no jogo mais importante? Timing perfeito.

    Dallas Wings de olho na reunião

    E aqui vem a parte interessante: o Dallas Wings tem a primeira escolha do draft pelo segundo ano consecutivo. E adivinha quem já tá lá? Paige Bueckers, ex-companheira de equipe da Azzi em UConn. Coincidência? Eu acho que não.

    A química entre as duas sempre foi incrível, e imagina esse duo na WNBA? Seria um negócio de louco. Claro que tem outras candidatas fortes como Olivia Miles do TCU e Lauren Betts da UCLA, mas depois dessa performance…

    “Essa noite foi muito especial”, disse Azzi na transmissão da ESPN. “Não foi sobre mim, foi sobre esse time. Jogamos muito bem em equipe hoje.” Humilde até o fim, mas todo mundo sabe que foi ela quem carregou o piano nas costas.

    E aí, vocês acham que ela realmente fechou a primeira posição? Ou ainda tem espaço pra surpresa no draft?

  • SEC domina March Madness: 6 times no Sweet 16 é um absurdo!

    SEC domina March Madness: 6 times no Sweet 16 é um absurdo!

    Gente, eu já sabia que a SEC era forte no basquete feminino, mas o que tá rolando no March Madness deste ano é simplesmente surreal. Seis times da conferência no Sweet 16? Isso não é coincidência não — é dominação total mesmo.

    South Carolina e Texas, ambas cabeças de chave número 1, passaram batido pras semifinais regionais. Mas a coisa fica mais interessante quando você vê que Vanderbilt (#2), LSU (#2), Oklahoma (#4) e Kentucky (#5) também seguem vivas no torneio. Cara, isso é quase 40% do Sweet 16 sendo SEC!

    Duelos internos prometem fogo na segunda fase

    O negócio vai esquentar porque várias dessas equipes vão se enfrentar entre si. South Carolina, por exemplo, pega justamente Oklahoma — que foi o único time a derrotar as Gamecocks durante a temporada regular da conferência. Imagina a pressão psicológica nisso?

    “Nossa liga nos prepara para esse nível de jogo”, disse Dawn Staley, técnica de South Carolina. E olha, ela não tá mentindo não. A SEC este ano foi uma guerra toda semana.

    UConn continua invicta, mas não tá sozinha no topo

    Enquanto isso, UConn segue como o único time invicto no basquete feminino universitário — 52 vitórias consecutivas, mano! As Huskies meteram 53 pontos de diferença contra Syracuse no segundo round. Absurdo de dominante.

    Mas ó, não é só SEC e UConn fazendo bonito. Virginia chegou no Sweet 16 pela primeira vez em 26 anos (imagina a festa lá), e ainda por cima foram o primeiro time a sair do First Four e chegar tão longe. Precisaram de dupla prorrogação pra eliminar Iowa — que jogaço deve ter sido.

    Duelo de armadoras que vai ser imperdível

    Uma das partidas que mais me chama atenção é Vanderbilt contra Notre Dame. Mikayla Blakes versus Hannah Hidalgo? Cara, isso é briga de duas das melhores armadoras do país. Hidalgo ainda lidera o país em roubos de bola — é uma máquina defensiva.

    E por falar em estrelas, todas as cinco jogadoras do primeiro time All-American da AP seguem vivas no torneio. Sarah Strong e Azzi Fudd (UConn), Madison Booker (Texas), Lauren Betts (UCLA) e a própria Blakes. Booker, inclusive, meteu 40 pontos numa partida do segundo round. Quarenta! Que monstro.

    LSU também tá fazendo história de outro jeito: quebrou o recorde da NCAA com o 16º jogo na temporada marcando mais de 100 pontos. Os Tigers vão enfrentar Duke — curiosamente, um reencontro de dezembro que LSU ganhou por 93-77.

    Vocês acham que a SEC vai conseguir colocar alguém na Final Four? Eu sinceramente acho que sim, e não seria surpresa ver duas equipes da conferência chegando lá. O nível tá assustador!

  • WNBA fecha acordo histórico após 8 dias de maratona negocial

    WNBA fecha acordo histórico após 8 dias de maratona negocial

    Cara, vocês não fazem ideia do que rolou nos bastidores da WNBA nas últimas semanas. Mais de 100 horas de negociação em 8 dias — isso mesmo, 8 dias direto — para fechar um acordo coletivo que pode mudar completamente o rumo da liga feminina mais forte do mundo.

    Na minha visão, isso mostra como a WNBA finalmente está sendo levada a sério. Não é à toa que as negociações foram tão intensas.

    A maratona que ninguém esperava

    As reuniões aconteceram em três lugares diferentes em Nova York: The Langham Hotel, sede da NBA e sede do sindicato das jogadoras. O esquema era assim: cada lado ficava na sua área para discutir internamente, e depois se encontravam numa sala central para as conversas principais.

    O mais interessante? Eles chamavam as conversas menores de “sandbox meetings” — reuniões na caixinha de areia, tipo criança brincando mesmo. Brianna Turner, que faz parte do comitê executivo do sindicato, disse que essas reuniões tinham um tom bem positivo.

    Imaginem a cena: no último dia, quando mudaram pro Langham Hotel, a galera da WNBA teve que empurrar um carrinho com impressoras, monitores e equipamentos pela Quinta Avenida durante a parada do St. Patrick’s Day. 14 quarteirões no meio da festa irlandesa carregando material de trabalho — só podia ser coisa de americano mesmo!

    Os detalhes que fazem a diferença

    Alysha Clark, veterana que foi draftada em 2010, manteve um diário dos 8 dias de negociação. E olha que dado absurdo ela trouxe: quando estava discutindo salários de rookies, ela puxou o próprio contrato no computador. A mina ganhou cerca de 36 mil dólares no primeiro ano — segunda rodada do draft, né.

    Agora, com esse novo acordo, as rookies podem ganhar até 10 vezes mais. Dez vezes! É uma revolução completa no basquete feminino.

    Clark também ficou responsável por organizar a comida durante as longas madrugadas de negociação. “Não eram discussões acaloradas, mas eram estressantes”, ela contou rindo. O cardápio variou entre brasileiro, italiano e mexicano — pelo menos comeram bem enquanto mudavam a história da liga!

    Por que isso é tão importante?

    Sinceramente, acho que esse acordo marca uma nova era para o basquete feminino mundial. A WNBA sempre foi referência, mas agora está dando um passo gigante em direção à profissionalização total.

    Os principais pontos discutidos foram divisão de receitas e moradia para as jogadoras — duas questões que sempre foram problemas sérios na liga. Resolver isso significa que as atletas finalmente vão poder se dedicar 100% ao basquete sem se preocupar com questões básicas de sobrevivência.

    E aí, vocês acham que esse acordo pode inspirar outras ligas femininas pelo mundo? Na minha opinião, isso é só o começo de uma mudança que vai impactar o esporte feminino globalmente. A WNBA sempre foi pioneira, e agora está provando mais uma vez por que é a liga que todas as outras olham como referência.

    O mais legal é ver que não foi só uma negociação fria e calculista — teve comida boa, caminhada na parada irlandesa e muito diálogo construtivo. Assim que se faz história no esporte!

  • LeBron sem pontos no primeiro tempo? Ele diz que é ‘seu papel’

    LeBron sem pontos no primeiro tempo? Ele diz que é ‘seu papel’

    Gente, eu quase não acreditei quando vi que o LeBron ficou zerado no primeiro tempo contra o Detroit. Zero pontos. O cara que já fez de tudo nessa liga, simplesmente não pontuou no primeiro tempo — algo que só aconteceu três vezes na carreira dele, sendo a primeira desde 2010!

    Os Lakers saíram perdendo por 65-52 no intervalo, e sinceramente, deu até um desespero vendo aquele placar. Mas aí que tá o lance: no segundo tempo, o time reagiu pra caramba. Quase virou o jogo, perdeu de 113-110 numa bola final que não entrou.

    “É o papel que eu tô fazendo”

    A resposta do LeBron depois do jogo foi bem direta, mas ao mesmo tempo deixou todo mundo pensativo. Ele falou que é “o papel que tô fazendo pro time” e que é assim que eles ganham jogos. Cara, imagina o Rei falando isso há 10 anos? Impensável.

    E olha, eu entendo o que ele quis dizer. Os Lakers estavam numa sequência de nove vitórias seguidas antes dessa derrota (absurdo, né?). O esquema tem funcionado: LeBron distribuindo o jogo, deixando o Luka Dončić e o Austin Reaves como principais opções ofensivas. Mas convenhamos, ver o James como terceira opção ainda é bizarro.

    Triple-double quase perfeito

    Mesmo sem pontuar no primeiro tempo, o monstro quase cravou um triple-double: 12 pontos, 10 assistências e 9 rebotes. Tá vendo? O cara aos 41 anos ainda consegue impactar o jogo de todas as formas possíveis.

    Na minha visão, isso mostra uma maturidade absurda do LeBron. Ele sabe que não é mais aquele garoto de Cleveland ou Miami que carregava o time nas costas. Agora ele tá jogando xadrez, pensando no que realmente importa: outro anel. E vocês acham que essa estratégia pode levar os Lakers longe nos playoffs?

    O mais louco é que quando ele quer pontuar, ainda consegue — meteu 30 pontos contra o Houston há uns dias atrás. Mas preferiu se adaptar ao que o time precisa. Isso é grandeza ou não é?

  • Banchero faz 39 pontos mas Magic perde no final dramático

    Banchero faz 39 pontos mas Magic perde no final dramático

    Olha, eu não vou mentir — ver o Paolo Banchero fazendo 39 pontos e ainda assim perdendo no último segundo me deixou com o coração partido. O Magic perdeu para o Pacers por 128-126 em casa, numa jogada final que vai ficar na cabeça de todo mundo por um tempo.

    A situação foi a seguinte: 6,4 segundos no relógio, Magic com a posse de bola no jumpball. Banchero partiu pra cima com tudo, tentando a enterrada da vitória, mas esbarrou numa muralha formada pelo Pascal Siakam e Jay Huff. Bloqueio, fim de jogo, e lá se foram mais três pontos importantes na tabela.

    “Foi difícil de engolir”

    Depois da partida, o italiano não escondeu a frustração. “Eu acho que os dois saltaram em cima de mim com o corpo, mas estavam com os braços pra cima. Poderia ter sido falta, mas não foi marcada. Foi difícil de engolir”, disse Banchero numa sinceridade que eu admiro muito.

    Cara, assistindo o replay, realmente dá pra discutir se rolou contato ou não. Mas aqueles lances no final de jogo são sempre polêmicos mesmo — os árbitros costumam “engolir o apito”, como dizem por aí.

    O mais impressionante é que mesmo com essa derrota dolorosa, Banchero mostrou por que é considerado um dos jovens mais promissores da liga. Foram 39 pontos (máximo da partida), com aproveitamento de 48% nos arremessos, além de 4 rebotes e 6 assistências. Um performance monstruosa que infelizmente não resultou em vitória.

    Magic precisava muito dessa vitória

    O timing dessa derrota não poderia ser pior. O Orlando vinha de quatro derrotas consecutivas e precisava desesperadamente quebrar essa sequência negativa. Enquanto isso, os Pacers encerraram uma sequência histórica de 16 derrotas seguidas — recorde da franquia.

    E olha que o Magic jogou desfalcado dos principais: Jalen Suggs, Franz Wagner e Anthony Black todos no departamento médico. Imagina se tivessem o time completo? Mas essa é a NBA — não tem desculpa que valha.

    Com o resultado, Orlando segue na 8ª posição do Leste com 38 vitórias e 33 derrotas. Matematicamente ainda dá pra sonhar com algo melhor, mas essas derrotas seguidas complicam muito a situação.

    “Não temos tempo pra ficar cabisbaixos. Temos que voltar amanhã em Cleveland e tentar buscar a vitória lá”, comentou Banchero, já pensando no próximo desafio contra os Cavaliers.

    E vocês, acham que foi falta mesmo no lance final? Eu sinceramente fiquei na dúvida vendo as imagens…

  • Wemby tá jogando num nível absurdo! Spurs massacram Heat e emplacam 6ª seguida

    Wemby tá jogando num nível absurdo! Spurs massacram Heat e emplacam 6ª seguida

    Galera, eu tô impressionado. Sério mesmo. O Victor Wembanyama tá jogando num nível que eu nunca vi antes na NBA. Ontem em Miami, o cara simplesmente dominou a partida de uma forma que os números nem conseguem explicar. Os Spurs golearam o Heat por 136 a 111 e emplacaram a sexta vitória consecutiva — e olha que eu não esperava essa sequência toda não.

    O monstro francês mostrando por que é diferenciado

    Cara, o Wemby fez 4 assistências, mas isso não conta nem metade da história. O garoto entendeu uma coisa que poucos pivôs entendem: você não precisa da bola na mão pra destruir o adversário. A simples presença dele no garrafão já abriu espaço pros companheiros — e os caras do Heat não sabiam mais o que fazer.

    No primeiro quarto foi divertido de assistir. Miami tentando acelerar o jogo pra fugir do ataque posicional, os Spurs usando a gravidade do Wemby pra abrir arremessos de 3. Mas aí que tá — depois dos primeiros 12 minutos, San Antonio simplesmente tomou conta do jogo.

    E quando o francesão começou a aparecer no ataque? Meu amigo, foi um show. Umas duas enterradas, uma assistência linda pro Carter Bryant… Miami até tentou reagir, mas quando a diferença chegou nos 20 pontos ainda no segundo quarto, já era.

    Defesa que dói de ver (se você torce pro Heat)

    Vocês viram como o Heat começou o terceiro quarto? NOVE arremessos errados consecutivos. Nove! Isso porque o Wemby tava contestando tudo no garrafão e os outros caras dos Spurs voando pra fechar os arremessos de fora. Uma defesa linda de se ver — se você não torce pro Heat, né?

    A diferença chegou nos 30 pontos no meio do terceiro quarto e honestamente, deu até dó. Miami tá numa fase complicada mesmo, e pegar os Spurs nesse momento é osso. O time de San Antonio mostrou uma profundidade absurda — até o Devin Vassell e o Julian Champagnie tiveram jogos tranquilos no ataque, mas nem precisaram forçar.

    No quarto período foi só administração. E olha que o Wembanyama parecia que tava testando jogadas novas só pra zoar com o Miami mesmo (risos). Mas os Spurs controlaram bem, garantiram a vitória antes de colocar o banco em quadra.

    Esse garoto vai longe demais

    Sinceramente? Eu acho que o Wemby tá entrando naquele nível de superestrela mesmo. Desde que ele entendeu que não precisa forçar barra no ataque, virou um monstro completo. Os arremessos de 3 não caíram ontem, ele fez umas penetrações meio loucas, mas mesmo assim foi disparado o melhor jogador em quadra.

    E aí, vocês acham que essa sequência dos Spurs vai durar? Porque do jeito que eles tão jogando, com o Wemby nesse nível e o time todo entrosado, eu não duvido de mais nada. Seis vitórias seguidas não é brincadeira não, ainda mais na NBA.

  • Wemby tá querendo acabar com a discussão: “Quero ser MVP sem debate”

    Wemby tá querendo acabar com a discussão: “Quero ser MVP sem debate”

    Mano, o Wembanyama simplesmente decidiu que não quer mais papo. Depois de destroçar o Miami Heat por 136-111 e garantir o título da Divisão Sudoeste dos Spurs (o primeiro em nove anos!), o francesão foi direto ao ponto: ele quer ser MVP da temporada. E não quer nem discussão.

    “Eu penso sobre isso sim”, disse Wemby após o jogaço. “Acho que agora existe um debate. Deveria existir, mesmo eu achando que deveria liderar a corrida. Estou tentando garantir que no final da temporada não haja debate nenhum.”

    E olha, os números dele não mentem. O monstro tá fazendo 24.3 pontos, 11.2 rebotes, 3.0 assistências e 3.0 tocos por jogo. Só seis caras na história conseguiram números assim numa temporada completa: Kareem (cinco vezes), Hakeem (duas), Shaq, Ewing e David Robinson (uma vez cada). O sexto? O próprio Wembanyama na temporada passada – só que em apenas 46 jogos por causa da lesão.

    A briga tá pegada

    Claro que a concorrência não tá brincando. Shai Gilgeous-Alexander, o atual MVP, continua sendo o grande favorito pra repetir o feito. Logo atrás vem Luka Dončić (que agora tá nos Lakers, imagina só). Wemby aparece em terceiro, à frente até do Jokic – que aliás só pode perder mais um jogo se quiser continuar na briga por causa da regra dos 65 jogos mínimos.

    Mas o que eu mais curto na campanha do Wembanyama são os argumentos dele. O cara foi cirúrgico:

    Primeiro: “Defesa é 50% do jogo e tem sido desvalorizada na corrida do MVP. Acredito ser o jogador mais impactante defensivamente da liga.” E cara, quem vai discutir isso? O maluco é um muro de 2,24m que bloqueia tudo.

    Segundo ponto que ele fez questão de destacar: os Spurs praticamente varreram o Oklahoma City na temporada regular, dominando três vezes quando o Thunder tava com força máxima. É aquela velha história do confronto direto, né?

    Impacto vai além dos pontos

    O terceiro argumento do francesão me chamou atenção: “impacto ofensivo não é só fazer pontos”. E ele tem razão. Quantas jogadas o Wemby não cria só por estar em quadra? Quantos duplos bloqueios os adversários não fazem pensando nele?

    O técnico Mitch Johnson, obviamente parcial mas não totalmente errado, foi além: “Ele afeta o jogo de todas as formas possíveis – em quadra, nos dois lados da bola, com e sem a posse. É tanto quanto qualquer jogador que já vi.”

    E olha os números dos Spurs: 54-18 na temporada regular. Vão ser cabeça de chave 1 ou 2 no Oeste. Vantagem de mando em casa garantida nos playoffs, possivelmente até as finais se chegarem lá.

    Sinceramente? Eu tô começando a achar que o Wemby pode mesmo conseguir. Aos 22 anos, o cara já tá mudando o jeito como o basquete é jogado. E com essa sequência absurda dos Spurs (22 vitórias nos últimos 24 jogos), fica difícil ignorar.

    Vocês acham que ele consegue tirar o MVP do Shai? Ou ainda é cedo demais pra coroar o francesão?

  • Hawks massacram Grizzlies com 146 pontos em show ofensivo

    Hawks massacram Grizzlies com 146 pontos em show ofensivo

    Gente, que pancada foi essa? Os Hawks simplesmente resolveram destruir os Grizzlies ontem à noite e fizeram 146 pontos numa exibição que até eu fiquei impressionado assistindo. 146-107. Isso não foi jogo, foi aula de como jogar basquete.

    Olha, eu acompanho a NBA há anos e raramente vejo um time jogar com essa sintonia ofensiva. O Atlanta (40-32) começou forte e não deu nem uma brecha pros coitados do Memphis respirar. Foram superiores em três dos quatro quartos e quando chegou no terceiro período… meu Deus. 45 pontos num quarto só!

    Show coletivo que deu gosto de ver

    O que mais me chamou atenção foi a distribuição de pontos. Nickeil Alexander-Walker foi o cestinha com 26 pontos, mas cara, que eficiência absurda: 8/11 nos arremessos e 4/6 do perímetro. Quando você vê um cara acertando assim, já sabe que não vai dar pra adversário.

    Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga fizeram 16 cada um, e o veterano CJ McCollum fez o que sabe fazer melhor — distribuiu nove assistências enquanto ainda conseguiu seus 15 pontos. Sinceramente, quando você tem essa movimentação de bola e todo mundo participando, fica impossível marcar.

    E o banco? Monstro! Dyson Daniels, Corey Kispert, Zaccharie Risacher… todo mundo contribuindo. Até o Jock Landale entrou e fez seus 11 pontos. É o tipo de profundidade que faz diferença nos playoffs.

    Grizzlies não conseguiram acompanhar o ritmo

    Do outro lado, Memphis (24-47) até tentou. GG Jackson fez seus 26 pontos e Tyler Burton adicionou 20, mas quando o adversário está acertando tudo e você não consegue parar as jogadas, vira isso aí mesmo.

    O terceiro quarto foi onde os Hawks decidiram que queriam humilhar. Saíram do intervalo ganhando de 71-46 (já era uma diferença considerável) e despejaram mais 45 pontos. Nessa altura, até os torcedores do Memphis devem ter ido embora mais cedo.

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter esse nível ofensivo nos playoffs? Porque quando esse time clica assim, fica perigoso pra qualquer um na conferência. Claro que não dá pra fazer 146 pontos todo jogo, mas a movimentação de bola e a profundidade do elenco impressionam.

    Uma noite dessas que lembra por que a gente ama NBA — quando tudo funciona perfeitamente e você assiste puro basquete sendo jogado.

  • Lauren Betts mete 35 pontos e UCLA atropela rumo ao Sweet 16

    Lauren Betts mete 35 pontos e UCLA atropela rumo ao Sweet 16

    Gente, eu preciso falar sobre o que a Lauren Betts fez ontem à noite. A garota simplesmente DESTRUIU, marcando 35 pontos — recorde da carreira dela — numa vitória de 87-68 da UCLA sobre Oklahoma State. E olha, não foi nem perto de ser jogo duro.

    Os Bruins (33-1) chegaram a abrir 25 pontos de vantagem no primeiro tempo, jogando em casa no Pauley Pavilion. A torcida foi ao delírio quando Betts saiu faltando um minuto pro fim — foi o último jogo dela em casa, então imaginem a emoção. Até o Dwyane Wade tava lá na arquibancada com a Gabrielle Union e a filha deles de 7 anos assistindo ao show.

    Números absurdos da Betts

    Olha só esses números: 15 de 19 nos arremessos e ainda pegou 9 rebotes. É monstruoso mesmo. Quando Oklahoma State tentou uma reação no terceiro quarto (cortaram a desvantagem pra 13 pontos), foi ela quem fechou a torneira. Marcou 10 dos últimos 12 pontos do período pra UCLA.

    Sinceramente, eu não esperava que fosse tão fácil assim. As Cowgirls começaram perdidas — erraram 14 de 16 arremessos no primeiro quarto e ainda entregaram 6 bolas. Resultado? UCLA abriu 21-6 logo de cara.

    Rumo ao confronto de gigantes

    Agora vem o interessante: UCLA vai enfrentar Minnesota no Sweet 16, e é um duelo entre times da Big Ten. Na temporada regular, os Bruins já tinham passado por cima das Golden Gophers por 76-58, mas March Madness é outra história, né?

    O que mais me impressiona é a consistência dessa UCLA. Essa foi a quarta classificação consecutiva pro Sweet 16, e elas tão claramente mirando uma volta ao Final Four. Com uma campanha de 33-1 e destruindo todo mundo no caminho, é difícil apostar contra elas.

    Vocês acham que alguém consegue parar esse rolo compressor dos Bruins? Porque pelo jeito que elas tão jogando, o título pode muito bem passar por Los Angeles esse ano.