Tag: Conferência Leste

  • Brunson leva Knicks às Finals pela 1ª vez em 25 anos!

    Brunson leva Knicks às Finals pela 1ª vez em 25 anos!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu. Os New York Knicks estão nas Finals da NBA! Pela primeira vez desde 1999, galera. E o cara que comandou essa loucura? Jalen Brunson, que acabou de ser eleito MVP das finais da Conferência Leste depois de destroçar o Cleveland Cavaliers por 4-0.

    Sinceramente? Eu não acreditava quando os Knicks apostaram pesado no Brunson em 2022. Contrato de quatro anos, 104 milhões de dólares para um cara que era “só” o segundo armador dos Mavericks. Muita gente riu. Eu meio que ri também, não vou mentir.

    O que o Brunson fez foi absurdo

    Nas finais do Leste, o cara teve médias de 25.5 pontos e 7.8 assistências. Mas não é só número — é a forma como ele comandou esse time. No jogo 1, os Knicks estavam perdendo por 22 pontos no último quarto. Vinte e dois! E o que o Brunson fez? Marcou 38 pontos e virou aquela partida de cabeça pra baixo.

    “Ele simplesmente trabalha. É um exemplo disso todos os dias”, disse Karl-Anthony Towns. E olha, vindo do KAT, que já jogou com cara fera, isso significa muito.

    A química dos ex-Villanova é monstro

    Uma coisa que me chamou atenção foi ver o Brunson ali na coletiva ao lado do Josh Hart e do Mikal Bridges — os três ex-Villanova que agora formam o núcleo dos Knicks. Que negócio lindo, cara. Essa química que eles construíram na faculdade tá sendo fundamental agora.

    “Não tem outro armador com quem eu gostaria mais de estar nessa posição do que o J.B.”, falou o Bridges. Mano, dá até arrepio ver essa união.

    O técnico Mike Brown (que foi contratado no verão passado) conta uma história engraçada: o Brunson treinava tão intenso nos treinos matinais que ele teve que mudar os próprios hábitos de sono pra acompanhar! O cara comparou a determinação do Brunson com a do Stephen Curry e Tim Duncan. Nada mal de comparação, né?

    Agora é tudo ou nada nas Finals

    Com Towns, Hart, Bridges e Brunson, os Knicks montaram um time que tá a quatro vitórias do primeiro título desde 1973. Cinquenta e um anos, galera!

    Vocês acham que eles conseguem? Eu tô começando a acreditar mesmo. Esse Brunson me convenceu — o cara tem aquela mentalidade de campeão que você não ensina. E convenhamos, depois de varrer o Cavs dessa forma, eles chegam nas Finals com confiança lá em cima.

    Agora é esperar pra ver quem vai ser o adversário. Mas uma coisa eu já posso falar: os Knicks não chegaram nas Finals só pra passear.

  • Harden insiste que Cavs era melhor que Knicks mesmo após varrida

    Harden insiste que Cavs era melhor que Knicks mesmo após varrida

    Olha, eu já vi muito jogador mal perdedor na minha vida, mas o que o James Harden falou depois da varrida pros Knicks foi de outro nível. O cara levou 4 a 0 nas finais da Conferência Leste e AINDA acha que o Cleveland tinha o melhor time. Sério mesmo, James?

    “Foi 4 a 0, mas eu genuinamente sinto que somos o melhor time”, disse o barbudo na entrevista pós-jogo. Cara, eu entendo que dói perder, principalmente sendo varrido, mas os números não mentem. Os Knicks ganharam a série por uma diferença TOTAL de 77 pontos. Isso dá uma média de quase 20 pontos por jogo!

    A troca que não deu certo

    Vamos contextualizar aqui. O Cleveland apostou todas as fichas quando trocou o Darius Garland — um moleque de 26 anos que era peça fundamental do time — pelo Harden de 36 anos. Na teoria, fazia sentido. Na prática? Bom, vocês viram o resultado.

    O que mais me impressiona é como o time desabou completamente no Rocket Arena. Durante quase todos os playoffs de 2026, eles transformaram a casa deles numa fortaleza. Aí chegaram os Knicks e… 130 a 93 no Jogo 4. Em casa. Uma humilhação dessas proporções.

    Orgulho ou negação?

    Sinceramente, eu não sei se isso é orgulho ou pura negação. O Harden sempre foi conhecido por essa personalidade forte, esse ego gigante que o levou ao Hall da Fama. Mas, cara, tem hora que você precisa olhar no espelho e admitir: “Ó, tomamos um chocolate e o adversário era melhor mesmo.”

    Não foi nem questão de azar ou alguns lances duvidosos. Os Knicks simplesmente dominaram em TODOS os aspectos do jogo. Defesa, ataque, rebotes, intensidade — foi uma aula de basquete. E olha que eu sou fã do Harden desde os tempos de Oklahoma City.

    O problema é que agora o Cleveland vai ter que voltar pra prancheta de desenho. Quinta temporada tentando chegar lá e nada. Precisam de mais jogadores 3-and-D, mais atletismo, mais… tudo, na verdade.

    E vocês, o que acham? O Harden tá certo de manter essa confiança ou é só mal perdedor mesmo? Porque pelo que eu vi, os Knicks foram superiores do primeiro ao último minuto.

  • Schroder fora do Jogo 4 contra os Knicks por doença

    Schroder fora do Jogo 4 contra os Knicks por doença

    Olha, não é a notícia que os fãs dos Cavs queriam acordar lendo hoje. Dennis Schroder está fora do Jogo 4 das finais da Conferência Leste contra os Knicks por causa de uma doença. E cara, timing não poderia ser pior, né?

    O armador alemão vinha fazendo um papel meio coadjuvante nesta série — média de apenas 3.3 pontos em 15 minutos nos três primeiros jogos. Não que ele fosse ser o diferencial na série, mas qualquer peça que você perde numa final de conferência faz falta.

    Veterano chegou no meio da temporada

    Schroder foi uma das apostas de meio de temporada dos Cavs. Cleveland pegou o cara do Sacramento em fevereiro, apostando na experiência do veterano de 13 anos de NBA. Sinceramente, achei uma boa jogada na época — você nunca sabe quando vai precisar de profundidade no banco nos playoffs.

    E olha que ele até mostrou serviço nos playoffs. Média de 5.5 pontos pode parecer pouco, mas lembram do jogo contra Toronto na primeira rodada? O maluco meteu 19 pontos com três bolas de três na vitória por 125-120. Foi exatamente o tipo de performance que Cleveland esperava dele quando fez a troca.

    Cavs precisam de toda ajuda possível

    A real é que os Cavs não podem dar bobeira contra esses Knicks. Nova York tá jogando um basquete consistente e qualquer vacilo pode custar caro. Ter Schroder no banco sempre foi mais sobre ter opções do que sobre ele ser uma estrela — mas essas opções fazem diferença, principalmente quando você tá a alguns jogos de uma final da NBA.

    Vocês acham que a ausência dele pode afetar o Cleveland? Ou o time tem profundidade suficiente pra compensar? Uma coisa é certa: em playoffs da NBA, qualquer detalhe pode decidir uma série.

  • Knicks arrasando: será que conseguem bater Thunder ou Spurs?

    Knicks arrasando: será que conseguem bater Thunder ou Spurs?

    Gente, o que está acontecendo com o New York Knicks é absolutamente surreal. Eles estão tendo uma das campanhas de playoffs mais dominantes da história da NBA — estatisticamente falando, claro.

    Os números são de deixar qualquer um de queixo caído. O Knicks tem agora o maior saldo de pontos em sequências de 3, 4, 5, 6… até 13 jogos na história dos playoffs. Isso mesmo, em TODAS essas sequências eles são recordistas históricos. O net rating de +18.7 não é só o melhor dos playoffs atuais — seria melhor que qualquer temporada regular já registrada na NBA.

    Dez vitórias seguidas e o fantasma do Oeste

    A sequência atual de 10 vitórias consecutivas é apenas a quinta na história dos playoffs da liga. Cara, estamos vendo algo quase sem precedentes aqui. Desde o jogo 4 contra o Atlanta Hawks até agora nas finais do Leste contra o Cleveland, os Knicks viraram uma máquina de destruição.

    Mas sabe o que me incomoda? Todo mundo tá falando é do Oklahoma City Thunder e do San Antonio Spurs. O Knicks tem o ataque mais eficiente da história dos playoffs (124.1 pontos por 100 posses), mas até domingo eles eram o segundo colocado — perdendo justamente pro Thunder.

    É como se não importasse o que os caras de Nova York fizessem. Na cabeça de muita gente, eles são só “bucha de canhão” esperando pra ser eliminados nas finais. O argumento? Leste fraco, adversários fáceis, estatísticas infladas.

    Leste fraco, mas e daí?

    Olha, eu entendo parte da crítica. Os Knicks não enfrentaram nenhuma defesa top 5 da temporada regular até agora. Nem ataque top 5 também — Cleveland é 6º, mas tá errando arremesso que nem eu no final de semana (32.1% nos triplos livres, imagina).

    Talvez se aquele arremesso do Sam Merrill no fim do jogo 1 tivesse entrado, a série seria outra. Talvez se o Joel Embiid estivesse 100% saudável… Enfim, talvez, talvez, talvez.

    Mas sinceramente? Descartar o que eles estão fazendo só por causa dos adversários é meio injusto. O LeBron James ganhou esse Leste nove vezes e nunca dominou assim. E convenhamos: oito dos últimos 20 campeões da NBA vieram do Leste, mesmo com toda essa conversa de “conferência mais fraca”.

    Vocês acham que quando chegarem nas finais (se chegarem), toda essa dominância vai por água abaixo? Eu tô curioso pra ver se esses números históricos se sustentam contra Thunder ou Spurs. Vai ser o teste de fogo definitivo.

  • Knicks podem carimbar vaga na Final contra Cavs hoje

    Knicks podem carimbar vaga na Final contra Cavs hoje

    Mano, que série insana estamos acompanhando! Os New York Knicks estão a UMA vitória de garantir vaga na Final da NBA depois de abrir 2-0 na série contra o Cleveland Cavaliers. E hoje à noite, jogando em Cleveland, eles podem praticamente selar o negócio.

    Sinceramente? Eu não esperava que os Knicks chegassem tão longe quando a temporada começou. Mas olha só o que esses caras fizeram: ganharam os dois primeiros jogos em casa de forma convincente — 115-104 na prorrogação no Jogo 1 e uma surra de 109-93 no Jogo 2.

    O desafio em Cleveland

    Agora vem a parte mais difícil. Jogar fora de casa nas finais de conferência é outro nível de pressão, e o Cavaliers certamente não vai entregar os pontos de graça. As casas de apostas colocam Cleveland como favorito por 2.5 pontos — o que faz todo sentido considerando o fator casa.

    A questão é: os Knicks conseguem manter essa pegada que vem mostrando? Porque uma coisa é ganhar em casa com a torcida empurrando, outra é fazer isso no território inimigo com 20 mil pessoas gritando contra você.

    Onde assistir ao jogaço

    O jogo rola hoje (sábado, 23 de maio) às 21h no horário de Brasília, transmitido pela ABC nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, quem tem NBA League Pass consegue acompanhar tudo ao vivo.

    O over/under está em 214.5 pontos — um número interessante considerando que o Jogo 1 teve 219 pontos total (contando a prorrogação) e o Jogo 2 ficou em 202. Na minha visão, com a pressão toda em Cleveland, pode ser um jogo mais truncado mesmo.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem fazer 3-0 ou os Cavaliers vão reagir em casa? Eu tô torcendo por um Jogo 4 pelo menos — essa série tá boa demais pra acabar hoje!

  • Knicks demolindo todo mundo: ‘São um poste de luz pra bêbado’

    Knicks demolindo todo mundo: ‘São um poste de luz pra bêbado’

    Cara, chegamos num ponto que os Knicks literalmente só pisam na quadra, ficam andando um pouco por aí, fazem um esforço meio porco e ganham de 20 pontos. É surreal o que esse time tá fazendo.

    Nova York e a torcida completamente doida dos Knicks seguem para Ohio para, potencialmente, os dois últimos jogos das Finais da Conferência Leste… e o que vem depois disso (que a gente nem quer falar alto pra não dar azar).

    Josh Hart mostrou quem manda

    O cara foi MONSTRO no Jogo 2. Mike Brown não conseguia parar de elogiar o Hart depois da vitória:

    “É simplesmente quem o Josh é. Ele é um jogador nato. Sabia o que precisava fazer em termos de ajustes para ser efetivo, não só pra ele mas pro time todo.”

    E olha, 26 pontos, 7 assistências e apenas 1 turnover. Sinceramente? Depois de ser bancado no Jogo 1, o Hart voltou com sede de vingança. Brown até comparou ele com Andre Iguodala – e quem acompanhou aquele Warriors campeão sabe que isso não é pouca coisa.

    “Eles são jogadores diferentes, mas similares. Andre é durão também, faz mil coisas que não aparecem na estatística. É a mesma coisa com o Josh”, explicou Brown.

    A fórmula secreta dos Knicks

    Na minha opinião, o que mais impressiona nesse time é como eles encontraram uma química absurda. Brown falou algo que me chamou atenção: “Com Josh e Andre, toda essa merda de X’s e O’s deveria ser jogada pela janela, porque esses caras são vencedores.”

    É isso aí. Às vezes você tem que confiar no talento puro, no instinto do jogador. E o Hart tá mostrando exatamente isso – conexão pura com o jogo.

    José Alvarado também tá sendo fundamental saindo do banco. Brown destacou como ele levanta o time inteiro mesmo quando tá na reserva: “Ele tá sempre presente, sempre falando positivo, mostrando pros mais novos que dá pra impactar o jogo só de estar ali.”

    Brunson fazendo escola

    E o Jalen Brunson? Cara, o técnico falou algo que resume tudo: “Como candidato a MVP, o trabalho do Jalen é facilitar o jogo pros companheiros, e é exatamente isso que ele fez.”

    Os Cavs tentaram de tudo – marcação dupla, pressão, mudança de esquema. Nada funcionou. Quando mandavam dois caras no Brunson, ele distribuía. Quando deixavam ele 1×1, ele resolvia sozinho.

    Vocês acham que esse time consegue fechar a série em Cleveland? Eu tô tentando não me empolgar demais, mas porra… eles tão parecendo inevitáveis nessa temporada. É como se fossem “um poste de luz pra bêbado” – sempre ali quando você precisa se apoiar.

    A verdade é que chegamos num ponto onde parece que os Knicks só precisam aparecer pra ganhar. E olha que eu acompanho essa franquia há anos – nunca vi nada parecido com o que tá rolando agora.

  • Brunson vira garçom e massacra os Cavs com 14 assistências

    Brunson vira garçom e massacra os Cavs com 14 assistências

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente decidiu virar o Magic Johnson ontem à noite. Depois de destruir todo mundo no Jogo 1 das finais do Leste, os Cavaliers pensaram que tinham a solução: vamos parar esse cara. Spoiler: não deu certo.

    O resultado? 14 assistências — recorde pessoal dele nos playoffs — na vitória por 109-93 do Knicks no Jogo 2. Quatorze! E olha que ele fez apenas 19 pontos. Às vezes é isso mesmo: quando não conseguem te parar de uma forma, você encontra outra.

    Cleveland tentou, mas se deu mal

    “Isso é o que grandes jogadores fazem. Eles leem o jogo”, falou Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, meio resignado. E não é mentira, né? O cara pegou a marcação dupla e triplaem cima dele e falou: “Beleza, vou distribuir o jogo então”.

    Nos dois primeiros quartos, Brunson mal pontuou — 2 pontos no primeiro quarto, 0 no segundo. Mas aí que tá o negócio: ele deixou os companheiros comerem soltos. Josh Hart fez 26 (recorde pessoal nos playoffs), KAT contribuiu com 18, OG Anunoby 14 e Mikal Bridges 19.

    Sinceramente? Eu não esperava que o Brunson fosse tão maduro assim na leitura de jogo. Uma coisa é ser o cestinha, outra é saber quando virar o distribuidor.

    A versatilidade que assusta

    O que mais me impressiona nesse Knicks é como eles se adaptam. Lembram quando estavam perdendo por 2-1 pros Hawks na primeira rodada? Mudaram tudo, começaram a jogar pelo KAT e varreram. Contra o Philadelphia foi mais do mesmo.

    No Jogo 1 contra Cleveland, quando a estratégia não colou, o Brunson assumiu as responsabilidades e roubou a vitória. Agora no Jogo 2, virou garçom e serviu todo mundo na bandeja.

    “Isso mostra a confiança que ele tem em nós”, disse Josh Hart. E é isso mesmo — quantos armadores top você conhece que abrem mão dos próprios pontos pra fazer o time render?

    Vocês acham que Cleveland consegue se adaptar pra Game 3? Porque sinceramente, não sei como você para um cara que ora destrói sozinho, ora faz todo mundo jogar junto. Tá parecendo aqueles problemas de matemática que não têm solução.

    O Knicks agora vai pra casa com 2-0 na série, e se continuar com essa versatilidade toda, vai ser difícil alguém segurar essa equipe. O Brunson tá mostrando que candidato a MVP não é só quem faz 40 pontos — às vezes é quem sabe quando não fazer.

  • Cavs precisam reagir hoje contra os Knicks no Madison Square Garden

    Cavs precisam reagir hoje contra os Knicks no Madison Square Garden

    Olha, vou ser sincero: depois do que rolou no jogo 1, eu tô genuinamente preocupado com os Cavaliers. Perder uma vantagem de 22 pontos no último período? Isso dói na alma de qualquer torcedor.

    Os Knicks viraram o jogo de forma ABSURDA na terça-feira, ganhando por 115 a 104 na prorrogação. E não foi qualquer virada não — foi a segunda maior virada de último quarto na história dos playoffs da NBA. Imagina a cara do Donovan Mitchell vendo aquela vantagem derreter assim…

    A pressão tá toda no Cleveland agora

    O jogo 2 é hoje às 21h (horário de Brasília), e os Cavs estão jogando fora de casa no Madison Square Garden — que todo mundo sabe que vira um caldeirão quando o Knicks tá bem. As casas de apostas colocaram Nova York como favorita por 6.5 pontos, o que não me surpreende nem um pouco.

    Vocês acham que o Cleveland consegue se recuperar psicologicamente? Porque uma coisa é perder um jogo apertado, outra é entregar uma vantagem desse tamanho. Isso mexe com a cabeça dos caras.

    Onde assistir e o que esperar

    O jogo vai passar na ESPN, e quem quiser acompanhar pelo streaming pode usar o NBA League Pass. Sinceramente, depois do que aconteceu no jogo 1, eu não vou perder esse por nada.

    O over/under tá em 216.5 pontos, o que faz sentido considerando que os dois times têm ataque forte. Mas eu tô mais preocupado é com a defesa dos Cavs — se eles não conseguirem parar o Julius Randle e o Jalen Brunson nos momentos decisivos, pode dar ruim de novo.

    Na minha opinião, se os Cavaliers perderem hoje, a série fica praticamente definida. Voltar de um 0-2 contra esse time do Knicks em casa vai ser quase impossível. É agora ou nunca para o pessoal de Cleveland mostrar que aquela derrocada foi só um acidente.

  • Allen admite: ‘foi devastador’, mas Cavs têm que reagir no jogo 2

    Allen admite: ‘foi devastador’, mas Cavs têm que reagir no jogo 2

    Cara, o que aconteceu no Madison Square Garden terça-feira foi de partir o coração. Os Cavaliers estavam ganhando por 22 pontos faltando menos de 8 minutos — VINTE E DOIS! — e conseguiram entregar de bandeja pros Knicks. Perderam na prorrogação por 115-104 no jogo 1 da final da Conferência Leste.

    Jarrett Allen não tentou mascarar a dor. Chamou do que foi mesmo: “um golpe devastador”. Mas olha, eu gosto da postura do cara — mesmo depois dessa pancada, ele tá pregando resiliência pro time.

    “A resiliência vai aparecer amanhã”

    “Entendendo que não tivemos o melhor esforço ontem à noite… a resiliência vai aparecer amanhã na forma como entramos em quadra”, disse Allen pros repórteres. “Eu simplesmente sinto que poderíamos ter feito mais… sair com mais energia e esforço pra parar eles.”

    E sabe o que me impressiona? Allen tá tentando focar nos pontos positivos. Disse que jogaram três quartos bons de basquete. Três quartos bons, mas no basquete você precisa dos quatro — e da prorrogação quando rola, né?

    Brunson destruiu, mas não foi só ele

    Jalen Brunson meteu 38 pontos e simplesmente resolveu o jogo. Mas a real é que foi um colapso coletivo dos Cavs. Os Knicks fecharam o tempo regulamentar com uma corrida absurda de 30-8. Mikal Bridges e Landry Shamet acertaram arremessos importantes na hora que mais precisavam.

    Allen até lembrou do colapso que os Cavs sofreram no Natal mais cedo na temporada. Cara, quando você precisa lembrar de outros colapsos pra falar do atual… é porque a coisa tá feia mesmo.

    Sinceramente, depois de duas séries de sete jogos seguidas contra Raptors e Pistons, eu achei que os Cavs tinham aprendido a lidar com pressão. Mas parece que o fantasma do Madison Square Garden ainda assombra esse time.

    Allen tem sido o cara nos playoffs

    Olha, uma coisa que não dá pra negar: Allen tem sido fundamental nessa caminhada dos Cavs. O cara meteu 23 pontos e 7 rebotes no jogo 7 contra Detroit — foi ele que basicamente carregou o time pras finais da conferência. E contra Toronto teve aquela performance monstruosa de 22 pontos e 19 rebotes.

    Agora é ver se a tal “resiliência” que ele prega realmente vai aparecer no jogo 2. Porque se os Cavs saírem de Nova York perdendo por 2-0… aí a coisa fica bem complicada mesmo.

    Vocês acham que Cleveland consegue se recuperar dessa? Ou o trauma desse colapso vai assombrar o resto da série?

  • Mitchell desabafa após vexame dos Cavs: ‘A gente cagou tudo’

    Mitchell desabafa após vexame dos Cavs: ‘A gente cagou tudo’

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no Madison Square Garden ontem à noite. Os Cavaliers tinham 22 pontos de vantagem no último quarto das finais da Conferência Leste contra os Knicks e… simplesmente entregaram. Perderam por 115-104 na prorrogação.

    E o Donovan Mitchell? O cara não teve papas na língua na entrevista coletiva.

    “Eu falei no vestiário: a gente perdeu, a gente cagou tudo”, disse Mitchell, que fez 29 pontos mas sumiu completamente no final da partida. Sinceramente, eu entendo a revolta dele. Largar uma vantagem dessas numa final de conferência dói até na alma de quem tá assistindo.

    O colapso que ninguém esperava

    Olha, os Cavs estavam dominando por três quartos. Parecia que ia ser mais uma vitória fora de casa — eles já tinham ganhado duas seguidas nos playoffs. Aí veio o que eu só posso chamar de apagão coletivo.

    Os Knicks fizeram uma sequência de 44-11 nos últimos 12 minutos e meio (contando a prorrogação). Quarenta e quatro a onze. É surreal demais. O Jalen Brunson meteu 17 dos seus 38 pontos nesse período e praticamente carregou Nova York nas costas.

    E o Mitchell? Zero pontos no período final. Errou todos os cinco arremessos que tentou. O Landry Shamet colou nele e o cara simplesmente travou. Isso é basquete, né? Às vezes você tá voando, às vezes não consegue nem acertar a tabela.

    A realidade crua dos playoffs

    “Isso não pode acontecer. Mas aconteceu”, disse Mitchell. E essa frase resume tudo, cara. Nos playoffs da NBA, um momento de desatenção e pronto — lá se vai sua temporada.

    O James Harden também não ajudou muito: fez só 15 pontos, acertou apenas 1 de 8 tentativas do perímetro e ainda perdeu 6 bolas. O Evan Mobley teve um double-double com 15 pontos e 14 rebotes, mas não foi suficiente pra segurar a pressão dos Knicks no final.

    Agora é correr atrás do prejuízo no Jogo 2, quinta-feira, ainda em Nova York. Na minha visão, se os Cavs não conseguirem pelo menos empatar a série jogando fora, a coisa fica bem complicada. E aí, vocês acham que eles conseguem se recuperar desse baque psicológico?

    Como o próprio Mitchell falou: “É uma derrota ruim, mas tudo que podemos fazer é voltar, assistir ao filme e corrigir”. Torcer pra que dessa vez eles consigam manter o foco até o fim.