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  • NBA muda sistema do Draft e pode furar de vez com o tanking

    NBA muda sistema do Draft e pode furar de vez com o tanking

    Galera, preparem-se porque a NBA finalmente decidiu mexer onde dói: no sistema do Draft Lottery. E olha, era sobre tempo mesmo.

    A Board of Governors da NBA (basicamente os donos dos times) aprovou ontem um sistema completamente novo que vai entrar em vigor no Draft de 2027. Sinceramente? Eu acho que essa mudança era necessária porque a temporada 2025-26 virou uma palhaçada total — time perdendo de propósito pra tentar pegar uma pick alta no draft.

    Como vai funcionar o novo sistema

    A coisa ficou bem mais complexa, mas vou explicar de um jeito que dá pra entender. Agora 16 times vão participar da loteria — todos os que ficaram fora dos playoffs, incluindo os times do play-in.

    Aqui vem a reviravolta: os times que terminam fora do bottom 3, mas que não foram pro play-in, ganham TRÊS bolas na loteria. Os times que ficaram em 9º e 10º no play-in levam duas bolas. Já os 7º e 8º colocados do play-in ganham uma bola cada.

    E os três piores times da temporada regular? Cara, aqui que a NBA pegou pesado — eles só ganham DUAS bolas. Basicamente, se você foi uma porcaria de time, suas chances de pegar a primeira pick são menores do que quem pelo menos tentou jogar basquete de verdade.

    Tem uma proteção ali: esses três piores times não podem ser escolhidos depois da 12ª posição. Mas mesmo assim, é um balde de água fria em quem tava contando com o tanking.

    Outras mudanças anti-tanking

    A NBA não parou por aí. Nenhum time pode pegar duas primeiras picks seguidas. E se você pegar uma pick no top 5, não pode pegar outra nos próximos três anos consecutivos.

    Olha, eu vejo isso e fico pensando: será que vai funcionar mesmo? Porque time ruim às vezes é ruim de verdade, não tá fingindo. Mas pelo menos agora existe incentivo real pra pelo menos TENTAR ganhar alguns jogos no final da temporada.

    O Houston Rockets, por exemplo, tem picks do Phoenix e do Brooklyn pra 2027. Se o Phoenix for pro play-in de novo, são duas chances na loteria. Se o Brooklyn não estiver no bottom 3, são três chances. Isso pode valer muito dinheiro, gente.

    Vai dar certo?

    Na minha opinião, qualquer coisa que tire a vantagem de perder de propósito já é um avanço. A temporada passada foi constrangedora de assistir — times literalmente colocando o pior quinteto possível em quadra nos últimos jogos.

    Agora pelo menos existe incentivo pra chegar no play-in. Uma ou duas bolas na loteria é melhor que zero, né? E se você conseguir sair do bottom 3, suas chances até aumentam.

    A NBA vai revisar tudo isso em 2029 pra ver se tá funcionando. Vocês acham que essa mudança vai acabar mesmo com o tanking ou os times vão achar outro jeito de furar o sistema?

  • Silver quer acabar com tanking, mas times da NBA não topam

    Silver quer acabar com tanking, mas times da NBA não topam

    O Adam Silver tá pistola com o tanking na NBA e quer mudanças pra ontem. Problema? Os próprios times não tão nem aí pras propostas dele.

    Numa reunião recente do Board of Governors, a liga apresentou três propostas anti-tanking. E olha, pelo que rolou, nenhuma das três empolgou os donos das franquias. Sinceramente, não me surpreende — mexer no sistema de draft é mexer na estratégia de reconstrução que muitos times usam há décadas.

    O dilema do tanking

    Aqui que a coisa fica interessante. Não tem nem consenso se tanking é problema! Vários times acham que perder de propósito uma temporada pra pegar uma pick alta é a melhor estratégia pra construir um futuro vencedor. Do outro lado, tem quem acredite que criar uma cultura perdedora pode ser mais prejudicial que benéfico pro clube.

    E vocês, o que acham? Tanking é estratégia inteligente ou veneno pro basquete?

    Na minha visão, tem lógica dos dois lados. Olha o caso dos Sixers com aquele “Process” — perderam por anos seguidos, pegaram Embiid e Simmons, e montaram um time competitivo. Mas também já vi times que entraram nessa de tanking e ficaram anos patinando na mediocridade.

    Silver não desiste

    O comissário deixou claro que quer as mudanças implementadas antes da próxima temporada, mas tá difícil. “Essa é uma decisão que precisa ser tomada no nível dos proprietários”, disse Silver. “Tem implicações nos negócios, no basquete e na integridade da liga.”

    O cara tá certo quando fala de integridade. Imagina você pagando ingresso caro pra ver seu time jogar pra perder de propósito? É complicado demais.

    As três propostas apresentadas foram só um ponto de partida — não era tipo “escolham uma dessas”. Mas mesmo assim, a recepção foi fria. Isso mostra como é difícil mexer em algo tão enraizado no sistema da NBA.

    Olha, eu acompanho essa discussão há anos e sempre fico dividido. Por um lado, ver times perdendo de propósito é triste pra qualquer fã de basquete. Por outro, o sistema atual meio que força isso — se você não vai ser campeão, melhor ser o pior possível pra ter chance de pegar uma estrela no draft.

    O que será que rola? Silver parece determinado, mas sem o apoio dos times fica complicado implementar qualquer mudança significativa.

  • NBA quer acabar com tanking: 3 opções malucas pra mudar o Draft

    NBA quer acabar com tanking: 3 opções malucas pra mudar o Draft

    Galera, a NBA tá de saco cheio do tanking e resolveu partir pro ataque. Na reunião dos donos de franquias dessa semana, a liga apresentou três propostas bem diferentes pra reformar o Draft Lottery — e todas elas têm um objetivo: acabar com time perdendo de propósito pra ter chance melhor no sorteio.

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi a liga tão determinada a mexer nisso. E sinceramente? Era hora mesmo. Ver time tipo Detroit perdendo 60+ jogos todo ano pra ficar no fundo da tabela já tava virando piada.

    As três opções (todas bem loucas)

    A primeira opção é a mais radical: colocar 18 times no sorteio. Seriam os times que terminam entre 7º e 15º lugar de cada conferência. Os 10 piores teriam 8% de chance cada um de ganhar a primeira escolha. Os outros oito times ficam com 2,5% cada. Todo mundo sorteado, do primeiro ao último pick.

    Cara, imagina a loucura? Um time playoff perdedor de primeira rodada poderia pegar a primeira escolha geral. Os Nuggets perdendo na primeira rodada e pegando Victor Wembanyama… seria absurdo demais.

    A segunda opção é ainda mais maluca: 22 times no sorteio! Além dos times entre 7º-15º de cada conferência, entram também todos os eliminados na primeira rodada dos playoffs. E aqui tem um detalhe genial: usariam o retrospecto dos últimos dois anos pra definir a ordem. Mais ainda — time que não ganhar pelo menos 25 jogos (foi o exemplo dado) seria tratado como se tivesse ganhado exatamente 25. Ou seja: tchau tanking explícito.

    A opção “5×5” que pode revolucionar tudo

    A terceira opção criou um sistema “5×5” que eu achei bem inteligente. Os cinco piores times teriam chances iguais pras cinco primeiras escolhas — mas com uma garantia: no máximo cairiam pro 10º pick. Depois rola outro sorteio pros picks 6-18 com os times restantes.

    Isso significa que um time horrível como o Detroit dessa temporada não correria o risco de cair pra 6º, 7º lugar no draft. Mantém um piso de proteção, mas tira aquela vantagem gigante de ser o pior da liga.

    Vocês acham que essas mudanças vão resolver o problema do tanking? Eu tô dividido. Por um lado, essas propostas tiram muito da vantagem de ser ruim de propósito. Por outro, será que não vão criar outros tipos de estratégia esquisita?

    Uma coisa é certa: se aprovarem isso na reunião de maio, a partir da temporada 2026-27 o Draft vai ser bem diferente. E olha que todas as opções ainda podem ser modificadas antes da votação final.

    Na minha opinião, qualquer uma dessas mudanças é melhor que o sistema atual. Ver time tipo Charlotte ou San Antonio das últimas temporadas perdendo 60+ jogos deliberadamente não faz bem pra liga. Basquete tem que ser competitivo sempre — e essas reformas podem ajudar nisso.