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  • Cincinnati fisga fenômeno de 15 anos que promete revolucionar o programa

    Cincinnati fisga fenômeno de 15 anos que promete revolucionar o programa

    Gente, vocês viram isso? Kam Mercer, um dos maiores prospectos do basquete americano, acabou de se comprometer com Cincinnati. E olha, não é qualquer compromisso não — estamos falando do melhor recruit que a universidade consegue desde 2007. Pausa pra isso afundar.

    O garoto que pode mudar tudo

    Mercer tava ranqueado como número 7 na classe de 2028 (sim, 2028!), mas decidiu acelerar o processo e vai se reclassificar para 2027. Na minha opinião, movimento inteligentíssimo. Por que esperar quando você já tem o talento pra dominar?

    O mais louco é que ele é de Cincinnati mesmo. Imagina a pressão e a expectativa de jogar em casa? “Crescendo em Cincinnati, significa muito pra mim jogar aqui”, disse o moleque. Cara, eu fico arrepiado com essas histórias de volta pra casa.

    Primeiro five-star em mais de uma década

    Pra vocês terem uma noção do tamanho dessa contratação: Cincinnati não pegava um recruit cinco estrelas desde Lance Stephenson em 2009. DOIS MIL E NOVE. Isso é mais de quinze anos atrás!

    O técnico Jerrod Calhoun, que assumiu o programa na primavera, deve estar nas nuvens. Imagina começar sua era com um prospecto desses? É o tipo de recruit que muda completamente o patamar de um programa.

    “Eles me fizeram prioridade, e quando visitei, me senti muito confortável lá”, explicou Mercer. Olha, isso aí é fundamental no basquete universitário. O cara precisa se sentir em casa, porque vai passar anos cruciais da carreira ali.

    E agora, qual a expectativa?

    Com a reclassificação, Mercer provavelmente vai ficar no top 20 da classe de 2027. Estamos falando de um pivô com potencial NBA, galera. Cincinnati não via um talento desse nível há décadas.

    Sinceramente? Acho que essa contratação pode ser o pontapé inicial pra Cincinnati voltar a ser relevante no basquete universitário. Vocês acham que o programa tem estrutura pra desenvolver esse monstro?

  • Novas contratações do basquete universitário: quem acertou na mosca?

    Novas contratações do basquete universitário: quem acertou na mosca?

    Olha, março não é só sobre a loucura da March Madness não. Enquanto a galera tá de olho nos playoffs universitários, tem coisa séria rolando nos bastidores — o famoso carrossel de técnicos do basquete universitário americano.

    É aquela época do ano em que os programas apostam suas fichas em alguém que pode ser o próximo Phil Jackson ou… bem, mais um que vai durar três anos e sair pela porta dos fundos. E cara, é cada aposta!

    As fichas estão na mesa

    Vou ser sincero: prever se uma contratação vai dar certo é praticamente como jogar na mega-sena. Nos últimos 10 anos a gente viu contratações que eram “óbvias” como Archie Miller em Indiana e Chris Mack em Louisville virarem desastre total. E aí do nada aparece um Tommy Lloyd no Arizona — cara que nunca tinha sido técnico principal — e chega nas finais regionais no primeiro ano.

    É por isso que eu sempre falo: nesse negócio de basquete universitário, quem garante alguma coisa?

    Jerrod Calhoun em Cincinnati: nota A-

    Essa aqui eu curti demais. Cincinnati tá há anos patinando desde que o Mick Cronin vazou para UCLA em 2019, e finalmente parece que acertaram na contratação.

    O cara tem tudo que você quer num técnico: conhece a região (é de Ohio), se formou em Cincinnati, trabalhou com Bob Huggins nos tempos áureos do programa. Mas o principal — o cara sabe ganhar jogo.

    Na Division II ele fez 124-38 em cinco temporadas e chegou numa final nacional. Em Youngstown State, que é osso duro de roer, conseguiu ficar com saldo positivo (118-106). E no Utah State? 55-15 em duas temporadas com duas classificações para o torneio.

    Claro que Big 12 é outra pegada completamente — é uma das conferências mais insanas do país. Mas no papel, faz todo sentido. Cincinnati precisa de alguém que entenda a pressão e saiba o que é vestir essa camisa.

    Randy Bennett vai para Arizona State: mais uma nota A-

    Arizona State é um caso à parte. Imagina: universidade gigante, cidade massa (Phoenix), estrutura boa… e mesmo assim o time não consegue passar de um seed 10 desde 2009, quando James Harden ainda jogava lá. Absurdo, né?

    Bennett pode ser a solução. O cara pegou Saint Mary’s — que antes dele tinha ido apenas três vezes para o torneio na história — e levou 12 vezes em 22 temporadas. O estilo dele é aquele basquete raiz, físico, que frustra todo mundo.

    E aí, vocês acham que essas contratações vão colar? Eu tô apostando que pelo menos uma das duas vai surpreender todo mundo — mas sabem como é, né? No basquete universitário, a única certeza é que não tem certeza nenhuma.

  • Cincinnati contrata ex-aluno como novo técnico em volta emocional

    Cincinnati contrata ex-aluno como novo técnico em volta emocional

    Cara, que história bonita essa do Cincinnati. O programa acabou de anunciar Jerrod Calhoun como novo técnico — e olha só que loucura: o cara é ex-aluno da própria universidade. Volta pra casa depois de 22 anos, agora como comandante do time que ele torcia quando era estudante.

    Calhoun estava fazendo um trabalho monstro no Utah State. Nos últimos dois anos, o time dele foi 55-15 e se classificou pro March Madness nas duas temporadas. Nada mal, né? A última participação acabou no domingo passado, com derrota pro Arizona por 78-66 na segunda rodada. Mesmo assim, temporada de 29-7 e títulos da temporada regular e do torneio da Mountain West.

    A trajetória até chegar aqui

    O que mais me impressiona na história do Calhoun é a paciência. O cara se formou em Cincinnati em 2004, foi assistente estudantil do Bob Huggins por um ano. Depois seguiu Huggins pra West Virginia, onde ficou como assistente de 2007 a 2012. Aí foi construindo nome devagar: técnico principal do Fairmont State (Divisão II) de 2012 a 2017, onde fez 124-38 e chegou na final nacional em 2017. Detalhe curioso: um dos assistentes dele por três anos foi Joe Mazzulla — sim, o atual técnico do Boston Celtics.

    No Youngstown State, de 2017 a 2024, teve campanha de 118-106. Números modestos, mas sempre evoluindo. Até que chegou a chance no Utah State e mostrou que estava pronto pro próximo nível.

    O desafio que espera em Cincinnati

    Agora a bronca: Cincinnati não vai pro March Madness há SETE anos. Sete! É a maior seca do programa em mais de três décadas. Pra quem já teve dois títulos nacionais e foi potência nos anos 90 e 2000 com Huggins, isso dói.

    Wes Miller foi demitido no início do mês depois de cinco temporadas com 100-74. Desde que entraram na Big 12 em 2024-25, os Bearcats têm 37-31 no geral e apenas 16-22 na conferência. Ou seja, Calhoun herda um programa histórico, mas que precisa de uma reconstrução séria.

    Vocês acham que a conexão emocional com a universidade vai ajudar o Calhoun a reconectar os fãs com o programa? Sinceramente, eu acho que sim. Às vezes é isso que um programa precisa — alguém que entende o DNA do lugar e tem aquela fome de provar que pode fazer a diferença exatamente onde tudo começou pra ele.