Tag: contrato 10 dias

  • Malachi Smith ganha mais 10 dias no Brooklyn Nets

    Malachi Smith ganha mais 10 dias no Brooklyn Nets

    Olha só que história bacana: o Brooklyn Nets decidiu dar mais uma chance pro Malachi Smith, renovando o contrato de 10 dias do cara. E cara, isso é bem significativo porque agora a situação é do tipo “vai ou racha” — se o Nets quiser manter o garoto depois desses 10 dias, vai ter que assinar ele pelo resto da temporada.

    Smith tem 1,93m e vem jogando de armador/ala-armador. Nas seis partidas que disputou no primeiro contrato de 10 dias, o moleque fez uma média de 6.2 pontos, 2.2 rebotes, 2.7 assistências e 1 roubo de bola em quase 20 minutos por jogo. Números modestos? Talvez. Mas pelo visto impressionaram o técnico Jordi Fernandez, que elogiou publicamente a atuação do jogador.

    De Gonzaga pro sonho da NBA

    A história do Smith é daquelas que a gente gosta de acompanhar. Saiu de Gonzaga em 2023 sem ser draftado — mais um pra lista dos “rejeitados” que tentam provar seu valor na liga. Sinceramente, eu sempre torço por esses caras que chegam pela porta dos fundos. Tem algo de David contra Golias aí que me emociona.

    E o timing não podia ser melhor pro garoto. O Nets tá numa fase de reconstrução total, experimentando peças, vendo quem encaixa no quebra-cabeças. É exatamente o tipo de ambiente onde um jovem como o Smith pode florescer.

    Agora é tudo ou nada

    A pressão tá aí: esses próximos 10 dias são decisivos. Smith sabe que precisa continuar mostrando serviço se quiser garantir uma vaga no elenco até o final da temporada. E olha, considerando que ele já conquistou a confiança do técnico, as chances parecem boas.

    Vocês acham que ele consegue se firmar de vez no Nets? Eu tô na torcida. Sempre é legal ver esses underdog conseguindo uma oportunidade real na NBA. E quem sabe não vira mais uma daquelas histórias inspiradoras de jogador que ninguém queria e que acabou fazendo carreira?

    Vamos acompanhar esses próximos jogos. Se o Smith mantiver esse nível de jogo e continuar contribuindo do jeito que o Fernandez gosta, pode ser que a gente esteja vendo o nascimento de mais um rotation player sólido na liga.

  • Cubs prendem estrela jovem com mega contrato antes da temporada

    Cubs prendem estrela jovem com mega contrato antes da temporada

    Olha, quando um time resolve apostar pesado em um moleque de 22 anos, é porque vê algo muito especial. Os Chicago Cubs acabaram de fazer isso com Pete Crow-Armstrong, fechando uma extensão de contrato de longo prazo que vai manter o centro-campista na equipe por muitos anos.

    Jeff Passan, do ESPN, soltou a bomba: “O centro-campista Pete Crow-Armstrong e o Chicago Cubs estão finalizando uma extensão de contrato de longo prazo”. E cara, depois da temporada que o PCA (como é conhecido) fez em 2024, era questão de tempo mesmo.

    Temporada monstro em 2024

    Vamos aos números, porque eles falam por si só: 30 home runs e 30 bases roubadas. Um 30-30 aos 22 anos, mano. Isso sem contar a Luva de Ouro que ele ganhou defendendo o centro do campo como um verdadeiro monstro.

    Sinceramente, eu não esperava que ele chegasse nesse nível tão rápido. O garoto teve alguns problemas com strikeouts no final da temporada passada, mas quando você junta poder de rebatida, velocidade absurda e uma defesa de outro mundo… É receita para estrela, né não?

    E olha que interessante: num esporte que tá cada vez mais obcecado por home runs e estatísticas avançadas, o PCA representa exatamente o que o baseball moderno valoriza. Um jogador completo que pode decidir um jogo de várias formas diferentes.

    Aposta no futuro

    Os Cubs claramente acreditam que não foi sorte de principiante. O cara já é nome conhecido na MLB e ainda por cima ajudou o Team USA a chegar na final do World Baseball Classic. Com 22 anos. Imagina o que ele não vai fazer nos próximos anos?

    Na minha visão, essa é uma das jogadas mais inteligentes que Chicago fez nos últimos tempos. Prender um talento desse calibre antes que o mercado enlouqueça é fundamental, especialmente considerando como andam os contratos hoje em dia.

    E vocês, acham que os Cubs acertaram em apostar tão cedo no garoto? Eu tô convencido que vamos ver muito dele nas próximas temporadas. O Wrigley Field vai ter show por muito tempo ainda.

  • Jazz renova com jovem armador: história inspiradora pode virar contrato

    Jazz renova com jovem armador: história inspiradora pode virar contrato

    Olha, tem histórias que a gente ama acompanhar na NBA, e a do Bez Mbeng no Utah Jazz é uma delas. O cara acabou de ganhar seu segundo contrato de 10 dias com a franquia — e sinceramente? Tô torcendo demais pra essa história dar certo.

    Mbeng tem sido uma surpresa boa pro Jazz. Defesa sólida, energia pra dar e vender, e aquela vontade de quem sabe que cada minuto em quadra pode ser decisivo na carreira. É exatamente o tipo de jogador que você quer ver se dando bem na liga.

    Defesa em primeiro lugar

    O que mais impressiona no garoto é a mentalidade defensiva. Num time que tá claramente em reconstrução como o Jazz, ter um cara que chega já pensando em parar o adversário é ouro. E a energia dele contagia — dá pra ver que os caras curtem jogar com ele.

    Na minha visão, esse segundo contrato de 10 dias não é só protocolo. O Utah tá claramente interessado em manter o Mbeng por perto. Não me surpreenderia nada se ele aparecesse na Summer League e até no training camp da próxima temporada.

    O sonho pode virar realidade

    A parada mais legal dessa história toda é ver um cara realizando o sonho de jogar na NBA e fazendo por merecer ficar. Se ele continuar evoluindo dessa forma, um contrato de two-way na próxima temporada não tá fora de cogitação.

    E aí, vocês acham que o Mbeng consegue se estabelecer de vez no Utah? Eu tô apostando que sim. Às vezes é isso que falta pro basquete — histórias de garra pura que te fazem lembrar por que a gente ama esse esporte.

    O moleque tá jogando como se a vida dependesse disso (e talvez dependa mesmo). Se não é isso que vocês querem ver na NBA, eu não sei mais o que é.

  • Fultz assina com os Raptors – será que a primeira escolha de 2017 ressurge?

    Fultz assina com os Raptors – será que a primeira escolha de 2017 ressurge?

    Cara, essa notícia me pegou de surpresa. Markelle Fultz — sim, aquele mesmo que foi a primeira escolha do draft de 2017 — acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Oito anos depois daquela escolha polêmica, o armador tenta mais uma vez se firmar na liga.

    Na moral, eu sempre torci pro Fultz dar certo. Lembram da confusão toda? O cara era pra ser o futuro dos Sixers, mas aí começaram os problemas no ombro, mudou completamente o arremesso e virou aquele drama todo na Filadélfia. Foi doloroso de assistir.

    A jornada até Toronto

    Antes de chegar aos Raptors, Fultz estava jogando pelo Raptors 905 — o time da G League. Em seis jogos por lá, fez uma média de 9.8 pontos e 5.3 assistências. Não é absurdo, mas também não é de quebrar o pau. O destaque foi aquele jogo contra o Rip City no dia 20 de março: 17 pontos numa vitória fora de casa. Pelo menos mostrou que ainda tem basquete nas veias.

    O negócio é que o Toronto tá precisando mesmo de ajuda no garrafão. O Jamal Shead, que tem sido o armador reserva, não tá jogando nada — domingo mesmo contra o Phoenix acertou só 1 de 6 tentativas. Sinceramente, acho que vale a pena dar uma chance pro Fultz.

    Será que rola uma ressurreição?

    Olha, vou ser honesto com vocês: eu sempre acreditei que o Fultz tinha talento pra ser pelo menos um jogador sólido de rotação. Em Orlando ele até conseguiu isso — chegou a ser titular em 60 jogos numa temporada, o que não é pouca coisa. Depois passou pelo Sacramento no final da temporada passada.

    O monstro tem 25 anos ainda. Na teoria, deveria estar no auge da carreira, mas a realidade é que já são oito temporadas na NBA tentando encontrar seu lugar. Às vezes eu fico pensando: e se ele nunca tivesse tido aquele problema no ombro? Seria completamente diferente hoje?

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que o Fultz consegue se firmar em Toronto? Ou vai ser mais um contrato de 10 dias que não vira nada? Na minha opinião, se o cara conseguir pelo menos ser um backup decente pro Scottie Barnes na criação de jogadas, já tá valendo. Toronto tem um time jovem e promissor, talvez seja o ambiente perfeito pra ele finalmente engrenar de vez.

  • Fultz volta à NBA pelo Toronto: será que a mágica pode rolar?

    Fultz volta à NBA pelo Toronto: será que a mágica pode rolar?

    Gente, vocês lembram do Markelle Fultz? Aquele garoto que foi primeira escolha geral do draft em 2017 e que simplesmente esqueceu como arremessar? Pois é, o cara tá de volta à NBA — Toronto Raptors acabou de assinar um contrato de 10 dias com ele.

    Olha, eu confesso que não esperava essa. Fultz vinha jogando pela filial dos Raptors na G League, o tal do Raptors 905, e os números até que não estavam ruins: 9.4 pontos, 2.4 rebotes e 6.2 assistências em quase 24 minutos por jogo. Nada espetacular, mas pro cara que praticamente sumiu do basquete, tá valendo.

    O que esperar do retorno?

    A real é que Fultz virou quase uma lenda urbana da NBA. Primeira escolha geral dos Sixers, promessa absurda, e do nada desenvolveu aqueles problemas de arremesso que ninguém conseguia explicar direito. Lembram daqueles vídeos dele tentando acertar lance livre? Era de dar dó.

    Na temporada passada pelo Sacramento Kings, ele mal viu quadra — só 21 jogos, média de menos de 9 minutos, números praticamente inexistentes. Mas cara, às vezes um cara só precisa da oportunidade certa, né?

    Toronto fazendo a aposta certa?

    Os Raptors tão em quinto no Leste, disputando posição com Hawks e Sixers (que ironia, né?). Com apenas um jogo de vantagem na coluna de derrotas, cada movimento conta. E sinceramente? Acho que eles não têm muito a perder com essa.

    Fultz sempre teve visão de jogo absurda — essas 6.2 assistências na G League mostram que a cabeça ainda funciona. Se o arremesso voltar nem que seja 70% do que era antes dos problemas, o Toronto pode ter achado um diamante bruto no lixão.

    E aí, vocês acham que o Fultz consegue se reerguer dessa vez? Ou será mais uma tentativa que vai dar em pizza? Eu, particularmente, torço pelo garoto — todo mundo merece uma segunda (ou terceira, ou quarta) chance.

  • Fultz, ex-1ª escolha do draft, volta à NBA com contrato de 10 dias

    Fultz, ex-1ª escolha do draft, volta à NBA com contrato de 10 dias

    Olha só quem tá voltando: Markelle Fultz assinou um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Sim, o mesmo cara que foi a primeira escolha geral do draft de 2017 e que teve uma trajetória bem… complicada na liga.

    Fultz, que hoje tem 27 anos, passou a temporada na G League defendendo o Raptors 905. O cara ficou longe das quadras da NBA desde a temporada passada, quando jogou apenas 21 partidas pelo Sacramento Kings. E convenhamos, não foi exatamente uma temporada marcante.

    A montanha-russa da carreira

    Mano, a história do Fultz é de dar dó mesmo. Quando foi draftado pelos Sixers em 2017, todo mundo achava que seria o próximo grande armador da liga. Mas as lesões simplesmente acabaram com os primeiros anos dele — menos de 20 jogos em cada uma das duas primeiras temporadas. Isso é absurdo pra qualquer jogador, imagina pra uma primeira escolha.

    Mas o cara não desistiu, e isso eu respeito muito. Depois que foi pra Orlando, conseguiu se reinventar um pouco. A melhor temporada dele foi em 2022-23, quando fez 14 pontos e 5.7 assistências por jogo, com impressionantes 51.4% nos arremessos de quadra. Nada mal, né?

    O que ele pode oferecer pros Raptors?

    Hoje em dia, o Fultz virou um armador mais focado na defesa e na distribuição de bolas. Não é mais aquele cara que ia ser o próximo grande cestinha da liga, mas evoluiu pra ser um jogador sólido que faz o time funcionar.

    Os Raptors tão numa briga danada no Leste — disputando vaga no play-in com Hawks, Sixers, Magic, Heat e Hornets. Qualquer reforço pode fazer diferença nessa reta final, mesmo que seja só por 10 dias.

    Sinceramente? Eu torço pro cara dar certo. A NBA fica mais interessante quando jogadores que passaram por perrengue conseguem se reerguer. E vocês, acham que o Fultz consegue ajudar Toronto nessa briga pela pós-temporada?