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  • Yessoufou desiste do Draft e vai para St. John’s – decisão surpreendente

    Yessoufou desiste do Draft e vai para St. John’s – decisão surpreendente

    Olha, eu não esperava essa. Tounde Yessoufou, que todo mundo achava que seria escolha de primeira rodada no Draft da NBA, decidiu recuar e vai jogar por St. John’s na próxima temporada. A notícia saiu pelo Shams Charania da ESPN e sinceramente me pegou de surpresa.

    O que aconteceu com o garoto?

    Yessoufou tinha tudo pra ser selecionado no primeiro round do Draft. Ex-McDonald’s All-American (que é tipo ser convocado pra seleção aqui no Brasil), o moleque fez uma temporada monstro como calouro em Baylor: 17.8 pontos e 5.9 rebotes por jogo. Números absurdos pra um freshman.

    Mas aí que tá — às vezes o mercado não está do seu lado, né? Talvez ele não tenha recebido as garantias que queria dos times da NBA, ou talvez tenha percebido que mais um ano de college poderia valorizar ainda mais seu draft stock.

    St. John’s ganha um reforço de peso

    E o St. John’s? Cara, que contratação. Imagina você ser técnico e de repente ter um cara que poderia estar na NBA chegando no seu time. É como se o Flamengo conseguisse contratar um jogador que estava quase indo pra Europa.

    Yessoufou vai ser a principal estrela dos Red Storm na próxima temporada, sem dúvida. Com os números que ele fez em Baylor, dá pra esperar que ele domine ainda mais em St. John’s. E vocês acham que ele consegue levar o time pros playoffs do March Madness?

    Na minha visão, foi uma decisão inteligente. Às vezes é melhor ser o cara principal de um time por mais um ano do que ir pro Draft sem garantia nenhuma. O moleque tem só 19 anos, tem tempo de sobra pra realizar o sonho da NBA.

    Agora é torcer pra ele fazer uma temporada ainda melhor e se garantir como lottery pick no Draft de 2025. Porque talento ele tem de sobra.

  • Ex-draft da NBA que estreou em Baylor vai para o portal de transferências

    Ex-draft da NBA que estreou em Baylor vai para o portal de transferências

    Olha só que situação bizarra: James Nnaji, o pivô nigeriano de 2,13m que fez história ao se tornar o primeiro jogador draftado pela NBA a jogar basquete universitário, já está de saída de Baylor. Cara, nem completou uma temporada inteira e já quer vazar!

    O moleque de 21 anos entrou no portal de transferências depois de uma passagem bem apagada pelos Bears. Foram apenas 18 jogos, média de 1,4 pontos em 8 minutos por partida. Sinceramente? Esperava bem mais de alguém que foi escolhido na posição 31 do Draft de 2023.

    A polêmica que balançou o college

    A chegada do Nnaji em Baylor no meio da temporada foi um dos maiores pepinos que o basquete universitário já viu. O cara tinha passado anos no Barcelona, foi draftado pelos Pistons (mas seus direitos acabaram com os Knicks), jogou Summer League… e de repente apareceu querendo jogar college aos 21 anos?

    A NCAA virou um caos total. John Calipari do Arkansas pediu explicações, Dan Hurley de UConn reclamou da falta de regras claras, e Tom Izzo do Michigan State mandou um “que vergonha, NCAA” que ecoou por todo o país. E olha que eu concordo com eles — como deixa um cara que já foi draftado jogar contra moleques de 18 anos?

    A única coisa que salvou o Nnaji foi nunca ter assinado um contrato na NBA. Tecnicamente, ele ainda era “amador”. Mas convenhamos, é uma linha bem tênue entre profissional e amador quando você joga Summer League há dois anos, né?

    Rendimento decepcionante

    Baylor apostou alto no nigeriano para fortalecer o garrafão, mas a coisa não funcionou. O time terminou com 17 vitórias e 17 derrotas — uma das piores campanhas recentes dos Bears. E o Nnaji? Bom, 69% de aproveitamento nos arremessos não compensa quando você mal toca na bola.

    O mais louco é que ele abriu precedente para outros casos esquisitos. Charles Bediako conseguiu voltar para Alabama depois de DOIS ANOS longe, mas pelo menos o cara teve números decentes: 10 pontos, 4,6 rebotes por jogo.

    E aí, vocês acham que algum time vai apostar no Nnaji na próxima? O cara tem o físico, tem 21 anos, mas essa primeira experiência no college não foi nada animadora. Talvez precise de um programa que dê mais minutos e confiança para mostrar seu real potencial.

    Uma coisa é certa: essa história toda mudou para sempre a relação entre NBA e basquete universitário. A NCAA já está correndo atrás de novas regras para evitar mais situações assim. Mas para o Nnaji, o importante agora é encontrar um lugar onde possa realmente jogar bola.