Tag: Chris Finch

  • Chris Finch merece mais uma chance no Minnesota, sim ou não?

    Chris Finch merece mais uma chance no Minnesota, sim ou não?

    Olha, eu vou ser direto com vocês: depois de ver o Minnesota Timberwolves ser eliminado pelo San Antonio Spurs nos playoffs, muita gente tá pedindo a cabeça do Chris Finch. E eu entendo a frustração — perder duas seguidas sendo atropelado dói mesmo. Mas calma aí, galera.

    Demitir o Finch agora seria o mesmo que jogar fora anos de construção sólida. E vou explicar o porquê.

    O cara transformou Minnesota numa potência

    Vamos aos fatos: antes do Finch chegar, o Timberwolves era praticamente um time de turismo nos playoffs. Sério mesmo. Desde que ele assumiu, olha só o que rolou: playoffs em 2022 e 2023, Finais da Conferência Oeste em 2024 (eliminando Suns E Nuggets, monstros!), e novamente nas finais da conferência em 2025 passando por Lakers e Warriors.

    Isso é trabalho de gente séria, pessoal. Poucos técnicos conseguem levar um time consistentemente longe nos playoffs, ainda mais na Conferência Oeste que é uma guerra total.

    E mesmo nesta temporada, perdendo pros Spurs, ainda chegaram nas semifinais de conferência. Isso não é pouca coisa não.

    O elenco ainda tem suas limitações

    Agora, sejamos justos: o Anthony Edwards é um monstro e tá virando superestrela mesmo, mas quando a defesa adversária aperta e tira a bola das mãos dele, o ataque do Minnesota trava feio. E isso não é 100% culpa do técnico.

    O front office precisa melhorar o elenco — mais arremessadores de três, mais criadores de jogada. Por melhor que seja um técnico, ele precisa de peças que funcionem sob pressão dos playoffs. E vocês sabem como é: nos playoffs é outro campeonato.

    Perder pros Spurs não é vergonha

    Vamos combinar uma coisa: o San Antonio não é mais aquele timinho novato que a gente conhecia. Eles estão construindo algo sério por lá, com atletismo, velocidade e uma confiança absurda. Às vezes você simplesmente encontra outro time em ascensão no momento errado.

    Claro que o Finch merece críticas — as falhas defensivas nos jogos finais foram irritantes de assistir, e a falta de ajustes doeu. O banco dele esquentou, sim. Mas existe uma diferença entre cobrança e desespero.

    Na minha visão, Minnesota ainda tá muito mais perto de brigar por título do que de desmoronar. E depois de anos finalmente empurrando essa franquia pra frente, o Chris Finch merece mais uma oportunidade pra terminar o trabalho.

    E aí, galera — vocês acham que ele deveria ficar ou é hora de mudança mesmo?

  • Chris Finch detona árbitro Tony Brothers: ‘Completamente sem profissionalismo’

    Chris Finch detona árbitro Tony Brothers: ‘Completamente sem profissionalismo’

    Olha, eu já vi muita coisa bizarra na NBA, mas o que rolou entre Chris Finch e o árbitro Tony Brothers no jogo 3 entre Timberwolves e Spurs foi de outro nível. O técnico do Minnesota saiu do jogo pistola e não poupou palavras na entrevista coletiva.

    A confusão toda começou no último quarto, quando Finch tentou pedir tempo técnico com 5:12 restando no cronômetro. O cara estava vendo que a jogada não ia dar em nada e quis parar o jogo. Só que o Brothers simplesmente ignorou o pedido e deixou a bola rolar até os 5:09.

    “Eu quero meus três segundos de volta”

    Depois do jogo, Finch contou exatamente o que aconteceu: “Eu falei pra ele: ‘quero meus três segundos de volta’. O cara me ouviu claramente pedindo timeout, olhou na minha direção, me ignorou e deixou a jogada seguir. Quase custou uma bola perdida pra gente.”

    Sinceramente, três segundos podem não parecer muito, mas na NBA isso é uma eternidade. Qualquer um que acompanha basquete sabe disso. E pior: depois que finalmente concedeu o tempo, o Brothers foi tirar satisfação com o técnico!

    Naz Reid vira pacificador

    A situação esquentou tanto que Naz Reid, o pivô do Minnesota, teve que entrar no meio dos dois pra separar a briga. Imagina a cena: um jogador tendo que apartar técnico e árbitro!

    Mas não parou por aí. Finch disse que depois perguntou pro Brothers de onde seria a reposição de bola — uma pergunta técnica normal, né? Aparentemente isso irritou ainda mais o árbitro.

    “Ele perdeu a linha”, disparou Finch sobre Brothers.

    Tony Brothers é um dos árbitros mais conhecidos da liga, mas também um dos mais polêmicos. O cara já se envolveu em outras confusões ao longo da carreira. Na minha opinião, árbitro tem que manter a compostura sempre, independente da situação.

    E vocês, o que acham? Técnico tem o direito de cobrar quando o árbitro demora pra conceder um timeout óbvio? Ou Finch exagerou na crítica?

  • Finch explode com árbitro na NBA: ‘Comportamento completamente antiético’

    Finch explode com árbitro na NBA: ‘Comportamento completamente antiético’

    Cara, a coisa esquentou MESMO no jogo 3 entre Timberwolves e Spurs! O técnico Chris Finch partiu pra cima do árbitro Tony Brothers de um jeito que eu nunca tinha visto na NBA. E olha que o Brothers já apitou muita coisa polêmica por aí.

    A situação foi tão tensa que os próprios jogadores tiveram que segurar o árbitro — isso mesmo, você leu certo. Os JOGADORES segurando o ÁRBITRO para não partir pro técnico. Enquanto isso, o Anthony Edwards teve que levar o Finch pra longe. Imagina a cena?

    O que rolou de verdade

    Segundo o Finch, ele pediu um timeout 3 segundos antes, mas o Brothers simplesmente ignorou. “Eu queria o timeout. Tinha pedido 3 segundos antes”, disse o técnico. “Ele claramente me ouviu. Olhou na minha direção, me ignorou, e continuou com a jogada… quase nos custou uma bola perdida.”

    Aí quando o Finch foi apenas perguntar onde seria a reposição de bola, o Brothers partiu pra cima gritando com ele. Na minha opinião? Isso aí passou dos limites mesmo. Árbitro tem que manter a compostura, né não?

    Edwards tentando acalmar os ânimos

    O Ant, sempre diplomático, tentou amenizar a situação depois do jogo: “Queremos ganhar. O Finchy quer ganhar. Tony Brothers é Tony Brothers. Todo mundo gosta dele aqui, então tá tudo certo.” Mas será que tá mesmo tudo certo?

    Edwards fez seus 32 pontos, mas não foi suficiente. O monstro do Wembanyama meteu 39 pontos e levou os Spurs pra vitória por 115-108. Agora San Antonio tá em vantagem 2-1 na série.

    Sinceramente? Acho que o Finch tá certo de reclamar. Árbitro que não respeita pedido de timeout pode decidir jogo, e numa série de playoffs isso é inadmissível. Vocês acham que o Brothers passou dos limites ou o Finch que exagerou na reação?

  • Finch detona arbitragem: ‘4 dos 12 bloqueios do Wemby foram infrações’

    Finch detona arbitragem: ‘4 dos 12 bloqueios do Wemby foram infrações’

    Cara, que rolo foi esse jogo 1 entre Wolves e Spurs! Victor Wembanyama quebrou o recorde de tocos numa partida de playoffs (12 bloqueios), mas o técnico do Minnesota, Chris Finch, não tá nada feliz com a arbitragem. Segundo ele, pelo menos quatro desses bloqueios eram infrações claras que não foram marcadas.

    “Quando analisamos as jogadas, pelo menos quatro eram infrações. Talvez até uma quinta”, disparou Finch na coletiva. “É um pouco alarmante que nenhuma delas foi marcada. Estamos falando de um cara de 2,21m que vai atrás de tudo, e não teve uma atenção especial pra essas jogadas?”

    A matemática da revolta

    O técnico dos Wolves fez as contas — e olha, ele tem razão. Se fossem quatro infrações não marcadas, são oito pontos que ficaram na mesa. “Vocês sabem o valor de oito pontos num jogo da NBA? É gigantesco”, falou Finch. “Isso representa 33% dos bloqueios dele. Se eu te desse um aumento de 33%, você gostaria, né?”

    Rudy Gobert, que conhece bem o francesinho por serem conterrâneos, concordou com tudo. “Se você olhar as jogadas, são provavelmente três ou quatro infrações mesmo”, disse o pivô. “Eu queria ter esse tipo de tratamento também”, brincou.

    A jogada mais óbvia

    A terceira posse do jogo foi a mais gritante. Terrence Shannon Jr. chegou rápido na cesta, conseguiu colocar a bola no vidro e aí o Wemby foi lá e cortou. Até o próprio Victor pareceu saber que tinha feito besteira — ele pausou, abriu os braços esperando o apito que nunca veio.

    Sinceramente? Essas coisas me irritam profundamente. Playoffs é outra parada, a pressão é máxima e os árbitros perdem lances assim? O cara tem 2,21m de altura, é óbvio que vai ter situações limítrofes. Mas quando a bola já tá no vidro e ele corta, não tem o que discutir.

    E não foi só isso não. Teve falta clara no Gobert que passou batida, outra infração no segundo quarto quando o Julius Randle já tinha posto a bola na tabela… Enfim, foi uma arbitragem bem questionável mesmo.

    O mais louco é que mesmo com toda essa polêmica, os Wolves conseguiram roubar o jogo 1 fora de casa (104-102) e tomaram a vantagem de quadra. Anthony Edwards saiu do banco por causa de uma lesão no joelho, jogou só 25 minutos, e mesmo assim deu conta do recado.

    E aí, pessoal, vocês acham que os árbitros realmente passaram pano pro Wembanyama ou é frescura do Finch? Uma coisa é certa: esse vai ser um assunto quente pro resto da série!

  • Edwards pode desfalcar Wolves contra os Spurs — situação tá feia

    Edwards pode desfalcar Wolves contra os Spurs — situação tá feia

    Olha, eu não esperava que a lesão do Anthony Edwards fosse virar dor de cabeça desse jeito. O Minnesota Timberwolves até que eliminou o Denver na sexta-feira com aquela vitória de 110-98, mas agora o técnico Chris Finch soltou uma bomba sobre o Ant-Man que deixou todo mundo preocupado.

    Segundo o cara, Edwards tá “semana a semana” ainda. Semana a semana, pessoal! Isso significa que ele pode muito bem perder o começo da série contra o San Antonio Spurs, que começa na segunda-feira.

    A lesão que ninguém queria

    A parada aconteceu no jogo 4 contra os Nuggets — contusão óssea e hiperextensão no joelho esquerdo. Na época eu pensei “tranquilo, volta logo”, mas pelo visto a coisa é mais séria do que imaginei. O garoto de 24 anos pode voltar só no jogo 3 ou 4 da série, se tudo der certo.

    E não para por aí. O Ayo Dosunmu também tá no departamento médico, embora a situação dele seja “dia a dia” — pelo menos uma notícia um pouquinho melhor.

    Quem vai salvar a pátria?

    Com Edwards fora e Dosunmu duvidoso, sobra pro Terrence Shannon Jr. carregar o piano no primeiro jogo. O Jaylen Clark também deve ganhar mais minutagem — e sinceramente, não sei se esses caras conseguem substituir o que o Ant-Man representa pra esse time.

    Porque vamos combinar: Edwards pode não estar com os números absurdos de sempre (18.5 pontos, 6.8 rebotes nestes playoffs), mas ele é o cara que resolve na hora do aperto. Os 35.8% nos arremessos e 25.8% nas bolas de três não tão ideais, mas é o Anthony Edwards, né? O monstro sempre aparece quando precisa.

    E aí, vocês acham que os Wolves conseguem segurar a onda sem o craque? Jogo 1 é segunda-feira, 21h30, em San Antonio. Vai ser tenso.

  • Finch detona Shannon Jr: ‘Única forma de limpar é sentar no banco’

    Finch detona Shannon Jr: ‘Única forma de limpar é sentar no banco’

    Olha, quando o Chris Finch fala assim de um jogador publicamente, você sabe que a coisa tá séria. O técnico dos Timberwolves não poupou o Terrence Shannon Jr. depois do Game 5 contra o Denver, e sinceramente? Era de se esperar.

    Shannon Jr. virou peça importante nos Wolves depois que o Anthony Edwards e o Donte DiVincenzo se machucaram — coisa que ninguém esperava acontecer nos playoffs. O cara ficou três jogos inteiros encostado no banco contra os Nuggets, aí de repente teve que entrar em quadra: 7 minutos no Game 4, 14 no Game 5.

    No ataque ele até que vai bem…

    E vamos dar o crédito onde é devido: ofensivamente o Shannon Jr. não decepciona. Fez 15 pontos em 14 minutos no Game 4 — isso é monstro, cara. Mas basquete não é só fazer cesta, né?

    Finch foi direto ao ponto quando perguntaram sobre o que precisa melhorar no jovem: “Eu não limpo isso pra ele. Ele que limpa. Começa com estar pronto, ele tem que estar engajado, tem que estar totalmente comprometido com esse lado da quadra… A única forma que eu posso limpar isso é sentando ele no banco, certo? É a única forma. Ele sabe o que precisamos dele agora.”

    Eita. Isso é basicamente o técnico falando: “se não defender, não joga”. E olha, com o físico e atletismo que o Shannon Jr. tem, realmente não tem desculpa pra não ser um bom defensor.

    Momento delicado nos playoffs

    A situação fica ainda mais tensa porque os Wolves tinham tudo pra fechar a série no Game 5 — e não conseguiram. Agora é Game 6 em casa, aquela pressão de não deixar ir pra um Game 7 em Denver.

    E convenhamos, sem Edwards e DiVincenzo, cada minuto conta. Não dá pra ter jogador em quadra que não contribui dos dois lados. O Finch tá certo em cobrar — até porque a cultura dos Wolves é essa mesmo, next man up.

    Vocês acham que o Shannon Jr. vai conseguir se encaixar defensivamente a tempo? Ou vai ser mais um jovem que não aguenta a pressão dos playoffs? Eu torço pra que dê certo, porque ofensivamente o cara tem potencial de sobra.

    O Game 6 vai mostrar se essa bronca pública do Finch surtiu efeito ou se os Wolves vão ter que encontrar outras alternativas pra fechar essa série em casa.

  • Finch explode: ‘Talvez a gente devesse começar a simular também’

    Finch explode: ‘Talvez a gente devesse começar a simular também’

    Cara, o Chris Finch não engoliu essa. O técnico dos Wolves tá pistola com a disparidade de lances livres no Jogo 1 contra os Nuggets e mandou a real: “Talvez a gente devesse começar a simular também”.

    O que deixou o cara mais irritado? Jamal Murray indo 16 de 16 nos lances livres. Dezesseis tentativas perfeitas! Enquanto isso, Minnesota arremessou apenas 19 lances livres no total na derrota por 116-105. Finch chamou as 16 tentativas do Murray de “quebra-cabeça” – e olha, eu entendo a frustração dele.

    A filosofia dos lances livres na NBA atual

    “A liga está em um ponto agora onde você cria o contato, cai para o lado, e é recompensado”, desabafou Finch antes do Jogo 2. “Caras que tentam jogar através do contato, esse primeiro nível de contato, e ficam firmes na penetração, eles tendem a não ser recompensados.”

    E aí ele foi direto ao ponto, citando seus dois principais jogadores. “Julius [Randle] não é um simulador. Ant [Anthony Edwards] não é um simulador. Esses são penetradores físicos. Eles jogam através da primeira linha de contato muitas vezes.”

    Sinceramente? Finch tem um ponto. Edwards e Randle são jogadores que vão com tudo pro garrafão, mas parece que quem “vende” melhor o contato leva vantagem na arbitragem moderna.

    Murray responde e Adelman entra na conversa

    Murray, claro, não gostou das reclamações. O cara disse que não entende o escândalo todo porque foi realmente faltado pelos físicos Wolves. “Nem todas eram faltas. Algumas eram faltas”, admitiu Finch depois, meio que dando o braço a torcer.

    David Adelman, técnico assistente dos Nuggets, jogou uma pazada: “São os playoffs. Todo mundo faz política depois dos jogos”. E completou lembrando que algumas das idas de Murray à linha foram por faltas flagrantes e técnicas de Minnesota no Jogo 1 físico.

    O interessante é que Adelman tocou numa questão importante: “Às vezes quando você assiste o filme, você fala: ‘É, esse cara foi faltado mesmo’. Há noites que jogamos contra alguém que arremessa muitos lances livres, e eu não volto nos lances pensando ‘não acredito que conseguimos todas essas marcações’. Eu penso: ‘Por que estamos cometendo tantas faltas?’”

    O que vocês acham? Finch tem razão em reclamar da arbitragem ou os Wolves precisam se adaptar melhor ao jogo moderno? Uma coisa é certa: com arbitragem diferente no Jogo 2, vai ser interessante ver se o padrão muda.

  • Finch explode: ‘Talvez a gente tenha que começar a encenar também’

    Finch explode: ‘Talvez a gente tenha que começar a encenar também’

    Olha, o Chris Finch tá pistola. E não é pra menos — ver o Jamal Murray indo pra linha de lance livre 16 vezes no Jogo 1 contra apenas 9 tentativas dos seus dois craques principais? Dá pra entender o desespero do técnico do Minnesota.

    “Talvez a gente tenha que começar a encenar também”, disparou Finch antes do Jogo 2. Cara, quando um técnico fala isso abertamente, é porque a coisa tá feia mesmo.

    A matemática não fecha

    Vamos aos números que deixaram o Minnesota revoltado: Denver teve 33 lances livres no total contra apenas 19 do Timberwolves. Julius Randle e Anthony Edwards — os caras que carregam o ataque — somaram míseros 9 lances livres juntos. Murray sozinho teve quase o dobro disso.

    “Julius não é um cara que encena. Ant não é um cara que encena”, explicou Finch. “Eles são jogadores físicos que dirigem forte pra cesta. Eles jogam através do primeiro contato. Muitas vezes nesse ponto de contato, se você fingir que caiu, você ganha a falta. Mas se você continua jogando, os árbitros pensam ‘deixa o jogo fluir’”.

    Sinceramente? Finch tem um ponto. Quantas vezes a gente não vê o Edwards voando pra cesta, tomando pancada e não ganhando falta porque ele é forte demais pra “vender” o contato?

    David Adelman rebate

    Do outro lado, o técnico do Denver não gostou nada da insinuação. David Adelman foi na matemática: quatro dos 16 lances livres do Murray vieram de uma falta flagrante num arremesso de 3 e de uma técnica. “Então foram 12”, disse. “E ele foi faltado. São os playoffs. Todo mundo faz política depois dos jogos”.

    E o cara tem razão também — Murray não tava “passeando” pra linha de lance livre. O menino tava jogando no meio da pancadaria que o Minnesota sempre promove. Vocês sabem como é o Timberwolves: eles vão no limite da físicalidade o tempo todo.

    Mas Finch não deu o braço a torcer: “Algumas eram faltas sim, mas quando você revê o filme, nem todas eram faltas”.

    A eterna polêmica da arbitragem

    No fundo, isso é reflexo de uma discussão maior que rola na NBA há anos. A liga tá num momento onde quem “vende” o contato ganha mais falta do que quem tenta jogar através dele. É frustrante pra caramba ver caras como Edwards e Randle — que são máquinas de ir pra cesta — sendo prejudicados por jogar “do jeito certo”.

    Essa rivalidade entre Nuggets e Timberwolves começou naquela série épica de 2024, quando o Minnesota eliminou Denver em sete jogos. E pelo visto, continua pegando fogo em 2026.

    O que vocês acham? Finch tá certo em reclamar ou é só choro de técnico que perdeu o primeiro jogo?

  • Wolves prontos pra ‘virar a chave’ depois de temporada irregular

    Wolves prontos pra ‘virar a chave’ depois de temporada irregular

    Cara, o Anthony Edwards viu a ovação que o Kevin Garnett tava recebendo da torcida dos Wolves e correu pra dar um abraço no lendário ala. Oito anos longe de Minneapolis, e o KG voltou pra dar aquela energia que só ele sabe dar.

    “Ele é o maior Timberwolf de todos os tempos”, disse o Ant-Man depois do treino. “Foi gigante ter ele de volta no ginásio, e espero que ele apareça nos playoffs pra nos dar mais energia.”

    E olha, energia é exatamente o que esse time precisa.

    Experiência existe, mas cadê a consistência?

    Depois de chegar nas finais da Conferência Oeste nos últimos dois anos, os Wolves têm toda a experiência do mundo pra fazer barulho nesses playoffs. O problema? Os últimos três meses foram meio… meh.

    “Sabemos que time podemos ser e quem fomos. A questão é se conseguimos manter isso”, admitiu o técnico Chris Finch. “Você nunca quer ser um time que precisa ‘virar a chave’, mas temos uma chave pra virar, e temos que fazer isso agora.”

    Sinceramente? Meio preocupante quando seu próprio técnico fala isso, né não?

    O motor desse time continua sendo o Edwards — quatro vezes All-Star, líder nato. Mas ele mesmo reconhece que fez parte do problema durante algumas fases ruins da temporada.

    Edwards admite: “Só querendo chegar nos playoffs”

    “Às vezes parecia que estávamos só tentando passar pela temporada regular pra chegar nos playoffs”, confessou o Edwards, que fez sua melhor temporada estatística: 28.8 pontos por jogo, 48.9% nos arremessos, 39.9% de três (todos recordes pessoais).

    Os números são monstruosos, mas o cara tá certo — dava pra sentir que faltava aquele gás extra durante a temporada.

    O que mais me preocupa é a defesa. Saíram do 1º lugar em 2023-24 pro 8º lugar agora. Isso não é só estatística, é perda de identidade mesmo. O Rudy Gobert, que já levou três prêmios de Melhor Defensor, sabe que a coisa tá séria:

    “Quando nosso grupo não tem escolha, geralmente aparece. Mais uma vez está tudo nas nossas mãos.”

    Ant-Man descansado e em forma

    Uma notícia boa: o Edwards jogou apenas 61 jogos (recorde pessoal negativo) por causa de dores no joelho, mas aproveitou pra se cuidar. Perdeu peso, chegou aos 218 libras — o mais baixo desde os 18 anos.

    “Não joguei muito no último mês”, disse ele, “então tô tentando voltar pro ritmo.”

    Olha, eu tô curioso pra ver se esse time consegue mesmo “virar a chave” contra o Denver no sábado. Vocês acham que dá pra confiar nos Wolves depois dessa temporada irregular? Experiência eles têm, talento também… mas será que o foco vai aparecer quando mais precisar?