Tag: contrato 10 dias

  • Nets promove Tre Scott da G-League com contrato de emergência

    Nets promove Tre Scott da G-League com contrato de emergência

    Olha, o Brooklyn Nets acabou de fazer aquele movimento clássico de fim de temporada: promoveu Tre Scott do Long Island Nets (o time da G-League) com um contrato de 10 dias por necessidade médica. E sinceramente? Era questão de tempo mesmo.

    O cara vinha fazendo a diferença lá embaixo

    Scott não estava brincando na G-League não. Em 47 jogos pelo Long Island, o moleque de 2,03m vinha fazendo 12 pontos, quase 5 rebotes e 2 assistências por jogo. Números sólidos para um cara que estava esperando a oportunidade aparecer.

    O mais interessante é que ele já conhece a casa — participou do training camp do Nets no começo da temporada. Então não vai chegar completamente perdido, sabe como funciona o esquema do técnico e já tem alguma química com o elenco.

    Lesão abre a porta

    A promoção dele veio porque Danny Wolf deve ficar fora pelo resto da temporada com uma entorse no tornozelo. Cara, que azar do Wolf — a temporada toda lutando por minutagem e agora isso.

    Para Scott, que não foi draftado em 2020 depois de sair de Cincinnati, é aquela chance de ouro. Ala de 2,03m tem sempre espaço na NBA, ainda mais um que consegue jogar múltiplas posições como ele.

    Será que cola?

    Vamos ser honestos: contrato de 10 dias é basicamente um teste. O Nets vai avaliar se ele consegue contribuir nos últimos jogos da temporada. Se rolar química e ele mostrar que pode ajudar, quem sabe não vira algo mais permanente para a próxima temporada?

    Eu acho que o cara tem tudo para aproveitar. Já estava acostumado com o ritmo profissional na G-League, conhece o sistema do time, e ala versátil sempre encontra minutagem. Vocês acham que ele consegue se firmar? Ou vai ser só mais um desses contratos de emergência que a gente esquece na semana seguinte?

  • Memphis Grizzlies aposta em Lucas Williamson: da G League para a NBA

    Memphis Grizzlies aposta em Lucas Williamson: da G League para a NBA

    Cara, que história bacana essa! O Memphis Grizzlies acabou de assinar um contrato de 10 dias com Lucas Williamson, um cara que vem batalhando na G League há um tempão e finalmente conseguiu sua chance na NBA aos 27 anos.

    Pra quem não conhece, o Williamson é um ala de 1,93m que passou a temporada toda ralando entre o Memphis Hustle (time afiliado dos Grizzlies na G League) e o Windy City Bulls. Os números dele não são de outro mundo — 7.2 pontos, 2.3 rebotes e 1.3 assistência por jogo — mas, olha, esse cara é conhecido pela defesa, não pelo ataque.

    O caminho até chegar aqui foi longo

    Sinceramente, eu admiro a persistência do cara. Lucas rodou por vários times da G League desde que não foi draftado em 2022. Passou pelo Ontario Clippers, voltou pro Hustle, foi pro Bulls… São 139 jogos na liga de desenvolvimento ao longo de quatro temporadas. Isso é muita dedicação.

    E vamos falar da faculdade dele? Cinco anos em Loyola Chicago, onde foi duas vezes o Jogador Defensivo do Ano da Missouri Valley Conference (2021 e 2022). Mais impressionante ainda: ele fazia parte daquele time dos Ramblers que chegou no Final Four da March Madness em 2018. Lembram dessa? Foi uma das Cinderelas mais legais da história do torneio.

    Por que Memphis apostou nele agora?

    Olha, não é coincidência que os Grizzlies foram buscar justamente um cara conhecido pela defesa. O time de Memphis sempre teve essa identidade mais física, mais “grit and grind” como eles falam por lá. Com as lesões que eles vêm enfrentando nesta temporada, faz total sentido dar uma chance pra um jogador experiente que conhece o sistema da organização.

    Aos 27 anos, o Williamson não é mais aquele prospecto jovem cheio de potencial. Ele é um veterano da G League que sabe exatamente qual é seu papel: entrar, jogar duro na defesa e fazer as coisas certas. Às vezes é disso que um time precisa, né?

    Vocês acham que ele consegue aproveitar essa oportunidade e talvez conquistar um contrato mais longo? Eu torço pelo cara — essa persistência merece ser recompensada. E quem sabe não vemos mais alguns brasileiros seguindo esse caminho da G League pra NBA?

  • Jazz aposta mais uma vez em Kennedy Chandler com novo contrato

    Jazz aposta mais uma vez em Kennedy Chandler com novo contrato

    O Utah Jazz decidiu dar mais uma chance para Kennedy Chandler, assinando com o armador um segundo contrato de 10 dias. E olha, depois dos números que ele vem apresentando, não é surpresa nenhuma.

    Chandler tem 1,83m e 77kg — não é o físico mais imponente da liga, né? Mas o garoto de 23 anos vem mostrando que tamanho não é documento. Em seis jogos pelo Jazz, ele tá fazendo uma média absurda de 14.2 pontos e 6.8 assistências por partida. Isso em mais de 32 minutos por jogo, inclusive com uma partida como titular.

    Da G League direto pro show

    Antes de chegar em Utah, Chandler estava destruindo tudo no Delaware Blue Coats, time da G League. Foram 41 jogos como titular em 42 aparições — praticamente intocável no lineup. Os números? 17 pontos e 9 assistências por jogo. Monstro.

    Sinceramente, sempre fico impressionado quando vejo caras saindo da G League e fazendo diferença imediata na NBA. Não é fácil fazer essa transição, mas Chandler parece ter se adaptado rapidinho ao ritmo da liga principal.

    Trajetória de luta

    O armador foi escolhido pelo Dallas Mavericks na 38ª posição do draft de 2022 — uma escolha bem no finalzinho da segunda rodada. Passou por Memphis na temporada 2022-23, jogou 36 partidas, mas acabou rodando muito pela G League desde então. Foram 153 jogos espalhados por quatro times diferentes: Memphis Hustle, Long Island Nets, Raptors 905 e Delaware.

    Essa jornada toda me lembra muito do Raulzinho, que também passou perrengue na G League antes de conseguir se firmar (embora no caso do brasileiro tenha sido mais difícil ainda). É aquela coisa: às vezes o timing não bate, mas quando a oportunidade aparece, você tem que agarrar com unhas e dentes.

    Na faculdade, Chandler foi uma peça importante no Tennessee em 2021-22, sendo titular em todos os 34 jogos e fazendo 13.9 pontos por partida. Memphis de berço, Tennessee na faculdade e agora tentando se firmar no Jazz — a trajetória do cara é bem interessante.

    E aí, acham que ele consegue um contrato por mais tempo? Pelos números que vem apresentando em Utah, eu apostaria que sim. O Jazz claramente viu algo especial no garoto.

  • Grizzlies pescam Adama Bal na G League com contrato de 10 dias

    Grizzlies pescam Adama Bal na G League com contrato de 10 dias

    Os Memphis Grizzlies acabaram de assinar com Adama Bal um contrato de 10 dias por necessidade. E quando eu digo necessidade, é necessidade mesmo — o time está praticamente se desfazendo com tantas lesões.

    Bal estava jogando pelo Westchester Knicks na G League depois de não ter sido selecionado no Draft de 2025, vindo de Santa Clara. O cara tem 2,01m e jogou 29 partidas na liga de desenvolvimento, fazendo média de 7.4 pontos em 18.4 minutos por jogo. Números modestos? Sim. Mas às vezes é exatamente isso que um time precisando de corpos em quadra quer ver.

    Memphis tá desesperado por jogadores

    A situação em Memphis é meio dramática, não vou mentir. Vários jogadores foram descartados para o resto da temporada por lesão, e outros tantos estão lidando com machucados que não acabam com a season mas ainda assim atrapalham. É aquela situação onde você olha pro banco e pensa: “cara, onde estão os jogadores?”

    Esses contratos por necessidade (hardship) são exatamente pra isso — quando o time fica tão espremido que precisa buscar reforço em qualquer lugar. E a G League virou meio que o quintal dos times da NBA pra essas situações.

    Quem é Adama Bal?

    Sinceramente, não é um nome que estava na ponta da língua de ninguém. Saiu de Santa Clara no Draft passado sem ser escolhido e foi parar no afiliado dos Knicks. Mas olha só — o cara pelo menos estava jogando consistentemente na G League, e isso já é algo.

    Com 2,01m, deve conseguir ajudar um pouco na frente, nem que seja pra dar uns minutos e deixar outros jogadores descansarem. Às vezes é isso mesmo que esses caras precisam: uma oportunidade, mesmo que pequena.

    E aí, vocês acham que ele consegue aproveitar esses 10 dias pra mostrar serviço? Memphis tá num momento complicado da temporada, pode ser que role uns minutinhos pra ele mesmo.

  • Kings pescam DaQuan Jeffries na G League com contrato de 10 dias

    Kings pescam DaQuan Jeffries na G League com contrato de 10 dias

    Os Sacramento Kings acabaram de pescar um cara que tava fazendo a diferença na G League. DaQuan Jeffries assinou um contrato de 10 dias com o time, aproveitando a exceção por dificuldades do elenco.

    E olha, o cara não tava brincando por lá não. Jeffries vinha fazendo números absurdos pelo Stockton Kings na G League: 23.5 pontos, 5.9 rebotes e 2.5 assistências por jogo em 28 partidas. Quase 24 pontos de média, mano!

    Veterano que conhece a casa

    A parada interessante é que Jeffries não é nenhum novato na NBA — muito pelo contrário. O cara já rodou por meia liga: passou por Charlotte Hornets, Houston Rockets, Memphis Grizzlies, New York Knicks e até pelos próprios Kings. São 111 jogos na carreira, com 25 como titular.

    Claro que os números na NBA foram mais modestos: 4.6 pontos e 2.1 rebotes em média. Mas convenhamos, é bem diferente jogar 15 minutos na NBA do que ser protagonista na G League, né?

    Aposta certeira ou desespero?

    Sinceramente? Acho que foi uma jogada inteligente dos Kings. O time precisa de profundidade no elenco e Jeffries mostrou que pode contribuir quando tem oportunidade. Além disso, ele já conhece a organização — isso conta muito.

    E vocês, acham que ele consegue se firmar dessa vez em Sacramento? Ou vai ser só mais um contrato de 10 dias que não vira nada? O cara tem 27 anos, tá na idade certa pra aproveitar uma chance dessas.

    Os próximos jogos vão mostrar se Jeffries consegue traduzir aqueles números da G League pro nível NBA. Torço por ele — sempre gosto quando um cara que rala nas divisões de base consegue uma nova oportunidade.

  • Malachi Smith ganha mais 10 dias no Brooklyn Nets

    Malachi Smith ganha mais 10 dias no Brooklyn Nets

    Olha só que história bacana: o Brooklyn Nets decidiu dar mais uma chance pro Malachi Smith, renovando o contrato de 10 dias do cara. E cara, isso é bem significativo porque agora a situação é do tipo “vai ou racha” — se o Nets quiser manter o garoto depois desses 10 dias, vai ter que assinar ele pelo resto da temporada.

    Smith tem 1,93m e vem jogando de armador/ala-armador. Nas seis partidas que disputou no primeiro contrato de 10 dias, o moleque fez uma média de 6.2 pontos, 2.2 rebotes, 2.7 assistências e 1 roubo de bola em quase 20 minutos por jogo. Números modestos? Talvez. Mas pelo visto impressionaram o técnico Jordi Fernandez, que elogiou publicamente a atuação do jogador.

    De Gonzaga pro sonho da NBA

    A história do Smith é daquelas que a gente gosta de acompanhar. Saiu de Gonzaga em 2023 sem ser draftado — mais um pra lista dos “rejeitados” que tentam provar seu valor na liga. Sinceramente, eu sempre torço por esses caras que chegam pela porta dos fundos. Tem algo de David contra Golias aí que me emociona.

    E o timing não podia ser melhor pro garoto. O Nets tá numa fase de reconstrução total, experimentando peças, vendo quem encaixa no quebra-cabeças. É exatamente o tipo de ambiente onde um jovem como o Smith pode florescer.

    Agora é tudo ou nada

    A pressão tá aí: esses próximos 10 dias são decisivos. Smith sabe que precisa continuar mostrando serviço se quiser garantir uma vaga no elenco até o final da temporada. E olha, considerando que ele já conquistou a confiança do técnico, as chances parecem boas.

    Vocês acham que ele consegue se firmar de vez no Nets? Eu tô na torcida. Sempre é legal ver esses underdog conseguindo uma oportunidade real na NBA. E quem sabe não vira mais uma daquelas histórias inspiradoras de jogador que ninguém queria e que acabou fazendo carreira?

    Vamos acompanhar esses próximos jogos. Se o Smith mantiver esse nível de jogo e continuar contribuindo do jeito que o Fernandez gosta, pode ser que a gente esteja vendo o nascimento de mais um rotation player sólido na liga.

  • Cubs prendem estrela jovem com mega contrato antes da temporada

    Cubs prendem estrela jovem com mega contrato antes da temporada

    Olha, quando um time resolve apostar pesado em um moleque de 22 anos, é porque vê algo muito especial. Os Chicago Cubs acabaram de fazer isso com Pete Crow-Armstrong, fechando uma extensão de contrato de longo prazo que vai manter o centro-campista na equipe por muitos anos.

    Jeff Passan, do ESPN, soltou a bomba: “O centro-campista Pete Crow-Armstrong e o Chicago Cubs estão finalizando uma extensão de contrato de longo prazo”. E cara, depois da temporada que o PCA (como é conhecido) fez em 2024, era questão de tempo mesmo.

    Temporada monstro em 2024

    Vamos aos números, porque eles falam por si só: 30 home runs e 30 bases roubadas. Um 30-30 aos 22 anos, mano. Isso sem contar a Luva de Ouro que ele ganhou defendendo o centro do campo como um verdadeiro monstro.

    Sinceramente, eu não esperava que ele chegasse nesse nível tão rápido. O garoto teve alguns problemas com strikeouts no final da temporada passada, mas quando você junta poder de rebatida, velocidade absurda e uma defesa de outro mundo… É receita para estrela, né não?

    E olha que interessante: num esporte que tá cada vez mais obcecado por home runs e estatísticas avançadas, o PCA representa exatamente o que o baseball moderno valoriza. Um jogador completo que pode decidir um jogo de várias formas diferentes.

    Aposta no futuro

    Os Cubs claramente acreditam que não foi sorte de principiante. O cara já é nome conhecido na MLB e ainda por cima ajudou o Team USA a chegar na final do World Baseball Classic. Com 22 anos. Imagina o que ele não vai fazer nos próximos anos?

    Na minha visão, essa é uma das jogadas mais inteligentes que Chicago fez nos últimos tempos. Prender um talento desse calibre antes que o mercado enlouqueça é fundamental, especialmente considerando como andam os contratos hoje em dia.

    E vocês, acham que os Cubs acertaram em apostar tão cedo no garoto? Eu tô convencido que vamos ver muito dele nas próximas temporadas. O Wrigley Field vai ter show por muito tempo ainda.

  • Jazz renova com jovem armador: história inspiradora pode virar contrato

    Jazz renova com jovem armador: história inspiradora pode virar contrato

    Olha, tem histórias que a gente ama acompanhar na NBA, e a do Bez Mbeng no Utah Jazz é uma delas. O cara acabou de ganhar seu segundo contrato de 10 dias com a franquia — e sinceramente? Tô torcendo demais pra essa história dar certo.

    Mbeng tem sido uma surpresa boa pro Jazz. Defesa sólida, energia pra dar e vender, e aquela vontade de quem sabe que cada minuto em quadra pode ser decisivo na carreira. É exatamente o tipo de jogador que você quer ver se dando bem na liga.

    Defesa em primeiro lugar

    O que mais impressiona no garoto é a mentalidade defensiva. Num time que tá claramente em reconstrução como o Jazz, ter um cara que chega já pensando em parar o adversário é ouro. E a energia dele contagia — dá pra ver que os caras curtem jogar com ele.

    Na minha visão, esse segundo contrato de 10 dias não é só protocolo. O Utah tá claramente interessado em manter o Mbeng por perto. Não me surpreenderia nada se ele aparecesse na Summer League e até no training camp da próxima temporada.

    O sonho pode virar realidade

    A parada mais legal dessa história toda é ver um cara realizando o sonho de jogar na NBA e fazendo por merecer ficar. Se ele continuar evoluindo dessa forma, um contrato de two-way na próxima temporada não tá fora de cogitação.

    E aí, vocês acham que o Mbeng consegue se estabelecer de vez no Utah? Eu tô apostando que sim. Às vezes é isso que falta pro basquete — histórias de garra pura que te fazem lembrar por que a gente ama esse esporte.

    O moleque tá jogando como se a vida dependesse disso (e talvez dependa mesmo). Se não é isso que vocês querem ver na NBA, eu não sei mais o que é.

  • Fultz assina com os Raptors – será que a primeira escolha de 2017 ressurge?

    Fultz assina com os Raptors – será que a primeira escolha de 2017 ressurge?

    Cara, essa notícia me pegou de surpresa. Markelle Fultz — sim, aquele mesmo que foi a primeira escolha do draft de 2017 — acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Oito anos depois daquela escolha polêmica, o armador tenta mais uma vez se firmar na liga.

    Na moral, eu sempre torci pro Fultz dar certo. Lembram da confusão toda? O cara era pra ser o futuro dos Sixers, mas aí começaram os problemas no ombro, mudou completamente o arremesso e virou aquele drama todo na Filadélfia. Foi doloroso de assistir.

    A jornada até Toronto

    Antes de chegar aos Raptors, Fultz estava jogando pelo Raptors 905 — o time da G League. Em seis jogos por lá, fez uma média de 9.8 pontos e 5.3 assistências. Não é absurdo, mas também não é de quebrar o pau. O destaque foi aquele jogo contra o Rip City no dia 20 de março: 17 pontos numa vitória fora de casa. Pelo menos mostrou que ainda tem basquete nas veias.

    O negócio é que o Toronto tá precisando mesmo de ajuda no garrafão. O Jamal Shead, que tem sido o armador reserva, não tá jogando nada — domingo mesmo contra o Phoenix acertou só 1 de 6 tentativas. Sinceramente, acho que vale a pena dar uma chance pro Fultz.

    Será que rola uma ressurreição?

    Olha, vou ser honesto com vocês: eu sempre acreditei que o Fultz tinha talento pra ser pelo menos um jogador sólido de rotação. Em Orlando ele até conseguiu isso — chegou a ser titular em 60 jogos numa temporada, o que não é pouca coisa. Depois passou pelo Sacramento no final da temporada passada.

    O monstro tem 25 anos ainda. Na teoria, deveria estar no auge da carreira, mas a realidade é que já são oito temporadas na NBA tentando encontrar seu lugar. Às vezes eu fico pensando: e se ele nunca tivesse tido aquele problema no ombro? Seria completamente diferente hoje?

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que o Fultz consegue se firmar em Toronto? Ou vai ser mais um contrato de 10 dias que não vira nada? Na minha opinião, se o cara conseguir pelo menos ser um backup decente pro Scottie Barnes na criação de jogadas, já tá valendo. Toronto tem um time jovem e promissor, talvez seja o ambiente perfeito pra ele finalmente engrenar de vez.

  • Fultz volta à NBA pelo Toronto: será que a mágica pode rolar?

    Fultz volta à NBA pelo Toronto: será que a mágica pode rolar?

    Gente, vocês lembram do Markelle Fultz? Aquele garoto que foi primeira escolha geral do draft em 2017 e que simplesmente esqueceu como arremessar? Pois é, o cara tá de volta à NBA — Toronto Raptors acabou de assinar um contrato de 10 dias com ele.

    Olha, eu confesso que não esperava essa. Fultz vinha jogando pela filial dos Raptors na G League, o tal do Raptors 905, e os números até que não estavam ruins: 9.4 pontos, 2.4 rebotes e 6.2 assistências em quase 24 minutos por jogo. Nada espetacular, mas pro cara que praticamente sumiu do basquete, tá valendo.

    O que esperar do retorno?

    A real é que Fultz virou quase uma lenda urbana da NBA. Primeira escolha geral dos Sixers, promessa absurda, e do nada desenvolveu aqueles problemas de arremesso que ninguém conseguia explicar direito. Lembram daqueles vídeos dele tentando acertar lance livre? Era de dar dó.

    Na temporada passada pelo Sacramento Kings, ele mal viu quadra — só 21 jogos, média de menos de 9 minutos, números praticamente inexistentes. Mas cara, às vezes um cara só precisa da oportunidade certa, né?

    Toronto fazendo a aposta certa?

    Os Raptors tão em quinto no Leste, disputando posição com Hawks e Sixers (que ironia, né?). Com apenas um jogo de vantagem na coluna de derrotas, cada movimento conta. E sinceramente? Acho que eles não têm muito a perder com essa.

    Fultz sempre teve visão de jogo absurda — essas 6.2 assistências na G League mostram que a cabeça ainda funciona. Se o arremesso voltar nem que seja 70% do que era antes dos problemas, o Toronto pode ter achado um diamante bruto no lixão.

    E aí, vocês acham que o Fultz consegue se reerguer dessa vez? Ou será mais uma tentativa que vai dar em pizza? Eu, particularmente, torço pelo garoto — todo mundo merece uma segunda (ou terceira, ou quarta) chance.