Tag: Conference Finals

  • 5 coisas que não existiam quando o Knicks foi às Finais pela última vez

    5 coisas que não existiam quando o Knicks foi às Finais pela última vez

    Gente, aconteceu. O New York Knicks voltou às Finais da NBA depois de 27 anos! Depois de varrer o Cleveland Cavaliers na Conference Final do Leste, os Knicks estão de volta ao palco principal pela primeira vez desde 1999.

    Cara, eu ainda tô processando isso. Vinte e sete anos, mano. Pra vocês terem noção de quanto tempo se passou, eu separei cinco coisas que simplesmente NÃO existiam quando o Knicks pisou nas Finais pela última vez. Preparem-se pra se sentirem velhos.

    Redes sociais eram ficção científica

    Em 1999, o máximo de “rede social” que existia era o MSN Messenger — e olhe lá. Facebook só veio em 2004, Twitter em 2006, e Instagram em 2010. TikTok? Esquece, só chegou em 2017. Na época, se você quisesse comentar sobre um jogo, tinha que ligar pro amigo ou esperar até segunda-feira no trabalho.

    Imaginem como seria a repercussão dessa classificação do Knicks nas redes hoje? O Twitter estaria pegando fogo, o Instagram cheio de stories comemorando… Em 99, o pessoal teve que comemorar na rua mesmo, old school.

    A TV era outro mundo

    Survivor ainda não existia (imaginem!), American Idol era um sonho distante, e reality shows eram coisa de filme futurista. MTV ainda passava música — pasmem! — e The Sopranos tinha acabado de estrear sua primeira temporada.

    Na época, se você perdesse o jogo, ferrou. Não tinha replay infinito, highlights no YouTube ou “melhores momentos” no Instagram. Era TV aberta, antena parabólica e muito improviso.

    Celular? Que celular?

    O iPhone só veio em 2007, gente. Em 99, se você tinha sorte, rolava um Nokia tijolão pra fazer ligação — e só. Mandar SMS custava os olhos da cara, e câmera no celular era coisa de desenho animado.

    BlackBerry tinha acabado de chegar, mas era praticamente um pager turbinado. Nada de WhatsApp, nada de stories, nada de lives comentando o jogo. O negócio era rádio e TV mesmo.

    Metade do time atual nem tinha nascido

    Aqui a coisa fica surreal: dos 18 jogadores do elenco atual do Knicks, nove nem tinham nascido quando o time foi às Finais pela última vez. NOVE! O mais novo, Pacôme Dadiet, nasceu em 2005 — seis anos depois das Finais de 99.

    Jordan Clarkson, que é o mais velho do time, tinha apenas sete anos na época. Ou seja, nem ele se lembra direito daquele time histórico. É uma geração completamente nova vivendo esse momento mágico.

    E aí, vocês acham que essa nova geração consegue trazer o título que tanto falta pro Knicks? Sinceramente, eu tô com uma expectativa danada. Depois de 27 anos, qualquer coisa pode acontecer — e tomara que seja coisa boa!

  • Chuck destruiu os Cavaliers: ‘Eles desistiram no intervalo’

    Chuck destruiu os Cavaliers: ‘Eles desistiram no intervalo’

    Cara, o Charles Barkley não perdoou nada ontem à noite. Os Cavaliers acabaram de levar uma vassourada histórica dos Knicks nas finais da Conferência Leste — 4 a 0 — e o Chuck simplesmente decidiu dar uma aula de vocabulário no intervalo do Jogo 4.

    A situação foi tão constrangedora que ele pediu “tempo especial” durante o programa pra explicar o que significa “desistir” pros telespectadores. E olha, não é que ele literalmente colocou “ver também: Cavaliers no Jogo 4 contra os Knicks” na definição? Que pancada.

    A pancadaria começou cedo

    Os Cavaliers estavam jogando em casa, com a chance de pelo menos não levar uma vassoura completa. Mas aí os Knicks aplicaram uma sequência de 20-0 no primeiro tempo e foram pro intervalo ganhando de 68-49. Vinte pontos de diferença no intervalo de um jogo eliminatório em casa. Isso dói só de pensar.

    E o pior? Barkley mostrou vários lances dos jogadores dos Knicks correndo soltos na transição enquanto os caras de Cleveland simplesmente… caminhavam de volta. “Isso aqui é só questão de esforço”, falou o Chuck, e sinceramente, ele tava certo.

    Os números não mentem

    No final das contas, Nova York pegou 60 rebotes contra 33 de Cleveland. Sessenta rebotes! E marcaram 33 pontos de contra-ataque contra apenas 9 dos Cavaliers. Esses números são de uma surra tão grande que até dói ver.

    Placar final? 130 a 93. Uma diferença de 37 pontos em um jogo eliminatório. Eu já vi muita coisa nessa vida de fã de basquete, mas essa foi de doer mesmo.

    “Os jogadores nunca vão admitir que desistiram, mas vocês sabem o que mostra isso? As ações deles”, completou Barkley. E cara, ele tinha razão total. Quando você vê um time simplesmente parar de correr, parar de lutar pelos rebotes, é porque a cabeça já não tá mais ali.

    E aí, o que vocês acharam da bronca do Chuck? Pesado demais ou foi na medida certa pra um time que realmente entregou os pontos?

  • Thunder faz 8-0 nos playoffs e varre os Lakers numa virada épica

    Thunder faz 8-0 nos playoffs e varre os Lakers numa virada épica

    Mano, que time é esse do Thunder? Oito vitórias em oito jogos nos playoffs. OITO EM OITO. E ontem foi do jeito mais bonito possível: varreu os Lakers com uma virada no último quarto que deixou todo mundo de queixo caído.

    115-110 o placar final, mas isso não conta nem metade da história. Os caras estavam perdendo por cinco pontos faltando 8 minutos pro fim — primeira vez que ficaram atrás no último período nesses playoffs todos. Aí o Shai Gilgeous-Alexander resolveu mostrar porque é candidato a MVP.

    Shai destroçou no momento que mais importava

    35 pontos do canadense, sendo 9 só no último quarto. E olha que os Lakers fizeram de tudo pra parar o cara — dobraram marcação nele mais do que qualquer outro time nos playoffs da carreira dele. Funcionou nos três primeiros jogos (ele teve média de só 21 pontos), mas ontem? Esquece.

    “Obviamente o objetivo deles era fazer meus companheiros me vencerem nos três primeiros jogos, e meus companheiros fizeram exatamente isso”, falou o Shai depois. Humildade do monstro.

    E falando em companheiros, que jogo do Ajay Mitchell! 28 pontos saindo do banco no lugar do Jalen Williams machucado. Playoff career-high. Chet Holmgren também apareceu na hora H: 16 pontos, 4 de 4 no último período, incluindo aquela enterrada decisiva faltando 33 segundos que selou o jogo.

    Números de campeão

    Vocês sabiam que os caras tão com uma margem de vitória média de 16.6 pontos? É a quinta maior dos últimos 40 anos considerando oito jogos de playoffs. O último atual campeão a fazer algo parecido foi o Cavaliers do LeBron em 2017.

    E tem mais: Oklahoma City marcou mais de 120 pontos por 100 posses em sete dos oito jogos. Isso é um ataque que simplesmente não para, cara.

    Agora são os grandes favoritos ao título nas casas de apostas (-180), bem à frente do Spurs (+375) e Knicks (+600). Sinceramente? Depois de ver essa campanha, eu não apostaria contra eles.

    O que vem por aí

    “Fizemos nosso trabalho até agora. É só isso que significa”, disse o Shai quando perguntado sobre o 8-0. “Nada está garantido. Nos playoffs, não existem dois jogos iguais.”

    Mentalidade de campeão. E vocês, acham que alguém consegue parar essa máquina? Porque do jeito que tá indo, eles podem muito bem fazer os playoffs perfeitos.

  • Knicks humilham 76ers e avançam para segundo Finals seguido

    Knicks humilham 76ers e avançam para segundo Finals seguido

    Meus amigos, o que aconteceu ontem em Philly foi simplesmente um massacre. Os Knicks destruíram os 76ers por 144-114 e fecharam a série em 4 jogos, avançando para sua segunda Conferência Leste seguida. E olha, eu já vi muita coisa na NBA, mas essa performance foi de outro mundo.

    Desde o primeiro minuto, Nova York mostrou que veio para acabar com qualquer sonho da Filadélfia. O time acertou 11 das primeiras 13 tentativas de 3 pontos — cara, isso é 84,6% de aproveitamento! Podem fechar a academia, porque não tem como melhorar isso.

    McBride voando alto e Towns assustando

    O destaque absoluto foi Miles McBride, que aproveitou mais uma chance no quinteto (OG Anunoby ainda machucado) e simplesmente não errou nada no primeiro quarto. Quatro de quatro do perímetro, 12 pontos logo de cara. O cara estava possuído!

    Brunson também fez a sua parte com 11 pontos, e Karl-Anthony Towns distribuiu 5 assistências. Mas rolou um susto quando o Towns tomou uma pancada nas costas indo buscar um rebote. Por um momento pensei ‘lá vamos nós de novo com lesão’, mas felizmente ele voltou tranquilo.

    No segundo quarto a coisa só piorou para Philly. Landry Shamet (que já tinha jogado bem no Jogo 3) continuou quente, McBride acertou o quinto triplo da partida, e quando vi o placar estava 59-32. Vinte e sete pontos de diferença, gente. No segundo quarto!

    Chuva de cestas de três e show de basquete

    Os números do primeiro tempo foram absurdos: 54% de aproveitamento geral e 18 de 29 do perímetro. Sinceramente, quando um time está assim não tem o que fazer. É sentar e aplaudir.

    O terceiro quarto foi só confirmação do óbvio. Brunson chegou aos 22 pontos e 6 assistências, a diferença foi para mais de 30, e o técnico dos 76ers praticamente entregou os pontos quando tirou os titulares ainda no terceiro período.

    McBride terminou como cestinha com 25 pontos e 7 triplos (monstro!), Brunson fez 22, Towns e Hart contribuíram com 17 cada. No final das contas, os Knicks igualaram o recorde de playoffs com 25 cestas de 3 em 44 tentativas. Vinte e cinco! Isso é coisa de videogame.

    E aí, quem aqui esperava que os Knicks fossem tão dominantes assim? Porque eu confesso que não imaginava uma varredura tão tranquila contra um time que tem Embiid no elenco. Agora é torcer para que mantenham esse nível nas Finals da Conferência — e que o Towns pare de tomar essas faltas bobas, pelo amor!