Tag: basquete feminino

  • Aliyah Boston faz história com maior contrato da WNBA

    Aliyah Boston faz história com maior contrato da WNBA

    Gente, a WNBA acabou de ver história sendo feita! Aliyah Boston assinou uma extensão de contrato com o Indiana Fever que quebrou todos os recordes: 4 anos por 6,3 milhões de dólares. É o maior contrato da história da liga feminina americana em valor total.

    Olha só que absurdo esses números. Em 2026, Boston vai embolsar 1 milhão de dólares — um pouco menos que o máximo permitido de 1,19 milhão, mas ainda assim uma grana monstruosa para os padrões da WNBA. Daí pra frente, até 2029, ela vai receber 20% do salary cap da liga a cada temporada.

    Uma estrela em ascensão meteórica

    E olha que a garota tem só 22 anos e está entrando na quarta temporada! Foi a primeira escolha do draft de 2023, saindo da Universidade da Carolina do Sul direto pro estrelato. Na temporada passada, teve médias de 14,5 pontos, 8,5 rebotes e 3,0 assistências. Ficou em sexto lugar na votação do MVP.

    A GM do Fever, Amber Cox, não escondeu o entusiasmo: “Mesmo já sendo uma jogadora de nível All-WNBA, a Aliyah apenas arranhou a superfície do que pode se tornar.” E sinceramente? Eu concordo totalmente. A menina tem potencial pra dominar a liga nos próximos anos.

    Fever apostando todas as fichas

    Vocês acham que foi uma aposta arriscada do Indiana? Eu acho que foi genial. Boston é daquelas jogadoras que aparecem uma vez a cada geração — pivot completa, que reboteia, pontua e ainda distribui assistências. Lembra um pouco da nossa Érika de Souza nos tempos áureos, mas com mais versatilidade ofensiva.

    O mais impressionante é ver como a WNBA está crescendo financeiramente. Há alguns anos, um contrato desses seria impensável. Agora, com mais visibilidade, patrocínios maiores e audiência crescente, as jogadoras finalmente estão sendo valorizadas como merecem.

    Boston vai ser a pedra fundamental do Fever pelos próximos anos, e pelo que ela já mostrou até aqui, essa extensão pode ser uma das melhores decisões da história da franquia. A garota tem estrela, tem talento e agora tem o reconhecimento financeiro que merece.

  • Jackie Young faz história: primeiro contrato de US$ 1 milhão da WNBA

    Jackie Young faz história: primeiro contrato de US$ 1 milhão da WNBA

    Gente, acabou de rolar algo histórico na WNBA. Jackie Young, das Las Vegas Aces, acabou de assinar o primeiro contrato de US$ 1 milhão da história da liga feminina de basquete americano. Isso mesmo — 1,19 milhão de dólares por uma temporada.

    Olha, eu sabia que esse momento ia chegar uma hora ou outra, mas ver acontecer é surreal. A WNBA tá crescendo absurdamente nos últimos anos e finalmente as jogadoras tão começando a receber o que merecem.

    Por que ela vale cada centavo

    A Jackie não é brincadeira não. Quatro vezes All-Star, foi eleita a jogadora que mais evoluiu em 2022, e já levou duas medalhas de ouro olímpicas — uma no 3×3 em Tóquio e outra no 5×5 em Paris. Ah, e ainda ganhou o título universitário em Notre Dame em 2018.

    Na temporada passada ela fez uma média de 16,5 pontos, 5,1 assistências e 4,5 rebotes por jogo. Números sólidos pra uma armadora de 1,83m que joga dos dois lados da quadra.

    E o mais interessante? Ela nem conversou com outros times. Zero reuniões. Quis ficar mesmo nas Aces, onde começou a carreira em 2019 como primeira escolha do draft.

    O trio que vale ouro continua junto

    Com a renovação da Jackie, o trio monstruoso das Aces tá preservado. Ela, A’ja Wilson (quatro vezes MVP) e Chelsea Gray (seis vezes All-Star) seguem juntas. Esse núcleo já conquistou três títulos em quatro anos, incluindo o de 2025.

    Sinceramente, acho que essa continuidade é fundamental. Química entre jogadoras desse nível não se constrói do dia pra noite, e as Aces sabem disso.

    Vocês acham que outros times vão conseguir quebrar essa hegemonia? Porque com esse trio renovado, vai ser osso duro de roer mesmo.

    O mais legal de tudo isso é que o contrato da Jackie marca uma nova era pra WNBA. Depois do novo acordo coletivo, a liga finalmente tá conseguindo pagar melhor suas estrelas. Era sobre tempo, né?

    Agora é ver se outras jogadoras vão conseguir romper essa barreira do milhão também. Aposto que a própria A’ja Wilson deve ser a próxima.

  • Jaquez voa até Phoenix pra ver irmã fazer história em título da UCLA

    Jaquez voa até Phoenix pra ver irmã fazer história em título da UCLA

    Cara, que momento sensacional! Enquanto o Miami Heat descansava no domingo, Jaime Jaquez Jr. não pensou duas vezes: pegou um avião e voou até Phoenix para ver sua irmã Gabriela fazer história na final do NCAA feminino.

    E que história! A UCLA conquistou seu primeiro título nacional feminino de todos os tempos, atropelando South Carolina por 79 a 51. Uma surra dessas que a gente adora ver quando é do nosso time, né?

    Gabriela foi um monstro na final

    A irmã mais nova do nosso querido Jaime simplesmente decidiu que seria dela mesmo. 21 pontos (8 de 14 arremessos), 10 rebotes e 5 assistências. Double-double com facilidade e ainda distribuiu bola pra galera. Sinceramente? Performance de gente grande nos momentos que mais importam.

    O mais legal é que ela entrou para um clube bem seleto: apenas a quinta jogadora na história a conseguir pelo menos 20 pontos, 10 rebotes e 5 assistências numa final nacional. Tá ao lado de lendas como Breanna Stewart e Dawn Staley — que, ironia do destino, era justamente a técnica do South Carolina que levou essa surra.

    Irmão babão e com razão

    Jaime não conseguia conter a emoção na entrevista depois do jogo. “Não tenho palavras para descrever. É uma sensação incrível, me sinto no topo do mundo só de ter assistido esse jogo”, disse o cara, claramente emocionado.

    E olha, ele tem toda razão de estar orgulhoso. Lembram que no ano passado a UCLA caiu no Final Four? Pois é, usaram aquela dor como combustível e voltaram mais fortes. Na minha visão, isso mostra o caráter dessa garota — e pelo visto é de família mesmo.

    “Não é todo dia que sua irmã joga uma final nacional, ainda mais pela sua alma mater”, completou Jaime. É, imagino mesmo que deve ser um mix de emoções absurdo ver sua irmãzinha brilhando no mesmo lugar onde você fez história também.

    Vocês imaginam a festa que deve estar rolando na casa dos Jaquez? Dois filhos fazendo sucesso no basquete universitário e profissional… Os pais devem estar explodindo de orgulho!

    Gabriela fechou a temporada senior com médias sólidas: 13.3 pontos, 5.4 rebotes e 2.0 assistências por jogo. Números que não gritam, mas quando importou mesmo — na final — ela apareceu grande. Isso que separa os bons dos especiais.

  • UCLA Destruiu South Carolina e Fez História no Basquete Feminino!

    UCLA Destruiu South Carolina e Fez História no Basquete Feminino!

    Cara, que noite foi essa em Cleveland! A UCLA simplesmente destruiu South Carolina por 79-51 e conquistou o primeiro título nacional da história do basquete feminino da universidade. E olha, não foi só uma vitória — foi uma demonstração de força total.

    Vocês conseguem imaginar a emoção da técnica Cori Close? A mulher esperou anos por esse momento, e quando finalmente chegou, o time dela não deu chance pro adversário. 79-51, gente. Setenta e nove a cinquenta e um!

    Dominação Total no Garrafão

    Lauren Betts foi simplesmente monstruosa no garrafão. A pivô da UCLA mostrou por que é uma das melhores do país, dominando completamente o lado defensivo e criando espaços ofensivos que deixaram South Carolina perdida em quadra.

    E sabe o que mais me impressionou? A forma como esse time joga junto. Nada de estrelismo, nada de forçar jogada individual. Foi basquete coletivo do início ao fim — exatamente o que você espera de um time campeão.

    South Carolina Não Conseguiu Reagir

    Sinceramente, eu não esperava ver South Carolina tomando uma surra dessas. Estamos falando de uma das potências do basquete feminino universitário, mas a defesa da UCLA foi simplesmente sufocante. Os Gamecocks não conseguiam nem respirar em quadra.

    Essa foi a segunda pior derrota de South Carolina na história do March Madness. Isso diz tudo sobre como a UCLA jogou ontem à noite. Foi um daqueles jogos em que tudo deu certo pro time vencedor.

    História Pura na Califórnia

    O mais emocionante de tudo isso é pensar na história da UCLA. Estamos falando da universidade de John Wooden, lenda do basquete universitário masculino. Agora as mulheres também têm sua bandeira no teto do ginásio.

    Ann Meyers Drysdale e todas as ex-jogadoras que ajudaram a construir esse programa devem estar chorando de emoção hoje. Décadas de trabalho finalmente coroadas com o título máximo.

    E aí, pessoal — vocês acham que a UCLA consegue repetir a dose ano que vem? Com esse time jogando desse jeito, não duvido de nada!

  • UCLA quebra jejum histórico e vai para primeira final da NCAA

    UCLA quebra jejum histórico e vai para primeira final da NCAA

    Cara, que jogaço absurdo! UCLA acabou de fazer história ao vencer o Texas por 51-44 e garantir sua primeira final de campeonato nacional da NCAA. Primeira vez, pessoal! Depois de anos tentando, as Bruins finalmente conseguiram.

    E olha, não foi bonito de se ver, não. Um jogo durão, travado, daqueles que a gente torce o nariz mas que mostra o quanto essas meninas querem ganhar. Lauren Betts foi o diferencial com 16 pontos e 11 rebotes — um double-double decisivo quando mais precisava.

    A revanche perfeita

    O mais louco dessa história? UCLA estava invicta até novembro, quando perdeu justamente para o Texas por 76-65. Desde então, foram 30 vitórias consecutivas. Trinta! E agora, na semifinal, conseguiram a revanche na hora que mais importava.

    “Tudo que você pode pedir é uma oportunidade de jogar seu melhor basquete por um campeonato nacional”, disse a técnica Cori Close. Simples assim, né? E elas tiveram essa chance.

    Ataque travado de ambos os lados

    Sinceramente, foi um dos jogos mais feios que já vi em uma Final Four. Madison Booker, a estrela do Texas, fez apenas 6 pontos em 3 de 23 arremessos. Três de vinte e três, gente! A menina errou 17 tentativas seguidas — recorde individual da Final Four.

    O técnico do Texas, Vic Schaefer, resumiu bem: “Não conseguimos acertar um arremesso hoje à noite”. Ele ainda disse que isso vai assombrar ele até o dia que morrer. Pesado, mas é assim mesmo — quando você chega tão perto e não consegue…

    UCLA não jogou bem também, viu? 23 turnovers é muita bola perdida para uma semifinal. Mas quando importou, no último quarto, elas fizeram uma sequência de 7-0 que decidiu tudo. Kiki Rice acertou uma bomba de três, Gabriela Jaquez fez a bandeja, e pronto — vantagem de dois dígitos.

    Final histórica pela frente

    Agora é UCLA contra South Carolina na final de domingo. Dois programas gigantes, mas com histórias bem diferentes. South Carolina já é campeã, UCLA nunca foi. Vocês acham que as Bruins conseguem completar essa jornada incrível?

    Lauren Betts disse uma coisa que me marcou: “No ano passado levamos aquela derrota muito a sério. Estou orgulhosa do crescimento e de como mantivemos um padrão alto o ano todo”. É isso aí — crescimento, resiliência, e agora uma chance histórica de ser campeã.

    Que final nos espera no domingo!

  • South Carolina acaba com temporada perfeita de UConn em jogo tenso

    South Carolina acaba com temporada perfeita de UConn em jogo tenso

    Olha, eu não esperava uma pancadaria dessas na Final Four feminina, mas South Carolina simplesmente destruiu o sonho perfeito de UConn ontem à noite. 62-48 para as Gamecocks, que acabaram com a invencibilidade das Huskies e avançaram para a final do campeonato nacional.

    E o mais louco? O técnico Geno Auriemma saiu da quadra sem cumprimentar ninguém de South Carolina depois de uma discussão feia com Dawn Staley no fim do jogo. Cara, nunca vi isso em uma Final Four.

    A vingança veio gelada

    As jogadoras de South Carolina carregaram essa sede de revanche desde a derrota na final do ano passado. A preparadora física Molly Binetti literalmente deixava o placar daquela final nas TVs da academia toda manhã às 6h. Imagina acordar e ver sua derrota todo santo dia?

    “A gente via isso na nossa cara, então mesmo eu não tendo vivido aquilo, eu tive que absorver essa dor porque sabia que era maior que eu”, disse Ta’Niya Latson, que chegou ao programa essa temporada.

    E funcionou. South Carolina desmontou um ataque que vinha fazendo 87 pontos por jogo. Sarah Strong, a jogadora do ano pela AP, ficou com míseros 11 pontos. Azzi Fudd, que é um monstro, conseguiu apenas 8 pontos em 3 de 15 arremessos. UConn terminou com 31% de aproveitamento nos arremessos – simplesmente não dava nada certo.

    O jogo ficou feio (literalmente)

    A partida foi física demais. South Carolina não arremessou muito melhor (37%), mas a defesa delas foi sufocante. No terceiro quarto rolou de tudo: Sarah Strong teve a camisa rasgada durante uma jogada – ela saiu com a 21 e voltou com uma 55 em branco porque não tinha reposição.

    Auriemma ficou pistola e desabafou ao vivo para a ESPN: “Foram seis faltas marcadas no quarto, todas contra a gente. E elas estão batendo pra caramba nas nossas jogadoras o jogo inteiro”. O cara estava realmente nervoso.

    Na minha visão, o jogo saiu de controle no terceiro quarto. South Carolina abriu 10 pontos, UConn respondeu com três bolas de três seguidas, mas as Gamecocks seguraram e foram para o último período com 5 pontos de vantagem.

    A discussão que ninguém esperava

    Quando o jogo acabou, Auriemma foi em direção a Staley para o cumprimento de praxe. Só que deu ruim. Os dois começaram a discutir ali mesmo, assistentes tiveram que intervir, e Auriemma simplesmente deu as costas e foi direto para o vestiário sem cumprimentar ninguém.

    Dawn Staley ficou na dela depois: “Não tenho ideia do que aconteceu. Mas vou te falar uma coisa: eu tenho caráter. Se fiz algo errado pro Geno, não foi de propósito”.

    Sinceramente? Nunca vi um técnico sair assim de uma Final Four. Auriemma é lenda do basquete feminino, mas ali ele pisou na bola. As jogadoras dele ficaram sozinhas na quadra enquanto ele já estava no vestiário.

    South Carolina vai para sua terceira final consecutiva sob Dawn Staley. Quatro finais em cinco anos – os números dessa mulher são absurdos. E vocês, acham que UConn volta mais forte na próxima temporada ou essa derrota vai marcar o programa?

  • JuJu Watkins voltando dos machucados e USC armando o maior time

    JuJu Watkins voltando dos machucados e USC armando o maior time

    Galera, que notícia boa pra começar o dia! JuJu Watkins, a estrela absoluta de USC, tá voltando forte da lesão no joelho e já dá pra ver que o bicho tá pegando no treino da seleção americana.

    A mina rompeu o ligamento cruzado anterior em março do ano passado, naquela eliminação dolorosa contra Mississippi State no March Madness. Foi de partir o coração, real. Mas agora? Ela tá treinando sem joelheira nenhuma no complexo do Phoenix Mercury, e pelo jeito que ela fala, dá pra sentir a confiança voltando.

    “Tô chegando na reta final”

    “A recuperação tá indo muito bem. Só mantendo o foco que logo estarei de volta. Tô chegando na reta final, então tô muito grata por isso”, disse ela. Cara, ouvir isso da JuJu é música pros ouvidos de qualquer fã de basquete feminino.

    E olha só a diferença: em dezembro ela assistiu tudo do banco no camp da Duke. Agora já tá na quadra, fazendo arremessos, movimentando. Sue Bird, que tá gerenciando a seleção, falou que ela tá “num lugar muito tranquilo, muito calma. Pronta pra voltar à quadra”.

    Sinceramente? Acho que essa lesão pode ter sido uma benção disfarçada pra ela. Não que eu deseje lesão pra ninguém, mas às vezes você precisa dar um passo atrás pra dar dois à frente.

    USC montando um time absurdo

    E por falar em dar passos à frente… Vocês viram o que USC tá montando pra próxima temporada? A coach Lindsay Gottlieb conseguiu a classe de recrutas número 1 do país, liderada pela Saniyah Hall – que é simplesmente a caloura mais cotada de todo o país.

    Imaginem só: JuJu Watkins 100% + a melhor classe de recrutas da nação. Isso aí pode dar muito pano pra manga no basquete universitário feminino. A JuJu já foi AP Player of the Year em 2024-25 e foi All-American duas vezes nas suas duas primeiras temporadas – a mina é monstro mesmo.

    “Tem muitas formas de melhorarmos. Muitas coisas que fazemos bem”, ela disse sobre assistir USC da arquibancada. “Conseguir ver as coisas de uma perspectiva diferente definitivamente me ajudou e me deu algumas coisas que posso continuar contribuindo pro time no próximo ano.”

    E aí, galera, acham que USC pode brigar pelo título nacional com JuJu de volta e esse time recheado de talentos? Eu tô começando a acreditar que sim. O basquete feminino tá cada vez mais competitivo e essa volta da JuJu pode ser o combustível que faltava pros Trojans decolarem de vez.

  • A’ja Wilson fica em Vegas com salário 700% maior – Que bomba!

    A’ja Wilson fica em Vegas com salário 700% maior – Que bomba!

    Gente, que notícia! A’ja Wilson acabou de confirmar que vai ficar no Las Vegas Aces para a temporada de 2026 da WNBA. E olha só o detalhe: ela vai ganhar $1,4 milhão na nova temporada — isso é um aumento de mais de 600% comparado aos $200 mil que ela recebia antes. Absurdo, né?

    A confirmação veio direto do training camp da seleção americana, onde a própria A’ja disse: “Eu amo Vegas, não vou sair de Vegas. Não estou olhando pra lugar nenhum, estou focada em ganhar outro título, em defender o campeonato que temos em Las Vegas.”

    Por que isso é tão importante?

    Olha, sinceramente eu não esperava que ela fosse sair mesmo — mas sempre rola aquela tensão quando uma estrela dessas vira agente livre, né? A’ja é simplesmente a melhor jogadora da liga atualmente. Em oito temporadas vestindo a camisa do Aces, ela já ganhou três títulos, quatro prêmios de MVP, três de Melhor Defensora e dois de MVP das Finais. É muita coisa!

    Na última temporada ela foi a cestinha da liga com 23,4 pontos por jogo, pegando ainda 10,2 rebotes. Números de monstro mesmo.

    O desafio agora é reconstruir o time

    Mas não vai ser moleza pro Aces manter o nível. O time praticamente precisa ser montado do zero — eles têm apenas uma jogadora com contrato garantido! Vão ter que correr atrás de renovar com Chelsea Gray, Jackie Young e outras peças importantes daquela campanha do título.

    E tem mais: na sexta-feira rola o draft de expansão da WNBA, onde eles podem perder até duas jogadoras. Complicado, hein?

    A’ja também está concentrada com a seleção americana nesta semana, tentando o quinto ouro consecutivo na Copa do Mundo. Ela já foi ouro nas duas últimas — inclusive em 2022 foi algo épico, porque ela se juntou ao time no meio do torneio depois de ganhar o título pelos Aces.

    Vocês acham que mesmo com essa reconstrução toda o Vegas consegue repetir o título? Com a A’ja ali no garrafão, eu não duvido de nada!

  • Ujiri vira dono do Toronto Tempo: volta à WNBA tem sede de título

    Ujiri vira dono do Toronto Tempo: volta à WNBA tem sede de título

    Olha só que notícia interessante: Masai Ujiri, aquele cara que montou o time dos Raptors que ganhou o título em 2019, agora virou sócio do Toronto Tempo, a nova franquia da WNBA que estreia nesta temporada. E cara, as motivações dele são bem profundas.

    Ujiri saiu dos Raptors no ano passado e desde então tem focado em projetos na África com sua organização Giants of Africa. Mas quando surgiu a oportunidade de entrar como dono no Tempo, ele não pensou duas vezes.

    A sede de ganhar outro título

    “Eu quero ganhar outro campeonato da NBA porque não consegui celebrar e ficar feliz por causa daquele incidente policial que aconteceu comigo”, disse Ujiri pra ESPN. Ele tá se referindo àquela confusão toda que rolou quando os Raptors ganharam o título em 2019.

    Lembram da história? Quando Toronto venceu Golden State, Ujiri quis entrar na quadra pra comemorar mas um policial barrou ele, alegando que não tinha as credenciais certas. Rolou empurra-empurra, processo na justiça… Uma bagunça que estragou a comemoração do cara.

    “Tem uma fome em mim por causa do que aconteceu”, explicou. “Quero ganhar de novo pra poder aproveitar de verdade.” Sinceramente, dá pra entender a frustração dele.

    Aposta forte no basquete feminino

    Agora Ujiri vai trabalhar novamente com Larry Tanenbaum, com quem conquistou aquele título histórico dos Raptors. A dupla acredita muito no crescimento do esporte feminino.

    “Acho que o esporte feminino está crescendo de forma incrível. Você vê isso na WNBA, no futebol, no hockey”, disse Ujiri. E olha, ele não tá errado não. A WNBA vem ganhando cada vez mais atenção, especialmente depois da chegada de jogadoras como Caitlin Clark.

    O mais legal é que Ujiri não vai só investir dinheiro. Ele tá lançando o “Tempo Rising”, um programa de mentoria global para treinadoras que se identificam como mulheres e pessoas não-binárias. Cara que entende de desenvolvimento, né?

    De dirigente a motorista de Uber dos filhos

    Uma coisa engraçada que ele contou: depois de 12 anos tendo motorista porque vivia no telefone trabalhando, agora virou o “motorista de Uber” dos próprios filhos. Ficou levando eles pros treinos enquanto tocava os projetos na África.

    “Foi extremamente corrido”, disse sobre esse ano longe da NBA. “Consegui focar na minha família… mas também estive trabalhando em instalações e infraestrutura no continente.”

    E aí, vocês acham que Ujiri vai conseguir esse segundo título que tanto quer? Com Toronto Tempo na WNBA e quem sabe uma volta à NBA no futuro? O cara definitivamente tem fome de vitória.

  • Duke elimina LSU com arremesso incrível no último segundo

    Duke elimina LSU com arremesso incrível no último segundo

    Cara, que final absurdo de jogo! Ashlon Jackson simplesmente decidiu virar heroína e mandou uma bomba de 3 pontos no último segundo para classificar Duke às quartas de final do March Madness feminino. Duke 87 x 85 LSU. Puro drama.

    Olha, eu tava acompanhando esse jogo e quando vi que LSU tinha virado com 9 segundos no relógio, pensei “acabou pro Duke”. Mikaylah Williams tinha acabado de fazer dois lances livres e colocado as Tigers na frente. Aí que a magia aconteceu.

    O arremesso que parou Sacramento

    Com 2.6 segundos restantes, Duke tinha posse de bola. A bola foi pra Ashlon Jackson na lateral, bem na frente do banco do Duke. Ela fingiu pro corpo da Flau’Jae Johnson e — PÁ! — mandou a bomba que bateu na borda do aro, deu aquela voltinha de matar o coração e caiu. Puro cinema.

    Jackson terminou com 21 pontos, mas foram esses 3 finais que vão ficar na memória pra sempre. Duke (27-8) agora enfrenta UCLA nas quartas, e sinceramente? Depois de um final desses, esse time tá com uma confiança absurda.

    LSU fez sua parte, mas não foi suficiente

    As Tigers jogaram pra caramba. MiLaysia Fulwiley foi um monstro com 28 pontos, e Mikaylah Williams colaborou com 22. LSU (29-6) chegou a estar perdendo por 11 pontos no último quarto e conseguiu virar — só não conseguiu segurar.

    O que mais me impressiona é que essa LSU vinha de uma campanha histórica, marcando mais de 100 pontos em 16 jogos na temporada (recorde da NCAA). Kim Mulkey, com aquele terno roxo cheio de paetês que só ela mesmo usa, tentou de tudo no banco, mas não deu.

    Duke, por outro lado, mostrou que aquela derrota pro LSU no começo da temporada foi aprendizado. Desde aquela queda (que deixou eles com 3-6), os Blue Devils ganharam 24 dos últimos 26 jogos. Isso é de outro mundo.

    Taina Mair e Toby Fournier fizeram 22 pontos cada uma pelo Duke. Time equilibrado, time perigoso. E aí, vocês acham que Duke consegue passar de UCLA nas quartas? Vai ser outro jogaço garantido.