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  • Kansas fisga o futuro número 1 do Draft 2027 em guerra épica

    Kansas fisga o futuro número 1 do Draft 2027 em guerra épica

    Cara, que disputa foi essa! Tyran Stokes, o garoto que todo mundo aponta como a primeira escolha do Draft de 2027, acaba de anunciar que vai jogar em Kansas. E olha, não foi moleza não — Kentucky lutou até o fim nessa guerra de recrutamento.

    Stokes é um ala de 1,98m que joga em Seattle e, sinceramente, o hype em cima dele é real. O moleque já vem sendo considerado o melhor da sua turma há quase dois anos. Imagina a pressão!

    Bill Self monta um time de outro planeta

    Isso dá a Bill Self a possibilidade de ter o número 1 do Draft pelo segundo ano seguido — ano passado foi Darryn Peterson. Kansas agora tem a segunda melhor classe de recrutamento do país. Absurdo, né?

    O que mais me impressiona é que Kentucky parecia estar na frente no começo. Mark Pope e sua equipe brigaram de igual pra igual, mas Kansas conseguiu virar o jogo conforme a temporada foi avançando. Uma visita oficial de última hora a Lexington ainda deu esperança pros Wildcats, mas não rolou.

    Os números não mentem

    E por que tanto barulho em cima do Stokes? Olha só os números dele no circuito Nike EYBL: 22,4 pontos, 10,2 rebotes e 3,7 assistências por jogo. Aproveitamento de 51% nos arremessos e mais de 10 lances livres por partida. O cara faz de tudo na quadra.

    O estilo de jogo dele lembra o Deni Avdija, do Portland Trail Blazers — um jogador que cria jogadas, rebote, pontua. Versatilidade total. Ah, e detalhe: ele fez 63 pontos em uma partida na última temporada do colégio, com assistentes técnicos de Kansas e Kentucky na arquibancada. Timing perfeito!

    Stokes já tem três medalhas de ouro representando os Estados Unidos, incluindo a mais recente no Mundial Sub-19 da FIBA. O moleque começou a receber ofertas de universidades importantes antes mesmo de começar o primeiro ano no colégio na Califórnia. É ou não é monstro?

    E aí, vocês acham que Kansas vai conseguir desenvolver mais um futuro astro da NBA? Com Self no comando e essa classe de recrutamento, eu tô empolgado pra ver o que vem por aí em Lawrence.

  • Kansas pescou o peixe grande: Tyran Stokes escolhe os Jayhawks

    Kansas pescou o peixe grande: Tyran Stokes escolhe os Jayhawks

    Gente, aconteceu o que todo mundo estava esperando — e Kansas saiu ganhando feio. Tyran Stokes, o prospect número 1 do país, anunciou ontem no ‘Inside the NBA’ que vai jogar pelos Jayhawks. E olha, essa foi a maior vitória da offseason no basquete universitário americano.

    O moleque de Seattle tinha todo mundo na cola: Kentucky, Oregon, Louisville, USC… mas no final das contas, escolheu Lawrence. E não é pra menos — Bill Self sabe como ninguém vender o peixe pra esses caras que sonham com a NBA.

    O que esse garoto tem de especial?

    Cara, Tyran Stokes é simplesmente um monstro. Com 2,01m e 104kg, o pivô tem um jogo completo que assusta qualquer defesa. Na temporada passada pelo Rainier Beach, em Seattle, o cara teve médias absolutamente surreais: 31 pontos, 13 rebotes, 6 assistências e 4 roubadas de bola por partida.

    Trinta e um pontos de média! E teve um jogo que ele meteu 63 pontos. Sessenta e três, galera. Isso é coisa de videogame.

    O que mais impressiona é a versatilidade — ele domina o garrafão mas também tem mão boa no perímetro. Defende bem, rouba bola, distribui assistências… É daqueles jogadores que fazem tudo em quadra. Não à toa já tem gente especulando que pode ser a primeira escolha do Draft de 2027.

    Kansas precisava disso urgentemente

    Sinceramente, essa contratação veio na hora certa para os Jayhawks. O time de Bill Self passou quatro anos seguidos caindo antes do Sweet 16 — uma eternidade para um programa acostumado a brigar por títulos. A eliminação precoce no torneio de março passado até fez rolar rumores de aposentadoria do técnico.

    Mas Self decidiu ficar para a 24ª temporada (absurdo, né?) e agora tem em mãos uma recruiting class que pode mudar tudo. Além do Stokes, Kansas pescou o armador cinco estrelas Taylen Kinney, mais outros talentos como Davion Adkins, Trent Perry e Luke Barnett.

    A turma do portal de transferências também reforçou o elenco com Keanu Dawes (Utah), Christian Reeves (Charleston) e Leroy Blyden Jr. (Toledo). No papel, é um time pra brigar pelo título nacional.

    O grande lance é que Kansas perdeu uma galera importante — Darryn Peterson declarou pro Draft, Flory Bidunga, Melvin Council Jr. e Bryson Tiller também vazaram. Stokes chega justamente pra preencher esse vazio e trazer aquela qualidade de elite que o programa precisa.

    Vocês acham que Kansas volta a incomodar no March Madness? Porque se esse Stokes for tudo isso que dizem, os Jayhawks podem surpreender em 2027. E olha que faz tempo que Lawrence não vê uma empolgação dessas na torcida.

  • Bill Self fica no Kansas até 2027 após sustos cardíacos

    Bill Self fica no Kansas até 2027 após sustos cardíacos

    Galera, respirem aliviados — Bill Self vai continuar no Kansas! O técnico de 63 anos anunciou nesta quarta que fica à frente dos Jayhawks na próxima temporada, colocando fim a semanas de ansiedade entre os fãs.

    Sinceramente, não era certeza que ele ia voltar. Depois da eliminação precoce na March Madness (cara, perder pra St. John’s doeu), Self deixou no ar que precisava conversar com a família sobre o futuro. E não era pra menos.

    Os sustos que assombraram Lawrence

    O bagulho é sério: desde 2023, Self já passou por quatro procedimentos cardíacos. Quatro! Em 2023, teve que colocar dois stents depois de ser internado com dores no peito e problemas de equilíbrio. Perdeu o torneio da Big 12 e a March Madness inteira.

    No ano passado, mais dois stents. Em janeiro, foi parar no hospital de novo e perdeu o jogo contra Colorado. Imaginem a pressão que deve ser treinar no mais alto nível com esses problemas de saúde.

    “Eu amo o que faço. Mas quero me sentir bem fazendo isso”, disse ele após a eliminação. Mano, dá pra entender perfeitamente a hesitação.

    Por que isso importa tanto?

    Bill Self não é qualquer técnico. São 855 vitórias em 33 temporadas, dois títulos nacionais pelo Kansas e quatro Final Fours desde que chegou em Lawrence em 2003. O cara É o Kansas moderno.

    E olha, o timing da decisão é perfeito. O portal de transferências abre na terça, logo depois da final nacional. Agora os calouros e veteranos sabem que vão ter continuidade no comando. Isso vale ouro no basquete universitário atual, onde tudo muda o tempo todo.

    “Continuo focado e comprometido com Kansas e competindo por um título nacional”, disse Self no comunicado. Com “clareza renovada”, segundo ele.

    Vocês acham que ele consegue mais um título antes de pendurar as chuteiras? Com a saúde em primeiro lugar, claro, mas o cara ainda tem fome de vencer. E convenhamos, ver Self comandando Allen Fieldhouse por mais alguns anos é um presente pro basquete universitário.

  • Bill Self pode pendurar as chuteiras após eliminação no March Madness

    Bill Self pode pendurar as chuteiras após eliminação no March Madness

    Cara, nunca pensei que estaria escrevendo isso sobre Bill Self. O técnico do Kansas, aos 63 anos, deixou no ar uma possível aposentadoria após a eliminação dolorosa para St. John’s por 67-65 na segunda rodada do March Madness.

    E olha, não é por birra ou frustração com o time. Self foi bem claro: é uma questão de saúde. “Preciso ser capaz de fazer isso me sentindo bem e saudável para fazer um trabalho decente”, disse o veterano técnico. Sinceramente, isso me pegou desprevenido.

    A saúde em primeiro lugar

    Quem acompanha o basquete universitário sabe que Self vem lidando com problemas de saúde nos últimos anos. O cara foi hospitalizado em janeiro — isso não é brincadeira. Aos 63, depois de décadas na beira da quadra, o corpo cobra mesmo.

    “Vou voltar pra casa, conversar com a família e ver o que está acontecendo”, explicou Self. É uma decisão difícil pra qualquer técnico, ainda mais pra alguém que ama tanto o que faz. Mas saúde não se brinca, né?

    Kansas patinando no torneio

    Vamos ser honestos aqui — Kansas não vem fazendo bonito no March Madness. Quatro anos consecutivos sem passar da segunda rodada. Para um programa tradicionalmente forte como esse, é frustrante demais.

    O próprio Self admitiu a inconsistência: “Os últimos dois anos não foram… bem, incluindo este ano… tem sido inconsistente e não tão bom. Obviamente é decepcionante.” É difícil ouvir isso de um cara que já conquistou tanto no basquete universitário.

    O mais louco é que em uma dessas temporadas eles eram cabeça de chave número 1, mas Self teve que se afastar por problemas de saúde e não terminou a temporada. Imagina a frustração!

    E aí, vocês acham que Self vai mesmo pendurar as chuteiras? Seria o fim de uma era no basquete universitário americano. O Kansas sem Bill Self seria estranho demais de imaginar.