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  • Cedric Coward salva Grizzlies no último segundo contra Bulls

    Cedric Coward salva Grizzlies no último segundo contra Bulls

    Que jogaço maluco aconteceu em Memphis ontem! O Cedric Coward simplesmente decidiu que ia carregar os Grizzlies nas costas e cravou 24 pontos, incluindo dois lances livres DECISIVOS faltando 6,5 segundos pro fim. Memphis ganhou por 125-124 dos Bulls num jogo que teve de tudo — menos defesa, aparentemente.

    Olha, eu confesso que não esperava nada demais desse confronto. Dois times que já tão pensando na loteria do Draft, cheios de jogadores machucados (Chicago com 9 no departamento médico, Memphis com 11!), jogando no segundo jogo consecutivo após duas derrotas na sexta. Mas o basquete às vezes surpreende, né?

    Drama até o último segundo

    A situação ficou insana no finalzinho. Depois dos lances livres do Coward, o Josh Giddey — que teve um triple-double monstro com 18 pontos, 13 rebotes e 10 assistências — fez dois lances livres faltando 4 segundos. Bulls ficaram a um ponto de distância!

    E aí que fica bom: Memphis entregou a bola no saque seguinte, dando chance de ouro pros Bulls ganharem. Mas não rolou tempo suficiente pro arremesso final. Imagina a frustração da torcida de Chicago…

    Performances que chamaram atenção

    O Matas Buzelis foi o cestinha da noite com 29 pontos pelos Bulls. Esse cara tá evoluindo muito — lembro quando foi draftado e todo mundo ficou meio na dúvida. O Collin Sexton também mandou bem saindo do banco, 26 pontos. É impressionante como ele se reinventou depois de sair de Cleveland.

    Do lado do Memphis, além do herói Coward (que ainda pegou 9 rebotes), Tyler Burton fez 18 e Jahmai Mashack contribuiu com 17. O mais importante? Quebrou uma sequência horrível de 5 derrotas seguidas.

    Sinceramente, o jogo não foi uma beleza. Muito 1 contra 1, pouco fluxo ofensivo, e os dois times erraram MUITO do perímetro no primeiro tempo. Chegaram a estar 5/28 de três pontos combinados num momento. Basquete de março, né gente?

    Vocês acham que esses jogos “sem pressão” às vezes rendem os melhores espetáculos? Porque quando não tem nada em jogo, os caras jogam mais soltos…