Tag: Combine NBA

  • AJ Dybantsa mete bronca: ‘Não vou cair no Draft’

    AJ Dybantsa mete bronca: ‘Não vou cair no Draft’

    Cara, tem que admirar a confiança do AJ Dybantsa. Enquanto a maioria dos calouros fica de modéstia falsa, o garoto chega no combine da NBA e fala sem papas na língua: “É definitivamente um objetivo meu ser o número 1”.

    E olha a justificativa dele: “Eu sou número um no ranking desde quando, nono ano? E nunca caí. Então não vou cair no draft.” Monstro.

    Confiança ou arrogância?

    Sinceramente? Eu acho essa atitude refrescante. Vivemos numa era onde todo mundo quer parecer humilde, mas os grandes sempre tiveram essa sede. O cara fala abertamente que quer ser um “Hall of Famer” — e convenhamos, sem essa mentalidade você não chega lá mesmo.

    Claro que alguns executivos vão ver isso como red flag. “Ai, vai dar trabalho, é diva”. Mas pô, você prefere um cara que sonha pequeno? O Washington, que tem a primeira escolha, pelo menos sabe o que está comprando.

    No combine, o Dybantsa conversou com praticamente todo mundo — Jazz, Bulls, Kings, Nets, Hawks, Mavericks, Grizzlies e Clippers também bateram um papo. Normal, né? Todo mundo quer ver de perto o que pode ser a cara da franquia pelos próximos 15 anos.

    Zuby Ejiofor acerta tudo no combine

    Quem também chamou atenção foi o Zuby Ejiofor, do St. John’s. O cara simplesmente meteu tiro de tudo quanto é jeito no combine. 17 de 30 no dribble, 12 de 25 no drill de três pontos… Os números não mentem.

    “Sinto que é algo que poderia ter mostrado um pouco mais na faculdade”, ele disse. E faz sentido — às vezes o sistema não te favorece, mas no combine você mostra seu real potencial. O empresário dele acredita que vai ser escolhido entre as posições 25 e 35. Nada mal para quem subiu de patamar.

    Enquanto isso, o Milan Momcilovic (Iowa State) ainda está decidindo se entra no draft ou não. Se ele recuar, pode ganhar mais de 5 milhões de dólares em NIL se ficar na faculdade. Cinco milhões! E o Kentucky já está de olho nele.

    Vocês acham que essa nova geração com toda essa confiança vai dar certo na NBA? Eu acho que sim — basquete sempre foi sobre mentalidade, e esses moleques já chegam sabendo o próprio valor.

  • Peterson não faz drama: ‘Se me quiserem de ala, eu jogo de ala’

    Peterson não faz drama: ‘Se me quiserem de ala, eu jogo de ala’

    Mano, que maturidade do Darryn Peterson! O cara tava sendo questionado se ia fazer frescura com posição na NBA, e ele mandou a real: ‘Quem me quiser, eu jogo onde precisar.’

    Rolou uma especulação de que o garoto do Kansas só toparia times que deixassem ele jogar de armador titular. Aí na Combine, os repórteres foram direto no ponto: ‘E aí, Peterson, vai riscar time da lista se te virem como ala-armador?’

    A resposta dele foi cirúrgica: ‘Não, cara. No final das contas, quem quer te escolher vai te escolher. Se chegarem e disserem que sou ala-armador, beleza — já me acostumei jogando assim no Kansas.’

    Versatilidade que impressiona

    Olha, eu curto demais essa mentalidade. Na minha visão, jogador que não se adapta não sobrevive na liga. E o Peterson claramente entendeu isso.

    Até meio-dia de quarta, ele já tinha conversado com uns 10 times — Washington Wizards, Utah Jazz, Memphis Grizzlies… A agenda tá corrida, e o moleque tá aproveitando cada oportunidade.

    O que mais me chamou atenção foi como ele se vendeu: ‘Posso me encaixar em qualquer time porque sei jogar com e sem a bola.’ Cara esperto. Essa versatilidade é ouro puro no basquete moderno.

    Kansas preparou bem o garoto

    E tem que dar créditos pro Kansas também. Jogar lá te prepara pra NBA de verdade — não é à toa que tantos caras do programa se dão bem na liga.

    Peterson entende que na NBA atual, principalmente pros calouros, é sobre se adaptar e ajudar onde o time precisar. Ninguém vai te dar as chaves do ataque de cara (bom, quase ninguém).

    Sinceramente acho que essa postura vai ajudar muito ele no Draft. Times gostam de jogador que não vem com frescura, que aceita o role e trabalha pra crescer. E vocês, acham que essa flexibilidade vai fazer diferença na escolha dele?

  • Combine da NBA 2026: quem pode bombar nos scrimmages desta semana

    Combine da NBA 2026: quem pode bombar nos scrimmages desta semana

    Olha, chegou uma das épocas mais legais do ano pra quem curte acompanhar os futuros craques da NBA. Os scrimmages do Combine 2026 rolam essa semana e, cara, sempre tem umas pérolas escondidas que aparecem do nada.

    Sinceramente? Eu amo essa fase. É quando você vê aquele pivô que ninguém conhecia destruindo todo mundo, ou aquele armador universitário que resolve mostrar que tem jogo pra Liga. Lembra do Jalen Williams em 2022? O cara simplesmente voou no draft depois de arrasar no Combine.

    Os caras que mais têm a perder (ou ganhar)

    A galera que mais me chama atenção são esses jogadores universitários que ainda podem voltar pra faculdade. Com essa era do NIL, a decisão ficou muito mais complicada — às vezes vale mais a pena ficar na college e ganhar uma grana do que ser escolhido no final da segunda rodada.

    Entre os que podem ir pro primeiro round, Cameron Carr do Baylor e Dailyn Swain do Texas são os nomes que eu tô de olho. Tyler Tanner, do Vanderbilt, também pode dar uma surpresa boa.

    Agora, tem uns caras meio no limbo que podem se dar muito bem ou muito mal. Tarris Reed Jr., que saiu de UConn, tá nessa situação. O moleque tem físico de NBA, mas precisa mostrar que desenvolveu o jogo ofensivo. Ryan Conwell, de Louisville, é outro que pode bombar se mostrar consistência no arremesso.

    As surpresas que eu tô esperando

    Vou ser sincero com vocês: adoro quando um cara que ninguém esperava resolve fazer um showzinho particular. Esse ano tem alguns nomes que podem dar essa alegria.

    Otega Oweh, de Kentucky, é daqueles atletas absurdos que às vezes os scouts da NBA piram. Se ele mostrar que consegue jogar basquete além de ser um fenômeno atlético, pode subir pra caramba no draft.

    Bruce Thornton, de Ohio State, é outro que eu tenho uma curiosidade danada pra ver. O cara foi muito subestimado na faculdade, mas tem umas características que podem funcionar bem como sexto homem na NBA.

    E olha, não durmam no Nick Martinelli de Northwestern. Esse cara tá voando abaixo do radar, mas tem uns fundamentos muito sólidos. Pode ser uma daquelas escolhas que daqui a uns anos todo mundo fala “nossa, como esse cara caiu tanto no draft?”

    Quando e onde assistir

    Os jogos rolam quarta-feira (13) às 15h na ESPN2 e quinta (14) no mesmo horário na NBA TV. Eu já marquei na agenda — vocês também deveriam.

    A real é que esses scrimmages sempre reservam umas surpresas. Pode ter certeza que pelo menos um cara que vocês nunca ouviram falar vai fazer um jogo monstro e começar a aparecer nos mocks drafts por aí.

    E aí, quem vocês acham que vai ser a revelação dessa semana? Eu tô com o palpite de que algum desses pivôs vai surpreender todo mundo.