Tag: Chet Holmgren

  • Wemby DPOY + Chet no All-Defensive: dupla do WCF domina a defesa

    Wemby DPOY + Chet no All-Defensive: dupla do WCF domina a defesa

    Cara, que coincidência absurda. Os dois melhores defensores da NBA estão se enfrentando justamente nas finais da Conferência Oeste! Victor Wembanyama dos Spurs e Chet Holmgren do Thunder acabaram de ser anunciados no All-Defensive First Team, e sinceramente, não poderia ser mais justo.

    Wemby unânime como DPOY

    O francês de 2,21m não brinca em serviço. Pela TERCEIRA temporada consecutiva liderou a liga em tocos (3,1 por jogo) e agora se tornou o primeiro DPOY unânime da história — todos os 100 votantes escolheram ele. Todos mesmo!

    E olha só que número louco: Wembanyama foi expulso por faltas apenas DUAS vezes na temporada regular inteira. Para um cara que vive no garrafão intimidando todo mundo, isso é de outro planeta. Na minha opinião, ele já é o melhor protetor de aro da liga aos 22 anos.

    Vocês lembram que ele entrou no All-Defensive como rookie? Agora voltou depois de cumprir o requisito mínimo de jogos. Monstro.

    Chet em sua primeira seleção

    Holmgren merece todos os parabéns. Primeira seleção All-Defensive da carreira, e que temporada ele fez! O Thunder terminou em PRIMEIRO na defensive rating (106.5) pelo segundo ano seguido, e o Chet foi peça fundamental nisso.

    Sabe qual dado me impressionou mais? Entre todos os jogadores que defenderam pelo menos 300 arremessos no garrafão, Holmgren foi quem permitiu a menor porcentagem de acerto (47,7%). Isso é coisa de maluco!

    E ainda jogou 69 partidas — um alívio considerando os problemas com lesão no início da carreira. A parceria dele com Isaiah Hartenstein no garrafão do OKC virou pesadelo para qualquer ataque da liga.

    O time completo e minha análise

    O First Team ficou assim: Wemby, Chet, Ausar Thompson (Detroit), Rudy Gobert (Minnesota) e Derrick White (Boston). Thompson liderou a liga em roubos de bola (2 por jogo) — as mãos do cara são rápidas demais.

    No Second Team temos nomes conhecidos: Bam Adebayo (Miami), OG Anunoby (Knicks), Scottie Barnes (Raptors), Dyson Daniels (Atlanta) e Cason Wallace (também do Thunder). Dois jogadores do OKC no All-Defensive? Não é à toa que eles estão nas finais de conferência.

    E aí, pessoal — vocês acham que essa defesa monstro do Thunder vai ser suficiente para parar o Wemby nas finais do Oeste? Vai ser um duelo de gigantes, literalmente!

  • Wemby massacra na defesa e lidera All-Defensive Team da NBA

    Wemby massacra na defesa e lidera All-Defensive Team da NBA

    Mano, quando eu falo que o Victor Wembanyama é um alienígena, não é exagero não. O cara simplesmente DOMINOU as votações do All-Defensive Team da temporada 2024-25 — recebeu 100 votos para o primeiro time. Cem! Todos os votantes olharam pra aquele garoto de 2,24m e falaram: “É ele mesmo”.

    E olha, não é pra menos. Wemby virou uma muralha andante nos Spurs, bloqueando tudo que é tipo de arremesso e fazendo os caras pensarem duas vezes antes de entrar no garrafão. Junto com ele no First Team All-Defensive, temos Chet Holmgren (que teve 93 votos — quase unânime também), Ausar Thompson, o eterno Rudy Gobert e Derrick White.

    Thunder com dois no primeiro time

    Cara, que dupla defensiva absurda o OKC tem, hein? Holmgren e Cason Wallace (que ficou no segundo time) estão fazendo um trabalho monstro lá em Oklahoma. O Chet tá provando que não é só hype — o garoto defende de verdade e ainda por cima tem aquele alcance ridículo.

    Ausar Thompson no primeiro time também me deixou empolgado. O menino do Detroit tá fazendo um trampo silencioso mas muito eficiente. E o Gobert? Bom, o cara é máquina de bloquear — algumas coisas nunca mudam na NBA.

    Segundo time cheio de qualidade

    No segundo time, temos Scottie Barnes, que sinceramente eu acho que podia estar no primeiro (mas tudo bem, a concorrência tá insana). Bam Adebayo continua sendo aquela rocha no Heat, OG Anunoby levou sua defesa sólida pros Knicks, e Dyson Daniels — cara, esse garoto do Hawks tá me surpreendendo cada vez mais.

    O mais louco é que Stephon Castle e Amen Thompson ficaram só dois pontos atrás do Daniels pra conseguir uma vaga no segundo time. A defesa da liga tá num nível estratosférico mesmo.

    Vocês concordam com essas escolhas? Eu to achando que finalmente a NBA tá valorizando defesa de novo, e isso é lindo de se ver. Wemby no topo já era esperado, mas ver tantos jovens nessa lista me dá esperança pro futuro da liga.

  • Wemby domina a defesa: unanimidade no time All-Defensive da NBA

    Wemby domina a defesa: unanimidade no time All-Defensive da NBA

    Gente, o Wembanyama não tá brincando em serviço. O francês foi escolha UNÂNIME para o primeiro time All-Defensive da NBA — todos os 100 jornalistas que votaram colocaram ele na primeira posição. Absurdo.

    Cara, quando você pensa que o moleque de 20 anos já tinha ganhado o DPOY (Melhor Defensor do Ano) de forma unânime também, fica claro que estamos vendo algo especial acontecer em San Antonio. É a segunda vez em três temporadas que o Wemby entra no primeiro time defensivo. Aos 20 anos. Deixa isso marinar aí.

    O time que mete medo nos atacantes

    Junto com o francês no primeiro time All-Defensive, temos uns nomes que fazem qualquer técnico adversário suar frio: Chet Holmgren (Oklahoma City), Ausar Thompson (Detroit), Rudy Gobert (Minnesota) e Derrick White (Boston).

    O Gobert, olha… nove vezes no time All-Defensive! O cara é uma muralha há mais de uma década na liga. Já o Holmgren, Thompson e White estão pela primeira vez no primeiro time — e que estreia, né?

    Sinceramente, esse Holmgren me impressiona muito. Ver ele e o Wemby dominando a defesa com essa altura e mobilidade… o futuro da NBA vai ser interessante demais.

    E o segundo time não fica atrás

    No segundo time All-Defensive, a coisa também tá boa: Scottie Barnes (Toronto), Cason Wallace (Oklahoma City), Bam Adebayo (Miami), OG Anunoby (New York) e Dyson Daniels (Atlanta).

    Dois caras ali que chamam atenção: o Bam, que sempre foi subestimado defensivamente (na minha opinião), e o Dyson Daniels. Esse australiano tá fazendo uma temporada monstro em Atlanta — e olha que ele e o Gobert são os únicos que conseguiram entrar no time defensivo duas temporadas seguidas.

    Vocês acham que essa geração nova de defensores altos e móveis como Wemby e Holmgren vai mudar completamente o jogo? Eu já tô vendo times repensando estratégias ofensivas só por causa desses dois monstros aí.

  • Chet virou monstro na defesa e foi pro primeiro time defensivo da NBA

    Chet virou monstro na defesa e foi pro primeiro time defensivo da NBA

    Gente, vocês viram isso? O Chet Holmgren do Thunder foi escolhido pro NBA All-Defensive First Team! E olha, não foi por pouco não – o cara perdeu por apenas 10 votos pro Wembanyama, que levou o DPOY. 200 a 190. Praticamente empatado.

    E sabe o que é mais louco? Os dois estão se enfrentando AGORA nas finais da Conferência Oeste. Que roteiro absurdo! Dois torres de quase 2,20m que se odeiam desde a época do FIBA U19, quando o Chet levou o ouro e o MVP na cara do francês. Imagina a tensão na quadra.

    O bicho pegou mesmo

    Sinceramente, eu já esperava essa seleção. O Chet teve uma temporada monstruosa na defesa – 1.9 bloqueios por jogo (segundo na liga), defensive rating de 104.1, e aquela presença intimidadora no garrafão que faz os caras pensarem duas vezes antes de partir pra cima.

    Mas não é só defesa não. O cara também evoluiu muito no ataque: 17.1 pontos por jogo com 55.7% de aproveitamento nos arremessos de quadra. E 36.2% nas bolas de três! Para um pivô de 2,16m, isso é surreal.

    Thunder voando alto

    O mais impressionante é que o Chet tá fazendo tudo isso aos 24 anos, na sua quarta temporada. E agora vai atrás do segundo anel consecutivo – algo que só outros três ex-jogadores de Gonzaga conseguiram na NBA.

    8.9 rebotes por jogo também, ficando entre os 11 melhores da liga. O cara literalmente domina os dois lados da quadra.

    Vocês acham que ele consegue parar o Wemby nessas finais de Oeste? Porque eu tô aqui torcendo pra esse duelo de gigantes render uns jogaços históricos. Duas gerações diferentes de pivôs modernos se esbarrando no momento mais importante da temporada.

  • Por que Wemby detesta tanto o Chet Holmgren?

    Por que Wemby detesta tanto o Chet Holmgren?

    Cara, essa rivalidade entre Victor Wembanyama e Chet Holmgren é uma das coisas mais insanas que estão rolando na NBA hoje. E olha, eu vou ser sincero com vocês — o Wemby claramente não digere o fato de que o americano já tem um anel e ele não.

    Vamos começar pelo óbvio: os dois são monstros absolutos. Holmgren com seus 2,16m mandando bala de três (36% de aproveitamento em 243 tentativas essa temporada) e sendo uma muralha no garrafão. O cara é literalmente um unicórnio — defende como um demônio e ainda estica a quadra no ataque. Resultado? Anel de campeão no terceiro ano de carreira.

    Mas aí vem o alienígena francês

    Agora, se o Chet é um unicórnio, o Wembanyama é simplesmente um ET. Sério, nunca vi nada igual na minha vida de fã de basquete. Com 2,24m e envergadura de quase 2,50m, o cara acerta arremessos de logo igual o Curry, bloqueia tudo que é tipo de finalização e ainda por cima joga com uma intensidade absurda.

    E olha só que dados insanos: provavelmente já é o melhor defensor da história do basquete (com 22 anos!), e eu não tô exagerando não. O cara faz coisas que desafiam a física.

    O problema? Ele tem 22 anos e ainda não ganhou porra nenhuma, enquanto o Holmgren (que acabou de fazer 24) já tem seu anel brilhando no dedo.

    A bronca começou lá atrás

    Essa treta vem de longe, galera. No Mundial Sub-19 de 2021, os dois se enfrentaram na final — EUA contra França. Os americanos levaram, o Chet foi MVP do torneio, e desde então rola uma energia estranha entre eles.

    O mais doido é que quem realmente dominou aquele jogo foi o Kenneth Lofton Jr. (lembram dele?), um cara de 1,98m e 125kg que jogou na Louisiana Tech e hoje tá na China. Mas enfim, o Holmgren ainda era o melhor jogador daquela seleção americana.

    Agora, com essa Final de Conferência Oeste de 2026 entre Spurs e Thunder, a rivalidade voltou com tudo. E segundo o Marc Spears da ESPN, tem gente lá dentro falando que o Wemby tá motivado especificamente pela vantagem que o Chet tem sobre ele — o título.

    Vocês acham que o francês consegue finalmente passar na frente? Porque uma coisa eu garanto: essa rivalidade vai definir a próxima década da NBA. E eu tô aqui pra acompanhar cada capítulo dessa história maluca.

  • Chet vs Wemby: duelo épico força prorrogação nas Finais do Oeste

    Chet vs Wemby: duelo épico força prorrogação nas Finais do Oeste

    Gente, eu ainda tô tentando processar o que rolou no Game 1 das Finais da Conferência Oeste entre Thunder e Spurs. Que jogaço absurdo!

    A situação: 3.1 segundos no relógio, jogo empatado, e os Spurs com a posse para decidir tudo. Sabe o que acontece? Victor Wembanyama recebe a bola, sobe pro arremesso da vitória e… TOCO! Chet Holmgren apareceu do nada pra mandar a bola de volta e forçar a prorrogação.

    O duelo dos gigantes

    Cara, ver esses dois monstros de 2,20m se enfrentando é simplesmente surreal. Wembanyama vinha dominando o jogo inteiro, mas na hora que mais importava, Holmgren disse ‘não é hoje, meu amigo’.

    O mais louco é que o Thunder tava perdendo por 10 pontos no último período. Dez! Eu já tava pensando que os Spurs iam roubar o primeiro jogo em casa do Thunder, mas aí o Shai Gilgeous-Alexander (atual MVP, lembrando) resolveu fazer das suas. O cara meteu uma bandeja com 3.1 segundos restando pra empatar.

    Alex Caruso, o herói não anunciado

    Olha, todo mundo tá falando do toco do Chet – e com razão -, mas quem assistiu o lance sabe que o Alex Caruso foi fundamental. O cara deu uma roubadinha sutil que atrasou o Wemby por uma fração de segundo. Foi o suficiente pro Holmgren se recuperar e fazer a defesa.

    Sinceramente? Essa é a beleza do basquete. Um segundo a mais, um segundo a menos, e o resultado muda completamente. Caruso tem sido o sexto homem perfeito pro Thunder nessa série.

    E vocês, acham que esse toco vai mexer com o psicológico do Wembanyama pro resto da série? Porque olha, quando você leva um toco desses na cara no último segundo do jogo… marca, né?

    A prorrogação promete ser insana. Dois times jovens, duas futuras estrelas da liga se enfrentando nas Finais do Oeste. É disso que a NBA precisa!

  • Holmgren sempre soube: McCain é muito mais que meteoro

    Holmgren sempre soube: McCain é muito mais que meteoro

    Cara, o pessoal do Thunder tem um olho clínico absurdo. Enquanto todo mundo comparava o Jared McCain com aquela explosão meteórica do Jeremy Lin lá em 2012 — a famosa “Linsanity” —, o Chet Holmgren já sabia que o garoto tinha muito mais lenha pra queimar.

    “Eu acompanhei um pouco daquela corrida dele ano passado antes de se machucar”, disse Holmgren recentemente. “Eu sabia que ele podia fazer muito mais do que só arremessar… Ele consegue criar praticamente qualquer arremesso que quiser.”

    Olha, vindo de um dos melhores defensores da liga, esse elogio pesa. E muito.

    Do meteoro ao astro consolidado

    McCain virou uma das melhores histórias de superação destes playoffs de 2026. Depois daquelas lesões chatas que atrapalharam boa parte da temporada 2024-25, muita gente ficou na dúvida: será que aquela explosão de rookie tinha sido só mais um flash meteórico?

    A resposta veio em quadra. O cara voltou com um controle de bola muito mais refinado e uma capacidade de criar arremessos que impressiona. Aquelas comparações com “Linsanity” que grudaram nele já parecem coisa do passado — ele tá provando que consegue render em alto nível no basquete estruturado dos playoffs.

    A chegada que mudou tudo

    Depois de chegar do Philadelphia numa troca no meio da temporada, McCain encontrou outro patamar nas semifinais da Conferência Oeste contra o Lakers. E quando digo outro patamar, é outro patamar mesmo.

    No Jogo 1, o monstro enterrou Los Angeles com uma eficiência cruel: 12 pontos convertendo 4 de 5 tentativas do perímetro. No Jogo 2? Simplesmente explodiu com 18 pontos numa porcentagem absurda de 80% de aproveitamento das bolas de três. Oitenta por cento, gente!

    Se essa trajetória continuar, a previsão do Holmgren vai envelhecer como vinho. E sinceramente? Eu tô começando a acreditar que esse Thunder pode ir longe mesmo. McCain não é só mais um cara que teve uma boa fase — ele é peça fundamental dessa máquina que Oklahoma montou.

    Vocês acham que ele aguenta a pressão conforme os playoffs avançam? Porque pelo que tô vendo, o garoto chegou pra ficar no topo da NBA.

  • Ex-Gonzaga dominam nos playoffs: Chet rumo ao bi, Olynyk veterano esperto

    Ex-Gonzaga dominam nos playoffs: Chet rumo ao bi, Olynyk veterano esperto

    Cara, os caras de Gonzaga estão simplesmente mandando ver nos playoffs da NBA! Sete ex-Bulldogs garantiram vaga na pós-temporada, e olha, tem uma história absurda rolando por aí.

    Chet Holmgren: o monstro que quer o bi

    Vamos começar com o óbvio: Chet Holmgren tá jogando um basquete de outro planeta pelo Thunder. O cara já varreu Phoenix e Lakers (coitado do LeBron, nem liderou UM jogo sequer) e tá aí nas finais da Conferência Oeste com 8-0. Defendendo o título como um verdadeiro campeão.

    Os números? 18.6 pontos, 9.1 rebotes e 1.8 tocos por jogo nos playoffs. Melhor que na campanha do título do ano passado! E aquele jogo 2 contra os Lakers quando o Shai tomou faltas bobas? O Chet simplesmente assumiu o controle: 22 pontos, 9 rebotes, vitória por 18 de diferença. Monstro.

    Sinceramente, se o Thunder levar esse título de novo, o Chet vai fazer história. Seria o primeiro cara de Gonzaga a ganhar títulos consecutivos tendo papel REAL no time — não como aqueles benchwarners que ganharam anel só de enfeite.

    Kelly Olynyk: o veterano que sabe das coisas

    E tem o Kelly Olynyk, né? 13 anos de NBA, já rodou por 7 times, e agora tá no melhor elenco da carreira dele no Spurs. Ok, são só 3.2 pontos em menos de 10 minutos por jogo, mas cara… às vezes é isso que um time campeão precisa.

    O mais legal? O cara presenteou TODOS os companheiros com ternos personalizados para marcar a volta dos Spurs aos playoffs. Veterano esperto que entende de vestiário. E olha onde tá: Spurs com 62-20 na temporada regular e liderando os Wolves por 3-2.

    Se os Spurs passarem hoje à noite (jogo 6 em Minnesota), o Olynyk volta às finais de conferência pela segunda vez na carreira. A primeira foi naquela corrida épica do Heat em 2020, quando ele meteu 24 pontos numa final contra os Lakers. O cara sabe o valor desses momentos.

    E vocês, acham que o Chet consegue o bicampeonato? E os Spurs com Wembanyama fazendo coisas absurdas (27 pontos, 17 rebotes, 5 tocos no jogo 5) — dá pra sonhar com uma final Thunder x Spurs toda de ex-Gonzaga?

    Uma coisa é certa: nunca tantos caras de Gonzaga estiveram tão relevantes nos playoffs da NBA ao mesmo tempo. O pipeline tá funcionando mesmo.

  • Presti usa ‘method acting’ para montar elenco do Thunder

    Presti usa ‘method acting’ para montar elenco do Thunder

    Cara, vocês já pararam pra pensar como o Sam Presti montou esse monstro chamado Oklahoma City Thunder? O cara literalmente desmontou um time que tinha Russell Westbrook e Paul George e criou uma máquina perfeita do zero. E olha só que loucura: ele usa uma técnica que parece coisa de cinema pra avaliar jogadores.

    O processo ‘Miyagi’ de avaliação

    A história mais absurda é do Chet Holmgren. Quando o grandalhão estava terminando a temporada em Gonzaga, Presti foi até Spokane — mas não pra ver ele jogando basquete. Foi só pra observar como ele se comportava com os companheiros e técnicos. O Holmgren nem desconfiava!

    “Descobri depois que ele não estava prestando atenção em nada relacionado ao basquete”, contou Holmgren. “Não sabia que tinha esse nível de impacto. Agora sei que ele estava fazendo aquela rotina de leitura mental do Sr. Miyagi em mim.”

    Mark Daigneault, técnico do Thunder, descreve o processo do Presti como “method acting” — aquela técnica de atuação onde o ator vive o personagem 24 horas.

    “Enquanto avalia o jogador, Sam realmente imagina ele no nosso time”, explica Daigneault. “É como method acting mesmo. Ele vai fundo. Está tentando avaliar como seria ter o cara andando pelo nosso prédio.”

    A obsessão pelos detalhes

    E quando você entra no centro de treinamento do Thunder, entende tudo. As bolas estão perfeitamente alinhadas nos suportes, as garrafinhas d’água ficam com o rótulo voltado pra frente na geladeira, e as toalhas são dobradas com as listras na mesma formação. Não é frescura — é filosofia.

    “Tem limitações em tudo: minutos, vagas no elenco, salary cap”, diz Daigneault. “Mas não tem limitação no investimento que você pode fazer quando eles chegam aqui todo dia.”

    Na minha opinião, isso explica muito sobre como o Thunder conseguiu essa química absurda. Não é só talento — é cultura mesmo.

    O resultado na quadra

    E os resultados? O Thunder varreu os Suns e Lakers nos playoffs e chega às finais da Conferência Oeste como favorito ao título. A troca que mandou Paul George pro Clippers em 2019 rendeu Shai Gilgeous-Alexander e cinco picks de primeira rodada. Simplesmente genial.

    Como o próprio Shai resumiu sobre o histórico do Presti: “Ele não erra muitas vezes.”

    Vocês acham que esse nível de obsessão pelos detalhes realmente faz diferença no basquete? Eu tô começando a acreditar que sim, viu. O Thunder virou referência pra franquias do mundo todo justamente por essa abordagem.

  • Chet Holmgren pode ser a surpresa no MVP das Finais de 2026?

    Chet Holmgren pode ser a surpresa no MVP das Finais de 2026?

    Cara, vocês viram as odds do Finals MVP de 2026? Tá todo mundo apostando no óbvio — Shai Gilgeous-Alexander como favorito absoluto a -170. Faz sentido, né? O cara já levou o troféu no ano passado e provavelmente vai levar seu segundo MVP consecutivo da temporada regular. Mas eu tô de olho numa jogada mais arriscada que pode dar muito dinheiro.

    O Thunder tá dominando os playoffs de uma forma absurda. Varreu o Suns na primeira rodada e agora tá 3-0 contra os Lakers — praticamente carimbaram vaga na final do Oeste. Do outro lado, os Knicks também varreu os Sixers e tá com -165 pra ganhar a conferência. Cheiro de Thunder x Knicks nas finais, e sinceramente? Seria um jogaço.

    O gigante esquecido

    Mas aqui que fica interessante. Chet Holmgren tá voando baixo no radar das apostas, e isso pode ser um erro. O pivô de 2,13m começou as finais de conferência cotado a +5500 pro Finals MVP, e já baixou pra +3500 — alguém já sacou a jogada.

    Olha os números do cara nos playoffs: 19.1 pontos, 9.1 rebotes e 59.3% nos arremessos de quadra. São máximas da carreira dele em playoffs! E contra os Knicks especificamente? 17.8 pontos e 6.8 rebotes em quatro jogos, com 52.9% de aproveitamento.

    Lembram do Jaylen Brown?

    Aqui que a coisa fica louca. Em 2024, todo mundo apostava no Jayson Tatum pra ser o MVP das finais — ele tava cotado a -110 durante quase todos os playoffs. Resultado? Jaylen Brown levou o troféu nas costas, com odds de +700. O segundo violino roubou a cena.

    E é exatamente isso que pode rolar com Holmgren. O Thunder vai enfrentar uma defesa dos Knicks que segurou os Sixers em 46% nos arremessos e só 31.2% nas bolas de três. Nessa situação, ter um pivô que consegue criar seu próprio arremesso e ainda dominar o garrafão pode ser decisivo.

    Não vou mentir — é uma aposta arriscada. Shai continua sendo o motor desse time e tem tudo pra repetir o feito do ano passado. Mas pra quem gosta de uma emoção diferente e acredita que Holmgren pode explodir nas finais… bem, +3500 não é um odd que a gente vê todo dia.

    E aí, vocês comprariam essa briga? Ou acham que é loucura apostar contra o favorito?