Tag: basquete juvenil

  • Arizona perde Koa Peat pro Draft apesar de oferta milionária

    Arizona perde Koa Peat pro Draft apesar de oferta milionária

    Cara, a era dos contratos milionários no basquete universitário chegou pra valer, mas nem sempre é suficiente. Tommy Lloyd, técnico do Arizona, acabou de perder Koa Peat pro Draft da NBA, mesmo depois de toda essa revolução do NIL que permite universidades ofereceram fortunas para segurar seus craques.

    Olha só o cenário maluco que temos hoje: Florida segurou Thomas Haugh com um pacote de quase $10 milhões. Dez milhões! UConn fez o mesmo com Braylon Mullins por uns $4-5 milhões. É mais do que esses caras receberiam no primeiro ano da NBA. Mas Peat? Decidiu partir mesmo assim.

    O dilema do técnico moderno

    Lloyd tava literalmente checando o celular durante uma coletiva de imprensa ontem, esperando a decisão do Peat. Imagina a tensão? O cara ajudou o Arizona a chegar na Final Four pela primeira vez desde 2001 – primeira vez em mais de 20 anos, mano! – e agora tem que decidir entre ficar ou realizar o sonho da NBA.

    “É a corrida do jogador, e você tem que respeitar”, disse Lloyd. E ele tem razão. Na cabeça do Peat, provavelmente pesou muito essa questão do segundo contrato. Quanto mais cedo você chegar na liga, mais cedo pode brigar por aquele segundo contrato gordão.

    Sinceramente? Eu entendo os dois lados. De um lado, o Arizona provavelmente ofereceu uma grana absurda – estamos falando de milhões. Do outro, o sonho NBA não tem preço mesmo.

    A nova realidade do basquete universitário

    O que mais me impressiona é como mudou tudo. Antigamente, se você era primeira rodada garantida, era ridículo pensar em voltar pra faculdade. Hoje? As universidades estão literalmente comprando de volta seus astros com contratos que fazem inveja a muito veterano da NBA.

    Lloyd admitiu que é uma linha tênue de se navegar. “Técnicos universitários sempre parecem egoístas quando tentam manter jogadores no programa”, ele disse. E não tá errado não. Deve ser um saco ter que equilibrar o que é melhor pro garoto com o que é melhor pro seu time.

    Vocês acham que essa guerra de ofertas vai continuar crescendo? Porque, olha, se $10 milhões não seguram mais ninguém, onde isso vai parar? O Peat era o segundo maior pontuador do Arizona na temporada passada (14.1 pontos, 5.6 rebotes), e mesmo assim preferiu tentar a sorte no Draft.

    No final das contas, é isso aí. O garoto fez sua escolha, e agora é torcer pra que dê certo na NBA. E o Arizona? Bem, vai ter que encontrar outro jeito de repetir aquela campanha histórica de 2024.

  • Draft 2026: Galera voltou pra faculdade e mudou tudo

    Draft 2026: Galera voltou pra faculdade e mudou tudo

    Cara, que reviravolta no Draft 2026 da NBA. Ontem foi o deadline pra galera da faculdade decidir se ficava no draft ou voltava pro college — e olha, foi um verdadeiro vai-e-vem que mudou completamente o cenário.

    A surpresa mesmo foi ver tantos caras que poderiam ser escolhidos na primeira rodada decidindo voltar pra universidade. Amari Allen do Alabama, que tava no top 30, resolveu seguir o mesmo caminho que Labaron Philon fez no ano passado: voltou pro college, melhorou o jogo e agora pode virar lottery pick em 2027.

    Sinceramente? Tô achando essa decisão muito inteligente. O cara entendeu que pode melhorar sua posição e ainda por cima o draft de 2027 vai ser mais fraco — matemática simples.

    O dinheiro mudou o jogo

    Vamos falar a real aqui: o NIL (Name, Image, Likeness) mudou tudo no basquete universitário americano. Hoje em dia, um jogador pode ganhar mais grana ficando na faculdade do que sendo escolhido na segunda rodada da NBA. É absurdo, mas é a realidade.

    Patrick Ngongba II (Duke), Moteijus Krivas (Arizona), Braylon Mullins (UConn) — todos com potencial de primeira rodada, todos voltando pro college. E não é só eles não, tem uma lista gigante de caras que poderiam ter declarado e nem se deram ao trabalho.

    A bomba mesmo foi Tounde Yessoufou, que não só saiu do draft como já assinou com St. John’s de uma vez só. Esse moleque era considerado talento de primeira rodada!

    Draft ficou mais raso, mas abriu oportunidades

    Com essa debandada toda, o draft de 2026 ficou bem mais raso do que a gente imaginava. Na nossa big board atualizada, depois do 31º colocado você só encontra veteranos que já se formaram ou jogadores internacionais. Os outros 69 nomes são todos caras sem eligibilidade restante no college.

    Mas olha o lado positivo: isso significa que veteranos como Tarris Reed Jr., Zuby Ejifor, Joshua Jefferson e Alex Karaban têm chances muito melhores de conseguir um dos 30 contratos garantidos da primeira rodada.

    O topo continua absurdamente forte — AJ Dybantsa (BYU) segue na primeira posição, seguido por Darryn Peterson (Kansas) e Cameron Boozer (Duke). Esses três são monstros mesmo e vão fazer a diferença onde quer que caiam.

    E aí, o que vocês acham dessa mudança toda? Será que os times vão ter que ajustar suas estratégias de draft agora que o talento ficou mais concentrado no topo? Uma coisa é certa: 2026 vai ser um draft histórico, mas por motivos que ninguém esperava.

  • Kendrick Perkins partiu pra briga no AAU do filho e já avisa: vai rolar mais

    Kendrick Perkins partiu pra briga no AAU do filho e já avisa: vai rolar mais

    Gente, o Kendrick Perkins não mudou nada mesmo. O cara que a gente conhece da ESPN, que fala o que quer na TV sem filtro, quase partiu pra pancadaria num jogo de basquete juvenil do filho dele no fim de semana. E ainda por cima avisou que vai fazer de novo se precisar!

    A confusão rolou em Norman, Oklahoma, durante um jogo do circuito AAU. O time do Perk, o YPG Perkins, tava pegando pesado com o Swaveway Playaz — aquelas faltas duras que a gente sabe como é no basquete americano. Mas aí pintou uma falta que não teve nada a ver com basquete, e o ex-pivô dos Celtics simplesmente surtou.

    Precisou de três pessoas pra segurar o gigante

    Imagina a cena: um cara de 2,08m e 120 quilos partindo pra cima dos técnicos adversários, gritando e precisando de três pessoas pra ser contido. A polícia local teve que intervir pra acalmar os ânimos, mas pelo menos ninguém foi preso.

    O mais engraçado é a resposta dele no Twitter quando o vídeo viralizou: “Isso mesmo, e provavelmente não vai ser a última vez! Vou proteger cada garoto da minha organização como se fossem meus próprios filhos.”

    Cara, eu entendo a posição de pai do Perk, mas imagina ser técnico adversário e ver esse monstro de quase 41 anos partindo pra cima de você? Deve ser aterrorizante!

    Histórico de confusões no AAU

    E olha que não é a primeira vez que ele se envolve em treta no basquete juvenil. Em 2023, o cara foi expulso de outro jogo por discutir com os árbitros. Segundo ele, só queria uma explicação do porquê um dos seus jogadores foi expulso, mas o juiz ignorou ele. Aí você já sabe né — dupla técnica e rua.

    É engraçado pensar que esse mesmo cara que dava porrada no Kevin Garnett nos playoffs agora tá técnico de criança e continua com o mesmo temperamento explosivo. 14 temporadas na NBA, campeão pelos Celtics em 2008, peça importante naquele Thunder com Durant e Westbrook… e ainda tá aí causando no AAU.

    Vocês acham que ele consegue se controlar nas próximas ou vai mesmo partir pra mais confusão? Conhecendo o Perk, eu apostaria na segunda opção!