Cara, que nostalgia. Acabei de bater um papo com Danilo Gallinari e, sinceramente, foi uma das conversas mais legais que já tive sobre basquete. O italiano — que começou a carreira justamente no Knicks — tava super de boa pra falar sobre tudo.
Primeiro, parabéns pra ele que acabou de ganhar um título na liga de Porto Rico! Quando comentei sobre isso, o cara ficou até surpreso que alguém sabia. Deu aquele sorrisão genuíno, sabe? Isso que é humildade.
O Pesadelo de Fevereiro de 2009
Agora, preparem-se para a história mais brutal de estreia na NBA que vocês já ouviram. O Gallo chegou no Knicks em 2008 e, cara… que recepção diabólica!
Imaginem a cena: primeira semana de fevereiro de 2009. Kobe Bryant chega no Garden e mete 61 pontos — na época, o maior placar de um visitante na arena. Dois dias depois, LeBron James aparece e faz 52 pontos com 11 assistências. Na sexta, o Boston Celtics campeão vem e atropela os Knicks por 110-100.
“Quando a maioria das pessoas pensa numa recepção, é algo bom”, brincou o Gallinari. “A minha foi… diferente.”
E olha que ele lembra de cada detalhe até hoje! Isso que é trauma (risos). Mas também imaginem a loucura de um garoto de 20 anos dividir a quadra com essas lendas todas noites. Deve ter sido assustador e incrível ao mesmo tempo.
Os Defensores Mais Cascudos da Liga
Perguntei pro Gallo qual foi o defensor mais difícil que ele enfrentou. Ele pausou uns segundos e soltou: “Metta World Peace.” Depois veio a lista dos pesadelos: Tony Allen, Kawhi Leonard, Draymond Green.
Faz todo sentido, né? O cara era um ala de 2,08m super versátil — sabia driblar, arremessar de três, jogar de costas pros menores. Óbvio que ia pegar os melhores defensores da liga sempre.
Na minha opinião, o Gallinari foi um dos forwards mais subestimados da década de 2010. Durante dez temporadas, o monstro fez média de 16.7 pontos por jogo! E isso enfrentando esses caras aí toda noite.
Cooper Flagg é o Novo Gallinari?
A parte mais engraçada foi quando perguntei se algum jogador atual lembra ele. “Cooper Flagg”, respondeu na lata, antes de rir. “Só que ele fez mais posterizadas que eu quando rookie.”
Interessante essa comparação, não acham? Flagg também tem essa versatilidade toda — pode jogar em várias posições, dribla bem, arremessa. E vocês, concordam com essa análise?
O Gallo também comentou que se jogasse na NBA de hoje, com esse ritmo alucinado e espaçamento, teria se dado ainda melhor. Mas deu os créditos pro Mike D’Antoni, que já implementava um estilo parecido nos Knicks.
Cara, bateu uma saudade do prime do Gallinari. Era um jogador completamente diferenciado na época dele.
