Tag: Charlotte 49ers

  • 49ers pescam guard veterano que conhece bem o esquema de Shanahan

    49ers pescam guard veterano que conhece bem o esquema de Shanahan

    Os 49ers não perderam tempo. Depois que Spencer Burford vazou pra Las Vegas Raiders por 3,25 milhões, São Francisco já tinha a reposição na manga: Robert Jones, um guard veterano que tem uma conexão interessante com o sistema ofensivo dos Niners.

    Olha, eu confesso que não esperava essa contratação, mas faz todo sentido quando você para pra analisar. Jones jogou 49 partidas (30 como titular) pelo Miami Dolphins antes de ir pro Dallas Cowboys, onde ficou parado a temporada passada por causa de uma lesão no pescoço. Agora tá 100% e pronto pra vestir vermelho e dourado.

    A conexão Mike McDaniel

    Aqui que fica interessante, galera. Jones trabalhou com Mike McDaniel nos Dolphins — e McDaniel foi braço direito do Kyle Shanahan em São Francisco de 2017 a 2021. Ou seja, o cara já conhece o DNA ofensivo dos 49ers. É quase como se fosse um jogador que já tivesse passado pelo sistema.

    McDaniel hoje tá como coordenador ofensivo dos Chargers, mas a base do que ele aprendeu com Shanahan certamente passou pro Jones em Miami. Essa familiaridade pode ser o diferencial pra ele se adaptar rapidamente.

    Motivação extra pra provar seu valor

    Aos 27 anos, Jones não foi draftado em 2021 — chegou na NFL pela porta dos fundos. Depois de ficar um ano inteiro parado por lesão, imagino que deve estar doido pra mostrar que ainda tem fogo no toco. E que palco melhor que os 49ers pra fazer isso?

    A missão é clara: formar dupla com Dominick Puni e abrir caminho pro Christian McCaffrey continuar fazendo estragos. McCaffrey vem de uma temporada monstro, e ter uma linha ofensiva sólida vai ser crucial pra manter ele inteiro durante a season.

    Sinceramente, acho que foi uma contratação esperta. Jones pode não ser um All-Pro, mas é um cara experiente que conhece o sistema e tá com fome de provar que merece estar ali. Às vezes é exatamente esse tipo de jogador que faz a diferença nos momentos decisivos.

    E aí, vocês acham que Jones consegue preencher bem o buraco deixado pelo Burford? Eu tô otimista — principalmente por essa conexão McDaniel que pode acelerar muito a adaptação dele.

  • Charlotte aposta todas as fichas em Wes Miller por 5 anos

    Charlotte aposta todas as fichas em Wes Miller por 5 anos

    Olha, Charlotte não tá brincando em serviço. A universidade acabou de contratar Wes Miller como novo técnico do basquete masculino por cinco anos, e sinceramente? Essa contratação me deixou curioso pra ver no que vai dar.

    Miller vem direto de Cincinnati, onde passou os últimos cinco anos mas acabou sendo mandado embora no início do mês. E por quê? Simples: nunca conseguiu levar os Bearcats pro March Madness. Cara, cinco temporadas e zero classificações pro torneio mais importante do basquete universitário americano. Isso dói.

    O cara sabe jogar, mas…

    Não vou mentir — o currículo do Miller não é ruim não. Em Cincinnati ele ganhou 20 ou mais jogos em duas temporadas e este ano fechou 9-9 na Big 12 (que é uma conferência pesada, galera). Mas convenhamos: no basquete universitário americano, se você não vai pro March Madness, é como se a temporada não tivesse existido.

    “Wes Miller é um líder comprovado com profundo conhecimento do jogo”, disse o diretor atlético Kevin White. Tá, beleza, mas será que ele vai conseguir quebrar essa maldição de não chegar no torneio?

    UNC Greensboro foi seu grande momento

    Antes de Cincinnati, Miller foi um monstro em UNC Greensboro. Dez anos lá, 185 vitórias contra 135 derrotas. Nos últimos cinco anos foi ainda melhor: 125-43. Três títulos da Southern Conference e duas idas pro March Madness.

    Cara jogou em North Carolina sob o comando de Roy Williams e foi campeão nacional em 2005 — ou seja, sabe o que é ganhar no mais alto nível. E tem conexão forte com a região, que é importante pra recrutar.

    “Charlotte está em ascensão”, disse Miller na apresentação. “Vamos colocar tudo que temos no desenvolvimento dos nossos atletas.” Bonito de falar, né? Agora é ver se funciona na prática.

    E agora, será que cola?

    Miller substitui Aaron Fearne, que foi demitido semana passada depois de três temporadas bem complicadas. Fearne até começou bem (19-12 no primeiro ano), mas depois foi só ladeira abaixo.

    Na minha visão, essa contratação é uma aposta interessante. Miller provou que consegue ganhar no nível mid-major, tem experiência em conferências fortes e conhece a região. Mas aquela marca de não conseguir classificar pra March Madness em Cincinnati me deixa com uma pulga atrás da orelha.

    E vocês, acham que Miller vai conseguir colocar Charlotte no mapa do basquete universitário? Cinco anos é tempo suficiente pra mostrar serviço, isso é fato.