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    Braylon Mullins pode ser pick 29 do Draft: UConn tem nova joia

    Olha só quem tá chamando atenção no March Madness: Braylon Mullins, do UConn. O garoto de 19 anos está sendo projetado como pick 29 no Draft de 2026, indo parar no Cleveland Cavaliers. E cara, depois de ver o que ele aprontou nesta temporada, não dá pra dizer que é surpresa.

    A temporada complicada que virou sucesso

    O começo foi tenso, não vou mentir. Mullins perdeu o início da temporada por causa de uma lesão no tornozelo — daquelas que deixam qualquer fã de coração na mão. Mas quando voltou? Monstro. Simplesmente monstro.

    Nos primeiros 18 jogos como titular, o cara acertou 40,7% dos arremessos de 3 pontos. Quarenta vírgula sete por cento! Pra um calouro, isso é absurdo. Claro que teve aquele jogo no March Madness onde ele errou todos os 8 arremessos de três (ai, doeu até em mim), mas convenhamos — todo mundo tem um dia ruim, né?

    Na minha visão, o que mais impressiona no Mullins é como ele joga sem a bola. Não é só mais um arremessador parado no canto da quadra. O garoto se movimenta, acha espaços, entende o jogo. Isso é ouro puro na NBA atual.

    Os números que convencem

    Vamos aos dados: 12 pontos por jogo, 3,5 rebotes, 1,4 assistência. O aproveitamento geral de 43,5% nos arremessos de quadra tá bem sólido, e os 34,5% de três são mais do que respeitáveis para um novato na NCAA.

    Sinceramente? Eu acho que ele tem potencial pra ser mais que um especialista em três pontos. A movimentação dele lembra um pouco o que a gente via no Leandro Barbosa nos seus melhores momentos — não pela posição, mas pela inteligência de jogo.

    E vocês acham que Cleveland é um bom fit pra ele? Com Donovan Mitchell comandando o ataque, Mullins poderia ter tempo pra se desenvolver sem pressão absurda. O Cavs precisa de profundidade no perímetro, e um cara que pode entrar e acertar uns três logo de cara sempre é bem-vindo.

    O Draft de 2026 promete ser interessante, e Mullins definitivamente é um nome pra ficar de olho. Se conseguir manter essa consistência no restante do March Madness, pode até subir algumas posições. Quem sabe, né?