Olha, vou ser sincero: quando vi que o Phoenix Suns vai ter apenas UMA escolha no Draft de 2026, bateu aquela sensação estranha. Uma pick só? E ainda por cima a 47ª? Cara, isso é basicamente pescar no final do segundo round.
Mas calma aí. Antes de sair falando mal, vamos lembrar que essa diretoria do Suns tem um histórico interessante nas escolhas tardias. Oso Ighodaro (40ª pick), Rasheer Fleming (31ª) e Koby Brea (41ª) — todos vieram do segundo round e têm mostrado serviço. Coincidência? Acho que não.
O quebra-cabeça das picks do Suns
A situação é meio confusa mesmo. Originalmente, Phoenix tinha mais escolhas, mas olha só onde elas foram parar:
A 16ª pick? Foi pro Memphis via Orlando. A 48ª? Tá nas mãos do Dallas. Sobrou só a 47ª, que veio numa negociação maluca envolvendo Philadelphia, Houston e Oklahoma City. Essas trocas da NBA são um labirinto, né não?
Brian Gregory e a diretoria têm sido bem ativos no mercado de Draft nos últimos anos. Lembro que no ano passado eles foram agressivos pra buscar jogadores que encaixavam no perfil deles. E funcionou.
A estratégia pode ser subir no Draft
Sinceramente? Não me surpreenderia nada se os Suns tentassem trocar essa 47ª pick mais algum ativo pra subir no Draft. Eles têm mostrado que não têm medo de ser agressivos quando veem um cara que querem.
O novo formato do Draft também pode favorecer esse tipo de movimento. Se algum jogador “NBA-ready” escorregar até o segundo round — tipo o que aconteceu com Rasheer Fleming —, pode apostar que Phoenix vai tentar dar o bote.
E vocês, acham que uma pick só é suficiente pra um time que ainda tenta se manter competitivo? Ou será que vem negociação por aí?
Uma coisa eu sei: essa diretoria tem mostrado que não importa onde você é escolhido, mas sim como você é desenvolvido. E nisso, Phoenix tem feito um trabalho interessante.
