Tag: College Basketball

  • Filho de Peja está voando no Draft Combine – Illinois pode perder joia

    Filho de Peja está voando no Draft Combine – Illinois pode perder joia

    Gente, o Andrej Stojakovic simplesmente decidiu que ia voar na NBA Draft Combine. E quando eu digo voar, é literal mesmo — o garoto saltou 41.5 polegadas no teste de salto vertical e liderou TODA a combine. Absurdo.

    Para quem não sabe (ou esqueceu), Andrej é filho do lendário Peja Stojakovic, aquele atirador sérvio que foi monstro nos Kings. E pelo jeito, o DNA da família não veio só para o arremesso — veio para o atletismo também.

    O salto que pode mudar tudo

    41.5 polegadas, pessoal. Isso é mais de um metro de salto vertical. Para vocês terem noção, o Michael Jordan saltava por volta de 46 polegadas no auge da carreira. Claro, MJ é MJ, mas estar nessa faixa já mostra o nível do garoto.

    O mais interessante é que Andrej estava meio que “escondido” no banco do Illinois na temporada passada. O time chegou no Final Four (que campanha, né?), mas ele não era uma das estrelas principais. Agora, de repente, todo mundo tá vendo que o moleque tem muito mais potencial do que imaginavam.

    Illinois vai perder a joia?

    Sinceramente, se eu fosse o Andrej, estaria pensando seriamente em ficar no draft. O cara é projetado como uma possível escolha no final da segunda rodada, e olha… às vezes é melhor garantir o sonho NBA do que arriscar voltar para a faculdade e talvez se machucar ou ter uma temporada ruim.

    É meio triste para o Illinois, que provavelmente contava com ele para a próxima temporada. Mas também, que orgulho deve ser para o programa ver um dos seus caras brilhando assim no maior palco pré-draft do país.

    E vocês, acham que ele deve ficar no draft ou voltar para mais um ano de college? Eu tô curioso para ver se ele vai participar dos jogos 5×5 da combine ou se vai só nos testes físicos mesmo.

    Uma coisa é certa: com esse atletismo todo e o sobrenome que carrega, o Andrej Stojakovic vai dar muito o que falar nos próximos anos. Seja em Illinois ou direto na NBA.

  • Peterson revela o que causou as cãibras que quase destruíram sua temporada

    Peterson revela o que causou as cãibras que quase destruíram sua temporada

    Cara, que história maluca essa do Darryn Peterson. O garoto que todo mundo esperava ser o número 1 do Draft de 2026 quase teve a temporada inteira arruinada por… creatina demais. Sim, você leu certo.

    Peterson finalmente abriu o jogo sobre o que aconteceu na temporada dele em Kansas. E olha, a parada foi séria mesmo. O moleque disse que “achou que ia morrer na maca naquele dia” depois de ter cãibras no corpo todo durante o treino físico de pré-temporada dos Jayhawks.

    A parada foi feia mesmo

    Imagina a cena: o cara que todo mundo tava esperando para dominar o college basketball de repente não consegue nem ficar em pé. Peterson contou que as cãibras começaram nas pernas e se espalharam pelo corpo todo – teve que ir pro hospital tomar soro na veia.

    “Consegui chegar na sala de fisioterapia e comecei a implorar pra eles ligarem pro 911”, disse ele. “Eles tentavam encontrar uma veia pra colocar o soro, me rehidratar. Mas eu tava com cãibra tão forte que não conseguiam achar veia nenhuma.”

    Monstro, né? E o pior: isso aconteceu 11 vezes durante a temporada. Onze! O garoto perdeu 11 jogos por causa disso.

    O mistério finalmente resolvido

    Durante a temporada toda, ninguém sabia direito o que tava rolando. Privacidade médica e tal, né? Mas agora Peterson revelou tudo: depois de fazer uns exames mais detalhados no final da temporada, descobriram que o nível de creatina dele no sangue tava nas alturas.

    O problema é que o Peterson nunca tinha usado creatina antes de chegar na faculdade. Mas quando chegou em Kansas, começou a tomar as doses que o pessoal indicava – só que o organismo dele já tinha creatina naturalmente elevada. Resultado? Overdose do suplemento.

    Sinceramente, isso me fez pensar: quantos talentos a gente não vê sendo desperdiçados por falta de um acompanhamento médico mais detalhado? O cara podia ter jogado a carreira fora por causa de um suplemento que metade da galera toma sem nem pestanejar.

    E agora, ainda vai ser número 1?

    A pergunta que não quer calar: depois de uma temporada tão conturbada, Peterson ainda tem chance de ser a primeira escolha do Draft?

    Olha, na minha opinião, tem sim. O talento continua lá, e agora que descobriram a causa do problema (e que aparentemente se resolve parando de tomar creatina), os times da NBA vão ficar bem mais tranquilos. Claro que o AJ Dybantsa do BYU tá na frente agora, mas basquete é imprevisível.

    Peterson voltou a treinar em Los Angeles se preparando pro Draft Combine e disse que não teve mais nenhum episódio de cãibra desde que parou com a creatina. Isso é um bom sinal, né?

    E aí, vocês acham que essa explicação vai ser suficiente pra convencer os times da NBA? Ou será que a temporada irregular pesou demais na avaliação dele?

  • Louisville fecha com pivô 5 estrelas filho de ex-NBA

    Louisville fecha com pivô 5 estrelas filho de ex-NBA

    Cara, o Pat Kelsey tá montando um monstro em Louisville. O técnico acabou de fisgar Obinna Ekezie Jr., um pivô de 2,13m que é considerado o 4º melhor prospecto de todo o país pela 247Sports. E olha só o detalhe: o garoto é filho do Obinna Ekezie Sr., que jogou quatro temporadas na NBA.

    O jovem Ekezie originalmente estava na turma de 2027, mas resolveu acelerar e se reclassificar para 2026 — ou seja, já vai estar em quadra na próxima temporada universitária. Sinceramente, não esperava essa de Louisville conseguir ganhar essa disputa toda.

    A escolha que ninguém esperava

    Louisville bateu Arkansas, BYU, Kentucky e Maryland nessa briga. Kentucky, gente! Imagina a dor de cabeça que deve ter sido pro John Calipari (que nem tá mais lá, mas enfim) perder um prospecto desses bem ali do lado.

    “Sinto que é a melhor situação para me desenvolver, mostrar meu jogo e brigar por um título nacional”, disse Ekezie sobre a escolha. O garoto destacou o plano detalhado do Kelsey para fazê-lo jogar tanto de ala-pivô quanto de pivô. Versatilidade é tudo no basquete moderno, né?

    E teve uma frase que me chamou atenção: “Louisville pareceu casa desde o momento que cheguei lá”. Olha, quando um jovem de 17 anos fala isso, é porque a visita realmente impressionou.

    Um elenco que promete

    Com Ekezie, Louisville agora tem oito reforços confirmados para 2026-27. O Kelsey foi pro mercado de transferências como um louco depois da eliminação precoce no March Madness. Trouxe o Flory Bidunga (ex-Kansas), Jackson Shelstad (Oregon) e Karter Knox (Arkansas).

    Esse time tem tudo pra estar no top-10 dos rankings de pré-temporada. Aliás, Ekezie ainda ganhou o prêmio de MVP defensivo no Basketball Without Borders durante o All-Star Game da NBA em fevereiro. Com 2,13m e essa mentalidade defensiva, o garoto pode ser especial.

    Vocês acham que Louisville consegue brigar por título nacional com esse elenco? Eu tô começando a acreditar que sim. O Kelsey tá fazendo um trabalho absurdo no mercado — agora é esperar pra ver se consegue juntar todas essas peças em quadra.

  • Malachi Moreno no mock draft da ESPN — vai sair mesmo de Kentucky?

    Malachi Moreno no mock draft da ESPN — vai sair mesmo de Kentucky?

    Olha, eu não esperava ver o nome do Malachi Moreno aparecendo nos mock drafts da ESPN tão cedo, mas aqui estamos. O cara de Kentucky foi projetado como 43ª escolha geral para o Brooklyn Nets no mais novo mock draft de 2026 do Jeremy Woo.

    Quando o Moreno anunciou que ia testar as águas da NBA, todo mundo pensou: “Ah, é só pra ver o nível mesmo, vai voltar pra faculdade”. Mas parece que o estoque dele na liga tá mais alto do que a gente imaginava.

    Segunda rodada é tentador?

    Posição 43 significa segunda rodada, longe de uma garantia financeira da primeira rodada. Mas se você é um jovem de 19 anos e alguém te fala que você pode ser uma das 60 escolhas do draft… cara, isso mexe com a cabeça de qualquer um, né?

    O que me chama atenção é que, dos outros Wildcats da temporada passada, só o Jayden Quaintance apareceu — e olha só, 15ª posição geral pro Chicago Bulls. Nada mal! O Ugonna Onyenso também foi mencionado, mas ele já tinha transferido pra Virginia e foi projetado lá na 50ª posição pro Toronto Raptors.

    A jogada inteligente seria ficar

    Sinceramente? Acho que o Moreno devia ficar mais um ano em Kentucky. O draft de 2027 tá bem mais fraco que este de 2026, então um salto de qualidade na segunda temporada dele poderia facilmente colocar o garoto na primeira rodada.

    Imagina só: em vez de ser uma escolha duvidosa na segunda rodada, ele poderia virar uma pick garantida na primeira. Faz muito mais sentido financeiramente e pro desenvolvimento da carreira.

    Mas né, a cabeça de um jovem atleta é complicada. Se ele se sentir confiante que vai estar entre os 60 escolhidos, pode rolar de ele dar o salto mesmo.

    Vocês acham que ele aguenta mais um ano de college ou a tentação da NBA é forte demais? O NBA Combine tá marcado pra maio (dias 10-17) em Chicago, e se ele for convidado, aí a conversa muda de figura completamente.

  • Draft da NBA 2026 tem menor número de calouros desde 2003

    Draft da NBA 2026 tem menor número de calouros desde 2003

    Olha só que situação interessante está rolando na NCAA. O Draft da NBA de 2026 registrou apenas 71 jogadores universitários se declarando elegíveis – o menor número desde 2003. Cara, isso é MUITO baixo considerando que no ano passado foram 106 e em 2021 chegou ao pico absurdo de 363 caras.

    E o motivo? Dinheiro, meu amigo. Puro e simples dinheiro.

    NIL mudou o jogo completamente

    Com o NIL (Name, Image, Likeness) liberado, os universitários agora podem faturar uma grana considerável sem precisar correr pro draft. Alguns programas estão gastando mais de 20 milhões de dólares só na montagem do elenco. É coisa de maluco!

    Na minha visão, isso tá criando uma nova dinâmica no basquete universitário. Os calouros que antes saíam correndo pra NBA agora pensam duas vezes. Por que se arriscar sendo escolhido lá na segunda rodada quando você pode ficar mais um ano, se desenvolver E ainda por cima ganhar uma grana no college?

    Os grandes nomes que quase não se declararam

    Vários prospects de primeira linha esperaram até os últimos dias pra se declarar, incluindo Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e AJ Dybantsa (BYU). Todos cotados como possíveis primeiras escolhas gerais, mas mesmo assim hesitaram.

    O mais interessante é o caso do Alijah Arenas, filho do Gilbert Arenas (lembram dele?). O garoto se declarou, mas logo depois voltou atrás e vai ficar mais um ano em USC. Ele tava se recuperando de uma lesão no joelho depois de um acidente de carro – situação complicada pra qualquer jovem.

    Sinceramente, acho que essa mudança é boa pro desenvolvimento dos jogadores. Quantos caras a gente não viu se queimar saindo muito cedo? Agora eles podem amadurecer mais no college sem perder dinheiro. É uma situação win-win.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu tô curioso pra ver como isso vai afetar o nível da NBA nos próximos anos.

  • AJ Dybantsa vai pro Draft! Provável número 1 em 2026

    AJ Dybantsa vai pro Draft! Provável número 1 em 2026

    Galera, aconteceu o que todo mundo já esperava: AJ Dybantsa declarou para o Draft da NBA de 2026! O cara simplesmente dominou a temporada freshman na BYU e agora vai tentar a sorte na liga.

    E olha, não é qualquer tentativa não. Os caras estão falando que ele é o favorito absoluto para ser a primeira escolha geral do Draft. Primeira escolha, mano! Isso significa que provavelmente algum time vai fazer de tudo para ter a pior campanha da liga só para ter a chance de draftar esse monstro.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: 25.5 pontos, 6.8 rebotes e 3.7 assistências por jogo. Em 35 jogos na temporada. Cara, isso é absurdo para um calouro! E ainda jogou mais de 34 minutos por partida — praticamente foi o motor da BYU o tempo todo.

    O reconhecimento veio na forma de prêmios também. Foi selecionado para o First Team All-American (aquela seleção dos melhores do país) e ainda levou o troféu de Calouro do Ano da Big 12. Sinceramente, não dava para ser diferente com esses números.

    Ultrapassou a concorrência

    O mais interessante é que os scouts da NBA estão colocando ele à frente do Darryn Peterson no ranking. Aparentemente, o Dybantsa tem um “floor” mais alto — ou seja, o pior cenário dele ainda é muito bom. É essa segurança que as franquias procuram na primeira escolha.

    Vocês acham que ele realmente tem potencial para ser um craque na NBA ou é só mais um caso de hype exagerado? Porque uma coisa é dominar no college, outra é enfrentar LeBron, Durant e companhia…

    De qualquer forma, 2026 ainda está longe, mas já dá para ir acompanhando esse nome. Se continuar nesse ritmo, pode ser que a gente tenha mais um jovem fenômeno chegando na liga!

  • Duke fecha com John Blackwell e vira candidato real ao título

    Duke fecha com John Blackwell e vira candidato real ao título

    Olha, eu não esperava que o Jon Scheyer fosse fazer uma jogada dessas tão cedo na carreira dele como técnico principal. O cara acabou de fisgar o John Blackwell, que tava sendo disputado por meio país e era considerado o terceiro melhor transfer disponível no portal.

    E que jogador, meu amigo. O garoto saiu de Wisconsin depois de fazer uma temporada monstro: 19.1 pontos, 5.1 rebotes e 2.3 assistências por jogo. Ganhou até menção honrosa no All-Big Ten, que não é brincadeira nenhuma.

    O arremesso de 3 que impressiona

    Mas o que mais me chamou atenção nos números do Blackwell foi o aproveitamento de além do arco. Cara converteu 38.9% das bolas de três — e olha que ele tentava mais de 7 por jogo! Quando ele recebia a bola livre pra arremessar, o percentual subia pra absurdos 44.2%.

    A cereja do bolo? Foi ele quem deu a primeira derrota pro Michigan na temporada, que depois virou campeão nacional. Meteu 26 pontos com quatro bolas de três. Imagina a pressão que é quebrar uma invencibilidade dessa?

    Duke apostando na experiência

    O que mais me impressiona é a mudança de estratégia de Scheyer. Tradicionalmente, Duke sempre foi o time dos calouros cinco estrelas que ficam um ano e vazam pro Draft. Agora o cara tá construindo um elenco com mais experiência, mantendo veteranos como Cayden Boozer e Patrick Ngongba II.

    Sinceramente, acho que essa é a jogada certa. College basketball tá cada vez mais competitivo, e ter jogadores que já sabem o que é pressão de março faz toda diferença. Blackwell provou isso nos playoffs: 22 pontos e 10 rebotes na derrota de Wisconsin pro High Point, e média de 26 pontos no torneio da Big Ten.

    E vocês viram como ele é clutch na linha do lance livre? 86.3% de aproveitamento. Isso é fundamental nos momentos decisivos — daqueles que definem se você volta pra casa ou continua sonhando com o título.

    Time pra brigar pelo caneco

    Com essa contratação, Duke não tá só montando um time competitivo. Tá montando um candidato real ao título nacional. A classe de calouros continua elite (Cam Williams, Deron Rippey Jr. e Bryson Howard são todos top-15), mas agora tem a experiência que faltava.

    Na minha visão, Scheyer finalmente entendeu a fórmula: misturar talento jovem com veteranos que já passaram pelo fogo. E Blackwell, com 1,93m e essa capacidade de pontuar de qualquer lugar da quadra, encaixa como uma luva no sistema de Duke.

    Podem anotar aí: Duke vai ser um dos favoritos na próxima temporada. E olha que eu não sou muito de fazer previsões assim tão cedo, mas esse elenco tem cara de quem vai longe em março.

  • AJ Dybantsa vira favorito absoluto pro Draft 2026 da NBA

    AJ Dybantsa vira favorito absoluto pro Draft 2026 da NBA

    Cara, o AJ Dybantsa simplesmente voou pra primeira posição no ranking da ESPN pro Draft de 2026 da NBA. E olha, não foi por pouco não — o cara teve uma temporada de calouro ABSURDA no BYU que fez os executivos da liga pararem pra prestar atenção mesmo.

    Dybantsa é um ala de 2,06m que meteu uma média de 25,5 pontos, 6,8 rebotes e 3,7 assistências em 35 jogos. Vinte e cinco pontos por jogo, pessoal! Como calouro! O moleque mostrou que consegue carregar o ataque nas costas e ainda evoluiu muito como tomador de decisões.

    A mudança no topo

    Quem perdeu a primeira posição foi Darryn Peterson, de Kansas, que tava liderando antes. Sinceramente, eu achava que o Peterson ia manter a ponta — o cara é um pontuador nato, talvez o melhor arremessador da turma. Mas aí rolou uns problemas com câimbra no pré-temporada que meio que atrapalharam ele física e mentalmente durante a temporada.

    Segundo Jeremy Woo da ESPN, Dybantsa virou “a resposta mais fácil pro número 1” porque os executivos veem nele um ala-armador estrela que vai impactar dos dois lados da quadra. E convenhamos, ala de 2,06m que faz de tudo é exatamente o que todo time da NBA quer hoje em dia.

    O restante do top 5

    Cameron Boozer, de Duke, segue em terceiro depois de uma temporada dominante — o cara ganhou até Player of the Year. Os scouts comparam ele com Domantas Sabonis e Kevin Love, mas a dúvida é se a defesa vai dar conta no nível NBA.

    Caleb Wilson (North Carolina) aparece em quarto mesmo tendo perdido os playoffs por lesão na mão, e Keaton Wagler (Illinois) fechou no top 5 depois de levar o time até o Final Four. Que jogaço foi aquele torneio de março, né?

    Uma parada interessante: Darius Acuff Jr. subiu pra sexto depois de ser eleito Player of the Year da SEC e levar Arkansas pro Sweet 16. O moleque simplesmente explodiu na temporada.

    A grande incógnita

    Agora vem a parte complicada — com NIL e transfer portal rolando solto, muita gente pode decidir ficar mais um ano na faculdade ao invés de se declarar pro Draft. Isso pode deixar o pool de talentos meio raso depois da loteria.

    O deadline pra desistir do Draft é 27 de maio, então ainda vai rolar muita movimentação. E olha só que loucura: nos últimos dois anos, quem ganhou a loteria tinha só 3% de chance ou menos. Sorte existe mesmo no basquete!

    E aí, vocês acham que Dybantsa consegue manter essa posição até junho? Ou será que Peterson vai dar a volta por cima? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa disputa pelo número 1.

  • Ngongba II pode ser pick 22 no Draft — Hawks de olho no pivô de Duke

    Ngongba II pode ser pick 22 no Draft — Hawks de olho no pivô de Duke

    Olha, eu confesso que não esperava ver Patrick Ngongba II subindo tanto nas projeções do Draft 2026, mas o cara tá provando que merece mesmo. O pivô de Duke aparece como pick 22 no mock draft mais recente do USA TODAY, e sinceramente? Faz todo sentido.

    O que mais me impressiona no Ngongba é como ele evoluiu do primeiro pro segundo ano. Não é todo dia que você vê um pivotão de 2,11m com essa visão de jogo — o cara tem a maior taxa de assistências entre todos os calouros e sophomores da altura dele no college. Isso é absurdo pra um big man.

    Por que Atlanta faz sentido?

    Os Hawks aparecem como destino provável, e eu acho uma escolha inteligente. Time precisa de profundidade no garrafão, e Ngongba traz exatamente o que eles procuram: um cara que sabe passar a bola e criar espaço pra si mesmo. Ele não é só um pivô tradicional — o moleque sabe cortar pro aro como poucos.

    As estatísticas dele em Duke são sólidas sem ser espetaculares: 10.7 pontos, 6 rebotes e quase 2 assistências por jogo. Mas é o arremesso de 3 que me preocupa — 27.6% não vai cortar na NBA. Precisa melhorar urgente se quiser ser mais que um role player.

    O timing perfeito do March Madness

    Com Duke no Sweet 16, Ngongba tem a chance perfeita de mostrar serviço quando toda a liga tá assistindo. E vocês sabem como é — uma boa performance no March Madness pode mudar tudo na noite do Draft.

    Atlanta vai ter três picks nesse Draft (7º, 22º e 57º), então podem se dar ao luxo de apostar em potencial com Ngongba. Na minha opinião, é uma pick segura pra segundo turno — o cara não vai bustar, mas também não sei se vira All-Star.

    E aí, acham que ele aguenta a pressão de ser drafted no primeiro turno? Ou vocês acham que deveria ficar mais um ano no college?

  • Calipari compara calouro do Arkansas com Shai e outros astros da NBA

    Calipari compara calouro do Arkansas com Shai e outros astros da NBA

    John Calipari não é de jogar conversa fora quando o assunto é talento. E agora o técnico do Arkansas está botando a cara a tapa por Darius Acuff Jr., seu calouro de apenas 19 anos que, segundo ele, tem tudo pra ser o próximo nome da sua lendária lista de armadores que viraram estrelas na NBA.

    “Se vocês passarem por ele, vão se arrepender”, disse Calipari pra Andscape. Cara, o cara falou isso sobre Tyrese Maxey, sobre Shai Gilgeous-Alexander… E olha onde esses caras estão hoje.

    A lista é absurda mesmo

    Pensa só nos nomes que já passaram pelas mãos do Calipari: Shai (atual MVP), Derrick Rose (ex-MVP mais jovem da história), John Wall, Jamal Murray, De’Aaron Fox, Devin Booker, Tyler Herro. Monstros, todos eles. E agora ele tá dizendo que Acuff tem o mesmo DNA desses caras.

    Olha os números do garoto nesta temporada de calouro: 23.3 pontos, 6.5 assistências e 3.1 rebotes de média. Ah, e 44.6% do perímetro — isso é absurdo pra um freshman. Nos playoffs então? O cara subiu o nível: 30.2 pontos por jogo em cinco partidas do torneio.

    GM da NBA já tá de olho

    Um gerente geral da NBA — que obviamente não quis se identificar — já considera Acuff o melhor armador da classe de 2026 e o terceiro melhor prospecto geral. A ESPN projetou ele na sétima posição do draft em março, e essa posição só tem subido.

    Sinceramente? Quando o Calipari fala que um cara “vive na quadra” igual os All-Stars que ele já treinou, eu presto atenção. O próprio Acuff assumiu que sempre foi subestimado, mas mantém a filosofia: “Quando você ganha, tudo vem naturalmente”.

    E aí, pessoal, acham que Acuff vai ser mais um acerto do Calipari ou é hype demais? O histórico do técnico fala por si só, mas quero saber a opinião de vocês nos comentários!