Tag: Baylor Scheierman

  • Baylor Scheierman e a arte de ser útil: o rookie que virou peça importante

    Baylor Scheierman e a arte de ser útil: o rookie que virou peça importante

    Olha, vou ser honesto com vocês: eu não acreditava muito no Baylor Scheierman no começo da temporada. E não era nem descrença, sabe? Era mais uma questão de não saber onde enfiar o cara.

    Com a maioria dos jogadores, mesmo os imperfeitos, seu cérebro consegue colar uma etiqueta rapidinho. Jordan Walsh é aquela ala caótica e comprida. Hugo González é pura energia defensiva. Sam Hauser é o cara dos arremessos de 3. Mas o Baylor? Cara, o cara não me dava essa facilidade.

    A evolução que ninguém viu chegando

    Scheierman chegou na temporada com aquele brilho da Summer League, um cabelo despenteado que gerou muito hate nas redes sociais, e um jogo que mudava de forma dependendo da posse de bola. Às vezes parecia um arremessador. Outras vezes, um stopper defensivo. Na maioria do tempo, parecia alguém que tinha sido jogado num jogo da NBA depois de passar a tarde jogando no campinho da esquina.

    Mas sabe o que aconteceu? No final da temporada, essa falta de um rótulo limpo parou de ser um problema e virou justamente o ponto forte dele.

    Os números da temporada não são de outro mundo: 5.5 pontos, 3.5 rebotes e 1.5 assistências em 18.6 minutos por jogo. Mas a evolução conta a história real.

    Como rookie na temporada 24-25, ele converteu 35.5% dos arremessos de quadra e apenas 31.7% das bolas de três. Nesta temporada? Saltou para 45.3% e 39.9%, respectivamente. O true shooting dele subiu de 49.0 para 61.6. Os minutos foram de 12.4 para 18.6 por jogo.

    O crescimento constante que impressiona

    A melhora não chegou de uma vez só, foi mais como uma torneira pingando ao longo da temporada. 10 pontos e 13 rebotes barulhentos contra os Knicks em 8 de fevereiro (desculpa por ter que mencionar esses caras). Outro double-double com 16 pontos e 10 rebotes contra os Cavs em 8 de março. E o ponto alto: 30 pontos na última partida da temporada regular numa vitória gostosa do banco contra o Magic.

    Na entrevista de saída, Scheierman descreveu sua temporada como “um nível constante de crescimento durante todo o ano”. Parece chato? Talvez. Mas é provavelmente a maneira mais precisa de descrever o que realmente aconteceu.

    O cara simplesmente foi ficando mais confortável até os Celtics estarem usando ele em jogos importantes e ninguém mais questionando. E isso importa porque o jogo do Scheierman pode ser meio arriscado – ele joga com uma confiança que às vezes chega antes da justificativa. Eu respeito. Eu temo. Entendo por que o Joe Mazzulla às vezes parece estar fazendo conta de dividir na cabeça antes de colocar o Baylor em quadra.

    Confiança conquistada na marra

    O engraçado é que os Celtics começaram a confiar nele também. Depois que Scheierman fraturou o polegar, toda a sua comemoração se resumia a um bom e velho joinha. Olhando pra trás, tem algo perfeito nisso. A temporada do Baylor não foi especialmente barulhenta. Não foi suave o suficiente para ser entediante nem explosiva o suficiente para ser óbvia.

    Simplesmente continuou mandando um joinha até você finalmente ter que reconhecer que a jogada estava funcionando.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter esse crescimento na próxima temporada? Sinceramente, acho que o cara encontrou seu lugar no time. Não como uma estrela, mas como aquela peça útil que todo time campeão precisa ter.

  • Celtics viraram uma fábrica de talentos – e isso é absurdo

    Celtics viraram uma fábrica de talentos – e isso é absurdo

    Cara, vocês viram o que rolou no último jogo dos Celtics da temporada regular? Time descansou OITO titulares contra o Orlando Magic e mesmo assim ganhou de 113-108. Isso não é sorte — é pura ciência.

    O Baylor Scheierman, que foi draftado lá no finalzinho da primeira rodada em 2024, meteu 30 pontos. Career high do cara! Ron Harper Jr., que nem conseguia minutos no Toronto e Detroit, explodiu com 27 pontos poucos dias depois de ter seu contrato two-way convertido pra standard. E o Luka Garza? 27 pontos e 12 rebotes depois de não conseguir se firmar em Minnesota.

    O “Stay Ready Group” não é brincadeira

    Olha, eu acompanho a NBA há anos e nunca vi uma máquina de desenvolvimento como essa dos Celtics. Eles literalmente chamam o banco de “Stay Ready Group” (Grupo Fique Pronto). Payton Pritchard era pick 26 em 2020, Sam Hauser nem foi draftado, Jordan Walsh foi pick 38 em 2023. Todos viraram jogadores importantes.

    E tem mais: Hugo Gonzalez, um moleque de 20 anos que foi pick 28 este ano, já mostrou que tem potencial de two-way player em várias ocasiões. Isso é desenvolvimento acelerado, monstro.

    Neemias Queta é o exemplo perfeito

    Mas se vocês querem um case de sucesso, olhem pro Neemias Queta. O português estava na geladeira depois que o Sacramento dispensou ele em 2023. Boston deu uma chance — e cara, que transformação! O maluco virou titular no garrafão dos Celtics e teve uma temporada tão boa que quase levou o Most Improved Player.

    Na minha opinião, isso mostra como o ambiente faz diferença. Queta tinha talento, só precisava do lugar certo pra florescer.

    O Brad Stevens, presidente de operações do time, soltou uma que resume tudo: “Se você não está melhorando aqui, o problema pode ser seu”. Meio pesado, mas é a real. Os Celtics criaram um sistema onde, se você se dedicar, vai virar jogador de NBA de verdade.

    E aí, vocês acham que outros times conseguem replicar isso? Porque sinceramente, Boston tá anos-luz na frente no quesito desenvolvimento de jogadores.

  • Reservas do Celtics mandam Magic pro play-in contra os 76ers

    Reservas do Celtics mandam Magic pro play-in contra os 76ers

    Cara, que final de temporada maluco! O Boston Celtics jogou com praticamente todo mundo no banco — Tatum, Brown e companhia assistindo da arquibancada — e mesmo assim conseguiu quebrar os sonhos do Orlando Magic de garantir mando de quadra nos playoffs.

    Scheierman e Garza brilham quando importa

    Baylor Scheierman fez a partida da vida dele: 30 pontos, recorde pessoal. Luka Garza não ficou atrás com 27 pontos e ainda acertou aquela bola de 3 decisiva faltando 31 segundos pro fim. Ron Harper Jr. também entrou na festa com 27 pontos. Sinceramente, quando você vê esses caras que normalmente mal entram em quadra fazendo esse tipo de performance, é impossível não admirar a profundidade do elenco de Boston.

    Do lado do Magic, Paolo Banchero fez um triple-double (23 pontos, 11 assistências e 10 rebotes) e Jalen Suggs contribuiu com 23 pontos, mas não foi o suficiente. Orlando vinha embalado com cinco vitórias seguidas e parecia que ia conseguir aquela posição confortável como 7º colocado no Leste.

    Magic vai pegar os 76ers na estrada

    Agora a situação ficou complicada pro Magic. Com essa derrota, eles caíram pra 8ª posição (45-37) e vão ter que enfrentar o Philadelphia 76ers fora de casa no play-in. Olha, eu não esperava essa reviravolta toda no final da temporada regular.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue se recuperar dessa pancada psicológica e passar pelo play-in? Porque uma coisa é certa: jogar contra os Sixers na Filadélfia não vai ser nada fácil.

    Outras partidas que chamaram atenção

    Enquanto isso, o Detroit Pistons — que virou o primeiro colocado no Leste, acredita se quiser — meteu 133 nos Pacers. Paul Reed foi perfeito: 11/11 nos arremessos de quadra, 26 pontos. Absurdo de eficiência.

    O Miami Heat também se preparou bem pro play-in, goleando o Hawks por 143 a 117. Jaime Jaquez Jr. marcou 26 saindo do banco e tá brigando forte pelo prêmio de sexto homem do ano. Bam Adebayo e Norman Powell também mandaram bem com 25 cada um.

    No final das contas, essa última rodada mostrou que na NBA não existe jogo fácil. Mesmo com os reservas, o Celtics conseguiu estragar os planos de Orlando. Basquete é isso aí — nunca se sabe o que pode acontecer.

  • As 5 jogadas mais inteligentes dos Celtics na semana – QI absurdo!

    As 5 jogadas mais inteligentes dos Celtics na semana – QI absurdo!

    Cara, vocês sabem que eu sou viciado nessas jogadas que não aparecem no SportsCenter, né? Aquelas que fazem os malucos do basquete levantarem da cadeira gritando “GENIAL!” enquanto todo mundo fica perdido. Pois é, os Celtics tiveram uma semana repleta dessas pérolas.

    A franquia de Boston fez 2-1 na semana (vitórias sobre Thunder e Hawks, derrota pros Timberwolves), mas o que me chamou atenção mesmo foram essas jogadas de QI estratosférico. Sério, algumas dessas você poderia fazer no seu rachão de domingo – se tivesse o cérebro do pessoal lá.

    Brown dominando no físico

    O Jaylen Brown tá num nível absurdo esse ano, gente. A jogada contra o McDaniels foi uma aula de como usar a fisicalidade a seu favor. O cara simplesmente pegou a bola e partiu pra cima do defensor que tava desatento – boom, enterrada no peito. É isso que eu chamo de “stampede catch” – quando você pega e já sai trucidando.

    Mas o que me deixou mais impressionado foi ver a evolução do Jaylen no garrafão. Aquele movimento dele, controlando a pegada com a direita e mudando o peso pro lado esquerdo… mano, isso é coisa de veterano esperto. O cara tá assistindo highlights do Donovan Mitchell ou coisa assim, porque essa finalização foi de filme.

    Pritchard ensinando como ser gigante sendo pequeno

    Payton Pritchard rebotejando é uma das coisas mais bonitas de se ver na NBA atualmente. Sinceramente, eu fico besta vendo como um cara de 1,85m consegue disputar rebote com gigantes. A jogada que ele fez essa semana foi didática – literalmente um livro de como fazer bloqueio no rebote.

    O maluco não só acompanhou a trajetória da bola perfeitamente, como continuou empurrando o marcador enquanto ela ainda tava no ar. Resultado? Posição privilegiada pra pegar o rebote mesmo sendo o menor em quadra. Quem tem filho jogando basquete, mostra esse vídeo pra ele.

    Scheierman surpreendendo geral

    Olha, eu confesso que não esperava muito do Baylor Scheierman na defesa quando ele chegou. O relatório do draft falava que ele ia sofrer contra armadores rápidos e jogadores maiores. Mas o Mazzulla confiou no moleque, e cara… que decisão inteligente!

    Ver ele marcando o Shai Gilgeous-Alexander foi surreal. Aquela cutucada na bola seguida da retirada rápida dos braços quando o SGA tentou forçar a falta? Pura malícia. É disso que o basquete de alto QI é feito.

    Mas a jogada número 1 mesmo foi aquela troca de marcação que virou marca registrada dos Celtics. Esse “peel switch” que eles fazem é uma obra de arte tática. Quando o armador adversário vai pro meio da quadra, eles trocam as marcações de um jeito tão suave que parece telepatia. O resultado? Adversário perdido que nem pivete de escolinha.

    E aí, qual dessas jogadas vocês acham que foi a mais genial? Eu ainda tô dividido entre o QI do Pritchard no rebote e essa defesa coordenada que tá deixando times inteiros no chinelo.