Tag: Bill Simmons

  • Bill Simmons detona técnico do Celtics: ‘Tratou os playoffs como laboratório’

    Bill Simmons detona técnico do Celtics: ‘Tratou os playoffs como laboratório’

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu com o Boston Celtics. Perder uma série que estava 3-1 para o Philadelphia 76ers? Isso é de doer o coração de qualquer fã de basquete. E o Bill Simmons, que é praticamente a voz dos torcedores do Celtics, não poupou críticas ao técnico Joe Mazzulla.

    O mais irônico? Simmons tinha votado em Mazzulla para Técnico do Ano. Mas depois dessa eliminação catastrófica, mudou completamente de opinião.

    O experimento que deu errado

    A crítica do Simmons é cirúrgica: Mazzulla abandonou exatamente o que fazia o Celtics funcionar na temporada regular. Ao invés de manter o ritmo acelerado e usar todo o elenco, o técnico resolveu fazer experiência na hora mais crítica.

    “Eles voltaram pro estilo de 2024 sem ter os mesmos jogadores”, disparou Simmons. “Diminuíram o ritmo, abandonaram o banco.”

    E olha, eu concordo completamente. O segundo quinteto era o verdadeiro superpoder do Boston. Jogadores como Hugo e Walsh entravam pra dar cinco, seis minutos de energia pura – aquele basquete doido que desestabiliza qualquer adversário. Mas Mazzulla simplesmente ignorou essa arma.

    Pior ainda: o técnico admitiu que queria “ver o que tinha com Vucevic”. Mano, você tá numa série decisiva e resolve fazer teste? Isso é coisa de pré-temporada, não de playoffs!

    Tatum pagou o preço da teimosia

    Se a gestão do elenco já foi questionável, o que fizeram com Jayson Tatum foi desumano. O cara tinha voltado há pouco tempo de uma lesão séria no tendão de Aquiles – perdeu 62 jogos, gente!

    E mesmo assim, Mazzulla botou ele pra jogar 39, 42, 35 e 41 minutos nos jogos 2 a 5. Resultado? Tatum se machucou de novo no jogo 6 e ficou fora do decisivo jogo 7.

    Sem o astro em quadra, o quinteto inicial que Mazzulla escalou entrou pra história pelos motivos errados. Luka Garza, Baylor Scheierman e Ron Harper Jr. – três caras no quinteto inicial – combinaram zero pontos. ZERO. Primeira vez desde 1970 que três titulares ficam sem pontuar em um jogo de playoff.

    Vocês conseguem imaginar a pressão? Jogo 7, sem seu melhor jogador, e ainda por cima com um técnico que parece ter perdido o rumo completamente.

    Na real, Simmons resumiu tudo perfeitamente: “Philly ganhou a série, mas Boston que entregou de bandeja.” E eu não consigo discordar. Que desperdício absurdo de uma temporada que prometia tanto.

  • Bill Simmons se arrepende: votou em Duren pro All-NBA e agora…

    Bill Simmons se arrepende: votou em Duren pro All-NBA e agora…

    Olha, quando você coloca um cara no segundo time All-NBA e depois ele derrete nos playoffs, dá uma dor no peito, né? É exatamente isso que tá rolando com Bill Simmons e Jalen Duren, do Detroit Pistons.

    O pivô dos Pistons foi um dos grandes nomes da temporada regular — 19.5 pontos e 10.4 rebotes por jogo, um monstro absoluto no garrafão. Eu mesmo fiquei impressionado com a evolução dele. Mas aí chegaram os playoffs contra o Orlando Magic e… cara, simplesmente sumiu.

    A queda livre nos playoffs

    Nos playoffs, Duren tá fazendo apenas 9.8 pontos e 8.3 rebotes. Quase metade da produção da temporada regular! E o Bill Simmons não tá nada feliz com isso.

    “Eu realmente acreditei nele, coloquei no segundo time All-NBA. Queria até escrever pra NBA pra ver se consigo mudar meu voto, mesmo já tendo enviado”, disse Simmons no podcast dele. “Ele tá jogando muito mal nesses playoffs. Alguém que eu achava que era impactante e consistente toda noite… parece uma bagunça.”

    Sinceramente? Dá pra entender a frustração. Quando você aposta suas fichas num jogador e ele não entrega na hora que mais importa, é de cortar o coração.

    Duren ainda acredita na virada

    Mas o próprio Duren não baixou a cabeça. Em 3-1 na série (pelo que entendi do contexto), ele ainda tá confiante:

    “Não acabou ainda, mano. Times já voltaram de 3-1 tantas vezes. Não seria a primeira vez na história. Temos que ir um jogo de cada vez, proteger nossa casa e continuar dali.”

    Olha, eu admiro a confiança do garoto. Mas também não posso ignorar os números — ele realmente precisa acordar pra vida se quiser fazer essa virada histórica acontecer.

    E vocês, acham que o Duren consegue se redimir ou a temporada dos Pistons já era mesmo? Porque uma coisa é certa: votar pra All-NBA baseado só na temporada regular pode dar dessas…

  • Bill Simmons tem ideia genial pro play-in: perdedor fica com Rozier

    Bill Simmons tem ideia genial pro play-in: perdedor fica com Rozier

    Olha só que loucura o Bill Simmons inventou agora. O cara simplesmente sugeriu que no jogo do play-in entre Heat e Hornets, o time que perder tem que ficar com o Terry Rozier de volta. Mano, eu ri alto quando vi isso.

    A situação é surreal mesmo. O Heat cortou o Rozier antes do play-in, mas — pasme — ainda vai ter que pagar os 26,6 milhões de dólares dele porque um árbitro independente decidiu que ele tem direito ao salário completo. Imagina só: você corta o cara mas continua pagando.

    A proposta mais bizarra da temporada

    A ideia do Simmons é genial no quesito comédia. Ele disse que o Rozier deveria ficar pendurado no teto da arena igual àquela maleta do Money in the Bank do WWE, e depois do jogo eles descem ele pra se juntar ao time perdedor. Sinceramente? Eu pagava pra ver isso.

    “Para Charlotte contra Miami, o vencedor avança para o 8º-9º lugar, o perdedor tem que pegar o Terry Rozier de volta”, disse Simmons. E completou que o cara estaria lá pendurado numa cinta igual fazem com o cinturão no wrestling.

    O caso que virou novela

    Pra quem não lembra, o Rozier tá envolvido numa parada feia de apostas esportivas ilegais. O cara supostamente passou informações privilegiadas quando estava nos Hornets em 2023, incluindo um jogo onde ele jogou apenas 9 minutos e ficou abaixo das linhas de apostas estatísticas. Que coincidência, né?

    Ele se declarou inocente das acusações de conspiração para cometer fraude eletrônica e lavagem de dinheiro, e o próximo julgamento é dia 27 de abril. Mas enquanto isso, o Heat pegou ele numa troca em janeiro de 2024, mandando Kyle Lowry e uma primeira escolha pra Charlotte.

    O mais absurdo? Mesmo sendo cortado, o Heat ainda vai desembolsar a grana toda dele porque as regras da liga só permitem licença não remunerada em casos específicos como violência doméstica ou abuso infantil. Apostas ilegais não entram na lista, aparentemente.

    E aí, vocês acham que seria justo mesmo o perdedor ter que ficar com esse pepino? Eu admito que a ideia do Simmons, por mais maluca que seja, faz um certo sentido twisted. Afinal, ninguém quer herdar um problema desses, né?

  • Bill Simmons detona Ime Udoka: ‘ofensiva de vaso entupido’

    Bill Simmons detona Ime Udoka: ‘ofensiva de vaso entupido’

    Olha, quando o Bill Simmons resolve partir pra cima de alguém, a coisa fica séria. E dessa vez o alvo foi Ime Udoka, técnico do Houston Rockets, que segundo o podcaster tem montado uma “ofensiva de vaso entupido” no Texas.

    A situação dos Rockets tá meio complicada mesmo. Nas últimas 10 partidas, apenas 4 vitórias — incluindo aquele vexame histórico contra o Minnesota, onde entregaram uma vantagem de 13 pontos na prorrogação. Sinceramente? Doeu até em mim assistir aquilo.

    A bronca do Simmons

    “É a ofensiva de vaso entupido personificada, que a gente teve em Boston em 2022. Não consigo acreditar como o ataque é preguiçoso”, disparou Simmons no podcast dele. E cara, ele conhece o trabalho do Udoka de perto — foi justamente em Boston que o técnico levou os Celtics até as Finais da NBA antes de toda aquela confusão que rolou.

    Mas o Bill não parou por aí. “Acho que o Ime fez um dos piores trabalhos de técnico do ano. Não vejo ajustes no final dos jogos. O clima tá horrível. Não acho que ele goste muito desse time”, continuou mandando a real.

    E tem mais: Simmons até levantou a teoria conspiratória de que o time mudou completamente depois do All-Star break e toda aquela história das contas fake do Kevin Durant. Coincidência? Talvez não.

    Os números não mentem

    Quando você olha as estatísticas, dá pra entender a frustração. Houston tá fazendo média de apenas 114.1 pontos por jogo e 24.9 assistências — ambos números na metade inferior da liga. Para um time que tem talento como Alperen Şengün, Jabari Smith Jr. e Fred VanVleet, isso é inaceitável.

    A parada é que os Rockets estão em sexto no Oeste com 43-29, mas correndo risco real de cair no Play-In se continuarem nessa pegada. E vocês sabem como é — no Play-In qualquer coisa pode acontecer, e aí já era a vantagem de jogar em casa nos playoffs.

    Agora é a hora da verdade

    O cronograma que vem pela frente até que não tá dos piores: Memphis, New Orleans, Knicks, Bucks e Jazz. Mas será que o Udoka consegue fazer os ajustes necessários para esse time engatar de vez?

    Na minha opinião, o problema vai além da parte tática. Quando um veterano como Simmons — que já viu muita coisa na NBA — fala que o técnico “não gosta do time”, isso é um sinal vermelho gigante. Chemistry importa, e muito.

    E aí, vocês acham que Houston consegue se recuperar a tempo dos playoffs ou vão acabar no Play-In mesmo? Eu ainda tenho esperança nesse elenco, mas o Udoka precisa mexer no time urgentemente.

  • Bill Simmons mandou uma pesada pro Giannis que eu não concordo

    Bill Simmons mandou uma pesada pro Giannis que eu não concordo

    Olha, eu tava ouvindo o podcast do Bill Simmons essa semana e o cara soltou uma que me deixou meio irritado. Ele comparou o Giannis Antetokounmpo com o Joel Embiid na questão das lesões, dizendo que o Greek Freak tá “mais perto do Embiid do que do Jokić” quando o assunto é estar disponível pra jogar.

    Cara, sinceramente? Isso não faz o menor sentido quando você olha os números.

    Os números não mentem, Bill

    Vamos aos fatos: desde a temporada 2018-19, o Giannis jogou 430 partidas em sete temporadas. O máximo que ele conseguiu foi 73 jogos na temporada passada — não é ideal, concordo, mas tá longe de ser um desastre.

    Agora o Embiid? O cara jogou apenas 327 partidas no mesmo período. TREZENTOS E VINTE E SETE. O máximo dele foram 68 jogos, cara! O Giannis literalmente jogou quase uma temporada e meia a mais que o pivô do Sixers.

    “Ele não joga. Se machuca o tempo todo”, disse o Simmons. Mano, o Greek Freak pode ter seus problemas com lesões — principalmente essas dores nas costas que têm aparecido —, mas comparar com o Embiid é sacanagem.

    Por trás da crítica

    E olha, vou ser honesto aqui: o Bill Simmons é torcedor fanático do Celtics. Coincidentemente, os dois times mais cotados pra tentar buscar o Giannis são justamente Miami Heat e New York Knicks — dois times que dariam uma dor de cabeça absurda pros Celtics se conseguissem o monstro grego.

    Será que não tem um pouquinho de interesse próprio nessa crítica? Eu acho que sim, não vou mentir.

    Claro, as lesões do Giannis são uma preocupação real. O cara tem 2,11m e já tá com 30 anos — o corpo sente. Mas estamos falando de um jogador que vem de três temporadas consecutivas com mais de 30 pontos por jogo e que mesmo nessa temporada “problemática” tá fazendo 27.6 pontos de média.

    E aí, vocês concordam com o Simmons ou acham que ele tá forçando a barra? Pra mim, comparar Giannis com Embiid em disponibilidade é meio sacanagem — os números tão aí pra quem quiser ver.

  • Bill Simmons coloca Wembanyama ao lado de Duncan, Bird e Kareem

    Bill Simmons coloca Wembanyama ao lado de Duncan, Bird e Kareem

    Mano, o Bill Simmons simplesmente comparou o Victor Wembanyama com Duncan, Bird e Kareem Abdul-Jabbar. É isso mesmo que vocês leram.

    O cara do podcast mais famoso da NBA soltou essa bomba na semana passada, e sinceramente? Tô até concordando com ele. O francesão tá jogando num nível tão absurdo que já dá pra falar dele no mesmo parágrafo que essas lendas.

    Os números não mentem

    Simmons trouxe um dado que me deixou de queixo caído: apenas três caras no segundo ano de carreira foram All-NBA First Team E ganharam o título. Quem? Duncan em 99, Bird em 81 e Kareem em 71. Três monstros absolutos do basquete.

    “É o território onde ele está”, disse Simmons sobre Wemby. E olha, quando você para pra pensar… faz sentido mesmo.

    O San Antonio tá com 54 vitórias e 18 derrotas nessa temporada. Cinquenta e quatro! Lembram quando eles eram piores que o Flamengo no basquete? (brincadeira, galera do mengão). Mas é sério – essa transformação dos Spurs foi coisa de outro mundo.

    Não é só o show do Wemby

    E aqui que fica interessante: o time funciona mesmo quando o francês não é o protagonista absoluto. Isso me lembra muito aqueles Spurs do Duncan nos anos 2000 – um elenco jovem, profundo, que pode explodir de várias formas diferentes.

    A diferença é que agora eles têm um cara de 2,24m que bloqueia tudo, reboteia como um louco e ainda acerta de três. Monstro é apelido.

    Claro que ainda tem o Oklahoma City Thunder no caminho (e que time, hein?), mas se tem alguém que pode levar um elenco jovem ao título logo cedo na carreira, é esse francês aí. Duncan fez em 99 no segundo ano dele, Bird em 81… por que o Wemby não pode fazer em 2025?

    Vocês acham que ele realmente tá nesse nível de lenda já, ou o Simmons exagerou na dose? Eu tô começando a acreditar que não exagerou não.