Olha só que movimentação inteligente do Celtics: trouxe o Dalano Banton de volta justamente no finalzinho da temporada regular. E não é só sobre basquete não — é matemática pura.
O timing foi cirúrgico, cara. Boston fechou o roster com 15 jogadores literalmente no último dia possível, e com isso conseguiu ficar abaixo da luxury tax por apenas 11 mil dólares. Onze mil! Para uma franquia que vale bilhões, é como se você tivesse economizado R$ 20 na conta de luz.
A jogada genial da diretoria
Mas peraí que a coisa é mais profunda. Ficando abaixo da luxury tax E do segundo apron, os Celtics resetaram todas as penalidades que vinham acumulando por serem “tax repeater”. Na prática, isso significa muito mais flexibilidade financeira nas próximas temporadas.
Sinceramente? Achei uma baita jogada do Brad Stevens. Conseguir preencher o roster, dar uma chance pro Banton e ainda economizar milhões em penalidades futuras — isso é gestão de alto nível.
Banton conhece a casa
E o Dalano já tem história com Boston, né. Passou metade da temporada 2023-24 lá, voltou com um contrato de 10 dias no começo desta temporada, e agora tá de volta com um bi-anual.
O cara de 2,03m passou a maior parte do ano mandando ver na G League pelo Texas Legends. E que números, hein: 24,9 pontos, 6,9 assistências e 4,1 rebotes por jogo em 44 partidas. Para um armador dessa altura, são números bem sólidos.
Vocês acham que ele consegue minutos nos playoffs? Com a profundidade que o Celtics tem, vai ser difícil, mas ter um cara versátil assim no banco sempre ajuda. E olha que ele já provou que consegue contribuir quando chamado — não é à toa que Boston quis ele de volta pela terceira vez.
No fim das contas, todo mundo sai ganhando: Banton tem mais uma chance na NBA, os Celtics completam o roster gastando mixaria e ainda se livram de penalidades futuras. Isso é que eu chamo de win-win-win.
