Tag: Cameron Boozer

  • Draft da NBA 2026: Quem mais merece a primeira escolha geral?

    Draft da NBA 2026: Quem mais merece a primeira escolha geral?

    Cara, o Draft Lottery de domingo pode ser histórico mesmo. E olha que não é exagero — estamos falando de uma das classes mais profundas que eu já vi nos últimos anos, com caras como AJ Dybantsa, Cameron Boozer e Darryn Peterson no topo. Mas tem um detalhe que torna tudo ainda mais tenso: é a última vez que o sistema atual funciona.

    A partir de 2027, entra em vigor o novo formato 3-2-1, que basicamente acaba com qualquer garantia de pick alto. Imagina só: o Washington Wizards, que teve a pior campanha da temporada, pelo menos garante o pick 5 este ano. No sistema novo? O pior time da liga pode parar lá no 12º lugar. Absurdo, né?

    Sacramento precisa MUITO dessa sorte

    Na minha opinião, nenhum time precisa mais da primeira escolha do que o Sacramento Kings. Sinceramente, é de dar dó a situação deles. O elenco é velho, caro pra caramba, e eles só fizeram playoffs UMA vez nos últimos 20 anos (2023). Vinte anos, pessoal!

    O mais frustrante? Eles tinham o pior recorde por boa parte da temporada, aí resolveram ganhar cinco dos últimos seis jogos em março e se ferraram na loteria. Classic Kings, né? Com 11,5% de chance de levar a primeira pick, eles são o time que mais se beneficiaria de um cara franchise-changing.

    Brooklyn também tá na briga

    O Brooklyn Nets (14% de chance) é outro caso interessante. Eles tiveram CINCO escolhas de primeira rodada no draft passado — cinco! O que mais se destacou foi Egor Dёmin, que foi o 8º escolhido. Mas vamos combinar: ainda tá longe de ser o suficiente pra sair dessa reconstrução.

    E aí, vocês acham que os Kings merecem essa sorte depois de tanto sofrimento? Ou será que algum outro time consegue surpreender e levar a primeira pick? Uma coisa é certa: domingo vai ser tenso pra caramba.

    O que mais me impressiona nessa classe é que não tem consenso sobre quem é o melhor. Alguns defendem Dybantsa, outros preferem Caleb Wilson. Mas independente de quem você prefere, qualquer um dos três primeiros picks pode mudar completamente o futuro de uma franquia.

    Com a mudança do sistema chegando e essa sendo possivelmente a última grande chance de conseguir um astro garantido, a pressão tá nas alturas. Domingo não pode chegar logo!

  • Cameron Boozer vai pro Draft! Filho do Carlos resolve sair de Duke

    Cameron Boozer vai pro Draft! Filho do Carlos resolve sair de Duke

    Cara, era questão de tempo mesmo. Cameron Boozer, filho do nosso conhecido Carlos Boozer, acabou de anunciar que vai pro Draft da NBA de 2026 depois de apenas uma temporada em Duke. E olha, pelo jeito que o garoto jogou, não dá pra culpar ele não.

    Números que impressionam até quem não entende nada

    O pivô de 2,05m fez uma temporada ABSURDA pelos Blue Devils. Médias de 22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.1 assistências por jogo. Ah, e ainda acertou 39% dos arremessos de 3 — em 138 tentativas! Pra um cara da altura dele, isso é simplesmente monstruoso.

    E não é só estatística não. O moleque ganhou o prêmio de melhor jogador universitário do país (Naismith Player of the Year) e foi unanimidade no time ideal da temporada. Com 18 anos de idade. Imagina só.

    Genética não nega mesmo

    Quem acompanha NBA há mais tempo lembra bem do pai, Carlos Boozer. O cara jogou 13 temporadas na liga, passou por Cavaliers, Jazz, Bulls e Lakers, sempre fazendo seus pontos e rebotes. Média de carreira? 16.2 pontos e 9.5 rebotes. Nada mal pra quem foi escolhido só na segunda rodada do Draft de 2002.

    E agora o filho pode muito bem ser a primeira escolha geral do Draft — coisa que o pai nunca conseguiu. A vida dá voltas mesmo, né?

    O que me chama atenção é como o Cameron joga. Não é só um grandão que fica embaixo da cesta esperando a bola. O cara sabe arremessar de longe, passa bem a bola, corre pick-and-roll… É um jogador completo mesmo. Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, disse que ele “não precisa de briga física pra fazer a diferença” — e isso é fundamental na NBA moderna.

    E o irmão gêmeo fica

    Agora vem a parte mais interessante da história. Cameron tem um irmão gêmeo, o Cayden, que também joga em Duke e vai ficar mais um ano na universidade. A resposta do cara no Instagram foi de partir o coração: “Acho que temos muito o que conversar hoje à noite”.

    Imagina só a situação? Os dois sempre jogaram juntos, foram recrutados juntos, chegaram em Duke juntos… e agora vão se separar pela primeira vez. Deve ser tenso demais.

    Duke teve uma temporada fantástica com os gêmeos. 35 vitórias e apenas 3 derrotas, campeões da ACC regular e do torneio da conferência. Chegaram até a final regional do March Madness antes de perder pro UConn num daqueles finais de filme — cesta no último segundo.

    E aí, vocês acham que o Cameron aguenta a pressão de ser possivelmente a primeira escolha do Draft? Uma coisa é jogar no universitário, outra é enfrentar LeBron James, Giannis e companhia logo de cara. Mas pelo que vi da temporada dele, o moleque tem talento e cabeça pra coisa.

    Sinceramente, acho que fizeram a escolha certa. Com o nível que ele mostrou, não faz sentido ficar mais um ano correndo o risco de se machucar ou ter uma temporada ruim. É partir pra cima e realizar o sonho de qualquer garoto que pega numa bola de basquete.

  • Draft 2026: Dybantsa na primeira, dupla de Michigan na loteria

    Draft 2026: Dybantsa na primeira, dupla de Michigan na loteria

    Cara, já posso sentir o cheiro da loucura que vai ser o Draft de 2026. A temporada regular acabou e agora é hora dos times que não conseguiram vaga nos playoffs torcerem pra que as bolinhas da loteria caiam do jeito certo no dia 10 de maio em Chicago.

    E olha, não é pra menos essa ansiedade toda. Esse Draft tá empilhado de talento lá em cima como eu não via há muito tempo. Não tem um cara que seja unanimidade pro primeiro pick — o que na verdade é uma coisa boa, mostra a qualidade da safra.

    O trio de ouro que tá mexendo com todo mundo

    Se você acompanha basquete universitário (e se não acompanha, tá perdendo tempo), já conhece os três nomes: AJ Dybantsa do BYU, Darryn Peterson do Kansas e Cameron Boozer de Duke. Peterson começou a temporada como favorito, mas o Dybantsa foi ganhando força e agora parece que vai ser o primeiro nome chamado.

    O que me impressiona no Dybantsa é a capacidade absurda dele de criar vantagem do nada. O cara é tipo um elástico — consegue se contorcer no meio da defesa e encontrar caminhos que nem existem. Com 25.5 pontos, 6.8 rebotes e 3.7 assistências por jogo, ele mostrou que não é só pontuação. Quando o armador titular Richie Saunders se machucou, o AJ assumiu mais responsabilidades e entregou.

    Peterson machucado ainda assim impressiona

    Agora o Peterson… cara, ele jogou a temporada toda meio quebrado por causa de cãibras constantes. Mesmo assim, nos últimos jogos que fez, deu uma amostra do que pode ser quando tá 100%. Os números dele no Kansas (20.2 pontos, 38.2% nos três pontos) nem mostram o potencial real.

    Quem viu ele jogar na Prolific Prep sabe do que tô falando — explosão, atletismo, capacidade de chegar na tinta quando queria. Na minha opinião? Se eu fosse GM, pegaria o Peterson no primeiro pick. Quando ele tá ligado, não tem ninguém que arremesse melhor nessa classe.

    Boozer, o mais consistente de todos

    E tem o Cameron Boozer. Meu deus, que jogador completo. 22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.1 assistências — números de veterano. O estilo dele é meio old school, sabe? Usa pump fake pra forçar falta, usa a força pra dominar defensor menor. O QI de basquete é fora da curva.

    A única preocupação com ele é a defesa. Não sabemos direito como vai se sair marcando caras mais rápidos na NBA. Mas cara, quando chegam duplas marcações no garrafão, ele faz aqueles passes de cruzada pro canto que dá gosto de ver.

    Vocês acham que algum desses três pode decepcionar na NBA? Eu tô achando difícil errar nessa safra, mas basquete é basquete — nunca se sabe.

  • Dybantsa é favorito pra 1ª escolha do Draft 2026, mas Peterson tá colado

    Dybantsa é favorito pra 1ª escolha do Draft 2026, mas Peterson tá colado

    Olha, eu já tô de olho no Draft de 2026 e as odds estão pegando fogo! Depois do March Madness terminar com Michigan levando o título (que jogaço foi aquele contra UConn), as casas de apostas já começaram a cravar quem vai ser a primeira escolha do draft daqui a dois anos.

    E o favorito? A.J. Dybantsa, da BYU, com odds de -180.

    Cara, esse moleque é um monstro mesmo. 25.5 pontos por jogo com 51% de aproveitamento nos arremessos — e olha que ele praticamente carregava o time da BYU nas costas quando os companheiros não conseguiam acertar nada. O problema é que a BYU não foi longe no torneio por causa da lesão do Richie Saunders, então Dybantsa não conseguiu mostrar todo seu potencial quando mais importava.

    Peterson não tá muito atrás

    Mas sinceramente? Eu acho que o Darryn Peterson, do Kansas, pode muito bem roubar a primeira posição. As odds dele estão em +240, ou seja, não tá tão distante assim. E tem muita gente que considera ele o melhor prospecto da turma — o cara é um armador nato, tem um arremesso de 3 mais consistente que o Dybantsa e sabe liderar um time.

    O único pepino é que Peterson perdeu alguns jogos na temporada por questões de condicionamento físico. E aí tem também a questão posicional, né? Times como Wizards já têm o Trae Young, Pacers têm o Haliburton voltando… Ala é sempre mais fácil de encaixar em qualquer elenco.

    Cameron Boozer completa o top 3

    E não dá pra esquecer do Cameron Boozer, de Duke. O moleque foi só o quinto calouro da história a ganhar o prêmio de Jogador do Ano! Duke teve uma temporada absurda (35-3) e foi o primeiro seed geral do torneio rodando o ataque pelo Boozer.

    Ele pode não ter o teto altíssimo do Dybantsa ou Peterson, mas tem o piso mais alto dos três. É um cara que você sabe que vai render, entende? Interior forte, consegue esticar a quadra… +700 pra primeira escolha não é uma bad não.

    Vocês acham que Michigan ganhar o título vai mudar alguma coisa nas odds? Porque o Yaxel Lendeborg jogou machucado na final (lesão no joelho desde a semifinal) e mesmo assim tá com +18000 pra primeira escolha. Longe, mas não impossível se ele se recuperar bem.

    Olha, ainda falta muito tempo e muita coisa pode mudar. Mas por enquanto, parece que vai ser uma briga boa entre Dybantsa e Peterson pelo topo. E vocês, em quem apostam?

  • Cameron Boozer pode ser o mais confiável do Draft 2026

    Cameron Boozer pode ser o mais confiável do Draft 2026

    Olha, vou ser sincero com vocês: Cameron Boozer não vai ser o primeiro colocado no Draft da NBA de 2026. Nem o segundo. Mas sabem de uma coisa? Talvez ele seja exatamente o que os times precisam — um cara sólido, confiável, que você sabe que vai entregar.

    O filho do Carlos Boozer (sim, aquele mesmo do Jazz e Bulls) é um monstro de 2,06m e 113kg que simplesmente não para de fazer double-double. E cara, as comparações com o pai são inevitáveis, mas Cameron é bem mais completo do que o velho Carlos jamais foi.

    O filho que superou o pai

    Primeiro, vamos falar do óbvio: Cameron tem o físico do pai, mas com um upgrade completo no software. Enquanto Carlos era mais bruto, o garoto tem handle, arremesso de 3 pontos (39,2%!) e uma visão de jogo que impressiona. Sinceramente? Acho que ele vai ter uma carreira mais longa e versátil que o pai teve.

    Na temporada 2025-26 em Duke, os números falam por si só: 22,5 pontos, 10,2 rebotes e 4,1 assistências por jogo. Ah, e levou os Blue Devils até a Final Four do March Madness. Nada mal para um garoto de 18 anos, né?

    O que mais me impressiona nele

    Vocês sabem o que eu acho mais absurdo no jogo do Cameron? A facilidade que ele tem para atacar a cesta mesmo sendo um grandão. A maioria dos caras desse tamanho fica só no perímetro ou esperando no garrafão, mas ele coloca a bola no chão, usa a força e vai para cima. É como se fosse um Jayson Tatum mais pesado — e isso é um baita elogio.

    O jogo de costas dele é de outro nível também. No high school, ele simplesmente dominava todo mundo com força e toque. Na faculdade, teve que se adaptar, mas continuou sendo efetivo. E quando os caras recuam para não levar a enterrada? Ele acerta o arremesso de 3. É difícil defender um cara assim.

    Uma coisa que me chamou atenção: em dezembro passado, ele estava acertando 47% das bolas de 3 pontos! Para um cara de 113kg, isso é surreal. E não é só sorte não — o movimento dele é limpo, a liberação é alta, e ele tem confiança para arremessar.

    Na defesa, consegue marcar desde armadores grandes até pivôs mais leves. Usa a força para empurrar os caras para o garrafão e força arremessos difíceis. É aquele tipo de jogador que técnico adora: versátil e confiável.

    Sinceramente, acho que Cameron pode não ser o cara mais talentoso dessa classe, mas vai ser aquele que os GMs vão olhar daqui uns anos e pensar: ‘cara, que pechincha’. Às vezes é melhor ter certeza do que apostar no potencial, não acham?

  • Cameron Boozer pode ser a 2ª escolha do Draft – E o Indiana já tá de olho

    Cameron Boozer pode ser a 2ª escolha do Draft – E o Indiana já tá de olho

    Olha só, pessoal. O March Madness acabou e já tô aqui pensando no Draft de 2026. E tem um cara que não sai da minha cabeça: Cameron Boozer, de Duke. Filho do Carlos Boozer (lembram dele no Jazz e Bulls?), o garoto simplesmente dominou a NCAA nessa temporada.

    22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.2 assistências por jogo. Com 56% nos arremessos de quadra e — pasmem — quase 41% das bolas de três. Esses números são de outro mundo para um calouro, gente.

    Indiana Pacers já escolheu o seu futuro?

    Segundo as projeções mais recentes, Cameron deve ser a segunda escolha geral do Draft, indo direto pro Indiana Pacers. E faz todo sentido, na minha opinião. O time já tem Pascal Siakam e Ivica Zubac no garrafão, e o Boozer encaixaria que nem uma luva nesse esquema.

    O cara foi eleito jogador do ano da ACC — não é brincadeira não. E diferente de alguns calouros que são só hype, Cameron mostrou consistência o ano todo. Duke chegou no Sweet 16 antes de perder de forma dramática, mas o moleque provou que sabe jogar nos momentos importantes.

    Jake Fischer, que é insider da NBA e entende do riscado, já falou que os times rivais acreditam que Boozer seria a “escolha preferida” do Pacers por causa do encaixe perfeito que ele teria no elenco atual.

    Não é só talento, é mentalidade vencedora

    Sinceramente? O que mais me impressiona no Cameron não são só os números (que são absurdos). É a cabeça do garoto. Ele ganhou múltiplos campeonatos no ensino médio e chegou em Duke já sabendo o que é pressão.

    Não é aquele tipo de jogador que vai te dar 10 highlights no SportsCenter, mas é o cara que vai te dar 20 pontos e 10 rebotes toda noite. Consistência. E convenhamos — quantos calouros conseguem manter esse nível durante uma temporada inteira?

    Vocês acham que ele realmente tem cara de segunda escolha geral? Eu tô começando a achar que sim. Com esse físico (é um forward completo de 2,03m) e essa mentalidade, o moleque tem tudo pra ser uma peça fundamental na NBA.

    O Draft de 2026 promete ser interessante, mas Cameron Boozer já garantiu o nome na conversa dos primeiros picks. E olha que ainda nem completou 20 anos. Monstro.

  • Final da March Madness vai ser um showcase do Draft 2026

    Final da March Madness vai ser um showcase do Draft 2026

    Cara, vocês viram que a final da March Madness entre Michigan e UConn vai ser praticamente um showcase do Draft da NBA de 2026? Quatro caras que devem ser escolhidos na primeira rodada vão estar em quadra na segunda-feira. É basicamente um presente para os scouts da liga.

    E olha, eu tô acompanhando esse mock draft aí e sinceramente? O top 5 tá bem sólido. AJ Dybantsa do BYU segue firme como primeira escolha — e não é à toa. O cara é um monstro de 2,06m que tá fazendo 25,5 pontos por jogo e virou o maior pontuador do basquete universitário americano.

    O futuro número 1 é mesmo diferenciado

    Dybantsa não é só tamanho não. O maluco tem envergadura de mais de 2,10m, é atlético pra caramba e consegue criar a própria jogada de qualquer lugar da quadra. Melhorou muito no passe, na finalização com contato e até no arremesso de 3 (33,1%). Pra mim, é escolha óbvia pro Indiana.

    Logo atrás vem Darryn Peterson do Kansas na segunda posição. 2,03m jogando de armador? Isso sim é versatilidade. O cara tá fazendo 20,2 pontos com 38,2% do perímetro — números que impressionam qualquer um. Washington precisa muito de um cara assim.

    Cameron Boozer pode ser a escolha mais segura

    Na terceira posição, temos Cameron Boozer do Duke. E cara, esse pode ser o pick mais certeiro do draft inteiro. O texto original fala que os executivos têm medo de errar com Dybantsa ou Peterson se eles não desenvolverem todo o potencial, mas Boozer? É garantia de impacto imediato.

    22,5 pontos, 10,2 rebotes e ainda distribui 4,1 assistências por jogo. O cara é Player of the Year em qualquer premiação que você olhar. Fisicamente já tá pronto pro profissional e é um dos QIs de basquete mais altos do draft. Brooklyn não vai pensar duas vezes.

    Caleb Wilson do North Carolina aparece em quarto (Sacramento) — mais um grandão de 2,08m que voa no garrafão e tem potencial de estrela. Keaton Wagler do Illinois fecha o top 5 indo pro Utah como mais um armador gigante de 2,03m.

    A final vai decidir posições

    O louco é que essa final de segunda pode mexer com algumas posições. Quatro desses caras vão estar jogando sob pressão máxima, na frente de todos os scouts da NBA. Quem se destacar pode subir no draft, quem decepcionar pode cair algumas posições.

    Vocês acham que algum desses jovens vai conseguir dar aquele salto na final e brigar pela primeira posição? Ou Dybantsa já tem essa locked mesmo? A loteria do draft rola dia 10 de maio, mas essa final já vai dar umas dicas bem interessantes do que esperar em junho.

  • Cameron Boozer é monstro! Duke tem segundo calouro seguido como melhor

    Cameron Boozer é monstro! Duke tem segundo calouro seguido como melhor

    Gente, vocês conseguem acreditar nisso? Cameron Boozer acabou de ser eleito o Jogador do Ano da Associated Press — e ele é apenas um CALOURO. O cara tem 18 anos e já tá dominando o basquete universitário americano como se fosse veterano de 10 temporadas.

    E o mais absurdo? Ele é o segundo jogador de Duke consecutivo a ganhar esse prêmio. Ano passado foi Cooper Flagg, agora é o Boozer. Mano, que fábrica de talentos é essa em Durham?

    Na companhia dos gigantes

    Cameron agora faz parte de um grupo bem seleto — apenas cinco calouros conseguiram esse feito na história. Os outros quatro? Todos viraram superestrelas da NBA: Cooper Flagg (2024), Zion Williamson (2019), Anthony Davis (2012) e Kevin Durant (2007). Detalhe: todos eles foram escolhidos entre as duas primeiras posições do Draft da NBA.

    Sinceramente, quando você vê esses números do Boozer, fica fácil entender o porquê do prêmio. O garoto teve médias de 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo, com aproveitamento de 55.6% nos arremessos de quadra e 39.1% das bolas de três. Vinte e dois double-doubles na temporada — empatado na liderança nacional!

    “Isso mostra mais sobre o que nosso time fez, porque o sucesso coletivo realmente ajuda em prêmios como este”, disse Boozer à AP. Humilde o moleque, né? Mas a real é que ele carregou Duke nas costas em várias partidas.

    Duke virando máquina de produzir talentos

    Com 2,06m e 113kg, Boozer tem físico de ala-pivô da NBA mas joga como se fosse um armador às vezes — 4.1 assistências por jogo pra um cara do garrafão é coisa de outro mundo. E vocês viram como ele ajudou Duke a chegar ao #1 do ranking e garantir a primeira cabeça de chave geral do March Madness?

    O técnico assistente Chris Carrawell não segurou a emoção: “Tivemos a sorte de ter dois dos melhores calouros que já jogaram basquete universitário em anos consecutivos. E o Cam está lá em cima junto com eles.”

    A votação nem foi apertada — 59 dos 61 votos foram pro Boozer. Os outros dois foram pro AJ Dybantsa, de BYU, que também é um monstro mas não chegou perto do impacto do garoto de Duke.

    Duke agora tem NOVE jogadores diferentes que ganharam esse prêmio da AP — mais que qualquer outro programa do país. UCLA vem em segundo com cinco. É muita tradição, pessoal.

    E aí, vocês acham que o Boozer vai seguir o caminho dos outros quatro e virar primeira ou segunda escolha do Draft? Pelo jeito que o garoto joga, eu não duvido nada que ele declare pra NBA depois dessa temporada histórica.

  • Cameron Boozer divide scouts: piso alto, mas teto é discussão

    Cameron Boozer divide scouts: piso alto, mas teto é discussão

    Olha, eu sempre fico curioso quando um prospecto causa tanto debate assim. Cameron Boozer é exatamente isso: um cara que todo mundo concorda que vai ser útil na NBA, mas quando a conversa vira pro teto dele… aí a coisa complica.

    O filho do Carlos Boozer (lembram dele no Jazz e Bulls?) liderar todos os prospectos do Draft em player efficiency rating não é brincadeira. O moleque simplesmente mandou ver em Duke e levou o time até as Elite Eight. Mas aí que mora o problema — ou a oportunidade, dependendo de como você vê.

    O que todo mundo concorda

    “Acho que as pessoas ficaram meio cegas pra produção dele e o arquétipo”, disse um executivo da Conferência Leste. Cara, isso me lembrou muito das discussões sobre Luka Doncic antes dele chegar na NBA. Todo mundo falava que ele era “devagar” demais.

    A versatilidade ofensiva do Boozer é única nessa classe do Draft. O executivo comparou ele com Sabonis e Sengun — dois caras que também ouviram muito sobre atletismo, mas que compensaram tudo com QI de jogo absurdo. E convenhamos, os dois tão indo muito bem na liga, né?

    Mas tem as dúvidas…

    “Não sou muito fã de um cara que só joga numa posição”, falou um scout. E olha, entendo a preocupação. Se você tem que construir todo um sistema em volta de um jogador, ele precisa valer MUITO a pena.

    O negócio é que Boozer não tem aquela explosão atlética que a gente tá acostumado a ver nos primeiros picks. As “pernas pesadas” que mencionaram podem ser um problema real pra finalizar na área e proteger o aro. Sinceramente? Acho que essa vai ser a grande questão: ele consegue compensar essas limitações físicas só com inteligência?

    Um executivo fez uma comparação interessante: “Ele não tem a aparência atlética, então as pessoas colocam limites nele. Não sei por que continuam botando teto num moleque de 19 anos. Tem várias formas de falar sobre atletismo, não só o quanto você consegue pular”.

    E aí, vocês acham que QI de jogo e versatilidade ofensiva compensam as limitações físicas? Porque uma coisa é certa: Cameron Boozer sabe jogar basquete. A questão é se isso vai ser suficiente no nível que importa.

  • Draft 2026 da NBA tá deixando os GMs de cabelo em pé

    Draft 2026 da NBA tá deixando os GMs de cabelo em pé

    Olha, eu vou falar uma coisa: nunca vi os executivos da NBA tão perdidos quanto estão com o Draft de 2026. E olha que é um draft PROFUNDO de talentos, viu? Mas ninguém — e quando eu digo ninguém, é NINGUÉM mesmo — consegue cravar quem vai ser realmente bom.

    A situação é tão maluca que você tem AJ Dybantsa, Darryn Peterson e Cameron Boozer todos terminando suas temporadas de calouro, e mesmo assim a briga pelo primeiro pick continua completamente em aberto. Isso sem contar caras como Caleb Wilson, Kingston Flemings, Keaton Wagler, Darius Acuff Jr. e Mikel Brown Jr. que também têm potencial absurdo.

    Muito diferente dos drafts “óbvios”

    Cara, isso é o oposto total do que a gente viu recentemente. Lembra do Wembanyama em 2023? Todo mundo sabia que ele seria o número 1 desde que ele tinha tipo 16 anos. Mesma coisa com Cooper Flagg agora em 2025. Mas 2026? É uma loteria mesmo.

    Um executivo da Conferência Oeste desabafou pra ESPN de um jeito que me fez rir: “Você tem certeza que pelo menos alguns deles vão ser MUITO bons. Só não sabe quais. E você não quer pegar o primeiro pick e acabar com o quinto melhor jogador.”

    Mano, imagina a pressão? Você sendo GM, sua carreira na linha, e tendo que apostar no escuro.

    Dybantsa lidera por pouco

    Nas pesquisas que rolaram com scouts e executivos, o AJ Dybantsa aparece como favorito bem leve para ser o primeiro pick. E faz sentido — o cara tem 2,06m e pode chegar nos 2,08m com 105kg quando completar 25 anos. Como disse um GM do Oeste: “Prefiro falhar apostando nele e no potencial dele do que não tentar.”

    Sinceramente? Eu entendo a lógica. Em uma draft incerta assim, você vai no físico e no upside mesmo.

    Já o Peterson continua com apoio firme da galera, mesmo depois de uma temporada meio estranha em Kansas. Lesões, pouco tempo de quadra às vezes, mas quando jogava mostrava por que era considerado o número 1 no começo da temporada. “Acho que Peterson é o cara mais talentoso”, disse um executivo do Leste, “mas as lesões são uma preocupação real.”

    E o Cameron Boozer que números absurdos

    O Boozer completou o trio de elite depois de uma das temporadas de calouro mais impressionantes que eu já vi. O cara foi o ÚNICO jogador do país a ficar no top 12 tanto em pontos (22.5 por jogo) quanto em rebotes (10.2). Levou Duke a meio segundo de chegar na Final Four — se não fosse aquele arremesso impossível do NC State…

    Um executivo comparou essa incerteza toda com o draft de 2024, quando o Zaccharie Risacher foi primeiro pick meio do nada. Só que agora o potencial geral da classe é muito maior.

    E vocês, acham que essa incerteza toda é boa ou ruim para a liga? Eu, particularmente, acho que deixa tudo mais emocionante. Nada como um draft imprevísível para mexer com todo mundo!